Posts Tagged ‘Polipropileno’

Compósitos da Lanxess encontram aplicação em carrocerias automotivas

14/05/2014
  • Proteção do compartimento do motor feito com compósito de alta performance
  • Resistência e absorção de energia de alto nível
  • Consideravelmente mais leve do que o aço ou o alumínio

Lanxess_CompostiosOs compósitos de alto desempenho Tepex reforçados com fibras contínuas, da subsidiária da LANXESS Bond-Laminates, estão encontrando novas aplicações na área de carroceria automotiva. Um exemplo é o uso de uma variante do Tepex Dynalite para oferecer proteção do compartimento do motor do MINI John Cooper Works GP. “A força e a resistência extremas do nosso material trabalham muito a seu favor. Estas características fazem com que a proteção da parte inferior de um automóvel, que é propensa ao impacto de pedras e até mesmo a atolamentos em estradas ruins, seja mais robusta e extremamente resistente ao impacto”, diz Harri Dittmar, especialista em design leve na Bond-Laminates. Além disso, o alinhamento regular das fibras de vidro contínuas do compósito dá o componente uma aparência atraente parecida com o carbono.

Três vezes mais forte

O protetor é fabricado através de um processo de moldagem por compressão, que combina processos de formação e fluxo. Isto envolve compor o polipropileno com as mechas (rovings) de fibra de vidro contínua e dar forma ao elemento diretamente a partir da massa resultante da DLFT (sigla em inglês para termoplástico direta de fibra longa) em um molde de compressão. O que faz com que este processo de produção seja tão especial é o fato de que duas camadas exteriores Tepex Dynalite também sejam comprimidas ao mesmo tempo, de modo a reforçar a área específica submetida a maiores tensões. Isto produz um componente de sanduíche com um núcleo DLFT e parte da sua superfície feita a partir do compósito de alto desempenho. “Comparado a um componente DLFT com base unicamente em polipropileno, as camadas exteriores feitas com nosso material triplicam a resistência e a absorção de energia da peça”, diz Dittmar. O Tepex Dynalite 104-RG 601 consiste de uma matriz de polipropileno incorporado com um tecido contendo 47% em volume de mechas de fibra de vidro contínua.

Grande potencial como alternativa mais leve para os metais
Dittmar acredita que há imensas possibilidades de utilização para o  Tepex Dynalite, como uma proteção para a parte inferior da carroçaria em carros – especialmente em veículos destinados a países com estradas precárias que, portanto, necessitam de proteção extra. “As soluções Sandwich DLFT pode ser de até 50% mais leves do que o aço e 20% mais leves do que a proteção de alumínio. Os compósitos termoplásticos de sanduíche também oferecem isolamento acústico mais eficaz contra o impacto de pedras, em outras palavras, eles demonstram propriedades acústicas superiores também”, acrescenta Dittmar.

Fonte: Lanxess

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Braskem apresenta nova resina para móveis de plástico

17/04/2014

Produto garante maior rigidez e resistência ao impacto

A Braskem lançou no dia 16 de abril a resina KM 6150HC, um homopolímero utilizado para moldagem por injeção de móveis plásticos.

Segundo a empresa, a resina tem propriedades mecânicas superiores a um homopolímero convencional, apresentando um aumento de 33% de resistência ao impacto e de 6% na rigidez, em relação ao seu antecessor, o KM 6150 e proporcionando ganho de desempenho no segmento de móveis plásticos, especialmente para cadeiras monobloco (produzidas em única etapa pelo processo de injeção e sem partes móveis).

“A resina foi desenvolvida para conferir maior desempenho aos produtos dos nossos clientes, o que favorece também o atendimento das normas do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Além dos benefícios em segurança, o lançamento proporciona redução de até 12% em peso, podendo reduzir ainda o tempo de ciclo de produção, tornando o processo mais rápido e econômico”, afirma Walmir Soller, diretor de polipropileno da Braskem.

O KM 6150HC faz parte do selo Braskem Maxio®, baseado nos pilares Redução do Consumo de Energia, Maior Produtividade e Menor Peso.

Fonte: Braskem

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Braskem firma acordo com FINEP para pesquisa em nanotecnologia aplicada a embalagens plásticas

14/03/2014

Braskem_nanotecnologiaA Braskem firmou com a Agência Brasileira de Inovação (FINEP) um acordo para pesquisa de embalagens plásticas a partir da utilização da nanotecnologia em seu Centro de Tecnologia localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O projeto subvencionado  é destinado ao desenvolvimento de resinas plásticas com alta barreira a gases, vapores e solventes químicos para serem usadas na produção de  embalagens rígidas e flexíveis de PE e PP.

O projeto FINEP deverá estar concluído até o final de 2016.  A FINEP irá dispor em caráter de subvenção o valor de R$ 2,97 milhões. Em contrapartida, a Braskem afirma que irá alocar para este projeto o valor de R$ 1,66 milhão.

O contrato tem origem em uma chamada pública específica para projetos que utilizam a nanotecnologia, tecnologia que possibilita trabalhar com matéria numa escala atômica e molecular. O nanômetro, unidade de medida que dá origem ao nome “nanotecnologia”, é cerca de 50 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo.

Fonte: Braskem

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Abiplast critica aplicação de antidumping à importação de resinas de polipropileno

21/01/2014

Segundo o Diário da Indústria, Comércio e Serviços (DCI), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) criticou duramente a decisão do governo federal de estabelecer direito antidumping provisório às importações de resinas de Polipropileno (PP) provenientes da Índia, Coréia do Sul e África do Sul. Segundo nota divulgada pela Abiplast, a qual representa as empresas transformadores de plástico que usam o Polipropileno como matéria-prima nas suas indústrias, os preços da resina de polipropileno no Brasil já são aproximadamente 35 % maiores do que aqueles praticados internacionalmente.

Segundo a Abiplast, “O antidumping, instrumento legítimo de defesa comercial, tem sua função desviada e acaba sendo utilizado apenas para restringir a concorrência internacional da indústria fornecedora de matérias-primas e garantir que seus preços se mantenham acima do internacional”. Lembra a entidade que o processo de consolidação do setor petroquímico no Brasil resultou no surgimento de uma única fornecedora nacional, a Braskem.

A adoção de um novo direito antidumping à importação de resinas plásticas, segundo a Abiplast, é “mais um capítulo na história de proteção ao monopólio da petroquímica em detrimento à cadeia produtiva do setor plástico”. Durante o processo de consolidação do segmento petroquímico, lembra a Abiplast, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), destacou a necessidade da manutenção de condições de acesso ao mercado internacional de resinas plásticas.

Em 2013, os preços do polipropileno tiveram uma alta de 17%, contra um aumento de 5,04% nos valores praticados pela indústria de transformação e de 4,79% entre os produtos transformados plásticos.

Fonte:  Abiplast / DCI

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Braskem leva soluções em plástico para a Concrete Show 2013

29/08/2013

Companhia apresenta mais de 30 produtos com foco em sustentabilidade e produtividade para a construção civil

Durante a Concrete Show 2013, um dos principais eventos nacionais de construção civil, a Braskem apresenta produtos desenvolvidos em plástico em conjunto com clientes, para uso nesse setor. As resinas plásticas têm desempenhado importante papel no desenvolvimento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para infraestrutura e edificação.

Os itens apresentados serão divididos em áreas de saneamento, edificações, canteiros, geossintéticos e infraestrutura. A diversidade de soluções representa o investimento da empresa, em parceria com seus clientes, em inovação para o desenvolvimento de peças que atendam às demandas do mercado de construção em busca da eficiência e sustentabilidade. Até dezembro de 2012, a Braskem depositou 650 patentes e 18% do faturamento da companhia com resinas foi gerado por produtos lançados nos últimos três anos.

“A construção civil é uma área importante para o desenvolvimento do País e que tem se mostrado em constante desenvolvimento. Para apoiar esse crescimento, apostamos na pesquisa e na expansão de nosso portfólio com produtos mais sustentáveis e que tragam mais praticidade, agilidade, conforto e qualidade para as obras”, afirma Mônica Evangelista, responsável por Desenvolvimento de Mercado de Polipropileno na Braskem.

Os visitantes da feira poderão conhecer mais de trinta soluções feitas com os plásticos produzidos pela Braskem: polietileno, polipropileno e PVC. Entre os produtos estão os capacetes feitos em polietileno verde I’m greenTM, derivado da cana-de-açúcar, e os geossintéticos para reforço, drenagem, filtro e impermeabilização de terrenos.

Para a construção, a novidade é o sistema BubbleDeck que utiliza esferas de plástico com objetivo de reduzir o peso das lajes, usando polipropileno de forma a ocupar a zona de concreto que não desempenha função estrutural – proporcionando maior agilidade, menor custo e impacto ambiental, segundo a Braskem. Outro destaque são as mantas expandidas de polietileno, solução que reduz ruídos entre pavimentos ao serem aplicadas entre a laje e o contra piso.

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ampliar participação em outras aplicações. Um exemplo é o sistema construtivo Concreto PVC, tecnologia inovadora que permite construir, de forma rápida e em escala industrial, diferentes tipos de edificações. De acordo com a Braskem, o sistema proporciona menor perda por entulho, redução do desperdício de materiais, de consumo de água e energia na obra, além de expressivo ganho em produtividade.

As telhas produzidas com o PVC também estarão presentes. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries, afirma a empresa. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais.

Para a área de saneamento, além de diferentes soluções em tubos, a Braskem apresenta os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, os quais se diferenciam pela durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência a impacto, de acordo com a empresa Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Fonte: Braskem

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Petropar adota novo nome e agora chama-se Évora

07/05/2013

Inicialmente ligada ao setor petroquímico, a holding Petropar resolveu mudar de nome e logomarca após 25 anos de mercado e depois de se expandir no segmento de bens intermediários para a indústria de consumo.

Ao longo da evolução da empresa, houve inicialmente uma reestruturação societária do Grupo Olvebra, em 1988, em que os ativos das áreas petroquímica e de plásticos foram agrupados sob a denominação Petropar – Petroquímica Participações. Durante os anos posteriores, todavia, a companhia diversificou os negócios e aqueles que deram origem à empresa foram vendidos ou descontinuados.

Na área plástica, hoje, a Évora atua através da Fitesa (que fabrica não-tecidos leves de polipropileno, usados em fraldas e absorventes descartáveis) e da América Tampas (bebidas, produtos de higiene pessoal e limpeza).

Em economias como o Brasil, onde se destaca o crescimento de renda, o acesso a fraldas descartáveis é promissor. “Apenas 61% das crianças usam fraldas no Brasil. Nos Eua e Europa são 98%”, comenta o diretor presidente da Évora, Geraldo Enck. O segmento de fraldas geriátricas deve também se expandir no Sul do País devido ao envelhecimento da população.

Sobre as tampas, Enck diz que há um movimento forte em relação à água mineral enquanto o refrigerante se mantém estável. Nesta linha, se destacam as garrafas com tampas diferenciadas, como as que se vêem em energéticos, tampas especiais esportivas com valor agregado.

Como a atuação do Grupo é ligada ao consumo de massa, é resiliente a períodos de retração econômica e sensível a movimentos demográficos e de renda da população. “Na recessão, o crescimento estabiliza, pois são produtos quase de primeira necessidade. As pessoas trocam a marca”, comenta Enck.

O executivo ressalta que a Évora posiciona-se hoje como uma empresa brasileira global, com 17 plantas em sete estados brasileiros, oito países e quatro continentes. Agora, a empresa tem fábricas no Brasil, Peru, México, EUA, Suécia, Itália, Alemanha (onde está localizado também o centro de desenvolvimento) e China. Essa dimensão global tornou ainda mais urgente a mudança de marca da holding. A partir daí a empresa contratou o escritório de design GADLipincott’ para desenvolver a nova marca. O nome Évora surgiu associado às palavras “evolução” e “valor”. Sua escolha partiu do princípio de que a empresa e suas controladas existem para gerar valor econômico e, por meio de suas realizações e atividades, promover a evolução de seus colaboradores e da sociedade. “Muda o posicionamento de marca, muda a forma de fazer negócios (global), mas não mudam os valores”, afirma Geraldo Enck.

A holding atingiu receita líquida recorde de R$ 1,8 bilhão em 2012. A Fitesa, por sua vez, registrou vendas globais de R$ 1,2 bilhão em 2012 e é a segunda produtora mundial, em capacidade instalada, de não-tecidos. No mercado interno, o negócio de tampas especiais cresceu 35% e para latas de alumínio, no qual a companhia é a segunda maior fornecedora para o mercado brasileiro, a perspectiva é de crescer 8%. A Crown Embalagens (outra empresa do grupo ligada ao segmento de latas de alumínio para bebidas) teve receita superior a R$ 1 bilhão ano passado e está investindo cerca de R$ 130 milhões em sua quinta unidade fabril, que será localizada em Teresina (PI).

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Braskem solicita investigação antidumping para importações de polipropileno da Índia, Coréia do Sul e África do Sul

10/04/2013

Segundo o jornal Valor Econômico, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex)  abriu processo investigativo sobre a prática de dumping em importações de resinas de polipropileno da Índia, Coreia do Sul e África do Sul. A abertura do processo foi motivada por denúncia feita pela Braskem, que afirma ser prejudicada pela importação de grandes quantidades dessa resina. A Secex vai também investigar se há subsídios concedidos aos produtores da África do Sul e Índia.

“Esses países praticam uma concorrência predatória”, segundo Luciano Guidolin, vice-presidente de poliolefinas da Braskem. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) já havia emitido decisão favorável à Braskem em dezembro de 2010, aplicando, na ocasião, medida antidumping às importações de Polipropileno dos Estados Unidos pelo prazo de cinco anos e estabelecendo alíquota específica de US$ 82,77 por tonelada.

Segundo o jornal, a Braskem afirma que as importações de polipropileno provenientes da África do Sul, Coréia do Sul e Índia aumentaram 582% nos últimos cinco anos, passando de 19,6 mil toneladas entre abril de 2007 e março 2008 para 133,9 mil toneladas entre abril 2011 e março de 2012.

A Braskem tornou-se líder na produção de resinas termoplásticas nas Américas após a compra do negócio de polipropileno da Dow. Em 2012,  a empresa recuperou participação de mercado de commodities termoplásticas – Polipropileno, Polietileno e PVC -, pulando de 65% para 70% no Brasil.

De acordo com Luciano Guidolin, a empresa foi prejudicada nos últimos anos pela importação de grandes volumes de resinas. “Sacrificamos nossas margens, mas a melhora do câmbio ao longo de 2012 ajudou na recuperação de mercado”, disse. Segundo o periódico, as análises de prova de dumping a serem realizadas pela Secex vão considerar o período de abril de 2011 a março de 2012, enquanto que os de prova de dano consideram abril de 2007 a março de 2012.

O consumo anual de polipropileno no Brasil está avaliado em 1,4 milhão de toneladas, segundo especialistas. A cotação atual da resina situa-se entre 2.200 a 2.400 dólares por tonelada.

Indústria de transformação reclama

Por outro lado, segundo reportagem do Valor, a Braskem tem sido alvo de severas críticas de empresas de transformação de plásticos, os quais compram a matéria-prima da empresa e também importam.

“Viramos refém da Braskem”, afirma Fernando Serrano, da companhia têxtil J. Serrano, a qual compra cerca de 30 mil toneladas por ano de polipropileno, além de PVC. “Sempre damos preferência pela resina da Braskem, quando os preços não estão impeditivos”, afirmou.

Serrano disse que costuma adquirir resinas dos países a serem investigados pela Secex. “É um erro impor tarifa de importação sobre a matéria-prima. Se quiserem manter a competitividade da indústria de transformados plásticos, tem de taxar os produtos acabados”, disse. A tarifa de importação de Polipropileno é de 14%. No final de 2013, o governo federal aumentou a alíquota de importação do Polietileno (outra resina plástica) de 14% para 20%.

De acordo com José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos) “O Brasil tem uma das maiores tarifas de importação para resinas. A média global gira em torno de 7%”, afirmou  “As indústrias de transformados plásticos [a chamada terceira geração do setor petroquímico] estão perdendo competitividade”, disse o líder empresarial. “Os produtos importados estão 40% mais baixos que os do mercado interno”.

(Fonte: Valor Econômico / Mônica Scaramuzzo)

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Aumento das vendas de veículos nos Estados Unidos leva Mitsui a aumentar capacidade de produção de compostos de PP

22/01/2013

mitsuiO grupo japonês Mitsui Chemicals, Inc. anunciou um aumento de 14 mil toneladas/ano de produção de compostos de polipropileno nos Estados Unidos para atender às demandas crescentes do setor de materiais automotivos. O aumento de capacidade ocorrerá nas instalações da sua empresa afiliada Advanced Composites, em Sidney, estado de Ohio. Este aumento de capacidade previsto para o quarto trimestre de 2013 segue outra expansão de produção de 28 mil toneladas já prevista para o terceiro trimestre deste ano, de modo que a capacidade global de produção para as duas fábricas da Advanced Composites nos estados de Ohio e Tennessee atingirão 268 mil toneladas/ano em 2013.

Embora a indústria automotiva norte-americana tenha sido negativamente impactada pela crise financeira global, atualmente o mercado voltou à normalidade com previsões de crescimento significativo no futuro.

O aumento previsto é esperado não só para fortalecer a posição do grupo na expansão do mercado norte-americano, mas igualmente para reforçar a de fornecimento global do Grupo.

A Mitsui Chemicals Group conta com instalações fabris de Polipropileno para o mercado automotivo em oito mercados globais relevantes (Japão, Estados Unidos, México, Brasil, Europa, Índia, Tailândia e China).

Fonte: Mitsui

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Joint venture da Chevron Phillips e Petrochem inicia operação plena de complexo petroquímico na Arábia Saudita

01/10/2012

A Saudi Polymers Co começou a operar em plena capacidade nesta segunda feira na sua unidade de Al Jubail, na Arábia Saudita.

O complexo petroquímico pode produzir 1,16 milhões de toneladas / ano de eteno; 1,1 milhões de toneladas / ano de polietileno (combinando PE de alta densidade e PE linear de baixa densidade); 430.000 toneladas / ano de propeno, 400.000 toneladas de polipropileno (PP); 200.000 toneladas / ano de poliestireno (PS) e 100.000 toneladas / ano de hexeno-1.

“Vamos agora trabalhar para atingir as metas de inventário críticas para assegurar nossa confiabilidade a longo prazo como um fornecedor de produtos de qualidade”, disse Mike Zeglin, presidente-executivo da Saudi Polymers.

A Saudi Polymers Co. irá atender tanto ao mercado doméstico como ao internacional.

As exportações de produtos serão negociadas pelo seu distribuidor exclusivo, Gulf Polymers Distribution Co, utilizando a rede global de marketing da Chevron Philips.

O complexo petroquímico, que fica em um terreno de 1,1 milhões metros quadrados na cidade industrial de Al Jubail, teve a sua construção iniciada em janeiro de 2008 e criou cerca de 950 postos de trabalho.

A Petrochem (National Petrochemical Company) da Arábia Saudita detém uma participação de 65% na Saudi Polymers, enquanto os restantes 35% são de propriedade da Arabian Chevron Phillips Petrochemical Co Ltd – uma subsidiária integral da empresa norte-americana Chevron Phillips Chemical (CPC).

Fonte: Chevron Phillips

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LyondellBasell lança nova família de catalisadores de Polipropileno de quinta geração

19/09/2012

A LyondellBasell anunciou o lançamento de uma nova família de catalisadores não-ftalato de quinta geração para produção de polipropileno (PP). Esses catalisadores serão vendidos sob o nome comercial existente Avant e complementam os catalisadores Ziegler-Natta existentes de terceira, quarta e quinta geração, fornecidos pela empresa.

“A LyondellBasell é a líder em vendas e desenvolvimento de catalisadores de PP,  com uma forte posição no mercado na quinta geração de tecnologia de catalisadores”, disse Jim Seward, Diretor de Negócios de Catalisadores e Licenciamento da Lyondell-Basell. “Esta nova família de catalisadores irá ampliar ainda mais nossa oferta nessa área, abrangendo a gama completa de produtos de PP e aplicações.”

Seward continua: “Este desenvolvimento se alinha com um contínuo interesse do mercado em usar catalisadores de quinta geração diéter e succinato já existentes para uma série de aplicações de produto. Por exemplo, há uma tendência de mercado para estender o uso de catalisadores diéter para produzir também grades para BOPP e ráfia. Os catalisadores diéter já são o “benchmark” estabelecido para a produção de polímeros usados em fibras de fiação (spun-bond), copolímeros de impacto de alto índice de fluidez e de copolímeros aleatórios (random)”

A LyondellBasell produz catalisadores de poliolefinas em Ferrara, Itália, Frankfurt e Ludwigshafen, Alemanha e Edison, NJ, EUA. Os catalisadores Avant compreende as seguintes famílias:

Avant ZN – Catalisadores Ziegler-Natta para polipropileno

Avant Z – Catalisadores Ziegler para polietileno

Avant C – Catalisadores de cromo para polietileno

Avant M – Catalisadores de metaloceno para polipropileno

A LyondellBasell é também um licenciador líder de tecnologias de polipropileno e de polietileno, com mais de 250 licenças de processos de produção de poliolefinas.

Fonte: LyondellBasell

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Consumidores brasileiros testam botijão de gás multicamadas, fabricado com aço, compósito de PP / fibra de vidro e Polietileno de Alta Densidade.

05/09/2012

Cerca de 12 mil consumidores das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre estão testando novas embalagens de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) fabricadas pela empresa portuguesa Amtrol Alfa. Os botijões, batizados de LEV,  consistem de três camadas básicas: um invólucro interno fabricado em aço especial com revestimento de zinco, uma camada intermediária em compósito de polipropileno e fibra de vidro e uma camisa externa fabricada com polietileno de alta densidade injetado. Os rótulos do botijão são aplicados através da tecnologia de IML (in-mould labelling).

Mais detalhes sobre os aspectos construtivos do novo botijão podem ser vistos no site da empresa: http://www.amtrol-alfa.com/comet/

Esses botijões são mais leves que as tradicionais embalagens de aço. O produto é inédito no Brasil e foi trazido ao país pela Liquigás Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Os testes começaram a ser feitos em fevereiro.

De acordo com o diretor de GLP Envasado da Liquigás, Paolo Ditta, a nova embalagem é uma inovação no mercado brasileiro. O novo botijão já é sucesso nos mercados americano, europeu e asiático. Ele se destina, principalmente, ao consumidor residencial “e também a consumidores específicos, para os quais o peso, o material e as dimensões do vasilhame fazem diferença, como os usuários de trailers e embarcações”.

Segundo Ditta, o produto é sustentável já que a cobertura rígida é confeccionada com material reciclável.  O projeto está sendo conduzido no Brasil em parceria da Liquigás com a Amtrol Alfa e a Braskem.

A Liquigás informou que, após a avaliação dos resultados dos testes, será elaborado um relatório sobre a viabilidade da comercialização e a instalação de uma fábrica para produção do invólucro de fibra de vidro no país. A empresa informou também, por meio de sua assessoria, que a certificação do produto é dada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Além disso, segundo a subsidiária da Petrobras, os resultados dos testes serão encaminhados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que regula o mercado de GLP quanto à armazenagem e distribuição. A avaliação da nova embalagem, porém, será feita pelos próprios consumidores, que irão constatar ou não a eficiência do novo botijão.

Se aprovado pelos consumidores, o novo botijão poderá ser comercializado em todo o país. Sua adoção, entretanto, não será obrigatória pelas distribuidoras de GLP. O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás), Sergio Bandeira de Mello, disse à Agência Brasil que, desde que foram introduzidos no país, há 75 anos, os botijões de aço vêm experimentando inovações contínuas, mudando inclusive de tamanho e volume.

Ele acredita que a adoção maciça do novo botijão vai depender muito mais do mercado. Mello disse não ver problema em relação aos botijões de aço, “que são muito seguros e amplamente utilizados no mercado mundial”. Para ele, a nova embalagem não substituirá o velho botijão de aço porque eles foram desenvolvidos “de forma tão eficiente, que são retornáveis e recicláveis ao final de sua vida útil”. Algumas das vantagens do novo botijão, apontadas por Mello, são a leveza e o fato de não enferrujarem.

O vídeo a seguir descreve outras aplicações dos botijões da Amtrol Alfa, assim como alguns trechos do processo produtivo.

Fontes: Agência Brasil (texto original de Alana Melo) / Amtrol-Alfa / Guimarães Digital

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Construção civil e agricultura aderem às soluções em resinas plásticas

28/08/2012

Indústria explora novas matérias-primas para ganhar agilidade e poupar recursos naturais

No momento em que a “Economia Verde” está na pauta das empresas, surge em praticamente todos os setores econômicos o desafio de aliar competitividade à sustentabilidade. Resinas plásticas, como polietileno, polipropileno e PVC, têm sido grandes aliadas na substituição de produtos tradicionalmente utilizados nesse setor, devido a características como maior durabilidade, menor peso e impacto ambiental reduzido, além de ganhos de produtividade.

Construção civil e agricultura são segmentos que vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais técnicos e ambientais. Neste cenário, a tecnologia tem contribuído no lançamento de novos produtos e o plástico se apresenta como uma fonte de soluções.

“O portfólio de produtos que lançamos nos últimos anos demonstra o trabalho de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes para os desafios dos nossos Clientes”, diz Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Até mesmo produtos já usados, como o PVC, começaram a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil.

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries.

Assim como o PVC, o polipropileno também é utilizado como sistema construtivo. Exemplo dessa tecnologia é o hotel Vale das Nuvens, em Guaramiranga. O hotel, de alto padrão, é todo feito com essa tecnologia (www.valedasnuvens.com.br).

O emblemático caso do pallet

Para a maioria das pessoas, a madeira é uma matéria-prima sustentável, por ser de origem vegetal e, portanto, de fácil degradação. Mas nem sempre a madeira é a solução mais sustentável do ponto de vista ambiental e econômico. Um pallet de madeira pesa em torno de 30 quilos. Sua vida útil é relativamente curta e depende do seu uso. Um pallet de polipropileno pesa apenas 3 quilos, tem a mesma capacidade e tem vida útil bem superior à da madeira. Um caminhão consegue carregar um número bem maior de pallets de plástico, o que significa tremenda economia de combustível e emissões de monóxido de carbono. Esse é um dos exemplos mais claros de união entre redução de custos, maior produtividade e menor impacto ambiental.

Origem renovável

O mundialmente reconhecido plástico verde, polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar e que captura CO2 da atmosfera em seu processo produtivo, também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green, produzidos pela Prysmian.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno é a durabilidade, já que possuem excelente resistência à quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Agricultura

Na agricultura, entre os recursos que já usados estão os agrofilmes. Com sua utilização, o agricultor consegue evitar a proliferação de vírus e pragas, controlar a temperatura, a disseminação de luz e de calor, entre outras tantas variáveis climáticas. A cobertura plástica também protege o solo, contribuindo para restringir a aplicação de agroquímicos, inibir o crescimento de ervas daninhas, erosão e diminui a perda de adubo. Todas estas vantagens são traduzidas em menor custo, maior produtividade e qualidade dos produtos.

Entre os lançamentos mais recente no mercado brasileiro estão os Silos Bolsa que chegam para solucionar o problema de escassez de silos para armazenamento da safra. Trata-se de grandes bolsas feitas com polietileno e que podem armazenar cerca de 200 toneladas de grãos, não precisam de nenhum tipo de estrutura física como suporte e são facilmente manuseadas na hora do carregamento.

Fonte: Braskem

 

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LyondellBasell licencia tecnologia de fabricação de Polipropileno para empresa da Rússia

10/07/2012

A LyondellBasell anunciou ontem que a ZapSibNeftekhim LLC, uma subsidiária integral da SIBUR, escolheu a tecnologia de processo Spheripol da LyondellBasell para uma nova planta de polipropileno (PP) com capacidade de 500 Kton/ano, a ser construída em Tobolsk, na Federação Russa. O início das operações está previsto para depois de 2017.

“Esta será a planta com maior capacidade de produção de polipropileno construída até hoje usando a tecnologia de processo Spheripol”, disse Bob Patel, vice-presidente sênior de Tecnologia e de olefinas e poliolefinas para a Europa, Ásia & Internacional da LyondellBasell. “Isto proporcionará à ZapSibNeftekhim um método económico para produzir uma vasta gama de grades de polipropileno de qualidade superior.”

Características importantes da tecnologia Spheripol incluem uma ótima qualidade do produto, uma operabilidade entre as melhores na indústria, a possibilidade de partidas e mudanças de grade rápidas  e capacidades de até 550 KT por ano.

A LyondellBasell é uma licenciadora líder de polipropileno e tecnologias de polietileno com mais de 250 licenças de processos de poliolefinas.

Fonte: LyondellBasell

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Novo processo de injeção da Mecaplast pode reduzir em até 50 % o peso de peças plásticas automotivas

22/06/2012

Estrutura de uma peça com espuma

A Mecaplast, empresa fornecedora de componentes automotivos plásticos com sede em Mônaco e com fábricas na França e outros países europeus, Turquia, Brasil, México, China e Índia, acredita que pode reduzir o peso de peças automotivas interiores e exteriores entre 30 a 50%, usando uma tecnologia de moldagem por injeção recém-patenteada, em combinação com novos compostos de polipropileno.

A Mecaplast está prestes a embarcar em um projeto patrocinado pelo governo francês, batizado de Plume, para industrializar o processo, o qual é baseado em uma combinação de núcleos (machos) móveis no molde, um agente químico de expansão e cargas leves para reforço. O projeto começa em setembro, terá a duração de dois anos e um orçamento total de € 2,4 milhões.

O projeto também vai envolver a participação de várias outras empresas francesas: o produtor de compostos Sumika Polymer Compounds (uma empresa do grupo Sumitomo); o fabricante de moldes Cero; o laboratório de pesquisa de ciência de polímeros IMP da Universidade de Saint-Etienne, e o Cemef, laboratório de pesquisa associado ao CNRS, com experiência em simulação de processos.

“A Incorporação de peças feitas pelo processo Plume poderia levar a uma redução total do peso de veículos entre 5 a 7 kg”, diz Elsa Germain, Engenheira de Pesquisa e Inovação da Mecaplast. “Isso vai ter um importante efeito na redução do consumo de combustível, resultando em uma queda de emissões de dióxido de carbono em torno de 0.5-0.7g/km”

O processo é similar ao já usado no Japão para a produção de peças utilizadas por empresas automotivas tais como Honda e Toyota. No entanto, esse processo tem algumas limitações, especialmente em termos de acabamento de superfície, uma vez que as peças são feitas de polipropileno com carga de talco. O processo  Plume vai usar compostos recém-desenvolvidos contendo pouca ou nenhuma quantidade de talco.

Em vez disso, eles incorporam novas cargas para reforço, que não só resultam em uma melhor qualidade superficial, mas também ajudam a reduzir o peso da peça em até 7%, sem perda de propriedades mecânicas. Compostos com várias cargas serão testados durante o projeto Plume.

Os novos compostos, que são baseados em copolímero de impacto de Polipropileno e serão desenvolvidos exclusivamente para a Mecaplast, também têm propriedades de escoamento muito boas. O Índice de fluidez é superior a 50 g/10 min. Isto é uma fator crítico para o sucesso do processo Plume.

No processo Plume, o material é injetado em um molde cujas paredes móveis estão inicialmente em uma posição projetada para a frente. Depois que todo o material é injetado e a camada superficial da peça se solidifica, as paredes do molde se retraem. Isto reduz a pressão na cavidade do molde e o agente de expansão químico, até então dissolvido na massa fundida, sai da solução nas áreas da peça que ainda estão fluidas para criar uma estrutura celular que preenche o novo espaço criado. O processo de formação de espuma por si só (independentemente da formulação do composto) permite uma redução de peso na peça de pelo menos 30%, em comparação com uma peça convencional sólida.

O Cemef vai estudar a reologia do material fundido e os seus efeitos sobre o processo e irá também realizar a análise das microestruturas criadas pela formação de espuma. O IMP-UJM vai avaliar o comportamento mecânico de peças feitas sob várias condições.

A Mecaplast planeja experimentar o processo em dois componentes automotivos: uma guarnição interna do porta-malas  e moldagens exteriores do beltline. As moldagens do beltline serão produzidas em duas versões: uma com uma superfície granulada, que não necessita de pintura, e outra que poderá ser pintada.

Fonte: Mecaplast

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Subsidiária da Mitsui Chemicals adquire participação majoritária na Produmaster

17/05/2012

A Prime Polymer Co. Ltd, subsidiária da Mitsui Chemicals and Idemitsu Kosan do Japão, anunciou no dia 14 de maio a aquisição de uma participação de 70% na empresa brasileira Produmaster Indústria e Comércio Ltda, fabricante de compostos termoplásticos, e o estabelecimento de uma nova empresa com base na Produmaster, a qual foi renomeada como  Produmaster Advanced Composites Indústria e Comércio de Compostos Plásticos Ltda.

Em seu Plano de Negócios de meados de 2011, a Prime Polymers elegeu o negócio de polipropileno de uso automotivo como um “negócio em crescimento”, no qual procuraria se tornar um líder mundial, tendo desde então se esforçado para alcançar uma expansão inicial de negócios em várias regiões. Em particular, a Prime Polymers considera o fortalecimento de seus negócios no mercado sul-americano – o qual deverá registrar um elevado crescimento – como um de seus principais desafios estratégicos.

Por sua vez, a Produmaster é a terceira maior empresa brasileira em fabricação e vendas de compostos, tendo construído uma trajetória no negócio de Polipropileno para uso automotivo por mais de uma década. A Produmaster fornece produtos para importantes fabricantes de automóveis através de duas unidades (55.000 toneladas de capacidade anual de produção): a sua sede e a sua unidade de produção localizadas em Mauá, São Paulo, onde muitas montadoras estão localizadas, e a sua subsidiária Produmaster do Nordeste Ltda., localizada em Camaçari no estado da Bahia, na qual a Produmaster possui 50 % do capital.

A criação da nova empresa irá produzir um efeito de sinergia entre o conhecimento da Produmaster sobre o seu negócio em ambas as regiões e as tecnologias proprietárias da Prime Polymers. Desta forma, a Prime Polymers vai procurar aumentar a sua presença no mercado sul-americano e  expandir e fortalecer ainda mais o seu negócio de Polipropileno para uso automotivo.

Fonte: Mitsui Chemicals.

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Clariant desenvolve nova tecnologia de cores líquidas para sopro de poliolefinas.

14/05/2012
  • Tecnologia de veículo líquido é ideal para extrusão-sopro em monocamada
  • Elimina problemas com líquidos em contêineres de poliolefinas
  • Abre novas opções para os proprietários de marcas e os transformadores de plástico

A nova tecnologia de veículo líquido (LVT), desenvolvido pela Clariant Masterbatches parece eliminar muitos dos problemas que têm impedido uma maior utilização de cores líquidas e concentrados de aditivos no processo de extrusão-sopro de poliolefinas (polietilenos de alta e baixa densidade e polipropileno). Testes iniciais com contêineres em monocamada mostram que esses sistemas – altamente compatíveis – permitem cargas mais elevadas de pigmentos e menores taxas de utilização e ao mesmo tempo praticamente eliminam os desafios anteriores relacionados com o deslizamento na rosca. A melhor compatibilidade com as resinas resulta em linhas de união mais fortes no produto acabado, como evidenciado por muitos testes padrão de compressão sob carga e ruptura

“Transformadores que trabalham com extrusão-sopro e proprietários de marcas nos mercados de cuidados pessoais e produtos de uso doméstico muitas vezes identificam os masterbatches líquidos como sendo uma alternativa atraente em relação aos concentrados sólidos”, disse Raymond Sloan, Chefe de Cores Líquidas da Clariant Masterbatches na América do Norte. “No entanto, até agora, a utilização de cores líquidas tem sido limitado no processo de sopro de resinas de poliolefinas porque muitos veículos líquidos para as cores (incluindo óleo mineral) não se incorporam às resinas. Esses veículos eram amigáveis aos pigmentos, mas às resinas.”

Os novos masterbatches da Clariant utilizam um veículo líquido que incorpora auxiliares de suspensão, além de ligantes terem sido também incorporados aos novos masterbatches LVT para permitir cargas mais altas de pigmentos e (na maioria dos casos) menores taxas de utilização. Os componentes adicionais aumentam o fluxo de permitem mudanças de cor significativamente mais rápidas. Estes e outros avanços permitem que a Clariant ofereçam vantagens funcionais significativas em importantes aplicações e mercados. Os benefícios incluem:

Melhoria da resistência das linhas de união. Veículos anteriores tinham uma tendência para rapidamente migrar para a superfície de contêineres moldados por extrusão-sopro, interferindo na solda das junções do material. Em contraste, os novos produtos líquidos da Clariant parecem, na verdade, auxiliar na formação de uma junção forte. Os produtos acabados fabricados com os novos masterbatches LVT foram facilmente aprovados nos testes industriais padronizados de resistência à carga e de queda.

Melhores características de processamento. As novas cores líquidas da Clariant têm um efeito positivo sobre o fluxo de material na extrusora. O menor deslizamento na rosca produz uma melhor mistura, uma dispersão mais completa e menos estrias. Produz também temperaturas de processamento menores em até 17 ° C, de modo que menos resfriamento é necessário.

Mudanças de cor mais rápidas. Maior Produtividade. Os produtos LVT Clariant tendem a não aderir a superfícies metálicas e, na verdade, podem atuar como um agente de limpeza, removendo depósitos deixados por outros corantes. Mudanças de cor – que podem normalmente demorar várias horas quando se usam corantes sólidos – podem agora ser completadas em minutos com as novas cores líquidas da Clariant. Isso significa que os processadores gastarão muito menos tempo produzindo refugo para reprocessamento e mais tempo produzindo os seus contêineres reais que serão vendidos.

“Até agora”, diz Sloan, “os testes foram completados em vários tipos de recipientes de monocamada e estamos confiantes que resultados semelhantes podem ser alcançados em aplicações multicamadas envolvendo tanto cores opacas como efeitos perolizados. Apesar dos líquidos terem tido somente uma aceitação limitada nesses mercados, nós esperamos plenamente que a nossa nova tecnologia, juntamente com a nossa assistência técnica líder à indústria e o alcance global da Clariant nos permitirá descobrir novas oportunidades no mercado de extrusão-sopro. A Clariant está ativamente procurando transformadores que possam ser nossos parceiros para nos ajudar a testar e a comprovar os benefícios LVT em aplicações específicas. “

COMPROMISSO GLOBAL

A Clariant tem oferecido, em escala global, masterbatches líquidos para PET e outras aplicações há muitos anos. Em 2008, a Clariant adquiriu a Rite Systems, Inc., um fornecedor americano líder de masterbatches líquidos e tecnologia de veiculação, com sede em West Chicago, IL. A nova tecnologia de veículo líquido para extrusão-sopro foi desenvolvida lá e testada de forma abrangente na América do Norte. Ela agora está sendo implementado também em três plantas na América do Sul e em outras na Europa e China.

“A Clariant é uma das poucas empresas capazes de oferecer masterbatches de cores e aditivos em forma sólida e líquida em uma escala global, tanto para PET como para poliolefinas”, observa Matthias Brommer, Vice Presidente de Marketing da Clariant Masterbatches. “Estamos empenhados em oferecer aos nossos clientes opções de formas líquidas e sólidas, fazendo recomendações imparciais baseadas apenas no que é melhor para suas aplicações específicas.”

Fonte / Foto: Clariant

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Braskem adquire negócio de Polipropileno da Dow e conquista a liderança na produção da resina nos EUA

28/07/2011
Aquisição do negócio de PP da Dow, com plantas nos Estados Unidos e Europa, fortalece a presença da Companhia no mercado global

A Braskem, líder em produção de resinas termoplásticas nas Américas, anuncia a aquisição do negócio de polipropileno da Dow Chemical pelo valor de US$ 323 milhões. Essa aquisição representa um importante passo na estratégia de crescimento da Braskem nas Américas e a torna líder em capacidade de produção de PP nos Estados Unidos.

Os ativos envolvidos na negociação incluem duas unidades industriais nos Estados Unidos e duas na Alemanha, com capacidade de produção anual de 1,050 milhão de toneladas de PP. As plantas nos Estados Unidos estão localizadas em Freeport e Seadrift, no Texas, e vão aumentar em 50% a capacidade de produção de PP da Braskem no país, passando a 1,425 milhão de toneladas/ano. As duas unidades na Alemanha estão localizadas nos complexos de Wesseling e Schkopau, com capacidade anual de 545 mil toneladas.

“A aquisição dos ativos da Dow consolida nossa liderança em PP nos Estados Unidos, o maior mercado de resinas do mundo, e fortalece nossa atuação na Europa, importante mercado para nossa estratégia em biopolímeros”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “Esta segunda aquisição nos Estados Unidos permitirá a captura de sinergias calculadas em aproximadamente US$ 140 milhões em valor presente líquido, por meio de um portfólio mais diversificado de produtos, redução de custos fixos e otimização do capital de giro, logística e suprimentos”, acrescenta.

A conclusão da operação está prevista para o final do terceiro trimestre, após a obtenção das aprovações regulatórias necessárias.

A Braskem permanece comprometida com sua visão estratégica para 2020 de tornar-se a líder mundial da química sustentável, inovando para melhor servir às pessoas.

Fonte: Braskem

Indústria da Malásia Seleciona Tecnologia de Polipropileno da Dow para sua nova planta.

06/07/2011

Escolha reforça tendência de crescimento para a Tecnologia de Processos UNIPOL PP na Ásia.

As Indústrias Burel  selecionaram a Tecnologia de Processos de polipropileno UNIPOL ™  da Dow Chemical Company  para a sua nova planta de polipropileno de 250 KTA no Parque Industrial Gebang em Kuantan, na Malásia. A planta será projetada para produzir homopolímeros, copolímeros aleatórios e copolímeros de impacto e está programada para entrar em operação em 2013/2014.

“Estamos honrados pelo fato da tecnologia de polipropileno UNIPOL ™ ter sido escolhida pelasIndústrias Burel para esta planta”, disse Tracy Cleckler, diretor comercial global do negócio de Licenciamento e Catalisadores da Dow. “Nossos clientes escolheram o Processo UNIPOL ™ PP porque a tecnologia lhes permitirá construir e operar instalações que são as mais competitivas e vantajosas, além de serem capazes de produzir uma gama completa de produtos de polipropileno para atender às necessidades de um mercado sempre em mudança. Estamos muito satisfeitos em receber a Burel em nossa família cada vez maior de licenciados da Tecnologia de polipropileno UNIPOL na Ásia. “

“As principais razões para as Indústrias Burel selecionarem o Processo UNIPOL ™ PP incluem os seus baixos custos de investimento, a sua capacidade de produzir uma gama mais ampla de produtos, a sua escalabilidade e a sua tecnologia avançada”, observou Per Brandtzag, Presidente da Burel.

Existem atualmente 46 linhas de operação usando a Tecnologia de polipropileno UNIPOL da divisão da Dow para Licenciamento de Plásticos de Desempenho e Catalisadores. O Processo UNIPOL PP produz a mais ampla gama de resinas de polipropileno e ocorre em fase gasosa. Seu design simples é consistente em termos de qualidade de produto e eficiência energética, sem necessitar de equipamentos para o manuseio, separação ou reciclagem de solventes. Os reatores de leito fluidizado do processo, além dos Sistemas Catalíticos de alto desempenho CONSISTA ™ e SHAC ™ oferecem aos fabricantes de resina flexibilidade para produzir homopolímeros, copolímeros aleatórios e copolímeros de impacto.

 “Há uma crescente demanda por polipropileno na Ásia e estamos trabalhando com nossos clientes para ajudar a atender às necessidades da indústria da região com o mais baixo investimento total e os menores custos operacionais”, acrescenta Cleckler.

A Tecnologia de Polipropileno UNIPOL™ da Dow é responsável por 17 por cento da produção mundial de polipropileno. O polipropileno é um plástico versátil utilizado em embalagens, bens duráveis, peças automotivas, não-tecidos, fibras e aplicações de consumo.

Fonte: Dow

SABIC IP apresenta Peugeot moderno com materiais automotivos de alto desempenho e suporte local em seu novo sedan 408 Griffe

30/05/2011

O novo Peugeot 408 Griffe, um sedan compacto médio, apresenta quatro aplicações que usam materiais de alto desempenho da SABIC Innovative Plastics: para-lamas dianteiros e tampa do tanque de combustível moldados com a resina Noryl GTX*; um módulo frontal usando a resina de polipropileno de fibra de vidro longa SABIC® STAMAX®; a resina Cycoloy* para uso em aplicações interiores e lanternas e a resina Cycolac* para aplicações externas. Esses quatro materiais de alto desempenho foram selecionados pela Peugeot para seu novo sedan por sua liberdade de design excepcional e outras vantagens, como resistência, redução de peso, qualidade e segurança. A Peugeot também escolheu os materiais da SABIC Innovative Plastics por sua capacidade comprovada de auxiliar OEMs automotivos a atender as demandas do mercado em constante mudança e normas regulatórias ambientais cada vez mais rígidas.

 “Nosso trabalho com a Peugeot nesse veículo abrangeu os centros de desenvolvimento de indústrias automotivas na Argentina, Brasil China e França, e demonstra a capacidade da SABIC Innovative Plastics de fornecer recursos locais e globais que otimizam a eficiência e o valor da fabricação automotiva”, declarou Edson Simielli, gerente geral da divisão automotiva para a América do Sul da SABIC Innovative Plastics. “Os dez anos de sucesso da Peugeot no Brasil são um marco significativo e esperamos continuar nosso estreito relacionamento com esse cliente, ajudando-o a expandir seus negócios por aqui.”

 Tecnologia de materiais que visam preferências locais e requisitos globais

 Os materiais da SABIC Innovative Plastics para aplicação automotiva apoiam OEMs e linhas, pois buscam atender as necessidades de mercado locais e também as exigências ambientais e de segurança globais. A SABIC Innovative Plastics trabalhou em conjunto com a Peugeot em muitas aplicações importantes para o sedan 408:

  • Para-lamas dianteiros e tampa do tanque de combustível: A resina leve Noryl GTX é uma importante contribuição para melhor eficiência do combustível e um nível mais baixo de emissões no sedan 408. Quando usada para substituir metais, a resina Noryl GTX consegue diminuir o peso em até 50% e oferece uma liberdade de design bem maior. Pode ser pintada online juntamente com o Body-In-White (BIW) de metal, o que dispensa operações secundárias e garante a perfeita combinação de cores. Essa resina condutiva não exige uma demão de primer antes da pintura. A Peugeot escolheu a resina Noryl GTX* devido ao bom resultado anterior em outros veículos, incluindo os para-lamas dianteiros Peugeot 307, fabricado na Argentina.
  • Módulo frontal: O polipropileno de fibra de vidro longa STAMAX® permitiu aos designers da Peugeot criar um módulo frontal leve, que oferece excelente resistência estrutural e boa resistência térmica. Um dos principais benefícios foi a consolidação da peça, que agiliza a montagem.
  • Painel central e  carcaça de lanterna: A resina de policarbonato/acrilonitrilo-butadieno-estireno (PC/ABS) Cycoloy* XCY oferece excelente desempenho térmico e mecânico, resistência hidrolítica superior em comparação com outros materiais PC/ABS, excelente acabamento de superfície e facilidade no processamento.
  • Frisos externos: Essas peças decorativas cromadas usam a resina MG37EP Cycolac*, resultando em peças de excelente acabamento superficial e com adequada resistência térmica e ap impacto.

Fonte: SABIC IP

Braskem apresenta 16 novos produtos na Brasilplast 2011

16/05/2011
Nova planta de PVC, que conta com investimentos de R$ 1 bilhão, também foi um dos destaques da feira

Os Clientes que visitaram o stand da Braskem na Brasilplast tiveram acesso a painéis touchscreen onde puderam visualizar todos os catálogos, selecionar o conteúdo de interesse e enviá-los para seus e-mails pessoais. Além disso, o material também esteve disponível em IPADs e em todo o estande através da rede instalada pela Braskem.

Telas touchscreen também mostraram aos presentes os cases de sucesso de parceiros da Braskem, ideias que deram certo e que já podem ser vistas na prática. Uma mesa interativa também foi criada para apresentar de forma lúdica os conceitos do selo I’m Green, que identifica os materiais da Braskem feitos a partir de fonte renovável, e do ciclo de produção do polietileno verde para o público em geral.O estande contou ainda com um sistema especial de localização dos colaboradores da Braskem através de seus crachás. Dessa forma, os clientes puderam ser atendidos de forma rápida.Os lançamentos da Braskem na Brasilplast foram:
POLIETILENOS
Solução para tanques de combustível
A resina HS4506 foi desenvolvida para produção de tanques de combustível automotivos, bem como para fabricação de tubos de enchimento e de reservatórios de partida a frio. Outro desenvolvimento da Braskem é a resina HS4506A, especialmente aditivada para garantir maior resistência à radiação ultravioleta e às intempéries. A resina é destinada à produção de tanques de combustível para caminhões e para o segmento de reposição automotiva.

Receita inovadora para o mercado de laminados
A resina Flexus 9212XP (XP = extra performance) atende às necessidades do mercado de laminados de alta performance, utilizados nos processos de empacotamento automático de elevada velocidade. É uma resina metalocênica (mPEBDL),  com o diferencial de manter mais estáveis os valores de Coeficiente de Fricção Cinético (CoF). É uma solução inovadora, patenteada pela Braskem e é resultado de uma receita capaz de melhorar a estabilidade do CoF, após a laminação, transporte  e estocagem das bobinas.

Quaterpolímero para o mercado frigorífico
Considerando as características do mercado frigorífico, a Braskem desenvolveu a resina Pluris 6301, um quaterpolímero que apresenta melhor processabilidade, selagem e alongamento. Estas características, combinadas com seu baixo nível de bloqueio e teor de géis, tornam o produto uma ótima opção para embalagem de pão de forma.

Bimodais com tecnologia Mitsubishi
As resinas BU004W e BS002W foram produzidas com tecnologia Mitsubishi e trazem um diferencial significativo de desempenho de propriedades mecânicas em relação aos demais produtos monomodais.

Excelente balanço entre rigidez e resistência ao impacto
O BS002W possibilita a redução de peso de frascos soprados, enquanto mantém as propriedades de empilhamento. A nova resina também apresenta ótima resistência ao stress cracking, o que a torna adequada para produção de frascos para embalagens de produtos tensoativos, tais como detergentes, limpadores multiuso e produtos químicos.

Redução de peso e manutenção das propriedades de empilhamento
A elevada densidade do produto BU004W proporciona uma redução de peso dos frascos e mantém as propriedades de empilhamento. O pacote de aditivos  diferenciado também proporciona aos frascos soprados com BU004 melhores propriedades ópticas com frascos mais brancos e melhor acabamento superficial.

Ótima processabilidade e excelente resistência a impacto a baixa temperatura
O produto HS5010, PEAD-APM, produzido por meio da tecnologia Loop Slurry apresenta ótima processabilidade e excelente resistência a impacto de baixa temperatura. É indicado para sopro de bombonas de embalagens de produtos químicos e agroquímicos.

Resina para o segmento de Fios & Cabos
A resina TC9008 é o mais recente lançamento da Braskem para o segmento de Fios & Cabos. É um composto à base de polietileno de baixa densidade (PEBD), pigmentado com negro de fumo. É indicado para revestimento ou capa de fios e cabos para telecomunicações e energia. O composto proporciona alta produtividade durante a extrusão, acabamento, alta flexibilidade e elevada resistência à baixa temperatura, além de proteção contra a ação das intempéries.

POLIPROPILENO

Embalagens rígidas com fluidez e resistência a impactos
O CP 191XP é um polipropileno copolímero heterofásico de alto índice de fluidez e elevada resistência a impactos. Foi desenvolvido para responder às exigências do mercado de injeção de ciclo rápido e de peças de paredes finas. Proporciona maior versatilidade e produtividade, mantendo um ótimo balanço de propriedades (rigidez e impacto). Este produto é destinado a embalagens de sorvete injetadas, utilidades domésticas e compostos automotivos.

Inovação para o mercado de Nãotecido
Este ano a Braskem está lançando para o mercado de Nãotecido o H 155, grade que apresenta elevada fluidez, possibilitando melhor desempenho na formação da camada de barreira obtida pelo processo meltblown. Este grade substituirá o H 152 no portfólio de PP Braskem.

Composto para aplicação final em para-choques
O CP 393 é um copolímero de alto impacto e baixíssima contração. Foi especialmente desenvolvido para compostos cuja aplicação final é pára-choque. A adição de carga mineral deixa “gap zero” entre o pára-choque de plástico e o pára-lama de metal.

Opção versátil para a indústria automotiva
O CP 286 é um copolímero heterofásico especialmente desenvolvido para o mercado de compostos. Sua função é manter elevada resistência ao impacto, com maior rigidez e fluxo. O bom balanço de propriedades mecânicas e alto índice de fluidez, ligado baixo VOC – isenção de voláteis elimina odores – torna esta opção muito versátil para uso na indústria automotiva em aplicações como pára-choques e painéis.

Aumenta a produtividade do mercado automobilístico
O CP 100 é um polipropileno copolímero heterofásico de altíssima fluidez com excelente balanço de rigidez e impacto. O objetivo da Braskem com essa resina é responder às exigências de maior produtividade do mercado automobilístico, proporcionando maior versatilidade e flexibilidade para os Clientes. O CP 100 atende importantes necessidades dos Clientes, como baixo teor de VOC (Volatile organic compound); excelentes propriedades organolépticas; maior facilidade de preenchimento no molde de injeção, com excelente balanço de propriedades mecânicas e maior produtividade em peças injetadas.

Alta Rigidez para mercados de eletrodomésticos e eletroportáteis
Desenhada para o mercado de peças técnicas e compostos, que requerem elevada rigidez e boa processabilidade para injeção, a Braskem lançou o grade H 201HC. Devido à sua elevada cristalinidade e alta rigidez, o produto apresenta maior resistência termomecânica e uma resistência diferenciada ao risco, tornando-o uma excelente opção para componentes de eletrodomésticos e eletroportáteis.

Inovação para mercado de baldes industriais
A resina CP 270R é um polipropileno copolímero heterofásico, especialmente desenhado para o processo de injeção de baldes e contêineres, que exijam balanço de propriedades entre resistência ao impacto e rigidez, com elevação do índice de fluidez em relação aos grades anteriores.

Maior transparência para utilidades domésticas
Como proposta de maior transparência para utilidades domésticas, a Braskem lançou a resina Prisma 1410, um copolímero randômico de elevado índice de fluidez, desenvolvido para injeção de peças e embalagens com excelente transparência. Este produto apresenta ótima processabilidade, alta produtividade e perfeito balanço rigidez/impacto.

Fonte: Braskem
Foto (crédito): Getty Images

MVC fornece caixa de rancho para a Randon

03/03/2011

Por normalmente ser em aço, a caixa de rancho, que armazena os alimentos de motoristas de implementos rodoviários, enferruja com facilidade e não mantém a temperatura das refeições, prejudicando a conservação dos alimentos. Pensando nisso, no final de 2008 a Randon lançou uma missão para a MVC: desenvolver uma caixa com um material mais durável em relação ao aço, que impossibilitasse a entrada de pó e água e que tivesse resistência térmica. Todas essas características deveriam estar unidas em um produto com design diferenciado e funcional.

Após meses de testes, a missão foi cumprida com sucesso pela MVC, que desenvolveu uma caixa de polipropileno com núcleo de poliuretano que proporciona ao produto durabilidade maior, isolamento térmico e duplo sistema de vedação, impedindo a entrada de pó e água.

Destacam-se também os componentes internos, como ralo para limpeza, labirinto que impede a condensação, utensílios para refeições, mesa termo-resistente para manuseio de alimentos e sistema de abertura ergonômico. Todas essas vantagens tornam o produto mais durável e funcional, diferenciado em relação ao que já existe no mercado de implementos rodoviários.

Fonte: MVC

Audi seleciona composto de polipropileno da LyondellBasell para painel da porta do seu novo Modelo A1.

24/02/2011

O fabricante de automóveis Audi optou por uma novo composto de polipropileno Softell (PP) da LyondellBasell para fabricar o painel da porta traseira do seu novo modelo A1. A utilização do novo grade permitiu à montadora  produzir uma peça interna com  uma estética superficial excepcional, além de apresentar um toque suave, sem a necessidade da pintura que é tipicamente necessária.

Aplicações internas em modelos de classe “Premium” tem sido dominada por soluções de outros polímeros, tais como blendas de PC / ABS (policarbonato / acrilonitrila-butadieno-estireno), com pintura para se conseguir um toque suave. “Ao atingir uma qualidade de superfície superior à dos materiais tradicionais, sem usar pintura, o  composto de  PP Softell utilizado no painel interno  da porta do Audi A1  estabeleceu uma nova estética e uma referência na eficiência de uso de recursos para modelos de classe Premium”, afirma Erik Licht, gerente de marketing global da LyondellBasell para o grupo Volkswagen. Peças acabadas fabricadas com resinas Softell oferecem um melhor potencial de reciclagem devido à eliminação da etapa de revestimento.

Aparência fosca singular,  com boa resistência ao risco.

O nível de brilho de um composto de PP convencional é entre 2 e 3 GUs (medido a um ângulo de 60 °). Testes realizados com um medidor de brilho mostram que as resinas Softell tem um nível de brilho abaixo de 1,5, o que é necessário para conseguir uma  superfície fosca de boa qualidade. Para atingir este nível de brilho, normalmente tem sido requerido  o uso de superfícies pintadas.  “O baixo nível de brilho obtido com a utilização de resinas Softell permite à Audi produzir um painel de porta com a baixa reflexão de luz desejada.  A Audi atingiu os seus requisitos de qualidade e desempenho sem a necessidade de processos caros de pintura”, disse Licht.

Melhor fluidez
Em comparação com os polímeros tradicionais, o grade de PP também oferece à montadora uma fluidez melhorada nas condições de alto cisalhamento utilizadas no processo de moldagem por injeção. Acrescenta Licht: “A fluidez melhorada foi essencial para a produção da grelha do do alto-falante altamente sofisticado que está integrado no painel da porta. A Audi tinha especificações muito exigentes, especialmente em relação à estrutura da grelha do alto-falante,  e a reprodução de tal estrutura de superfície fina foi possível devido à fluidez melhorada do grade do composto de PP. Temos sido capazes de alcançar estes características de desempenho através de atividades de Pesquisa e Desenvolvimento focalizadas no desenvolvimento contínuo de inovações que atendam às necessidades crescentes de clientes em relação à estética, à produção de baixo custo e a um reduzido impacto ambiental. “

Fonte: LyondelBasell

Caixa feita com espuma de Polipropileno expansível da BASF recebe Prêmio Alemão de Design

23/02/2011

A Flip-Box® Premium da fabricante de embalagens Overath, da Alemanha, recebeu o Gold Design Award de 2011 da República Federativa da Alemanha (na categoria: design de produto). A caixa isolante e dobrável é feita da espuma da BASF, Neopolen (polipropileno expansível – EPP). A espuma se destaca principalmente por sua alta resistência e estabilidade, baixo peso, ótima versatilidade no design e excelentes propriedades de isolamento. A cerimônia de premiação se realizou em Frankfurt, na Alemanha, durante a Feira Ambiente, em 11 de fevereiro.

A caixa para transporte já recebeu diversos prêmios de design, incluindo o Prêmio Alemão de Embalagens em 2010 e em 2009. A Flip-Box® da Overath consegue preencher os requisitos tanto de um container de isolamento quanto de uma cesta plástica dobrável. A versão premium da caixa, que pesa pouco mais de 1 kg, suporta mais de 25 kg de carga e tem capacidade de armazenagem de 25 litros. A vantagem é que a caixa apresenta alta resistência ao impacto e excelente performance de conforto, ambas propriedades da espuma da BASF que podem ser atribuídas à sua característica de absorção de energia mesmo após diversos impactos. Isso aumenta consideravelmente a vida útil da Flip-Box® se comparada com outras caixas para transporte.

A caixa cinza reutilizável pode ser usada para transportar comida, garrafas e outros objetos e mantê-los refrigerados, ou quentes, se necessário. Isso acontece graças às propriedades do Neopolen cinza-metálico 9335 mg, cujo isolamento térmico é 10% mais efetivo que o EPP padrão. As paredes e o fundo da caixa são unidos por conectores, juntas e dobradiças, o que faz com que a caixa seja completamente selada e estável quando montada. Esta versatilidade de design é possível porque o material elástico e resistente, Neopolen P apresenta ótima resiliência tanto em transporte estático quanto dinâmico. Como a espuma apresenta resistência química, a caixa pode ser higienizada facilmente, com a utilização de produtos de limpeza.

Design Award da República Federativa da Alemanha
O Design Award é realizado pelo Ministério de Economia e Tecnologia da Alemanha. Foi idealizado em 1969 para reconhecer inovações internacionais no que se refere ao design de produto. O prêmio tem sido realizado anualmente sob o nome de “Design Award da República Federativa da Alemanha” desde 2006. Um júri independente formado por representantes da indústria, mídia, academia e design decide os vencedores. O Conselho Alemão de Design é responsável por organizar e apresentar o prêmio.

Neopolen P – uma vasta gama de aplicações
Neopolen P apresenta excelente resistência ao impacto, baixo peso e resistência a altas temperaturas. As partículas da espuma combinam alta absorção de energia – mesmo após alguns impactos – com boa resistência e comportamento isotrópico de deformação. Esta interessante combinação de propriedades, que inclui baixa absorção de água e ótima resistência à químicos, possibilita uma diversa gama de aplicações: de construção, passando pelo setor automotivo até embalagens e aplicações de lazer e esportes. Neopolen P é 100% reciclável, além de der fornecido sem nenhum gás de efeito estufa ou outros agentes químicos de aspiração.

Fonte: BASF

Braskem lança novos termopolímeros para substituir resinas importadas

15/12/2010
As resinas também estarão disponíveis para toda a América Latina

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e biopolímeros do mundo, acaba de lançar dois termopolímeros: o Symbios 4102 e Symbios 3102. Os produtos chegam para reforçar o portfólio dos segmentos de BOPP (polipropileno biorientado) e filmes de PP.

Com a novidade, o mercado brasileiro passa a ter uma opção nacional para substituir este material, que até então só era importado. As resinas também estarão disponíveis para os demais clientes da empresa na América Latina.

As propriedades das resinas Symbios são ideais para o processo de empacotamento automático, já que apresentam desempenho superior. O Symbios 4102 foi desenvolvido para a camada de selagem em coextrusão de filmes biorientados, com temperatura inicial de selagem inferior a 115°C em face não tratada. Sua aditivação é adequada para o processo de metalização. Já o Symbios 3102, com fluidez mais alta, foi desenhado para atender ao segmento de filmes de PP, mantendo as demais características do anterior.

Os novos produtos Symbios foram especialmente desenvolvidos para atender as necessidades das camadas externas de embalagens. Aliando propriedades funcionais diferenciadas, os produtos oferecem baixa temperatura de selagem, excelentes propriedades óticas e de processamento, retenção do tratamento superficial, bom desempenho no processo de metalização e alta compatibilidade com as camadas adjacentes.

Fonte: Braskem

Braskem amplia portfólio de resinas nos setores de construção e automotivo

18/11/2010
Novos produtos já estão disponíveis no mercado

Sempre buscando inovar em seus produtos, a Braskem acaba de lançar novas resinas para suprir as necessidades de seus clientes. Os produtos S 501XP e CP 286 atenderão os setores de construção e automotivo, respectivamente, oferecendo mais facilidade, segurança e economia ao consumidor.

O setor automobilístico é responsável por cerca de 9% das vendas totais de polipropileno (PP) da Braskem. A nova resina CP 286 chega ao mercado com volume de vendas projetadas em 2,8 mil toneladas somente neste ano. Já para a S 501XP estima-se um volume de vendas de 30 toneladas por mês no primeiro ano, com potencial de aumento puxado pelo vigoroso crescimento do setor de construção civil no Brasil.

CP 286
Desenvolvida para atender os diversos requisitos dos processos produtivos da indústria automotiva brasileira, a nova resina atende a todos atributos exigidos em acabamento e segurança.

As aplicações para este composto no exterior do veículo são principalmente em peças grandes como parachoques e saias laterais, que requerem altos índices de fluidez, além do aumento nos requisitos mecânicos por conta da segurança. Já para aplicações no interior do veículo, os compostos de polipropileno, além de proporcionar excelente estética e aparência, atendem ainda às restrições crescentes de emissões de voláteis (também chamados de baixo VOC – volatile organic compounds).

S 501XP
Elaborada para ser usada em toldos e coberturas translúcidas obtidas com chapas alveolares, chega ao mercado a resina S 501XP. Desenvolvida pela Braskem para atender a demanda por materiais mais competitivos no setor de construção civil, a nova resina tem como vantagem a redução no consumo de energia por meio da iluminação natural para o consumidor final.

Recomendada para ambientes residenciais, toldos, fachadas, coberturas e passarelas, as chapas translúcidas de polipropileno podem se adequar a qualquer estrutura de materiais já instalada, bem como em casos de reforma ou na instalação de novas estruturas. O mecanismo de instalação é o mesmo utilizado em uma estrutura preparada para chapas similares.

Além de ser um material de fácil manipulação e acabamento, oferece também excelente relação custo-benefício, baixa densidade, alta durabilidade e chega ao consumidor final já tratado pelo transformador com agente anti-UV sem risco à exposição externa.

A resina S 501XP é um PP homopolímero modificado de baixo índice de fluidez, desenvolvido especialmente para extrusão de chapas de alta rigidez e excelente resistência ao impacto quando exposto a baixas temperaturas.


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