Posts com Tag ‘Polímeros’

Braskem firma acordo com FINEP para pesquisa em nanotecnologia aplicada a embalagens plásticas

14/03/2014

Braskem_nanotecnologiaA Braskem firmou com a Agência Brasileira de Inovação (FINEP) um acordo para pesquisa de embalagens plásticas a partir da utilização da nanotecnologia em seu Centro de Tecnologia localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O projeto subvencionado  é destinado ao desenvolvimento de resinas plásticas com alta barreira a gases, vapores e solventes químicos para serem usadas na produção de  embalagens rígidas e flexíveis de PE e PP.

O projeto FINEP deverá estar concluído até o final de 2016.  A FINEP irá dispor em caráter de subvenção o valor de R$ 2,97 milhões. Em contrapartida, a Braskem afirma que irá alocar para este projeto o valor de R$ 1,66 milhão.

O contrato tem origem em uma chamada pública específica para projetos que utilizam a nanotecnologia, tecnologia que possibilita trabalhar com matéria numa escala atômica e molecular. O nanômetro, unidade de medida que dá origem ao nome “nanotecnologia”, é cerca de 50 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo.

Fonte: Braskem

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Evonik e Addivant firmam parceria para atender o mercado brasileiro de borracha

13/01/2014

A partir de janeiro de 2014, a Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, comercializará e distribuirá, no Brasil, as linhas de antioxidantes e antiozonantes especiais da AddivantTM para o mercado de borracha.

Esta parceria combina tecnologia e suporte técnico AddivantTM com a reputação dos produtos e serviços Evonik para o mercado de borracha.

“AddivantTM continua estrategicamente dedicada ao mercado de aditivos para borracha, com investimentos significativos no mundo. Esta parceria com a Evonik visa dar suporte aos clientes estratégicos na região, fazendo uso das complementariedades das duas empresas. Estamos felizes em trabalhar com uma empresa como a Evonik, que já atua fortemente no segmento da borracha”, afirma Sérgio Palumbo, Vice-President, Global Sales & Technical Support, da AddivantTM.

De acordo com Camila Pecerini, Chefe de Produto – América Latina – da área Inorganic Materials, da Evonik, a distribuição dos produtos AddivantTM amplia e fortalece o atendimento à indústria de borracha e reforça o compromisso da Evonik em se posicionar como parceira estratégica deste setor.

“A Evonik já distribuía produtos AddivantTM para o setor de plásticos e ampliar o portfolio incluindo tecnologias voltadas aos fabricantes de pneus, artefatos de borracha e solados, é uma extensão natural deste nosso relacionamento”, destaca Camila.

Entre os produtos que serão distribuídos pela Evonik, estão antioxidantes e antiozonantes.  Tais produtos eram, até então, comercializadas pela Chemtura.

Pneus e artefatos de borracha são usados em uma grande variedade de aplicações automotivas e industriais críticas que requerem estabilizadores eficazes para protegê-los e aumentar sua durabilidade. Segundo a Evonik, as solucões da AddivantTM oferecem proteção contra o calor, oxigênio ou degradação por flexão, além de outros benefícios como baixa descoloração e menor formação de manchas.

Mercado estratégico
O mercado de borracha é estratégico para a Evonik, que já atende os clientes desta área com linhas de sílicas precipitadas e a linha de organosilanos funcionais.

Segundo a Evonik, o uso de sílicas em combinação com silanos permite a produção de pneus de menor resistência ao rolamento e, consequentemente, menor consumo de combustível. A Evonik é o único fornecedor que disponibiliza ambos os componentes, tornando-se o parceiro ideal para os clientes quando se trata de compostos de alta performance.

Segundo estimativas de especialistas, o mercado global de pneus com baixa resistência ao rolamento crescerá anualmente em torno de 18% nos próximos cinco anos. Por isso, a Evonik pretende expandir em 30% sua capacidade global de produção de sílica até 2014 em comparação com 2010.

Sobre a Addivant™
A Addivant, antiga empresa de Soluções de Antioxidantes e Estabilizadores de UV da Chemtura Corporation, é o maior produtor mundial de fosfitos líquidos, antioxidantes e aditivos especiais em formatos não emissores de poeira, incluindo sua tecnologia estabilizadora de misturas ANOX® NDB® patenteada, que permite que até oito componentes sejam entregues em uma única mistura homogênea.

A empresa é reconhecida por sua extensa carteira de aditivos especiais, incluindo estabilizadores leves, modificadores de polímeros, inibidores de polimerização e intermediários. A Addivant é uma empresa internacional, com 11 fábricas nos cinco continentes e unidades de pesquisa, fabricação e vendas espalhadas pelo mundo. Além de sua sede principal, situada em Connecticut, nos Estados Unidos, a Addivant tem sedes regionais em Al Jubail, na Arábia Saudita; Basileia, na Suíça; e em Xangai, na China.

Sobre a Evonik
A Evonik  é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas. Suas atividades se concentram nas principais megatendências saúde, nutrição, eficiência de recursos e globalização.  A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2012, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 13,4 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 2,4 bilhões de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 500 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Evonik

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Solvay lança no Brasil linha de biomateriais para implantes ortopédicos e cardiovasculares

10/12/2013

A meta é atender a forte demanda brasileira por biomateriais termoplásticos na fabricação de implantes

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Implante Cardiovascular fabricado com material da linha  Solviva

A linha de biomateriais para implantes Solviva® ​​- fabricados pela unidade de negócios Solvay Specialty Polymers nos EUA – já está disponível comercialmente no Brasil.

Essa nova linha de produtos, que foi apresentada em primeira mão a clientes da empresa durante o 46º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, realizado recentemente no Paraná, complementa a extensa oferta de polímeros da Solvay e é voltada principalmente para aplicações ortopédicas e cardiovasculares.

O portfólio de biomateriais da Solvay, comercializado nos EUA e na Europa e recentemente lançado na China, é direcionado para atender à crescente demanda do mercado brasileiro de implantes cirúrgicos e complementa sua linha de polímeros de alta performance já utilizada na área de saúde para usos não implantáveis.

“Com um amplo portfólio de polímeros, estamos posicionados como um fornecedor estratégico no mercado global médico hospitalar e a presença da linha de biomateriais Solviva® no Brasil sinaliza e reforça ainda mais o compromisso da Solvay com este mercado”, diz Mônica Martins, Gerente de Mercado Healthcare para a América do Sul. A disponibilidade dos biomateriais Solviva® proporcionará oportunidades de desenvolvimento importantes para a área de saúde em nosso país, acrescenta Mônica.

A Solvay Specialty Polymers vai atender ao mercado brasileiro com o suporte de sua unidade em São Bernardo do Campo (SP). A empresa continuará a avaliar o mercado global e analisará outras expansões em potencial em regiões geográficas importantes.

“Como um dos principais fornecedores de polímeros de alto desempenho para aplicações na área da saúde, estamos prontos para dar o próximo passo em nossa estratégia global de negócios e expandir a linha de biomateriais Solviva® para o mercado brasileiro”, assinala Paulo Motta, Diretor de negócios para a região América do Sul da Solvay Specialty Polymers.

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Implante de coluna cervical

O sucesso comercial da Solvay nos EUA e na Europa com os produtos  Solviva® tem como destaque o uso crescente do Zeniva® PEEK no mercado de cirurgia de coluna (Spine Cages). O Zeniva® PEEK possui um módulo de elasticidade muito próximo ao do osso, além de excelente biocompatibilidade, tenacidade e resistência à fadiga, segundo informações da Solvay.

Além do Zeniva®, a linha Solviva® também oferece o Polifenileno Auto-Reforçado Proniva® SRP, um dos termoplásticos mais rígidos e fortes do mundo -sem carga – que oferece biocompatibilidade excepcional e rigidez, segundo a empresa; a Polifenilsulfona Veriva® PPSU, que proporciona resistência excelente combinada à transparência e excelente biocompatibilidade, e a Polisulfona Eviva® PSU, que oferece mais resistência e transparência, de acordo com a Solvay.

A linha Solviva® pode ser esterilizada através de todos os métodos convencionais, incluindo autoclave, radiação gama e óxido de etileno. Estes produtos estão disponíveis em grânulos para processos de injeção ou extrusão, bem como na forma de tarugos, utilizados em processos de usinagem.

Os polímeros Solviva® são fabricados em conformidade com a norma ISO 13485 e seguem as Boas Práticas de Fabricação (GMP, na sigla em inglês). Os processos de fabricação dos biomateriais da Solvay são validados e seus controles proporcionam a total rastreabilidade do produto. Além disso, todos os materiais são testados em um laboratório credenciado que é certificado com a norma ISO 17025.

A experiência da Solvay como um fornecedor importante de materiais na área da saúde se estende por mais de 20 anos. A empresa é líder na fabricação de plásticos de alta performance, oferecendo uma ampla gama de materiais para instrumentos de saúde e dispositivos médicos, junto com sua linha  de biomateriais Solviva® para dispositivos implantáveis.

A empresa é um fornecedor de serviço completo, oferecendo design, assistência técnica e suporte de desenvolvimento de aplicações para o mercado global de saúde. A Solvay também continua a dedicar uma parte considerável das atividades de pesquisa e desenvolvimento para tecnologia e comercialização de novos e exclusivos polímeros para atender as necessidades dos fabricantes de equipamentos originais e processadores médicos.

Fonte:  Solvay

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DSM Dyneema anuncia novo acordo de licenciamento de marca comercial com a Promat

04/12/2013

Luvas Promat serão fabricadas com Dyneema® para uma resistência superior a cortes, conforto e eficiência de custos

promatA DSM Dyneema LLC (DSM Dyneema), fabricante da fibra de UHMwPE (Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular), comercializada como Dyneema®, e líder mundial em materiais de cuidados pessoais e fibras de alto desempenho, anunciou um acordo de licenciamento de marca comercial com a Promat, produtora líder de luvas de proteção com sede em São Paulo. A Promat é a primeira empresa brasileira de fabricação de luvas do mercado a tornar-se parceira licenciada da DSM Dyneema. O acordo permite a Promat comercializar seus produtos usando a marca comercial Dyneema®. A Promat fabrica luvas que protegem os trabalhadores do setor de construção civil, automotivo, metalúrgico, químico, de máquinas e equipamentos, alimentício e de ciências da vida.

“Estamos muito satisfeitos de ter uma parceria com a DSM Dyneema para fornecer, sob a marca comercial Dyneema, o conforto e desempenho inigualáveis da fibra Dyneema® no mercado brasileiro”, disse Márcio Ribeiro Leal, diretor-geral da Promat. “Essa fibra excepcional melhora a qualidade, a durabilidade e o valor global das nossas luvas, ajudando-nos a satisfazer as necessidades de nossos clientes e a nos destacarmos da concorrência. Esta parceria também vai nos ajudar a criar produtos novos e inovadores que possam ajudar os nossos clientes a melhorar a segurança dos trabalhadores”, completa Márcio Leal.

Há mais de 20 anos que luvas resistentes a cortes fabricadas com a fibra Dyneema® têm sido usadas com sucesso em aplicações tais como processamento de alimentos, manuseio de folhas de metal e peças estampadas e na fabricação de vidro. Segundo a empresa, além da excelente resistência ao corte, a fibra Dyneema® fornece uma sensação de frescor, destreza elevada e toque macio para um maior conforto, incentivando os trabalhadores a usar as luvas consistentemente. Afirma a DSM Dyneema que a fibra proporciona excelente resistência à abrasão e desempenho consistente ao longo do tempo, aumentando sua vida útil, de forma que as luvas feitas com Dyneema proporcionam uma elevada eficiência de custos.

“Damos as boas-vindas à Promat como um valioso parceiro de licenciamento”, afirmou Olivier Boubeaud, diretor do segmento global, Têxteis de Proteção Elevada, DSM Dyneema. “Juntos, vamos estender os benefícios das luvas de alto desempenho resistentes a cortes a mais trabalhadores brasileiros, fortalecendo ao mesmo tempo a liderança de ambos no mercado e os esforços de colaboração para desenvolver produtos de próxima geração usando nossa fibra Dyneema®. Esta nova parceria está associada diretamente com nossa estratégia de crescimento global para expandir a nossa presença na América Latina e reforça nosso compromisso com nossos clientes da região através de uma das tecnologias de materiais mais resistente e avançada do mundo”, complementa Olivier Boubeaud.

O programa de licenciamento da marca comercial estabelece padrões elevados para luvas resistentes a abrasão e cortes. Um protótipo é testado independentemente e, se estiver em conformidade, as luvas podem ser comercializadas com Dyneema®. Os parceiros licenciados da DSM Dyneema incluem somente empresas qualificadas e autorizadas a exibir o logotipo e a marca Dyneema®.

A DSM Dyneema é a inventora e fabricante da fibra de UHMwPE (Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular) comercializada como Dyneema®. A empresa afirma que a fibra Dyneema® oferece máxima resistência combinada com um peso mínimo, é até 15 vezes mais resistente que o aço de qualidade e até 40% mais resistente do que fibras de aramida, ambos com base na comparação do peso. Segundo a DSM Dyneema, a fibra Dyneema® flutua na água e é extremamente durável e resistente a umidade, raios UV e produtos químicos, possuindo aplicações quase ilimitadas. Dyneema® é um componente importante em cordas, cabos e redes para as indústrias de pesca, naval e offshore. A fibra Dyneema® também usada em luvas de segurança para a indústria metalúrgica e em fios finos para aplicações em equipamentos esportivos e no setor médico. Além disso, a fibra Dyneema® também é usada em coletes à prova de balas para a polícia e veículos militares.

A fibra UHMWPE da DSM Dyneema é produzida em Heerlen (Holanda) e em Greenville, Carolina do Norte (E.U.A.). A DSM Dyneema é também uma parceira em um empreendimento conjunto de fabricação de HMPE (High Modulus Polyethylene) no Japão.

Fonte: DSM Dyneema

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Stratasys e Arburg colaboram na utilização de moldes de injeção impressos com tecnologia 3D

11/09/2013
  • Moldes impressos com materiais da Stratasys e instalados nas injetoras de plástico Arburg são usados para criar protótipos a partir do material do produto final real;
  • Outra aplicação é o uso de moldes criados com materiais da Stratasys para verificar os produtos em fase de desenvolvimento interno ou que precisam passar por testes realizados por órgãos reguladores;
  • Moldes impressos em 3D aceitam a injeção de um número finito de peças ou produtos, variando de 10 a 100 unidades;
  • Os setores automotivo, aeroespacial e de defesa são os mais avançados no uso de moldes criados com o uso de impressoras 3D.

 A Stratasys, Ltd., uma das principais fabricantes de impressoras 3D e sistemas de produção para prototipagem e manufatura do mundo, anuncia sua colaboração com a Arburg Brasil, subsidiária da alemã Arburg. Um dos líderes globais do mercado de injetoras de plástico, esta empresa tem se destacado, nos últimos 20 anos, no segmento de soluções industriais verdes, que promovem a eficiência energética e a sustentabilidade.

“A soma das tecnologias Arburg e Stratasys abre para as indústrias brasileiras a possibilidade de saltar para o centro da nova revolução industrial e passar a usar moldes impressos em 3D nas injetoras de plástico Arburg”, destaca Renata Sollero, gerente de território para o Brasil. “Isso permite reduzir o período de desenvolvimento e lançamento de produtos, além de baixar o custo de todo o processo”. Segundo Renata, um único molde de aço pode custar dezenas ou centenas de milhares de reais e levar de uma semana a meses para ser produzido. “O molde impresso em 3D, por outro lado, é produzido em questão de horas; no caso de alguma mudança ou ajuste no projeto do produto a ser injetado, um outro molde impresso em 3D é gerado com igual rapidez, o que agiliza todo o processo de desenvolvimento de produto”.

O uso de moldes impressos em 3D é mais frequente na indústria automobilística – em especial em empresas que fabricam peças e componentes pequenos e médios. “Em seguida vem a indústria aeronáutica e de defesa, seguidas pelos fabricantes de produtos eletrônicos, brinquedos, sapatos e equipamentos médicos”, detalha Renata.

Coexistência entre moldes impressos em 3D e moldes de alumínio e aço

Para Kai Wender, diretor geral da Arburg Brasil, a colaboração com a Stratasys coloca ao alcance das empresas usuárias das injetoras Arburg a possibilidade de acelerar seus processos de desenvolvimento de produtos e de geração de moldes. Segundo o executivo, o mercado vive hoje um momento de diversificação de tecnologias, em que moldes de aço podem, em alguns casos, ser complementados ou até mesmo substituídos por moldes impressos em 3D. “De qualquer maneira, ao escolher as injetoras de plástico da Arburg, os usuários esperam encontrar os mesmos valores que a empresa tem defendido nos últimos 50 anos: uma empresa inovadora, habilitada para o desenvolvimento de injetoras de plástico reconhecidas por sua eficácia e robustez, totalmente qualificada para suportar os processos industriais de manufatura”, declara Wender. “Estamos passando por um período em que os moldes de aço tradicionais e os moldes criados com impressoras 3D podem coexistir na mesma empresa, cada um atuando em aplicações específicas com base na limitação de geometria e nos materiais plásticos injetados”.

Aplicações de “soft tooling”

O uso de moldes gerados em impressoras 3D nas injetoras de plástico Arburg é uma aplicação de “soft tooling”, ferramentaria leve. Após ser impresso em impressoras 3D e com materiais digitais da Stratasys, o molde é colocado na injetora de plástico. Esses moldes suportam a pressão de injeção e podem produzir o primeiro lote de peças injetadas a partir do material do produto final. “As partes internas dos moldes impressos em nossas impressoras são idênticas às partes internas dos moldes de aço, e elas podem aceitar, por meio da injeção de plástico, a maioria dos materiais amplamente usados no setor”, acrescenta Renata. Os materiais incluem polipropileno, elastômeros termoplásticos, acetal (POM) e ABS, e assim por diante. “Isso demonstra que as empresas que desejam substituir moldes de aço por moldes impressos com materiais da Stratasys podem continuar a empregar plásticos já usados intensamente como material de injeção em todo o setor”. Renata ressaltou também que os usuários deveriam considerar que esse processo pode exigir pequenas alterações de projeto no molde em relação ao projeto do molde de aço (isto é, ângulos de inclinação mais altos e ponto de injeção de material mais amplo para reduzir a pressão de cavidade).

As aplicações de soft tooling estão conquistando o mercado. “Atualmente, temos várias aplicações em grande escala para moldes impressos em 3D. Na maioria delas, a principal vantagem é a verificação de material real moldado e injetado de forma rápida e relativamente econômica”, observa Renata. Uma das aplicações está relacionada a indústrias de plásticos que produzem grandes quantidades de peças e produtos. Com o uso de moldes 3D, essas empresas têm a opção de verificar o molde de aço que será usado futuramente para injetar as peças. Neste caso, as indústrias de plástico imprimem geralmente de 10 a 20 moldes em material da Stratasys antes de obter o molde perfeito, que será usado como base para a criação do molde de aço final.

Uma das aplicações mais conhecidas de moldes impressos em 3D é na produção de pequenas séries de produtos para validação interna de projetos ou, então, validação de produtos que serão examinados por órgãos reguladores como a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). “No Brasil, por exemplo, um brinquedo só pode ser fabricado depois de ter sido examinado e testado no laboratório da ABNT. Para submeter esse brinquedo à série de testes necessária, seria preciso montar toda a linha de produção e também gerar o molde em aço para a injetora de plástico”, explica Renata. “Moldes impressos em 3D e colocados na injetora de plástico podem ser usados para a produção do brinquedo sem que, antes, toda a linha de produção industrial seja montada”.

Quantidade de peças injetadas depende de diversos fatores

Outra aplicação estratégica de moldes impressos em 3D está relacionada à possibilidade de usar moldes impressos em 3D para personalizar o produto desejado. “Nessa aplicação, as injetoras de plástico recebem moldes que são ligeiramente diferentes entre si; esses moldes serão usados para criar produtos em linhas limitadas e personalizadas, feitos sob medida para mercados e usos específicos”, explica Renata. Fatores como a complexidade geométrica deste molde e sua maior ou menor resistência ao calor e à temperatura definem a quantidade de peças que podem ser criadas com esses moldes. “Cada caso tem suas limitações. Em geral, os moldes impressos com a tecnologia da Stratasys podem aceitar a injeção de um número de peças ou produtos que varia de 10 a 100 unidades”. As empresas que desejam injetar milhões de peças ou produtos devem continuar a usar os moldes de aço nas máquinas de moldagem por injeção de plástico, pois eles são mais indicados nesse tipo de aplicação”, finaliza Renata.

Sobre a Stratasys .: Com sede em Minneapolis nos Estados Unidos e em Rehovot, em Israel, a Stratasys produz impressoras 3D e materiais para prototipagem e fabricação de produtos. Seus processos patenteados FDM® e PolyJet®  produzem protótipos ou objetos fabricados diretamente de arquivos de CAD 3D ou de outros conteúdos 3D. Entre os sistemas incluem-se impressoras desktop 3D acessíveis para desenvolvimento de ideias, uma série de sistemas para prototipagem e grandes sistemas de produção para manufatura digital direta. Entre as subsidiárias da Stratasys destacam-se a MakerBot e a Solidscape; a empresa opera, ainda, a rede de serviços para manufatura digital RedEye. A Stratasys conta com mais de 1.500 funcionários e possui mais de 500 patentes concedidas ou pendentes de manufatura aditiva no mundo inteiro.

Sobre a Arburg: Empresa alemã construtora de máquinas, é um dos fabricantes líderes mundiais de máquinas de moldagem por injeção para o processamento de plásticos com forças de fechamento entre 125 kN e 5.000 kN. Sistemas robóticos, soluções personalizadas específicas para setores e clientes e outros periféricos completam sua linha de produtos.  A Arburg está representada por suas próprias organizações em 32 locais e 24 países, e por parceiros comerciais em mais de 50 países. As máquinas são produzidas exclusivamente na matriz em Lossburg, Alemanha. De um total de mais de 2.200 funcionários, aproximadamente 1.840 trabalham na Alemanha. Ao redor de 360 funcionários trabalham nas organizações da Arburg no mundo inteiro. Em 2012, a Arburg tornou-se uma das primeiras empresas a ganhar uma certificação tripla: ISO 9001 (Qualidade), ISO 14001 (Meio ambiente) e ISO 50001 (Energia). Mais informações sobre a Arburg podem ser encontradas em www.arburg.com .

Fonte: Stratasys (Gad Comunicação)

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SABIC exibe na MDM Brazil 2013 soluções para a indústria médica projetadas para ajudar a melhorar a segurança do paciente e do médico

29/08/2013

SABIC_MDMA unidade de negócios Innovative Plastics da SABIC está ajudando seus clientes brasileiros que atuam na indústria médica e hospitalar a enfrentar o desafio de reduzir  infecções relacionadas à assistência médica entre pacientes e profissionais da área. Segundo um relatório de 2011 da Organização Mundial da Saúde, estima-se que, em países em desenvolvimento como o Brasil, 10 entre cada 100 pacientes hospitalizados devem contrair pelo menos uma vez durante o tratamento uma infecção hospitalar. O amplo portfólio da SABIC de soluções de materiais para a área da saúde, em exibição na MD&M Brazil 2013 (27-28 de agosto; São Paulo, Brasil), pode ajudar seus clientes a reduzirem esse número e atenderem às demandas cada vez mais rigorosas da tecnologia médica, incluindo melhor desempenho em esterilização e propriedades antimicrobianas.  Dentre as soluções destacadas no evento, estão a resina ULTEM™ HU1004 da SABIC – uma combinação de resinas PEI (polieterimida) desenvolvida especificamente para aplicações na área da saúde –, todo o portfólio antimicrobiano da linha LNP™ da SABIC e ainda a resina LEXAN™ HFD, um copolímero de policarbonato de alto fluxo desenvolvido com foco no desempenho do processamento. Todos esses materiais demonstram o compromisso da SABIC com seus clientes locais, no sentido de permitir que desenvolvam dispositivos médicos econômicos e com tecnologia de ponta, visando oferecer à pacientes e médicos os mais seguros ambientes para assistência à saúde.

“A redução das infecções relacionadas à assistência médica é um desafio em todo o mundo na área da saúde. Em um país como o Brasil, com uma classe média crescente, mais pessoas estão buscando atendimento médico, o que aumenta a possibilidade de contração de infecções hospitalares”, explicou Cathleen Hess, diretora de marketing na área de saúde da Innovative Plastics da SABIC. “Na SABIC, temos o compromisso contínuo de desenvolver soluções robustas que não apenas permitam aos nossos clientes atender aos desafios existentes de prevenção de infecções, mas também acompanhar as tendências da área de saúde como um todo.”

Para fortalecer as ofertas locais da SABIC, as fábricas de Campinas (Brasil) e Tortuguitas (Argentina) foram certificadas, em conformidade com as normas da FDA (Agência de Controle de Alimentos e Medicamentos dos EUA), para produzir materiais em contato com alimentos e também materiais que exijam biocompatibilidade conforme a ISO 10993.  Essas certificações podem ajudar os clientes sul-americanos a encurtarem o tempo de desenvolvimento dos produtos, reduzirem os custos de estoque e aumentarem a flexibilidade na compra de materiais, além de atenderem ao previsto aumento nos gastos com a assistência médica no Brasil, tendo em vista uma expectativa de crescimento de cerca de 8,6% (taxa de crescimento anual composta) no período de 2012-20151.

Grade de Polieterimida para aplicações que exigem intensos procedimentos de esterilização

A maior ênfase no controle de infecções está fazendo com que as atenções se voltem para os vários tipos de processos utilizados na esterilização de equipamentos e dispositivos médicos e odontológicos.  Segundo a SABIC, a resina ULTEM HU1004, uma blenda de polieterimida (PEI) com maior estabilidade hidrolítica, é um material recomendado para novas e complexas aplicações que precisam passar por vários ciclos e diferentes processos de esterilização. Esses métodos – incluindo autoclave a vapor de alta temperatura (até 134° C), radiação gama e a esterilização por plasma de peróxido de hidrogênio, um processo emergente adequado a baixas temperaturas – podem degradar os dispositivos com o tempo, diminuindo sua integridade mecânica, interferindo no desempenho ou alterando sua aparência.  Em testes envolvendo particularmente o processo de esterilização por plasma de peróxido de hidrogênio, a resina ULTEM HU1004 supera a polifenilsulfona (PPSU) em resistência à tração e ductilidade (fundamentais para estender a vida útil dos dispositivos) e mantém melhor a cor e a aparência.

Portfólio antimicrobiano pode ajudar a reduzir as infecções hospitalares em diversas aplicações

Segundo a SABIC, o seu portfólio antimicrobiano da linha LNP pode oferecer aos fabricantes de dispositivos novas soluções para enfrentar preocupações de pacientes e médicos com infecções associadas à assistência médica. O portfólio da SABIC inclui nove grades antimicrobianos diferentes, passando por quatro famílias de produtos: copolímero de policarbonato LEXAN™ EXL, resina de policarbonato (PC) LEXAN, resina XENOY™ PC/ PBT e resinas de polipropileno (PP) com e sem reforço de fibra de vidro. Essas resinas utilizam tecnologia antimicrobiana baseada em prata, já que a prata é bem adequada a várias aplicações e é aceita como antimicrobiano de ampla faixa de atuação, com atividade contra diversos patógenos.

A empresa afirma que cinco desses grades têm um alto efeito antimicrobiano (valor de redução logarítmica acima de 4, representando uma redução de 99,99 % quando testado com MRSA, seguindo o protocolo de testes ISO 22196-2007 em condições de laboratório) e quatro deles têm um efeito antimicrobiano baixo (valor de redução decimal abaixo de 4, representando uma redução de 99,0 a 99,99 % quando testado com MRSA seguindo o protocolo de teste ISO 22196-2007 em condições de laboratório). Essas opções permitem flexibilidade aos clientes, dependendo das necessidades específicas da aplicação. Além de terem essa opção, os clientes podem reduzir custos adicionais uma vez que as resinas SABIC são formuladas para serem eficazes nas mais baixas concentrações de prata.

Possíveis aplicações incluem a administração de fluidos e medicamentos, instrumentos cirúrgicos, dispositivos de monitoramento e imagem e equipamentos médicos duráveis, como camas hospitalares e mesas de operação.

Copolímero de Policarbonato de alto fluxo permite criar dispositivos médicos com designs inovadores

De acordo com a SABIC, as resinas LEXAN HFD oferecem aos projetistas de dispositivos médicos a oportunidade de reavaliar projetos para reduzir a espessura de parede de peças e possivelmente melhorar o desempenho do dispositivo por conta da menor tensão gerada na moldagem. Ainda segundo a empresa, essas vantagens posicionam esses novos materiais em uma grande variedade de aplicações, como gabinetes de equipamentos eletrônicos, artigos descartáveis utilizados no tratamento do paciente e equipamentos de diagnóstico e monitoramento. Além disso, a melhor aparência e a menor birrefringência da resina LEXAN HFD, em comparação com o PC padrão, oferecem potencial para uso em iluminação médica ou em dispositivos que exijam características ópticas excepcionais.

Com a maior ênfase no controle de infecções em ambientes de tratamento hospitalares e domésticos, os dispositivos médicos estão sujeitos a ciclos de limpeza regulares com produtos químicos e de esterilização cada vez mais rígidos.  Em decorrência disso, foi demonstrado que os dispositivos construídos de policarbonato padrão podem ser vulneráveis a rachaduras provocadas por estresse ambiental, em parte devido ao estresse residual relativamente alto em componentes moldados com PC padrão.  A SABIC afirma que as resinas LEXAN HFD, com menor tensão gerada na moldagem, podem ajudar a reduzir a ocorrência desse tipo de rachadura.

Conformidade regulatória de forma mais rápida

Os grades de resina antimicrobiana da SABIC estão entre os mais de 50 materiais médicos de alta tecnologia que contam com o suporte da política de produtos médicos da empresa, projetados com o objetivo de ajudar os OEMs a obter conformidade regulatória para suas aplicações farmacêuticas e da área médica, poupando tempo e dinheiro. A SABIC afirma que a sua política de produtos médicos dá aos clientes a confiança de que esses materiais atendem às normas globais de segurança, são fornecidos com formulação consistente e foram previamente avaliados para biocompatibilidade.

Fonte: SABIC

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Variedade de aplicações para elastômeros é destaque da Dow na Elaste 2013

26/08/2013

A área de Elastômeros da Dow promoverá discussão sobre melhoria de performance, sustentabilidade e competitividade para todo o setor de Borracha e Elastômeros na ELASTE 2013, que acontece no dia 28 de agosto, em São Paulo. A palestra apresentada por Henrique Noguchi e Sarah Fiorotto Dalla Valle apontará para a amplitude de segmentos que são atendidos pelo desenvolvimento de soluções.

A empresa destacará os diferenciais oferecidos para os setores de Transportes, Adesivos, Infraestrutura, Utilidades Domésticas, Artigos Esportivos e Reciclagem. As propriedades das suas linhas de elastômeros serão detalhadas para exemplificar as vantagens proporcionadas para convertedores e donos de marca nos processos e aplicações. “Nosso portfólio é muito amplo, oferecemos tecnologias diferenciadas para cada mercado e nossa proposta na ELASTE é chamar a atenção dos especialistas para essa variedade”, afirma Sarah Fiorotto Dalla Valle, engenheira de desenvolvimento da Dow para a área de Elastômeros.

Entre as variadas aplicações e linhas de soluções para cada setor, destacam-se:

  • Transportes – peças automotivas hard TPO (aplicações termoplásticas para interior e exterior) e peças termofixas (guarnições, mangueiras, correias, peças prensadas e injetadas);
  • Artigos Esportivos – aplicações em modificação de EVA para espumas de palmilhas, solas, entressolas, full plastic, tatames e colchonetes;
  • Adesivos – embalagens cartonadas (caixas coletivas) e higiênicos descartáveis (fraldas e absorventes);
  • Utilidades domésticas – rolhas e liners, soft touch para objetos diversos, modificação de impacto de peças injetadas em polipropileno PP (cadeiras, eletrodomésticos, tampas, ferramentas e outros);
  • Infraestrutura – mantas de TPO, carpetes e pisos emborrachados.

Segundo a empresa, para todos esses mercados, a aplicação das linhas Dow para elastômeros promove diferenciais em alta performance, sustentabilidade e competitividade. Destaca a Dow que, na área de Transportes, as principais vantagens são balanço entre rigidez e flexibilidade, redução de peso e vedação; em Adesivos são colagem, aplicações a baixas temperaturas e estabilidade de cor; para Infraestrutura promove-se a vida útil do produto, reciclabilidade e flexibilidade; para Utilidades Domésticas destacam-se maciez e toque, fácil coloração e flexibilidade; Artigos Esportivos ganham leveza e conforto; e para Reciclagem adiciona-se valor agregado e boas propriedades mecânicas. “Nosso objetivo é oferecer inovação para os mercados que servimos ao entregar soluções de valor para nossos clientes. O amplo portfólio que disponibilizamos reflete bem essa visão da Dow”, afirma Henrique Noguchi, engenheiro de desenvolvimento para a área de Elastômeros.

Fonte: Dow / Porter Novelli

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Campus de Ciências estréia na Feira K 2013

21/08/2013

Campus é um fórum para diálogo entre a ciência e a indústria

k_2013Preservar e melhorar o desempenho inovador da indústria, a cooperação entre instituições acadêmicas e empresas comerciais são uma importante contribuição para a vantagem competitiva de quase todos os segmentos da indústria. O novo Campus de Ciências, lançado na K 2013, a mais importante feira especializada para plásticos e borracha do mundo, tem levado em conta este efeito positivo. O fórum especial, aberto de 16 até 23 de outubro, oferece uma visão geral de atividades e resultados. Apresentado por várias organizações científicas, o evento se destina a intensificar o diálogo entre a ciência ea indústria.

Pela primeira vez, 16 universidades, institutos e agências se reunirão no Hall 7.0 da área de exposição da Feira K em Düsseldorf para apresentar tecnologias e soluções inovadoras para os desafios centrais enfrentados pela indústria de plásticos e borracha. No fórum de discussão e comunicação instalado no centro do Campus de Ciências, os anfitriões irão debater questões atuais que afetam toda a indústria, tais como:

• Superfícies (escopo funcional e processos)
• Integração funcional (materiais e processos)
• Engenharia de materiais leves (materiais estruturais e processos)
• Ciclos de materiais (recursos renováveis, biopolímeros, reciclagem)
• Educação científica
Os membros do Conselho Científico da K 2013 ou as equipes de seus institutos vão preparar estes temas para a apresentação.

As seguintes instituições acadêmicas estarão presentes no Campus de Ciências da K 2013:

  • Fachagentur Nachwachsende Rohstoffe (agência de recursos renováveis)
  • Institutos Fraunhofer para:
  1. - Ótica Aplicada e Engenharia de precisão – IOF
  2. - Pesquisa Aplicada de Polímero-IAP
  3. - Durabilidade Estrutural e Confiabilidade de Sistemas – LBF
  4. - Tecnologia Química – TIC
  5. - Engenharia Interfacial e Biotecnologia – IGB
  6. - Pesquisa em Madeira, Klauditz-Wilhelm-Institut – WKI
  7. - Tecnologia Laser – ILT
  8. - Engenharia de Processos e Embalagem – IVV
  9. - Mecânica de Materiais – IWM
  • Darmstadt University – Instituto de Engenharia de Polímeros
  • RWTH Aachen – Instituto de Processamento de Plásticos
  • Instituto Leibniz de Pesquisa de Polímeros
  • Universidade Técnica de Dresden – Instituto de Engenharia de Materiais Leves e de Polímeros
  • Stuttgart University – Instituto de Engenharia de Polímeros

Na K 2013, cerca de 3.100 expositores de sessenta países irão apresentar os seus mais recentes desenvolvimentos em máquinas e equipamentos para a indústria de plásticos e borracha, matérias-primas e auxiliares, bem como produtos semi-acabados, componentes industriais e produtos de plástico reforçado. Os fornecedores variam de corporações globais para até empresas start-ups; os produtos incluem polímeros convencionais, assim como de moldes feitos sob medida. Um total de 200 mil especialistas de todo o mundo são esperados para visitar a feira, que será aberta a partir de quarta-feira, 16 outubro até 23 de outubro das 10 às 18:30

Fonte: Messe Duesseldorf

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Fibermaq projeta crescimento de 20% em 2013

20/08/2013

Primeiro semestre aquecido e dólar alto sustentam a previsão

Líder em equipamentos para a moldagem de compósitos e poliuretano (PU), a brasileira Fibermaq fechou o primeiro semestre contabilizando um crescimento de 11% nas vendas em comparação à primeira metade de 2012. A boa fase, acredita Christian Andrade, diretor, tende a permanecer até o final do ano, tanto por conta dos negócios já encaminhados quanto pela pressão que o câmbio vem exercendo sobre a concorrência que fornece máquinas importadas.

“Esperamos terminar o ano com um resultado cerca de 20% melhor do que o obtido em 2012”, ele prevê. Laminadoras para o processo de spray-up, equipamentos para a aplicação de gelcoat, máquinas de enrolamento filamentar para fabricação de tubos e postes de compósitos , além de injetoras de PU adesivo são os produtos da Fibermaq mais procurados no momento.

O cenário, contudo, poderia ser ainda melhor. Responsável por 70% das vendas da Fibermaq, o mercado de compósitos tem sofrido com a redução das margens de lucro – houve sucessivos aumentos nos custos dos insumos desde o início do ano. “Em vez de adquirir linhas novas, vários clientes estão optando por trocar as peças e aumentar a vida útil do equipamento”, observa Mirele Andrade, irmã e sócia de Christian.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de equipamentos para a moldagem de compósitos, PU, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 3.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.

Fonte: SLEA

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Faturamento do setor de compósitos cresceu 5,5% no segundo trimestre

02/08/2013

A despeito do resultado positivo, presidente da ALMACO ressalta a diminuição das margens de lucro

O setor brasileiro de compósitos faturou R$ 807 milhões no segundo trimestre, alta de 5,5% frente aos primeiros três meses do ano e 9,9% superior a igual período de 2012. Foram processadas 54.600 toneladas de matérias-primas entre abril e junho, volume 5,4% maior do que o registrado na soma dos três meses anteriores – frente ao segundo trimestre de 2012, houve um aumento de 3,9%. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Para Gilmar Lima, presidente da ALMACO, a melhora dos índices deve-se principalmente ao aquecimento da demanda oriunda de três áreas: agronegócio, em grande parte representado pelos fabricantes de tratores, geração de energia eólica e transportes, com destaque às montadoras de caminhões.

A cadeia produtiva do material, no entanto, tem sofrido com o sucessivo achatamento das margens de lucro. “Absorvemos uma série de reajustes nos principais insumos, bem como nos serviços e no custo de captação de recursos para capital de giro e investimentos. E, infelizmente, a velocidade de repasse para os grandes consumidores é lenta, burocrática e muito difícil”, ele lamenta.

Dessa forma, Lima avalia com cautela as perspectivas apresentadas pela pesquisa da Maxiquim. Segundo o levantamento, o mercado brasileiro de compósitos deve faturar R$ 3,264 bilhões em 2013, ou seja, 9,4% acima do aferido no ano passado. “A obtenção desse resultado depende do ritmo de investimentos do governo em construção civil, infraestrutura e mobilidade urbana. Fora que continuaremos tendo dificuldades para repassar os novos aumentos. Por isso, o nosso setor deve priorizar a gestão e a inovação, além de escolher com mais critério os mercados, processos e produtos nos quais deseja seguir investindo”, completa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: SLEA Comunicação / ALMACO

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Grupo alemão Kreyenborg vende negócios na área de polímeros para americana Nordson

22/07/2013

Grupo Kreyenborg quer garantir perspectivas de negócios a longo prazo

A americana Nordson Corporation adquiriu duas das cinco empresas do Grupo Kreyenborg de engenharia, tecnologia de automação e software, sedidada em Muenster, na Alemanha. Os diretores Jan-Udo Kreyenborg e Theodor Bruckmann venderam sua participação na Kreyenborg GmbH, empresa que fabrica trocadores de tela e filtros de material fundido, assim como na empresa BKG Bruckmann & Kreyenborg GmbH, que fornece tecnologia especial de processamento para a produção de pellets de plástico de alta qualidade. Eles se retiraram da gestão dessas empresas. Os gestores de negócios das duas empresas, Jan Hendrik Ostgathe e Ralf Simon, que já trabalhavam nas empresas como diretores, vão continuar na equipe de gerenciamento das Kreyenborg GmbH e da BKG após a transferência do controle acionário da empresa.

O realinhamento com a empresa de engenharia mecânica Nordson, de Westlake, Ohio, nos Estados Unidos, é, segundo informações da Kreyenborg, necessário para a segurança corporativa de longo prazo das duas empresas em mercados mundiais fortemente modificados. No longo prazo, um fabricante de médio porte precisa de um forte presença global para se manter competitivo com os “big players”, especialmente na Ásia e na América do Norte. Pelo fato de serem empresas saudáveis, a Kreyenborg e a BKG tiveram a chance de negociar com os novos proprietários e foram capazes de alcançar um resultado bem-sucedido. A Nordson Corporation opera em mais de 30 países e possui uma forte posição financeira.

Em relação ao emprego dos 270 funcionários das duas empresas, que foram informados sobre a transação em um reunião na última quinta-feira (18 de julho), a situação permanece inalterada. As instalações de produção das duas empresas em Coermuehle e Hessenweg em Muenster foram arrendadas a longo prazo para a Nordson, por um prazo inicial de dez anos. A Nordson é um dos líderes globais da indústria, no segmento. Foi criada em 1954 e é uma empresa de engenharia familiar com mais de 5.000 funcionários e um volume de negócios anual de 1,5 bilhões de dólares americanos.

Fonte: Kreyenborg

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BASF, Cargill e Novozymes estabelecem marco em processo biotecnológico para produção de ácido acrílico, matéria prima para polímeros superabsorventes

09/07/2013

 Sucesso na produção do ácido 3-hidroxipronanóico para ácido acrílico com base biológica

As empresas BASF, Cargill e Novozymes anunciaram nesta semana o estabelecimento de um importante marco no desenvolvimento conjunto de tecnologias para produzir o ácido acrílico a partir de matérias-primas renováveis ao demonstrarem com sucesso a produção do ácido 3-hidroxipropiónico (3-HP) em escala piloto.

O 3-HP é um bloco construtivo com base renovável e um possível precursor químico para o ácido acrílico. As empresas também estabeleceram com sucesso diversas tecnologias para desidratar o 3-HP para o ácido acrílico em escala laboratorial. Esta etapa do processo é essencial, pois ela é a base para a produção do ácido acrílico. Em agosto de 2012, as empresas BASF, Cargill e Novozymes anunciaram uma cooperação conjunta para o desenvolvimento de um processo para a conversão de matérias-primas renováveis em um ácido acrílico 100% à base biológica.

“O 3-HP é uma matéria-prima potencialmente importante para a produção do ácido acrílico com base tecnológica que é um precursor de polímeros superabsorventes”, disse Teressa Szelest, Vice-Presidente Sênior Mundial da Unidade de Negócio Higiene da BASF. “Ainda temos muito trabalho a fazer antes que o processo esteja pronto comercialmente, mas este é um marco importante e estamos confiantes que avançaremos para o próximo nível de expansão do processo como um todo em 2014.”

O ácido acrílico é um químico de alto volume que contribui para uma ampla linha de produtos. A BASF é maior produtora mundial de ácido acrílico e conta com grandes capacidades em sua produção e processamento interno. Inicialmente, a BASF planeja utilizar o ácido acrílico à base biológica para fabricar polímeros superabsorventes capazes de absorver grandes quantidades de líquido e são usados em fraldas para bebês e outros produtos de higiene. Atualmente, o ácido acrílico é produzido por meio da oxidação de propileno derivado da refinação do óleo bruto.

A equipe do projeto em parceria das empresas combina a experiência de excelência mundial em biotecnologia, matérias-primas renováveis, fermentação em escala industrial e no desenvolvimento de novos processos químicos.

“As três empresas formaram conjuntamente equipes de trabalho altamente talentosas e experientes para o projeto”, disse Jack Staloch, Vice-Presidente de P&D em Biotecnologia da Cargill. “As equipes estão avançando com rapidez e intensidade, e já demonstraram um grande progresso rumo à conquista dos nossos objetivos.”

“Estabelecemos um importante marco com a produção do 3-HP em escala piloto,” disse Rasmus von Gottberg, Vice-Presidente de Desenvolvimento Corporativo e Criação de Negócios da Novozymes. “Já demonstramos que é possível produzir este importante bloco químico construtivo a partir de matérias-primas renováveis em condições industriais robustas. E agora o trabalho de desenvolvimento seguirá para sua comercialização.”

Os polímeros superabsorventes derivados do ácido acrílico à base biológica será uma nova oferta inovadora para o mercado. As fraldas produzidas com esses polímeros superabsorventes atenderão à demanda de um grupo de consumidores significativo e crescente particularmente em mercados desenvolvidos. Eles também poderão permitir que os fabricantes de fraldas atendam à demanda dos consumidores, diferenciem seus produtos e contribuam para seus objetivos de sustentabilidade.

Fonte: BASF

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Dow destaca vantagens de elastômero para espuma reticulada de alto desempenho voltada para o setor de calçados

01/07/2013

Segundo empresa, a novidade permite oferecer, ao mesmo tempo, conforto, durabilidade e beleza

 Focada em contribuir para o desenvolvimento tecnológico do setor calçadista, a área de Elastômeros da Dow participará da 8ª edição do Inspiramais, maior salão de design e inovação de componentes da América Latina, que ocorrerá nos dias 10 e 11 de julho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. “Demonstraremos que os nossos elastômeros são uma ótima opção para a criação de calçados com flexibilidade de design, conforto, leveza, durabilidade e boa processabilidade”, adianta André Menezes, Gerente de Marketing de Elastômeros para a América Latina.

A tecnologia INFUSE™ que combina várias propriedades em um único produto para entressolas e palmilhas será o principal foco da palestra da Dow no espaço Inovamais, uma novidade desta edição do Inspiramais, que abre oportunidades para os fabricantes apresentarem soluções para calçados de alto desempenho. Segundo a Dow, seus  polímeros apresentam um pacote de propriedades melhoradas, entre as quais estão o melhor desempenho sob altas temperaturas e melhor deformação por compressão.

Na prática, essa tecnologia permite que o designer tenha opção de escolha de materiais para criar, por exemplo, sapatênis com solado leve, tênis ultra macios que transmitem a sensação de estar descalço, toque emborrachado para sandálias e outras vantagens. “Estamos promovendo um intercâmbio de tecnologias que resulta num produto bem diferenciado. A Dow investe globalmente US$ 1,8 bilhão em Pesquisa e Desenvolvimento e por isso nosso portfólio é capaz de contribuir com componentes mais leves, confortáveis e duráveis para o mercado calçadista. Nossa preocupação é sempre oferecer o que há de melhor para os nossos clientes”, afirma Menezes.

Durante o Inovamais, além da tecnologia INFUSE™, a equipe técnica da Dow destacará as propriedades e vantagens da linha ENGAGE™ para o setor de calçados.

Fonte: Dow

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Joinville tem pós-graduação em materiais compósitos

16/06/2013

Curso é resultado da parceria entre ALMACO e Universidade Positivo

Começaram as aulas de pós-graduação em materiais compósitos poliméricos na cidade de Joinville (SC). Fruto da parceria entre a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e a Universidade Positivo, o curso terá carga horária de 460 horas e contará com o mesmo corpo docente das turmas de Curitiba (PR), formada em março, e de Caxias do Sul (RS).

“A educação é uma das nossas principais bandeiras, tanto que pretendemos ter cem profissionais pós-graduados até 2015″, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO. Ao longo dos últimos quatro anos, a associação promoveu mais de 200 cursos e workshops em toda a América Latina – contaram com a participação de, aproximadamente, 5.000 pessoas. Nesse período, a ALMACO também editou seis livros técnicos.

A partir de julho, terão início as aulas da segunda turma de pós em Curitiba. E, em breve, o curso também deve ser ministrado em São Paulo.

Para mais informações, acesse http://www.almaco.org.br

Fonte: Almaco

Plastômetro de Extrusão da Dynisco simplifica o gerenciamento de dados de teste de índice de fluidez de polímeros

10/06/2013

O novo software, agora disponível com os plastômetros de extrusão LMI, oferece simplicidade na coleta, armazenagem e gerenciamento digital dos dados pelo sistema.

Dynisco_LMIDesde sua introdução no mercado, o plastômetro de extrusão LMI tem sido reconhecido pelos seus recursos avançados, adequados para os modernos laboratórios de testes. Segundo a Dynisco (www.dynisco.com), as inovações incluem um sistema ergonômico de manuseio de pesos, compactação automatizada de amostras de resina, medição digital melhorada do deslocamento do pistão e uma interface de usuário com tela de toque. Agora, um novo software de gerenciamento de dados completa o pacote.

“O LMI é a abordagem da Dynisco na reinvenção do equipamento mais comum em qualquer laboratório de polímeros,” observa Joe DiOrio, Gerente de Produtos. “Juntamente com seus recursos ergonômicos, o nosso novo software transforma um equipamento de laboratório padrão, no sonho de todo operador de testes do século 21.”

O software LaVA™ Suite é um desenvolvimento de propriedade da Dynisco. O nome “LaVA” significa Laboratory Viscosity Analysis (análise de viscosidade em laboratório). De acordo com a Dynisco, o software  é capaz de fornecer uma maior gama de dados, simplificando radicalmente a análise, o processamento e o arquivamento de relatórios. Ele captura não somente os valores de índices de fluidez, mas também a tensão e a taxa de cisalhamento e a densidade aparente do fundido ao mesmo tempo em que registra as condições de teste. O software LaVA Suite possui a aparência e o comportamento de aplicativos dos PCs ou dispositivos móveis mais modernos. O layout da tela e a navegação do menu são imediatamente intuitivos para o pessoal de laboratório de qualquer nível de habilidades.

Segundo a Dynisco, outros recursos importantes do LMI incluem:

  • Novo sistema de gerenciamento de pesos Inspirada na ergonomia de um aparelho de academia de ginástica, a Dynisco armazenou todos os pesos no próprio equipamento e o ato de mudar a carga do teste tornou-se algo tão simples quanto mover um pino de um local para o outro.
  • Fácil compactação de materiais. Para evitar a compactação inconsistente de amostras de resina, o que pode causar inconsistência de dados, a Dynisco desenvolveu um compactador de força ajustável que fornece uma força constante independente do operador.
  • Novo display com tela de toque… Substituindo o display vácuo-fluorescente, uma tela de toque colorida, maior e retro-iluminada permite a programação e a visualização mais fácil do status e dos resultados de testes.
  • Melhor encoder digital… Um encoder digital fornece uma medição precisa do deslocamento do pistão durante testes volumétricos.
  • Portas USB: 3 portas USB são padrão no LMI. Uma porta principal e duas portas secundárias fornecem toda a comunicação necessária para integrar o LMI, armazenar dados em um pendrive ou para comunicação com uma balança ou impressora.

Outros recursos importantes incluem o opcional de corte automático de amostras durante testes de Método A e A/B e a correlação dos dados para determinar a viscosidade intrínseca do PET.

A Dynisco é uma empresa líder global no fornecimento de soluções de medição e controle precisas, robustas e confiáveis para extrusão e outros processos da indústria de plásticos,  nos quais a pressão e a temperatura são críticas. A Dynisco Plastics Segment é parte de uma organização global que fornece tecnologias de medição, equipamentos de controle e instrumentação analítica para uma grande gama de aplicações industriais. A empresa possui instalações de fabricação em Massachusetts, Nova Iorque, Ohio e na Malásia. A Dynisco atende um amplo grupo de clientes em todo o mundo, incluindo OEMs, distribuidores e usuários finais.

Fonte: Dynisco

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Songwon apresenta aditivos para polímeros na Feiplastic 2013

15/05/2013

SongwonA Songwon (www.songwon.com),  segundo maior fabricante mundial de estabilizantes para polímeros, participará na Feiplastic de 2013 em São Paulo, Brasil (20-24 de maio) – Estande G91.  A Songwon estará presente na feira em parceria com a NEXO International, sua distribuidora para a América Latina (http://nexointernational.com.br/nexo/). Através desta parceria a Songwon promove a melhoria contínua do nível de serviço e segurança do estoque para seus clientes.

Na qualidade de líder da indústria no mercado latino-americano de estabilizantes para polímeros, a Songwon está empenhada em tornar-se o fornecedor preferencial, oferecendo melhor qualidade, melhor serviço e melhor valor, além de maior inovação na sua vasta gama de produtos.

A Songwon apresentará uma linha de produtos HALS (Hindered Amine Light Stabilizers) oriunda de sua aliança com a Sabo SpA, sediada em Levate, Itália, que satisfaz a procura dos clientes por pacotes inovadores de estabilização à luz com alto desempenho, capazes de resolver os desafios em aplicações de polímero sensíveis aos raios UV.

Será apresentada também a linha Songnox® One Pack System (OPS). Os produtos Songnox® OPS combinam uma gama de aditivos em um grão livre de pó, com benefícios significativos para os produtores e transformadores de materiais termoplásticos – e agora podem ser fornecidas a partir da unidade recentemente inaugurada em Houston, USA, estrategicamente situada para satisfazer a demanda do mercado latino-americano com uma capacidade anual 7.000 toneladas/ano. Em 2014, ampliará a capcidade de produção de OPS com uma nova unidade em Kizad, Abu Dhabi. Ambas as unidades possuem processos de produção idênticos e fornecerão produtos de alta qualidade, semelhantes à da unidade original da Songwon em Greiz, Alemanha, que tem uma capacidade de 14.000 toneladas/ano. Com estes investimentos, a Songwon se tornará o principal produtor mundial de OPS.

Dieter Morath, Vice-Presidente Executivo de Vendas da Songwon e Membro do Comitê Executivo do Songwon Industrial Group, afirmou: “A região latino-americana tornou-se um mercado essencial para o negócio global de plásticos, gerando crescimento significativo. A Feiplastic é uma oportunidade importante para a Songwon apresentar sua capacidade global, com base em processos de produção totalmente integrados, e assegurar a nossa disposição de sermos o fornecedor preferencial de estabilizantes para polímero. Estamos ansiosos por dar as boas-vindas aos clientes, juntamente com nossa parceira NEXO, que é a maior e mais experiente distribuidora destes aditivos, com modernas instalações de armazenamento e logística para a região.”

Francisco Neves da Rocha, Diretor da Nexo International, continuou: “O vasto portfólio de produtos da Songwon já está disponível em grandes quantidades através de um número cada vez maior de unidades de produção em nível mundial. Na NEXO concentramo-nos na manutenção de estoques em locais chave na região, e em conjunto nós podemos oferecer os níveis mais elevados de assistência e confiabilidade.”

Fonte: Songwon

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Casa de Eficiência Energética da BASF utiliza PVC em portas e janelas

09/05/2013

Um exemplo de construção que reúne produtos e técnicas construtivas mais sustentáveis será inaugurado em São Paulo no próximo mês. A CasaE Brasil, a primeira Casa de Eficiência Energética da Basf no país, utiliza tecnologias que servirão como direcionadoras de processos de inovação e sustentabilidade em todo o mundo. Totalmente integrada a essa filosofia, a VEKA Brasil é parceira do projeto, que tem todas as portas e janelas de PVC, garantindo o melhor desempenho em isolamento térmico e acústico da casa.

A casa estará localizada na Avenida Vicente Rao (zona sul de São Paulo) e reunirá, em um único espaço, tecnologias que atendem às demandas globais avaliadas pela BASF como grandes desafios para os próximos anos, que servirão como direcionadores de processos de inovação e sustentabilidade dentro da empresa.

Com a CasaE, a Basf mostra ao mercado que o conceito construtivo (método, técnica e produtos) utilizados no projeto pode ser reproduzido em uma moradia comum, sendo totalmente factível ao mercado. A ideia é ajudar a transformar a cultura da indústria da construção e de seus consumidores.

Para a construção da CasaE foram implantadas diversas soluções e inovações que atuam diretamente na redução do consumo de água, energia e emissão de CO2. Além disso, o projeto apresenta respostas a questões fundamentais sobre o mercado da construção sustentável, como a durabilidade dos materiais utilizados, seu reaproveitamento e a saúde e conforto das pessoas que habitarão os espaços.

“O projeto traz muitas novidades para o mercado de construção brasileiro e coloca à disposição da indústria a mais diferenciada tecnologia em materiais de alta performance, eficiência energética e proteção climática. Nosso compromisso é transformar a química para oferecer soluções inovadoras e economicamente viáveis. Dessa forma, contribuímos com a construção de um futuro mais sustentável para as próximas gerações”, explica Alfredo Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul.

Inovações

O grande destaque na CasaE é seu sistema construtivo. Consiste em um painel de cerâmica estrutural e fundação de alvenaria, paredes, piso e laje executados em Sistema EIFS – Exterior Insulation and Finish Systems – placas de poliestireno expandido da BASF e em Sistema ICF – Insulated Concrete Formwork – tijolos fabricados com esse mesmo material. Essas soluções proporcionam um isolamento térmico muito eficiente, por meio do qual é possível atingir uma economia de aproximadamente 70% de toda a energia consumida pela casa.

Estes produtos atendem às diferentes necessidades das atividades de construção, ajudam a conservação do consumo de energia e a reduzir as contas, aumentam o conforto. Permitem ainda a rápida construção, sem comprometer o design e a arquitetura.

Além disso, espumas especiais são aplicadas para o conforto acústico e térmico no interior da CasaE.

As dispersões e os pigmentos da BASF apresentam diferenciais para as tintas, vernizes, adesivos e materiais de construção aplicados na CasaE, bem como no controle da temperatura, contribuindo diretamente para a economia de energia.

Já os poliuretanos entram na CasaE na forma de soluções utilizadas para conforto térmico e redução no consumo de energia, além de oferecer compostos para construção de pisos drenantes que evitam que haja acúmulo de água no piso.

Os produtos químicos para construção aumentam a eficiência da hidratação do cimento, reduzindo o uso de água e emissões de CO2. Também estão presentes produtos voltados para revestimento, impermeabilizantes e antiderrapantes.

Para finalizar o processo de construção e oferecer cor e proteção especiais à CasaE, entram em cena as tintas imobiliárias Suvinil, marca da BASF e líder no segmento premium, e Glasurit, líder no segmento econômico e também pertencente à empresa.

A Suvinil AntiBactéria será utilizada na parte interna da residência, reduzindo 99% das bactérias nas paredes, proporcionando um espaço mais protegido, que privilegia a saúde e o bem-estar. Já a linha de acrílicos Suvinil Contra Mofo e Maresia, que resiste às intempéries, e a Glasurit Alvenaria, que oferece maior rendimento, cobertura e durabilidade, serão aplicadas na parte externa da casa.

Fonte: BASF / Palavracom

 

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Kraton Polymers participa da Feiplastic 2013 e apresenta novidades

07/05/2013

feiplastic

A Kraton Polymers, líder mundial na produção de  elastômeros termoplásticos sintéticos, participará da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico – que acontece de 20 a 24 de maio no Anhembi em São Paulo (SP). A empresa, que participará como expositora, pretende mostrar suas principais soluções e também promoverá novas aplicações para soluções já consolidadas no mercado brasileiro.

A empresa tem um amplo portfólio de polímeros de alto valor utilizados em uma grande variedade de aplicações, incluindo itens de consumo e higiene pessoal, adesivos e revestimentos, eletrônicos, suprimentos médicos, componentes automotivos e materiais de pavimentação e coberturas.

Os produtos Kraton podem ser processados em uma variedade de aplicações industriais, incluindo a moldagem por injeção, moldagem por sopro, moldagem por compressão, extrusão, fusão a quente e revestimentos para soluções aplicadas. A Kraton oferece seus produtos para mais de 800 clientes em mais de 60 países ao redor do mundo.

Lançamentos:

Tecidos Revestidos – Os polímeros de alto desempenho da Kraton possibilitam alternativas inovadoras e ecológicas em relação aos tecidos revestidos de PVC e Poliuretano usados em aplicações para estofamentos, com variadas opções de cores, decoração e revestimentos.

Segundo a empresa, os tecidos de estofamento produzidos com os polímeros Kraton têm os mesmos benefícios de tecidos revestidos com PVC, porém são mais leves, recicláveis e apresentam maior durabilidade.

Não contêm ftalatos nem quaisquer outros plastificantes que possam migrar e degradar espumas de poliuretano. Tecidos produzidos com polímeros Kraton são ideais para aplicações em estofamentos de assentos e móveis usados em áreas de grande movimento, como também ambientes que requeiram materiais não porosos, incluindo esportes marinhos e radicais, transportes públicos, aplicações médicas e de e escritórios.

Área Automotiva: A Kraton Polymers, em resposta às demandas da indústria automotiva por uma solução de maior performance e sustentabilidade, desenvolveu  uma nova alternativa baseada em SBC para slush molding em interiores de automóveis.

Slush Molding é um processo que possibilita grande liberdade no design, além de ser usado na produção de uma grande variedade de componentes para interiores automotivos, como painéis de instrumento, acabamento de portas, consoles, capas para airbags, etc.

De acordo com a empresa, o SBC baseado nos polímeros KratonTM para slush molding apresenta diversos benefícios com relação ao PVC, como  melhores propriedades contra o envelhecimento, aprimoramento estético, melhor desempenho em baixas temperaturas, menores custos, menor peso específico, reduzindo o peso dos componentes em até 40%, reciclável e mais suave ao toque. Afirma a Kraton que o PVC possui limitações, incluindo a fragilidade e perda de sua funcionalidade devido à tendência do plastificante migrar ao longo do tempo.

Outras Aplicações de Materiais Avançados:

Soluções em compostos – A empresa destaca os benefícios dos compostos feitos com polímeros Kraton: grande resistência e elasticidade, durabilidade, transparência e suavidade ao toque, aderência em superfícies secas e molhadas, ampla resistência às variações térmicas, boas propriedades elétricas, esterilização por vapor, óxido de etileno, radiações Beta e Gama, resistência ao oxigênio, ozônio e degradação UV (Polímeros KratonTM G). Esses compostos são utilizados em produtos finais, como ferramentas, componentes da área automotiva, produtos de consumo, utensílios domésticos, produtos para cuidados pessoais, produtos esportivos, brinquedos, fios e cabos.

Cuidados pessoais – Com a utilização do Kraton G (SEBS), do KratonTM D (SIS) e do  CariflexTM IR, a Kraton está presente em diversas frentes ligadas à higiene, saúde e ao bem-estar. Seus polímeros apresentam as mais diversas inovações e aplicabilidades, como na produção de borrachas macias e confortáveis para o manuseio de escovas de dente e aparelhos de barbear, no desenvolvimento de materiais resistentes, porém confortáveis e que facilitam a respiração da pele na produção de fraldas infantis, geriátricas e absorventes femininos e na produção de preservativos, por proporcionar maior elasticidade, durabilidade, menor odor e maior transparência.

Área Médica (alternativa ao PVC) – O Kraton G1645 é um polímero que cria novas oportunidades para a substituição de PVC na área médica, incluindo filmes para bolsas de soro e tubos cirúrgicos, draping cirúrgico, dispositivos de compressão, equipamentos de diagnóstico (flexíveis e rígidos), luvas, filmes médicos e outras aplicações. Esses polímeros são livres de ftalato, oferecem alto desempenho, são atóxicos e, por isso, uma excelente e comprovada alternativa ao PVC.

Cariflex™ IR (alternativa da borracha natural em aplicações avançadas) – Cariflex IR é uma borracha de poliisopreno sintético que pode ser formulada para substituir a borracha natural (NR) em muitas aplicações, como luvas cirúrgicas, preservativos, componentes médicos, adesivos de vedação a frio e em aplicações na indústria eletrônica. É a substituta ideal para o látex de NR, particularmente em aplicações médicas que exigem elevada pureza. Estes produtos oferecem excelente elasticidade e propriedades mecânicas, além de trazerem conforto no contato com pele, uma vez que são hipoalérgicos.

Fios e Cabos (alternativa ao PVC) – De acordo com a Kraton, seus polímeros oferecem uma variedade de benefícios importantes em aplicações de fios e cabos. Propriedades elétricas superiores os tornam excelentes candidatos para aplicações de isolamento e são versáteis o bastante para serem usados em encamisamento e peças moldadas. A Kraton disponibiliza uma gama de polímeros que se encaixam ao tipo de desempenho desejado.

Filmes de Proteção – A Kraton oferece tecnologia de co-extrusão avançada em polímeros para a produção de filmes de proteção de superfície. Esta tecnologia oferece características únicas que podem ser formuladas em um composto adesivo que cobre uma ampla extensão de processamento e propriedades adesivas. As propriedades do composto podem ser fornecidas ao cliente sob medida para atingir requisitos personalizados de desempenho para aplicações específicas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Setor de compósitos cresce 5,2% no primeiro trimestre

06/05/2013

O setor brasileiro de compósitos faturou R$ 765 milhões no primeiro trimestre, alta de 5,2% em comparação a igual período do ano passado. Frente aos últimos três meses de 2012, a subida foi de 1,5%. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“Fomos fortemente influenciados pelas retomadas dos mercados de caminhões, ônibus, tratores e implementos rodoviários. O segmento eólico também está vivendo um momento excelente, o que ajudou a aumentar as nossas receitas”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

Em contrapartida, de janeiro a março foram consumidas 49.700 ton. de compósitos, queda de 10% ante o volume registrado no mesmo intervalo de 2012 e ligeira alta de 0,4% na comparação com o quarto trimestre do ano passado. “O descompasso entre faturamento e volume de material processado deve-se ao aumentos nos custos dos insumos, serviços e folhas de pagamento”, comenta Lima.

Para o presidente da ALMACO, essa tendência tende a permanecer. “Nem tanto em razão dos custos, mas porque as empresas estão buscando materiais de valor agregado alto, que melhoram o desempenho e reduzem o tempo de fabricação das peças”.

Ainda segundo a pesquisa da Maxiquim, o setor brasileiro de compósitos deve faturar R$ 3,225 bilhões em 2013, o que significará um salto de 8,1% – em volume, 211.000 toneladas (+2,3%).

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d´água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: Almaco

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DuPont apresenta Centro de Inovação na Feiplastic 2013

24/04/2013

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Empresa reforça o posicionamento global de colaboração e promove discussões entre especialistas e clientes na maior feira de plásticos da América Latina

A DuPont inova a sua participação na Feiplastic 2013 ao levar para o Pavilhão de Exposição do Anhembi o conceito do seu Centro de Inovação, localizado em Paulínia, São Paulo. Inaugurado em 2012, o espaço foi especialmente criado para estimular atividades de colaboração entre a DuPont, clientes, acadêmicos e representantes de organizações civis e governamentais. Para a feira, a proposta é conduzir as atividades do centro de pesquisa entre os participantes, convidando-os para discussões sobre inovações específicas para o mercado de plástico.

Durante o evento, a DuPont conduzirá palestras técnicas sobre o setor e que envolvem desde tecnologias para melhorar a performance do plástico em diversos  mercados – como de embalagens, automotivos, eletroeletrônicos e consumo – aos processo de impressão flexográfica. O Centro de Inovação será instalado no estande da DuPont e todos os participantes estão convidados a discutirem temas de inovação com representantes da empresa e soluções para problemas específicos do setor.

Na edição deste ano da Feiplastic, a DuPont marca presença com alguns de seus produtos já consolidados no mercado de embalagens, como os da unidade de negócio de Embalagens e Polímeros Industriais (DuPont Packaging & Industrial Polymers), que produz uma extensa variedade de adesivos de coextrusão, resinas de alta transparência e resinas selantes; os de Polímeros de Performance (DuPont Performance Polymers) que englobam os polímeros de engenharia, resinas de fontes renováveis e elastômeros; os do negócio Tecnologias com Titânio (DuPont Titanium Tecnologies ) que traz aplicações do dióxido de titânio, DuPont™ Ti_Pure®, no mercado de plásticos, além das chapas de Alta Performance DuPontTMCyrel® DSP e DFP, o mais recente lançamento da DuPont  na área de impressão flexográfica (DuPont Packaging & Graphics).

Destaque para a participação dos produtos DuPont Surlyn®, resina ionomérica que possui diversas aplicações na indústria de alimentos, cosméticos, e produtos farmacêuticos;  DuPont™ Fusabond®, resina compatibilizante da linha dos modificadores de polímeros que promove alta capacidade de dispersão de polímeros e minerais de diferentes naturezas; DuPont™ Zytel® Plus, resina de nylon de alto desempenho que resiste a longas exposições ao calor e produtos químicos; o DuPont™ Sonora®, polímero  de fonte renovável que apresenta alto desempenho para utilização em peças e componentes automotivos, além dos elastômeros, DuPont™ Viton® e o DuPont™ Vamac®, materiais utilizado em juntas, vedações e mangueiras por promover excelente resistência a diferentes fluidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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BASF apresenta novidades em compósitos no JEC Composites Show em Paris

05/03/2013
  • Leveza automotiva: novo epóxi e resinas de poliuretano
  • Turbinas de energia eólica: nova espuma PET para pás de rotor

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Com suas muitas novas exposições, a BASF estará presente no “JEC Composites Show” que será realizado de 12 a 14 de março de 2013 em Paris. Uma turbina de energia eólica e um perfil de pá, um paralama, um spoiler e um módulo de teto irão ilustrar o amplo espectro de compostos inéditos. Os novos materiais incluem uma espuma à base de PET (tereftalato de polietileno) com o nome comercial Kerdyn®, bem como novos sistemas de epóxi e PU (poliuretano) que podem ser usados para produzir peças de compósito por meio de processos de moldagem de transferência de resina (RTM). Além disso, os especialistas da BASF apresentarão revestimentos de pás de rotor da turbina de energia eólica.

Módulo de teto, paralama, spoiler – Novos materiais para leveza automotiva

Com a ajuda de sua equipe de materiais compósitos leves, a BASF está investigando intensamente novos compósitos para o corpo e chassis de veículos motorizados. Os três sistemas-matriz de plástico com base em resina epóxi, PU e poliamida, em conjunto com o reforço de fibra contínua, bem como o processamento de grandes volumes por meio de métodos de injeção de resina, especialmente RTM, fornecem a base. Utilizando um componente de teste sob a forma de um demonstrador de paralamas reforçado com fibra de carbono, a BASF irá expor a nova resina epóxi Baxxodur®  System2220, que foi desenvolvida especificamente para a alta pressão RTM. O aspecto de poliuretano será representado por um spoiler com inserção RTM produzido a partir da nova Elastolit® R 8800. Ambas resinas termoconsolidantes empregam novos mecanismos de cura, permitindo-lhes formar ligações cruzadas rapidamente. A resina epóxi transparente Baxxodur System 2220 oferece um tempo de desmoldagem de apenas 2,5 minutos a 120° C, ao mesmo tempo que proporciona uma resistência elevada da resina. O sistema de poliuretano de formulação customizada RTM Elastolit R 8800 é compatível com todos os calibres de fibra estabelecidos e oferece excepcional resistência à fadiga. A sua tolerância para danos é também muito elevada. Esses novos sistemas de resina têm uma ampla janela de processamento e podem ser facilmente desmoldados, através do apoio combinado de processamentos compatíveis.

O módulo de teto conversível em exposição serve para demonstrar os novos conceitos e os materiais versáteis da BASF para o processo RTM, como: o componentes-sanduíche, desenvolvido em conjunto com EDAG GmbH, que é constituído por um núcleo de espuma de poliuretano de células fechadas entre duas camadas de revestimento reforçadas com fibras de carbono. Com um peso total de 2,9 kg, o segmento de teto atinge uma redução de peso de 40% em comparação a um equivalente de alumínio e mais de 60% em relação a um correspondente de aço. As possíveis aplicações para tais materiais e combinações de processamento incluem, além de peças anexas, tais como portas, porta-malas e módulos do teto, componentes estruturais de veículos sujeitos a cargas elevadas também.

Pás de rotor da turbina eólica: processamento eficiente e versátil

  • Nova espuma estrutural PET

Na JEC, a BASF irá apresentar, pela primeira vez, uma espuma estrutural com base em PET (tereftalato de polietileno). O novo material com o nome comercial Kerdyn® é uma espuma de alta performance fornecida sob a forma de paineis que são usados dentro de pás de rotor, proporcionando estabilidade adicional. Como material importante, as espumas de PET oferecem excelentes propriedades mecânicas e têm uma ampla gama de compatibilidade em termos de processamento. Com a sua capacidade de suportar temperaturas muito elevadas e a sua resistência química muito boa, Kerdyn é extremamente bem adequada para utilização em compósitos. Como parte do espectro de materiais de leveza para compósitos, os paineis de espuma de PET de alta qualidade também estão em demanda nos setores de transporte, marítimo e construção.

Como uma das suas exibições mais atraentes na JEC, a BASF irá apresentar o corte transversal de uma pá de rotor da turbina de vento, que foi fabricada usando a ampla gama de produtos da BASF disponíveis para produção de pás de rotor: as fibras de vidro são incorporadas em um sistema de resina epóxi Baxxodur®, a espuma estrutural Kerdyn® proporciona estabilidade, o revestimento de tinta é baseado em um sistema gelcoat RELEST® e o adesivo de poliuretano semi-estrutural Elastan® vem da linha de produtos da BASF, também.
Além das soluções da BASF representadas no demonstrador de rotor, a empresa apresentará desenvolvimentos adicionais para os clientes envolvidos na indústria de energia eólica:

  • Nova infusão e sistemas adesivos estruturais

Para infusão a vácuo de pás de rotor cada vez maiores, a BASF desenvolveu o Baxxodur® System 5100, consistido da resina Baxxores® ER 5100 e o endurecedor Baxxodur® CE 5120. Este novo sistema de baixa viscosidade não só resulta na impregnação rápida e completa das fibras, mas também oferece um tempo de processamento consideravelmente mais longo do que os sistemas convencionais. A empresa também vai lançar um nova sistema de adesivo estrutural baseado em resina epóxi em Paris: o sistema Baxxodur 4100 consiste em resina adesiva Baxxores ER 4100 e endurecedor padrão Baxxodur CE 4110 ou, alternativamente, Baxxodur CE 4105 para a ligação rápida. O sistema foi certificado para a produção de pás de rotor pelo alemão Lloyd.

  • Proteção contra vento e condições metereológicas

Quando se trata de revestir as pás de rotor para energia eólica, a resistência à erosão e à radiação UV são essenciais. Esta protecção é proporcionada por dois Wind In-mold Gelcoats da BASF. Os materiais de pintura de dois componentes semi-transparentes são muito fáceis de usar graças a um componente endurecedor colorido com função de controle de mistura. Os absorvedores de UV integrados na nova geração evitam danos no substrato pela luz UV.

O Wind Gelcoat transparente pode ser aplicado a uma espessura de filme de até 400 µm. O RELEST® Wind ProcessCoat oferece todos os benefícios de um gelcoat em molde de utilização consideravelmente mais baixa. Ambos produtos são compatíveis com compostos orgânicos voláteis (em inglês, VOC – Volatile Organic Compounds) e fáceis de processar. Esta inovação é apenas uma parte da extensa variedade de revestimentos disponíveis da BASF para pás de rotor das turbinas eólicas.

Fonte: BASF

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Polímero de poliftalamida da Arkema apresenta propriedade de ultra-flexibilidade

18/02/2013
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Tubos de Brake Booster

A Arkema ampliou a gama de seus polímeros Rilsan® HT (High Temperature) com uma nova resina PPA ultra-flexível, que apresenta flexibilidade muito próxima das poliamidas de extrusão. No mercado desde 2009, Rilsan® HT é a primeira resina flexível de poliftalamida (PPA) a substituir tubulações de metal e borracha, em aplicações de alta temperatura. Com este novo avanço em ultra-flexibilidade, novas possibilidades economicamente viáveis tornam realidade a substituição não só de metais, mas também de borracha e polímeros fluorados na extrusão e montagem de tubos. Com 70% de carbono de origem vegetal renovável, a resina Rilsan® HT atende, desta forma, às atuais necessidades de indústrias com foco em soluções ambientalmente sustentáveis.

A classe de polímeros base PPA é conhecida não apenas pelo seu sucesso como material substituto de metais, mas também devido à sua inerente fragilidade e restrições na moldagem por injeção de peças técnicas. O primeiro grade Rilsan® HT da Arkema foi apresentado com módulo de 820 MPa e marcou uma significativa mudança na rigidez desta classe de materiais. Agora o mais recente membro da família Rilsan® HT reduziu ainda mais o módulo para 520 MPa.

“Com Rilsan® HT ultra flexível, nossos pesquisadores na Arkema encontraram uma maneira de flexibilizar e reduzir ainda mais este módulo para 520 MPa, graças à tecnologias inovadoras em materiais, além da experiência de longa data da ARKEMA em poliamidas de cadeia longa e de alto desempenho”, diz Michaela Steng, Gerente de Negócios para Rilsan® HT.

Segunda a Arkema, o novo grade ultra-flexível oferece as excelentes propriedades de cadeia alifática longa de Rilsan® PA11 com as tradicionais cadeias semi-aromáticas das PPA. Com esta tecnologia inovadora, diz a empresa, combinou-se a flexibilidade da PA11 com a resistência a altas temperaturas das PPA convencionais, assinalando novo marco para esta classe de materiais.

A Arkema cita várias vantagens competitivas do Rilsan® HT que contribuíram para o sucesso da resina no mercado, entre as quais a superior resistência à termo-oxidação em longo prazo, elevada resistência ao envelhecimento químico sob altas temperaturas, baixa absorção de umidade e excelente resistência de impacto a frio, quando comparadas com outros termoplásticos para altas temperatura e mesmo com as  resinas clássicas base PPA. O novo Rilsan® HT apresenta ainda uma resistência térmica melhorada para suportar maior tempo de serviço sob mesma temperatura de trabalho ou mesmo aumento de até 10°C na temperatura de trabalho quando comparado com a gama existente, diz a Arkema. O novo grade de Rilsan® HT agora apresenta também uma propriedade de impacto a frio semelhante à do Rilsan® PA 11.

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Tubos Industriais

Ampla gama de aplicações

Segundo a Arkema, o espectro de desempenho de Rilsan® HT torna a resina particularmente adequada para aplicações automotivas “sob o capô”. A empresa dizque o Rilsan® HT é facilmente transformado por extrusão (ou injeção) e pode ser processado em equipamentos padrão para todos os tipos de tecnologias de tubos (liso, corrugado ou moldado por extrusão-sopro), o que permite ampla flexibilidade de projeto com ótima relação custo-benefício. Como resultado, o Rilsan® HT tornou-se uma alternativa rentável e de baixo peso para montagens automotivas “sob o capô” de conjuntos contendo tubos de metal ou borracha, tais como: tubos blow-by, TOC transporte de óleo, entrada de ar e para gerenciamento de vácuo.

A Arkema afirma que as propriedades de Rilsan® HT ultra-flexível – excelente flexibilidade, resistência ao impacto à frio, excelente resistência a produtos químicos, óleos e outros fluidos em alta temperaturas – fazem de Rilsan® HT um substituto ideal para fluorpolímeros ou fluorelastômeros (ETFE, PTFE, FKM) mais caros, em muitas outras aplicações industriais exigentes como tubos pneumáticos flexíveis para altas temperaturas, tubulação hidráulica ou revestimento de cabos. Ainda segundo a empresa, quando comparado aos polímeros fluorados, o Rilsan® HT é um material de menor custo e menor densidade, mas com custo-eficiência superior; além de ser facilmente processado em comparação aos fluorados, contribuindo de forma significativa na redução de custo de peças e sistemas. A Arkema diz que tais vantagens tornam o novo Rilsan® HT ultra-flexível uma alternativa real  a materiais atualmente superdimensionados.

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Balanço de Propriedades das Resinas

Material com vantagem ambiental

O Rilsan® HT possui até 70% de matéria-prima vegetal renovável de culturas não alimentares (óleo de rícino). Comparado com outros polímeros para altas temperaturas de origem convencional à base de petróleo, o Rilsan® apresenta emissões de CO2 substancialmente menores além de preservar os recursos fósseis.

Fonte: Arkema

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Borracha sintética da Lanxess é usada em cozinhas de aeronaves

31/01/2013

Lanxess_LevaprenRevestimentos para piso usados em aviões de longo alcance devem atender a uma ampla gama de exigências rigorosas, inclusive por razões de segurança. Isto, naturalmente, aplica-se em particular aos produtos que precisam ser instalados nas cozinhas de aeronaves. Com seus novos revestimentos para piso Duroflex e Durofloor, os engenheiros da renomada especialista em borracha Metzeler Technical Rubber Systems GmbH, com sede em Edingen-Neckarhausen, na Alemanha, e uma subsidiária do fornecedor norte-americano de autopeças Cooper Standard, de Novi, nos Estados Unidos, desenvolveram alternativas inovadoras e duradouras para os revestimentos de silicone, muitas vezes utilizados até agora. Os novos produtos antiderrapantes e de fácil aderência caracterizam-se, por exemplo, pela resistência à abrasão e propriedades de proteção contra incêndios e baseiam-se, entre outros materiais, na matéria-prima de borracha Levapren, livre de halogêneo e com alta capacidade de preenchimento, da pioneira em borracha sintética LANXESS.

”Você pode imaginar que as cozinhas, onde refeições quentes e bebidas são preparadas para os passageiros de aviões de grande porte, sejam pequenas, mas eles não são”, diz Joachim Bormuth, responsável pela gestão da qualidade na Metzeler entre outras funções. “Em um Airbus A320, por exemplo, a cozinha ocupa uma área de cerca de 24 metros quadrados, e em aviões maiores, como o Boeing 747 ou o Airbus A380, ela pode até mesmo ser superior a 100 metros quadrados.” Portanto, fica evidente que estas instalações têm de ser protegidas principalmente com eficácia contra os riscos de incêndio, devido à presença de aparelhos elétricos, tais como micro-ondas e máquinas de café e o grande volume de cabos elétricos colocados em um espaço extremamente limitado. Além disso, há outras exigências, como baixa abrasão, baixa tendência de acúmulo de sujeira, como por exemplo, vinho tinto, e uma boa aderência ao substrato para ajudar a evitar os riscos de queda. A instalação fácil e tranquila também deve ser assegurada.

“As companhias aéreas, portanto, aplicam uma especificação funcional rígida que exige a aprovação em testes rigorosos de chama, por exemplo; isto muitas vezes está de acordo com os requisitos estipulados pelo FAR 25.853 da Administração Federal da Aviação (FAA) dos EUA que também contém especificações precisas com relação às características antiderrapantes”, continua Bormuth. Os fabricantes de equipamentos originais frequentemente acrescentam suas próprias especificações em relação a estabilidade dimensional, ondulações e abrasão. Testes de impacto, por exemplo, verificam o quanto os revestimentos para pisos sofrem quando os objetos caem sobre eles. Também é importante que a resistência à tração do material seja suficiente para impedir que ele se rasgue ao ser colocado. “Nós ainda ter a certeza de que os materiais utilizados não formam pequenas bolhas, quando a pressão da cabine é reduzida”, acrescenta Bormuth. “Como você vê, o campo da aviação tem suas próprias exigências muito especiais.”

Até o momento, as exigências mais importantes eram frequentemente cumpridas por revestimentos flexíveis ou laminados rígidos com uma camada superior de borracha de silicone. Entretanto, estes revestimentos frequentemente têm a desvantagem de uma dureza Shore baixo, o que pode resultar em desgaste comparativamente rápido e pode tornar o pavimento sensível à queda de objetos pontiagudos. E para muitos clientes preocupados com o custo, eles nem sempre eram a primeira escolha por razões financeiras. “Por isso, em 2002, nós começamos a procurar por materiais alternativos e fizemos um grande esforço de desenvolvimento no projeto”, diz Bormuth. O material que finalmente convenceu sua companhia era um grade especial da borracha sintética de EVM Levapren da LANXESS.

Uma boa escolha, de acordo com Michael Herrmann, especialista de produtos da unidade de negócios da LANXESS High Performance Elastomers: “De muitas maneiras o Levapren é um material ideal: a borracha não contém halogênios e, portanto, não liberta quaisquer gases acídicos corrosivos, em caso de incêndio; equipamentos de resgate mantêm-se intactos por mais tempo e a vida humana e os materiais são poupados. Em combustão, o Levapren tem uma densidade baixa de gás de fumaça, deixando as rotas de fuga livres por mais tempo, se o pior acontecer. Mas para que isto não aconteça, o Levapren pode ser complementado com grandes quantidades de preenchimento inorgânico retardante de chama, mas o seu processamento ainda continua fácil”.

Como os engenheiros da Metzeler decidiram escolher um grau relativamente polar do material, que está disponível em diferentes graus de polaridade, a contaminação da superfície, com óleos e outros produtos alimentares, pode ser geralmente removida com facilidade e mesmo os agentes de limpeza agressivos têm pouco impacto sobre o material. Apesar do elevado teor de preenchimento, ele é capaz de atender à demanda rigorosa por baixa densidade que é típica das aplicações de aviação. Além disso, o custo-benefício de matérias-primas de borracha é bem alto com suas propriedades de aderência boas, que não só permitem uma colocação segura e duradoura dos pisos flexíveis Duroflex da Metzeler, mas também permitem uma produção com custo-benefício dos laminados Durofloor mais rígidos, ao mesmo tempo em que mantêm um alto padrão de qualidade.

“Isso não é nenhuma surpresa, afinal o Levapren também é usado como uma matéria-prima adesiva”, diz o colega de Herrmann na unidade de negócios da LANXESS High Performance Elastomers, Frank Taschner. O material é processado na Metzeler numa calandra especial conhecida como um AUMA em que o material é vulcanizado em uma etapa. Neste processo incomum, que requer uma quantidade considerável de ajuste fino, a equipe da Metzeler demonstra a sua longa experiência no processamento de borrachas sintéticas.

O Levapren passou em seu primeiro batismo de fogo nos revestimentos para pisos Duroflex e Durofloor da Metzeler: estes pisos são utilizados em duas aeronaves pertencentes a uma companhia aérea importante há cerca de um ano e meio. “Estamos muito satisfeitos com os resultados do teste de voo”, diz Joachim Bormuth, “após este teste tão severo, o piso parece muito melhor do que muitos produtos de silicone.”

Fonte: Lanxess

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Suporte do painel de controle dianteiro do VW Golf passa a ser totalmente de plástico

30/01/2013

BASF_Painel_GolfO suporte do painel de controle dianteiro do novo Golf 7 está sendo fabricado totalmente com plástico. Isto foi possível graças a estudos com simulações em computador deste primeiro suporte de painel de controle dianteiro sem o reforço de metal. Substituir a peça hibrida anterior de polipropileno por uma peça produzida totalmente com plástico exigiu o uso não apenas da Ultramid® B3WG8 da BASF, uma poliamida altamente reforçada durante a fase de desenvolvimento, mas também especialmente de análises da injeção do material em computador. As peças anteriormente feitas de placas de aço conectadas foram eliminadas, reduzindo, assim, o peso do módulo dianteiro significativamente em comparação ao do modelo anterior, reduzindo o tempo de montagem e, consequentemente, os custos.

Design inteligente
Além do espaço limitado para o processo de instalação, os requisitos para a peça toda em plástico incluem inúmeros compartimentos de carga bastante desafiadores: entre eles, uma possível falha no trinco do capô, na qual a abertura e o fechamento incorretos do capô são simulados e testados sob as condições mais rigorosas. Ao mesmo tempo, o comportamento de rigidez e vibração do sistema que compreende a saída dianteira e o radiador foi otimizado a partir de análises CAE (análise computacional) e validado em um teste de vibração real.

Sensor de colisão
Especial atenção foi dedicada aos sensores de colisão acoplados à parte dianteira. Os sensores garantem o acionamento do airbag no momento exato em caso de colisão frontal. Para isso, a peça plástica deve apresentar uma rigidez dinâmica em um local definido e atender aos requisitos de aceleração definidos pela montadora. Durante um teste real, a resposta da vibração da peça correspondeu exatamente ao que foi projetado e previsto pelo software de simulação: o suporte do painel de controle dianteiro em Ultramid transmite o sinal de colisão corretamente.

Os compartimentos de carga principais são fundamentais para o projeto de saída dianteira; a partir deles, pode ser derivada uma topologia melhorada. Essa topologia fornece informações valiosas ao projetista sobre a forma final da peça. Graças às previsões altamente exatas obtidas com a simulação em computador, foram necessárias apenas pequenas modificações para levar o protótipo do suporte do painel de controle dianteiro para a produção em série. Isto demonstra o tipo de aplicações desafiadoras que podem ser enfrentadas ao combinar um material ideal com as ferramentas de previsão correta e de cálculos.

Fonte: BASF

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Innova lança novo grade de Poliestireno de Alto Impacto para o segmento de embalagens

24/01/2013

InnovaA Innova acaba de apresentar ao mercado o mais novo integrante da família de sua família de produtos – o R 770E – o novo grade de Poliestireno de Alto Impacto de alta performance para os segmentos de descartáveis e embalagens transparentes.

O novo grade foi desenvolvido e patenteado pelo Centro de Tecnologia em Estirênicos da Innova, e está focado nas aplicações de blendas de HIPS e GPPS, típicas nos segmentos de embalagens. O R 770E compõe a família de HIPS com propriedades avançadas, que exibem uma relação entre rigidez (módulo elástico) e tenacidade superior aos HIPS convencionais disponíveis no mercado brasileiro.

Segundo a empresa, além desta vantagem que pode ser convertida em ganhos diretos para os clientes, o R 770E apresenta comparativamente níveis superiores de transparência e de processabilidade em relação às blendas de HIPS e GPPS.

Com este novo desenvolvimento, a Innova reafirma sua estratégia de criar diferenciais tecnológicos que gerem ganhos para as cadeias de negócios de seus parceiros, através de produtos que aliam competitividade e inovação.

A Innova, empresa controlada integralmente pela Petrobras, é líder do mercado brasileiro de estirênicos. Com três plantas industriais instaladas no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), é a primeira e única companhia brasileira a integrar, em uma mesma localização, a produção de etilbenzeno, monômero de estireno e de poliestireno. Tem capacidade para produzir anualmente 680 mil toneladas de produtos petroquímicos.

Fonte: Innova

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