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Termotécnica apresenta Sistema Construtivo com EPS durante Feira do Concreto em São Paulo

26/08/2013

Termotecnica_Monoforte_1O Sistema Construtivo Monoforte, feito a partir de painéis monolíticos de EPS (isopor®) e telas de aço galvanizado, será uma das atrações do Concrete Show, maior evento da cadeia produtiva do concreto do Brasil, que acontecerá entre os dias 28 e 30 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).

Muito utilizado na construção civil mundo afora, o EPS ― sigla que representa o poliestireno expandido ― traz, segundo a Termotécnica, uma série de vantagens às edificações, como o maior conforto térmico e acústico dos ambientes e a diminuição do custo final da obra, com economia nas fundações e redução do efetivo de mão de obra.

Ressalta a empresa que o uso do EPS, material 100% reciclável e reutilizável,  torna as obras ecoeficientes,  já que utilizam menos recursos naturais, como água e energia elétrica, e, graças à facilidade de transporte do material ― leve e compacto ―, emitem menores quantidades de CO2 na atmosfera.

“Existe uma enorme expectativa em torno do Monoforte, principalmente por parte dos profissionais que buscam sistemas inovadores e competitivos para propor melhores soluções para os seus clientes”, explica Adriano Vendramini Dessimoni, diretor comercial da Termotécnica, maior indústria transformadora de EPS da América Latina, desenvolvedora deste sistema construtivo.

As vendas têm se intensificado, com uma tendência de aumento da demanda ainda neste segundo semestre de 2013, destaca a empresa. “A lista de clientes potenciais não para de crescer e deve ficar ainda maior quando apresentarmos algumas novidades”, continua Dessimoni.

Adriano Dessimoni aproveita para explicar como o Monoforte se encaixa nessa demanda. “As grandes construtoras e incorporadoras estão cada dia mais exigentes com relação à garantia da qualidade dos materiais de construção e à quantidade cada vez maior de edifícios verdes nas grandes cidades. Isso tem aumentando significativamente as exigências técnicas e ambientais dos produtos utilizados nestas obras. A Termotécnica está atenta a tudo isso, trabalhando na pesquisa e desenvolvimento de produtos, entre outros fatores, para continuar trazendo soluções inovadoras e seguras para o mercado”.

Sobre a Termotécnica: Fundada em 1961, a Termotécnica é a maior transformadora de EPS (Poliestireno Expandido, conhecido como isopor®), da América do Sul. Fabrica sua própria matéria-prima e produtos acabados. Atua nos segmentos de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, construção civil, utilidades domésticas, agroindústria, alimentício, bebidas, produtos frágeis, entre outros. Dispõe de unidades em Joinville e Pirabeiraba (SC), Goiânia (GO), Sumaré (SP), São José dos Pinhais (PR), Rio Claro (SP), Indaiatuba (SP), Petrolina (PE), Sapucaia do Sul (RS) e Manaus (AM).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Espuma da BASF proporciona condições ideais de flutuação para veículos aquáticos

02/08/2013
  • Interpolímero de Poliestireno/Polietileno possui absorção mínima de água e resistência a químicos
  • Espuma elástica-rígida garante flutuação ao casco do WaveRunner da Yamaha

BASF_Yamaha_2

Graças à utilização da espuma em partículas do Interpolímero Poliestireno / Polietileno (E-por®), os veículos aquáticos da linha WaveRunner da Yamaha Motors atendem aos requisitos de leveza e flutuação indicados pela Norma ISO 13590. A baixa densidade da espuma E-por®, que é instalada na dianteira e nas laterais da carroceria do modelo VX700S produzido pela fabricante japonesa, garantem a flutuação do veículo aquático pessoal (VAP).

O VX700S tem o peso composto principalmente pelo motor, jato, tanque e casco, e oferece uma capacidade de embarque de até três passageiros. Para obter a flutuação necessária, o veículo aquático exige uma estrutura estável que fornece a força de flutuação. A espuma funciona como estrutura flutuante graças à baixa densidade e ao bom perfil de material. O VX700S, com uma carroceria de 240 quilos, é o modelo de VAP mais leve para acomodar três passageiros já desenvolvido até hoje. Apesar de compor uma grande parte do volume total, as partes feitas com a espuma da BASF são responsáveis por apenas 3,3 quilos do peso total. Além disso, a espuma E-por® pode ser processada facilmente, como o EPS (poliestireno expansível), na densidade e na forma desejadas, permitindo, dessa maneira, que as partes moldadas sejam inseridas perfeitamente no revestimento.

Flutuação suficiente
Hiromi Ishizaka, Gerente de Contas da fabricante japonesa de moldes Astec Corporation, conjuntamente com sua parceira de negócio Sano Enterprises, orientou a Yamaha Motor durante a escolha do material: “O interpolímero da BASF oferece às nossas empresas e aos nossos clientes uma alternativa interessante para substituir outras espumas, e o E-por® impressiona por suas excelentes propriedades de material”. Em particular, a absorção mínima de água, a resistência à ruptura e também a boa resistência a químicos da espuma da BASF desempenharam um papel essencial no processo de escolha do material. Com essas características, a espuma também ajuda a aumentar o grau de rigidez do casco da embarcação. Keijiro Ikeda, gerente da Unidade de Negócio de Veículos Aquáticos da Yamaha Motors, explica:  “A espuma é ideal para utilização no WaveRunner, pois  atende as nossas exigências técnicas.”

Não é apenas uma atividade de lazer
Os VAPs consistem de um casco produzido com plástico reforçado com fibra de vidro e são fornecidos em diversos designs – desde as versões de condução em pé, ideais para uma única pessoa, até os modelos que acomodam até quatro passageiros sentados. Os VAPs são conhecidos principalmente no campo do lazer e normalmente encontrados em resorts com infraestrutura aquática, onde os veranistas alugam os veículos para passeios esportivos. No entanto, os veículos aquáticos também são usados como veículos rápidos e flexíveis para emergências, assim como para a execução de serviços como patrulhamento fluvial, combate a incêndios e resgate.

O mercado americano é o mais popular para os VAPs, o qual conta atualmente com cerca de 1,2 milhão de veículos registrados. A Yamaha Motors produz veículos aquáticos pessoais com a marca registrada “WaveRunner” desde 1986, ano em que a empresa foi a primeira fabricante a lançar um modelo com dois lugares sentados no mercado. A empresa japonesa conta com décadas de experiência na fabricação de barcos, motores de popa e motocicletas.

Espuma expansível
O E-por® é um interpolímero expansível à base de Poliestireno e Polipropileno (com teor de PS superior a 70%), que emprega um teor de agente expansor (pentano) inferior a 5%. Na sua formulação, os polímeros interagem uns com os outros e também com o agente expansor. Trata-se de uma espuma em partículas resistente à ruptura e com alto grau de resistência a solventes. Esta espuma elástica-rígida também pode ser armazenada, processada e reciclada seguindo o mesmo procedimento adotado para EPS (Poliestireno Expandido).

Fonte e foto: BASF

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Innova lança novo grade de Poliestireno de Alto Impacto para o segmento de embalagens

24/01/2013

InnovaA Innova acaba de apresentar ao mercado o mais novo integrante da família de sua família de produtos – o R 770E – o novo grade de Poliestireno de Alto Impacto de alta performance para os segmentos de descartáveis e embalagens transparentes.

O novo grade foi desenvolvido e patenteado pelo Centro de Tecnologia em Estirênicos da Innova, e está focado nas aplicações de blendas de HIPS e GPPS, típicas nos segmentos de embalagens. O R 770E compõe a família de HIPS com propriedades avançadas, que exibem uma relação entre rigidez (módulo elástico) e tenacidade superior aos HIPS convencionais disponíveis no mercado brasileiro.

Segundo a empresa, além desta vantagem que pode ser convertida em ganhos diretos para os clientes, o R 770E apresenta comparativamente níveis superiores de transparência e de processabilidade em relação às blendas de HIPS e GPPS.

Com este novo desenvolvimento, a Innova reafirma sua estratégia de criar diferenciais tecnológicos que gerem ganhos para as cadeias de negócios de seus parceiros, através de produtos que aliam competitividade e inovação.

A Innova, empresa controlada integralmente pela Petrobras, é líder do mercado brasileiro de estirênicos. Com três plantas industriais instaladas no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), é a primeira e única companhia brasileira a integrar, em uma mesma localização, a produção de etilbenzeno, monômero de estireno e de poliestireno. Tem capacidade para produzir anualmente 680 mil toneladas de produtos petroquímicos.

Fonte: Innova

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BASF apresenta soluções em polímeros para construção na BAU – Feira para Arquitetura, Materiais e Sistemas

23/01/2013
  • Materiais da BASF aumentam eficiência energética, reduzem manutenção e agregam conforto
  • Tópico de pesquisa mais recente: pigmentos eletrocrômicos para iluminação interior de ambientes

BASF_BAUA BASF exibirá a contribuição da química para a construção sustentável na feira de exposições BAU 2013, em Munique, de 14 a 19 de janeiro de 2013.  Com seu espaço localizado no estande 303 no corredor A4, a empresa apresenta diversas soluções, incluindo produtos para aumentar a eficiência energética de construções. Entre outros itens que serão apresentados, estão os materiais para tornar as construções mais duráveis reduzindo, assim, a manutenção e os reparos.  A BASF também oferece suporte a arquitetos e planejadores que desejam experimentar novas abordagens de projetos e apresenta ainda uma visão das últimas pesquisas sobre pigmentos eletrocrômicos para iluminação interior de ambientes.

A BASF está em parceria na mostra especial Sustainable construction: a transparent guide to the appropriate product (Construção sustentável: um guia transparente para o produto apropriado), organizada pelo German Sustainable Building Council – DGNB (Conselho de Construções Sustentáveis da Alemanha).

“A nossa meta é, mais do que nunca, integrar a sustentabilidade aos nossos negócios. Consideramos a construção sustentável como um processo que combina a viabilidade econômica, a preservação de recursos, a proteção do meio ambiente e que atende as necessidades sociais. As inovações da área química são a chave para a construção sustentável”, disse Jacques Delmoitiez, gerente da BASF, cujas responsabilidades pelo negócio na região da  Europa, Oriente Médio e África incluem a promoção do diálogo entre a BASF e a indústria da construção.

A indústria da construção é uma das principais clientes da BASF, contabilizando entre cinco e dez por cento das vendas totais.

Melhorando a pegada energética de construções

Um dos objetivos do processo de diálogo é o de ajudar no desenvolvimento de soluções para construções energeticamente mais eficientes. A área de construção e de moradias representa aproximadamente 40% do consumo global de energia e 30% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2). Este impacto pode ser reduzido significativamente. A linha de soluções que a BASF apresenta na BAU inclui o isolamento de perímetros, as molduras de janelas com pontes térmicas reduzidas e os sistemas de isolamento para fachadas, telhados e coletores solares.

Neopor®, uma versão mais avançada à base do material clássico de isolamento de poliestireno Styropor®, contém partículas especiais de grafite que refletem a radiação térmica como um espelho e assim reduzem a perda de calor na residência. Esta tecnologia é demonstrada na aplicação em teto plano e também em um sistema com revestimento de proteção contra a chuva com ventilação na parte posterior. O tradicional Styrodur® C é ideal para o isolamento de perímetros por sua alta força de compressão e sua baixa absorção de água. Estas duas propriedades são colocadas em destaque na apresentação da feira. Basotect®, uma espuma especial de células abertas produzida a partir da resina melamínica, é um isolante térmico resistente ao calor usado para aplicações como isolamento de coletores solares.

Outras soluções que contribuem para a eficiência energética abrangem as aplicações de poliuretano. Os itens apresentados pela BASF na BAU incluem o Elastopor® e o Elastopir®, placas de espuma de poliuretano rígido testadas e aprovadas, para o isolamento de telhados, paredes, pisos e tetos, e elementos com camadas de PU para telhados e fachadas. Com características como condutividade ultrabaixa de calor (grau 024), estes materiais também são usados para sistemas de isolamento de espuma de poliuretano rígido para as molduras de janelas e também para venezianas.

Minimizando esforços de manutenção e reparos

Os materiais da BASF também ajudam a proteger as estruturas dos efeitos causados por condições climáticas, reduzindo, dessa forma, a manutenção necessária e o trabalho de reparo. Os itens exibidos pela empresa incluem revestimentos de tetos com uma camada de poliuretano termoplástico para sua proteção dos efeitos de fenômenos meteorológicos.

Melhor acústica para mais conforto

Os visitantes que desejam aumentar os níveis de conforto nas construções residenciais, comerciais e industriais são indicados para  testar a caixa acústica no estande da BASF. Mais uma vez, Basotect entra em ação. Esta especialidade de espuma versátil com sua ampla gama de propriedades absorve o som para uma acústica significativamente melhorada.

Opções melhoradas de projeto

E finalmente, os materiais da BASF abrem um vasto leque de possibilidades para projetos: Permaskin®, um revestimento inovador de poliuretano termoplástico para elementos de construção estruturados e tridimensionais como portas, persianas, revestimentos, paineis e portas de garagem, melhora a aparência superficial com uma variedade de estruturas, possibilitando, assim, diversos projetos, desde um visual monocromático simples até os acabamentos semelhantes à madeira.

A mostra que destaca o projeto de pesquisa sobre iluminação de ambientes apresenta filmes de poliéster com pigmentos eletrocrômicos aplicados a materiais como o vidro, por exemplo. A ideia é que estes pigmentos mudem de cor quando há a aplicação de voltagem através de uma célula solar integrada. Daqui a alguns anos, esta tecnologia poderá ser desenvolvida a ponto de poder ser usada em aplicações como portas de escritório com paineis de vidro.

A principal feira mundial nas áreas de arquitetura, materiais e sistemas contará, este ano, com a presença de aproximadamente 2.000 expositores de mais de 40 países. A BASF já exibe seus produtos nesta feira há muitos anos.

Fonte:  BASF

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Joint venture da Chevron Phillips e Petrochem inicia operação plena de complexo petroquímico na Arábia Saudita

01/10/2012

A Saudi Polymers Co começou a operar em plena capacidade nesta segunda feira na sua unidade de Al Jubail, na Arábia Saudita.

O complexo petroquímico pode produzir 1,16 milhões de toneladas / ano de eteno; 1,1 milhões de toneladas / ano de polietileno (combinando PE de alta densidade e PE linear de baixa densidade); 430.000 toneladas / ano de propeno, 400.000 toneladas de polipropileno (PP); 200.000 toneladas / ano de poliestireno (PS) e 100.000 toneladas / ano de hexeno-1.

“Vamos agora trabalhar para atingir as metas de inventário críticas para assegurar nossa confiabilidade a longo prazo como um fornecedor de produtos de qualidade”, disse Mike Zeglin, presidente-executivo da Saudi Polymers.

A Saudi Polymers Co. irá atender tanto ao mercado doméstico como ao internacional.

As exportações de produtos serão negociadas pelo seu distribuidor exclusivo, Gulf Polymers Distribution Co, utilizando a rede global de marketing da Chevron Philips.

O complexo petroquímico, que fica em um terreno de 1,1 milhões metros quadrados na cidade industrial de Al Jubail, teve a sua construção iniciada em janeiro de 2008 e criou cerca de 950 postos de trabalho.

A Petrochem (National Petrochemical Company) da Arábia Saudita detém uma participação de 65% na Saudi Polymers, enquanto os restantes 35% são de propriedade da Arabian Chevron Phillips Petrochemical Co Ltd – uma subsidiária integral da empresa norte-americana Chevron Phillips Chemical (CPC).

Fonte: Chevron Phillips

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Petrobras vai dobrar a produção de estireno da Innova.

21/11/2011

O governo do Estado do Rio Grande do Sul e a empresa Innova assinaram no Palácio Piratini nesta quinta-feira-feira (17/11/2011) um protocolo de intenções que garantirá a ampliação da planta da empresa no Polo Petroquímico de Triunfo (RS).

Com o investimento estimado em US$ 250 milhões, a empresa controlada pela Petrobrás vai duplicar a sua capacidade de produção anual de etilbenzeno e de estireno no Rio Grande do Sul, atualmente assim distribuída: 270 mil toneladas de etilbenzeno e 260 mil toneladas de estireno. O estireno é matéria prima para produção de várias resinas plásticas, entre as quais o poliestireno, assim como a borracha sintética SBR. “É um investimento fundamental para adensarmos a nossa cadeia produtiva da indústria petroquímica”, afirmou o governador Tarso Genro.

A estimativa é que a nova planta esteja em plena operação no segundo semestre de 2014. Como se trata de uma ampliação, ela vai gerar apenas 10 empregos diretos e 150 indiretos ligados à operação, mas o volume de novos postos de trabalho deve crescer à medida que os clientes ampliarem as compras de matéria-prima e também aumentarem a sua produção. “O apoio do governo do Estado nos assegura a realização deste investimento, que é um passo importante do processo de expansão da companhia. É um divisor de águas”, afirmou Margareth.

Também presente na reunião, a Petrobrás informou que a duplicação da Innova é o segundo maior investimento da estatal de petróleo no setor petroquímico. “Estamos fazendo uma corrida para o mercado. Esta duplicação é uma âncora para novos investimentos”, disse o gerente de Projetos Petroquímicos da Petrobrás, André Luís de Souza Alves Pinto.

O petroquímico é um dos setores estratégicos da atual política de desenvolvimento do Estado. “Trata-se de um setor já enraizado na economia gaúcha. Nós estamos apoiando a economia tradicional com a mesma intensidade com que estamos prospectando oportunidades na chamada nova economia”, explica Knijnik.

De acordo com o presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marcus Coester, o investimento da Innova se integra à matriz produtiva do Estado. “Tem o poder de atrair novos investimentos e complementar a nossa cadeia produtiva”, disse Coester.

Fonte: Secretaria de Investimento e Promoção do Desenvolvimento do RS

Comissão Europeia aprova a formação da joint venture Styrolution entre a BASF e a INEOS, que atuará no setor de derivados estirênicos.

02/06/2011

A Comissão Europeia aprovou hoje a formação da joint venture Styrolution. A BASF SE, com sede em Ludwigshafen, na Alemanha, e a INEOS Industries Holdings Limited, com sede em Lyndhurst, no Reino Unido, têm agora a aprovação da Europa para unir globalmente na nova empresa Styrolution suas atividades relacionadas a monômeros de estireno (SM), poliestireno (PS), acrilonitrila butadieno estireno (ABS), copolímeros de estireno-butadieno (SBC) e outros copolímeros à base de estireno (SAN, AMSAN, ASA, MABS), bem como blendas de copolímeros.

As vendas pró-forma dos negócios combinados foram de 6,4 bilhões de Euros em 2010. As atividades de poliestireno expansível (EPS) não fazem parte desta transação; a BASF e a INEOS irão continuar com os respectivos negócios. Com a Styrolution, a BASF e a INEOS irão formar a empresa líder global no mercado de estirênicos. A Styrolution tem uma posição global excelente, com unidades na Europa, Ásia e América do Norte. A Comissão Europeia aprovou a formação da joint venture com a condição de que as partes vendam a unidade produtiva de ABS em Terragona, na Espanha. Esta unidade é responsável por menos de 3% do EBITDA pró-forma da Styrolution no ano de 2010.

A formação da joint venture já foi aprovada pela Comissão dos EUA sem nenhuma condição. A BASF e a INEOS vão continuar operando como empresas independentes até que o acordo se complete, o que é esperado para 2011, o que ainda depende das aprovações das autoridades antitruste de outros países. Estirênicos são usados principalmente em produtos para casa e escritório, para aparelhos elétricos e de comunicação, além de embalagens. Os copolímeros à base de estireno são resinas termoplásticas de monômero de estireno e acrilonitrila. Estes são usados principalmente nas indústrias automotiva e tecnológica, bem como em produtos utilizados no dia a dia.

Fonte: BASF

Produção local da resina Flexible Noryl* da SABIC IP reduz os tempos de entrega para os clientes em 50 por cento

15/05/2011

Durante a BrasilPlast 2011, a SABIC Innovative Plastics anunciou que a partir de agora fornecerá a sua mundialmente renomada resina Flexible Noryl* para o essencial mercado sul-americano. Esta nova produção local reduzirá drasticamente os tempos de produção de resinas sustentáveis, não halogenadas e retardadoras de chamas em até 50 por cento, em média, e é um acréscimo bem vindo ao já amplo portfólio de produtos da empresa fabricados no Brasil. O anúncio da SABIC Innovative Plastics sublinha o compromisso da empresa em ajudar a assegurar o fornecimento local confiável de seus materiais sustentáveis termoplásticos para ajudar os clientes locais e regionais a destacarem seus produtos, crescerem e obterem êxito nos mercados em que se inserem.

A produção local da resina Flexible Noryl ainda poderá beneficiar os clientes sul-americanos de fios e cabos nas indústrias automotiva e elétrica/eletrônica (E/E) acelerando o tempo de colocação no mercado e apoiando a conformidade com as normas ambientais.

“Nossa nova capacidade de produção demonstra nosso sério compromisso com o mercado sul-americano, em que já oferecemos sólidos serviços e suportes técnicos locais incluindo o desenvolvimento de aplicação e a adequação às cores do cliente,” afirma Ricardo Knecht, gerente geral da SABIC Innovative Plastics na América do Sul. “Agora que fornecemos entregas muito mais rápidas de amostras e resinas, podemos facilitar significativamente o planejamento dos clientes e a utilização da tecnologia da resina Flexible Noryl em seus programas. Isto também abrirá possibilidades novas para este versátil material, tais como o uso expandido em cabos USB, audio e vídeo e de carregadores de celulares com opções esteticamente interessantes fornecidas pelos nossos novos tipos brancos resistentes a ultravioleta. Igualmente importante, o uso da resina Flexible Noryl apoia iniciativas de proteção ambiental em indústrias chave para beneficiar a região como um todo.”

Desempenho sustentável em fios e cabos

As resinas Flexible Noryl possibilitam desempenho ambientalmente responsável por evitarem o uso de retardadores de chama halogenados e fornecendo uma alternativa para o tradicional policloreto de vinila (PVC) em revestimento e isolamento de fios e cabos. Estes materiais apoiam a conformidade com normas tais como as diretrizes de restrição às substâncias perigosas (Restriction of Hazardous Substances – RoHS) da União Europeia e resíduos de equipamentos elétricos e eletrônicos (Waste Electrical and Electronic Equipment – WEEE) e o padrão de registro, avaliação e autorização de substâncias químicas (Registration, Evaluation and Authorization of Chemicals – REACH). Em contraste com os outros materiais , tais como polietileno reticulado, que são mais difíceis de reciclar, as resinas Flexible Noryl fornecem alto desempenho em calor dispensando o uso de reticulados.

Estes materiais possibilitam um excelente equilíbrio entre flexibilidade, propriedades mecânicas e facilidade de processamento. Eles também apresentam desempenho ultravioleta em ambientes internos para resistir ao desbotamento e à decomposição.

As resinas Flexible Noryl estão disponíveis em branco, preto ou ainda em grades coloridos
conforme a demanda.

Fonte: SABIC IP

Petrobrás anuncia aquisição da Innova, fabricante de Poliestireno e derivados petroquímicos.

03/04/2011

A Petrobras informa que passou a deter 100% do capital social da Innova, empresa petroquímica controlada anteriormente pela Petrobras Energia Internacional, subsidiária argentina controlada pela Petrobras Argentina (Pesa). A Innova está localizada no Polo de Triunfo (RS). O valor da operação, aprovada pelo Conselho de Administração das duas empresas, Petrobras e Pesa, é de US$ 332 milhões.

Com a participação integral neste ativo petroquímico, a Petrobras passa a ter autonomia para realizar novos investimentos na Innova e para alinhar a atuação desta empresa aos seus negócios atuais e futuros no Brasil. Ao mesmo tempo, a operação permitirá à Pesa concentrar suas atividades na Argentina.

A Innova produz estireno, poliestireno e etilbenzeno, matérias-primas da borracha sintética, de resinas acrílicas e da resina poliéster, utilizados na fabricação de descartáveis, tintas, isopor, pneus, embalagens, papel, entre outros.

Fonte: Petrobras – Fatos e Dados Blog

EPS é utilizado na duplicação da rodovia BR101

03/01/2011

Blocos de EPS (conhecido como Isopor®) estão sendo utilizados de maneira pioneira em obras viárias no Brasil em substituição ao solo compactado na duplicação da Rodovia BR 101 nas regiões Sul e Nordeste. São mais de 30 mil metros cúbicos  (o equivalente a mais de 650 toneladas de material) aplicados com o conceito de aterro ultraleve, o que possibilitou a entrega das obras em tempo recorde. Estima-se que a economia de custos com uso do EPS pode chegar a 40%. As obras fazem parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e estão sob
responsabilidade do DNIT.

Largamente adotada nos Estados Unidos e na Europa, a aplicação do EPS em estradas ainda é pouco conhecida no Brasil e é indicada na estabilização de encostas e em aterros em solos moles. O baixo peso do produto permite a execução fácil e rápida, com redução considerável de tempo e de custo.

Em Tubarão, Santa Catarina, os blocos de EPS estão sendo utilizados na obra do aterro da cabeceira do viaduto principal de acesso à cidade. É o maior projeto de EPS (poliestireno expansível) na América do Sul com um volume aproximado de 13 mil metros cúbicos de blocos fornecidos pela Tecnocell e produzidos com EPS da BASF (Styropor®).

Na região Nordeste, o EPS também está sendo usado na duplicação da BR 101, nos Estados da Paraíba e de Pernambuco. São mais de 20 mil metros cúbicos de EPS em blocos com dimensões de 4 metros de comprimento, por 1,25 m de largura e 1 m de altura, fornecidos pela Knauf-Isopor e pela Termotécnica.

O bloco de EPS foi escolhido por ser resistente à compressão, proporcionando redução na pressão exercida em cima desses solos, e pelo baixo custo que a solução apresentou em comparação com outras tecnologias. Outra qualidade do EPS é ser totalmente inerte, não apresentar qualquer risco de contaminação e a sua decomposição leva cerca de 400 anos, o que garante a segurança e a estabilidade ao terreno onde está sendo aplicado.

Com 59,4 quilômetros de extensão, a duplicação da BR-101, no chamado “Corredor Nordeste”, começa na entrada do município de Lucena, na Paraíba, e se estende até a divisa com o Estado de Pernambuco. As obras do Nordeste estão sendo executadas pelo 1º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército.

Fonte:  Boletim Leia (Siresp)

BASF cria nova empresa para o negócio de estirênicos

11/10/2010
    • Atividades de estirênicos existentes na BASF serão transferidas para empresas independentes
    • Foco da STYROLUTION será nos clientes do negócio de estirênicos

      A BASF continuará promovendo o desenvolvimento estratégico do seu negócio de estirênicos. A empresa STYROLUTION foi criada para tornar o negócio mais competitivo para o futuro. A BASF planeja separar seus negócios de monômeros estireno (SM), acrilonitrila-butadieno-estireno (ABS), copolímeros de estireno-butadieno (SBC) e outros copolímeros baseados em estireno e estabelecê-los em empresas separadas. A BASF vai manter seus negócios em espumas de poliestireno, bem como as capacidades de monômero e poliestireno necessárias para produzir a espuma.

      A separação dos negócios nas empresas independentes deve ser concluída até 1º de janeiro de 2011. A STYROLUTION irá desempenhar o papel de liderança na indústria de estirênicos.

      “O estabelecimento da STYROLUTION é mais um passo na implementação da estratégia da BASF para o seu negócio de estirênicos”, afirma Dr. Martin Brudermüller, membro da Junta Diretiva da BASF SE e responsável pelos negócios de plásticos da empresa. “Com essa ação, nós seremos capazes de sustentar e melhorar o nosso negócio global em um ambiente caracterizado por demanda volátil, alta pressão sobre as margens de lucro e forte concorrência. Assim, a STYROLUTION vai se tornar o fornecedor global mais indicado graças à sua tecnologia de ponta, excelente portifólio de produtos e foco claro. Ao mesmo tempo, continuamos abertos a outras opções estratégicas”.

      A BASF vai transferir as produções locais do seu negócio de estirênicos na Alemanha (Ludwigshafen e Schwarzheide), Bélgica (Antwerp), Coréia (Ulsan), Índia (Dahej) e México (Altamira) para a STYROLUTION. As companhias independentes também serão estabelecidas em outros países, por exemplo, nos Estados Unidos, Itália, Brasil ou China, onde a BASF tem outras atividades nesta área, como marketing e vendas. A BASF emprega cerca de 1.460 pessoas no negócio de estirênicos em nível mundial e as vendas foram de cerca de €2,5 bilhões em 2009.

      Durante a separação e transferência dos negócios, a BASF está empenhada em assegurar que os clientes recebam os mesmos padrões de alta qualidade nos produtos e serviços.

      Roberto Gualdoni, responsável mundial pela Divisão de Estirênicos da BASF declara: “Ao concentrarmos em estirênicos, estamos criando a flexibilidade para nos ajustarmos ainda melhor para os desafios no setor, focando ainda mais nas necessidades dos clientes. Eles vão lucrar com mais eficiência, serviços personalizados, suporte técnico mais rápido, mais competitividade e velocidade”.

      Aplicação dos produtos
      Os estirênicos são destinados principalmente para o uso na linha branca, eletroeletrônicos, indústria automotiva, e aplicações nos mais variados tipos de embalagem.

      Fonte: BASF

      Sasil apresenta copoliéster Tritan® para aplicação em produtos de transparência superior

      29/07/2010

      A distribuidora nacional de resinas termoplásticas Sasil, mostra na Interplast 2010 os diferenciais do copoliéster Tritan®, parte de uma nova geração de poliésteres, que proporcionam equilíbrio de propriedades químicas, ajudando o mercado de cuidados infantis a atender a demanda por produtos que oferecem transparência superior, rigidez, durabilidade ao uso de lava-louças e fabricação sem bisfenol-A (BPA).

      A Sasil representa grandes empresas nacionais e internacionais de termoplásticos como Braskem, Innova e Eastman com linha completa de resinas para os mais diversos segmentos da indústria de materiais plásticos: PE, PP, PS, PVC, EVA, copoliésteres Tritan, dispondo de estoque para pronta entrega. Dispõe também de serviços de logística, assistência técnica, desenvolvimento de produtos e assistência técnica.

      Sobre a Sasil
      A Sasil atua no mercado industrial desde 1973 na prestação de serviços por meio de soluções inteligentes e ágeis focadas nas necessidades dos clientes. Distribui em todo o país, completa linha de produtos químicos e termoplásticos, dispondo de logística estruturada e ágil, e depósitos estrategicamente localizados em todo o território nacional. É certificada em ISO9001.

      Fonte: Messe Brasil

      Pesquisadores da UFRJ desenvolvem método inédito para reciclagem de plástico

      26/07/2010

      Amostras de polímeros no laboratório da Coppe: é possível produzir plásticos reaproveitando até 40% de material plástico já utilizado

      Do plástico usado ao plástico novo.  Pensando em minimizar os efeitos ambientais negativos do excesso de plástico descartado sem critérios pela sociedade, pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) desenvolveram uma nova técnica de reciclagem desse material. Testes realizados no Laboratório de Modelagem, Simulação e Controle de Processos da instituição mostraram que é possível criar resinas plásticas produzidas a partir do reaproveitamento de até 40% de material plástico já utilizado.

      O método escolhido pela equipe foi a reciclagem com produção in situ, que possibilita incorporar materiais plásticos usados a plásticos virgens no próprio ambiente da reação química. Por meio da polimerização em suspensão, foram realizadas misturas moleculares de poliestireno reciclado e de poliestireno virgem, usando copos descartáveis. “A técnica é simples. Basicamente dissolvemos o plástico usado numa solução com reagentes e depois adicionamos o material direto no reator para fazer mais plástico”, diz o professor José Carlos Pinto, responsável pelo projeto.

      Ao contrário de outras técnicas de reciclagem, como a mecânica, esse método mantém a qualidade do produto final, pois a adição de plásticos reciclados não interfere no andamento da reação química de polimerização. “O plástico usado foi reincorporado como matéria-prima do processo sem grandes transformações químicas. As propriedades finais do produto são similares às propriedades dos polímeros não-reciclados”, assinala.

      Além de copos descartáveis, a técnica pode ser empregada com outras famílias de materiais à base de poliestireno, de poliacrilatos, de polimetacrilatos e de poliacetatos, como aqueles utilizados para fabricar capas de CD, isopor, interiores de geladeira e carcaças de televisão, entre outros produtos. “O próximo passo é testar a técnica com cargas de isopor recicladas. O isopor não é biodegradável, mas pode ser facilmente reciclado e utilizado para fabricar isopor novo”, adianta José Carlos.

      A Coppe já encaminhou ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) a solicitação de patente para a nova técnica, que poderia ser facilmente incorporada ao setor produtivo para uso em escala industrial, devido ao seu baixo custo. “Para as fábricas se adaptarem a essa tecnologia, precisariam apenas fazer pequenos ajustes, como adicionar na linha de produção um recipiente para misturar o plástico reciclado com os reagentes”, explica.

      Impactos da reciclagem

      Testes com polímeros de copo plástico mostram que a nova técnica mantém a qualidade do produto final da reciclagem

      De acordo com o professor José Carlos Pinto, a reciclagem é a melhor resposta diante do debate sobre usar ou não usar o plástico. “A questão maior não é se devemos usar ou não o plástico, mas o que devemos fazer com ele depois do seu ciclo de uso”, destaca o engenheiro químico, lembrando que o plástico deve ser tratado como uma matéria-prima potencialmente reutilizável, e não como lixo.

      O professor ressalta os impactos ambientais positivos da transformação de plástico em plástico. “A reciclagem contribui para reduzir a quantidade de material descartado no meio ambiente, pois o utiliza como matéria-prima para produzir novos materiais plásticos. Ao ser reciclado, se economiza o petróleo que seria utilizado para fazer plástico novo e isso certamente contribui para a redução da emissão de carbono na atmosfera”, diz.

      A reciclagem do plástico também pode resultar em consideráveis impactos econômicos e sociais. “A reciclagem pode estimular a valorização econômica dos resíduos plásticos. Eles têm baixo valor agregado, apesar de serem derivados do petróleo, e por isso são facilmente descartados pela população”, avalia. “Ela também pode gerar empregos por incentivar a coleta seletiva de plástico por cooperativas de catadores de lixo”.

      Plásticos são materiais formados pela união de grandes cadeias moleculares chamadas polímeros, que por sua vez são formadas por moléculas menores, chamadas monômeros. Estima-se que no Brasil pelo menos 2,2 milhões de toneladas de plástico pós-consumo (descartados após o uso) se acumulam anualmente, segundo dados da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos – entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor para divulgar a importância dos plásticos na vida moderna e promover sua utilização ambientalmente correta.

      Além do professor José Carlos Pinto, fazem parte da equipe os alunos Caio Kawaoka, que é Bolsista Nota 10 da FAPERJ, e Carlos Castor. Eles dedicaram as suas dissertações de mestrado ao tema. O estudo foi contemplado pelos editais Cientista do Nosso Estado e Estudos e Soluções para o Meio Ambiente, da FAPERJ.

      Fonte:  FAPERJ (Débora Motta)


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