Posts Tagged ‘Plásticos na Agricultura’

Sansuy destaca produtos vinílicos na Hortitec 2014

28/05/2014

Empresa apresentará em seu estande equipamentos que facilitam o trabalho do produtor agrícola

Sansuy-HortitecConsiderada a maior mostra de horticultura da América Latina, a Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas contará, mais uma vez, com a participação da Sansuy, fabricante de laminados flexíveis e produtos manufaturados de PVC. Em função da abertura do Mundial de Futebol, neste ano a feira será realizada de 28 a 30 de maio, no Pavilhão da Expoflora, em Holambra, São Paulo.

Para a 21ª edição do evento, a empresa destacará em seu estande dois importantes produtos destinados à tecnologia agrícola, à produtividade e ao meio ambiente: o viniarco e o vinitank com hidroponia. “É importante estar em um ambiente como esse mostrando soluções para facilitar a vida do agricultor. Por isso, a Sansuy faz questão de estar presente todos os anos na exposição”, reforça Marcelo Castagnolli, gerente de produto da empresa.

Produtos sob medida para o agronegócio

Ideal para produtores de flores e hortaliças que utilizam estufas, o viniarco da Sansuy é indicado, também, para aquicultores na produção de alevinos e juvenis de peixes, larvicultura de organismos aquáticos, manejo reprodutivo de pós-larvas de camarão, ranicultura (criação de rãs), laboratório de pesquisa sobre produção e nutrição de organismos aquáticos, hidroponia e aquaponia.

Construído com estrutura tubular de aço carbono galvanizado a fogo, o viniarco não tem colunas intermediárias e o acesso é feito através de portas corrediças de acordo com a necessidade do cliente. A cobertura pode ser fabricada com laminado reforçado de PVC translúcido, com janelas laterais confeccionadas com tela sannet; ou blockout de laminado de PVC branco (parte externa) e cinza (internamente), janelas e laterais de tela sannet e laminado de PVC cristal. Para o treinamento alimentar de espécies de peixes carnívoras, a estrutura é recoberta com laminado reforçado de PVC com blockout total para controle sobre o foto-período.

Já o vinitank oferece vantagens imbatíveis para quem se preocupa com o meio ambiente. Uma delas é o reaproveitamento de água, traduzido em menor consumo. Para chegar nessa equação, a Sansuy uniu a técnica da hidroponia, que permite o cultivo de plantas em canais ou recipientes por onde circula uma solução composta de água e nutrientes, à piscicultura. Da junção resultou um sistema inovador denominado “aquaponia”, que utiliza a água dos tanques onde são criados os peixes para fertilizar e nutrir os vegetais, integrando as duas culturas.

Depois de abastecer os viveiros de organismos aquáticos, a água passa por filtros especiais que recuperam sua qualidade, sendo, em seguida, bombeada para a base hidropônica, e retornando novamente para os peixes. Como vantagem adicional, os dejetos são captados pelo sistema de escoamento e passam por um decantador, onde são separados os sólidos em suspensão, que servem como fertilizantes para uma horta tradicional. Para a criação de peixes é indicado o vinitank com capacidades de 5 mil a 100 mil litros.

Serviço
21ª Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas
Data: 28 a 30 de maio
Horário: das 9h às 19h
Local: Pavilhão da Expoflora
Endereço: Rua Maurício de Nassau, 675 – Holambra/SP
Site: http://www.hortitec.com.br

Fonte: Sansuy / Instituto do PVC

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Soluções em plástico utilizadas pelo setor agrícola foram apresentadas na Agrishow 2014

06/05/2014

Agrishow2014Com objetivo de apresentar as soluções em plástico utilizadas pelo setor agrícola, a cadeia produtiva do plástico esteve presente na AGRISHOW 2014 – “21ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação”, a maior feira de agronegócios do país,  realizada entre os dias 28 de abril a 02 de maio, em Ribeirão Preto/SP.

A participação se deu com a parceria da ABIPLAST, como representante dos transformadores, e a Braskem, como produtor de matéria-prima da cadeia, que juntos divulgaram produtos plásticos que podem ser utilizados no agronegócio. Esta é a primeira ação deste tipo realizada em conjunto para ampliar a participação nas feiras setoriais em que podem ser apresentadas as vantagens do plástico para seus clientes. A Abiplast pretende assim estimular a criação de oportunidades de novos negócios aos transformadores de plástico.

E as possibilidades de aplicação do plástico no agronegócio são muito amplas! Algumas dessas foram expostas na AGRISHOW 2014, tais como: silo bolsa, carrocerias de caminhão em plástico para transporte de cana, membranas geossintéticas, box graneleiro, big bag para fertilizantes, embalagens para sementes, sacaria de rafia, dentre diversos outros produtos.

O plástico contribui para ampliar a produtividade do agricultor, melhorar as técnicas empregadas e reduzir os custos desta atividade. Por isso esta é uma importante janela de negócios para o transformador.

A AGRISHOW 2014 teve uma área de exposição de 440.000 m², com 790 expositores e previsão de mais de 153 mil visitantes. Na edição anterior foram negociados mais de R$ 2,6 bilhões.

Fonte: Abiplast

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ALMACO participa pela primeira vez da Agrishow

24/04/2014

Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos quer reforçar a divulgação do material em mercados com maior potencial de crescimento

Pela primeira vez, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) será uma das expositoras da Agrishow, principal feira agrícola do país – de 28/04 a 02/05, em Ribeirão Preto (SP).

Segundo Gilmar Lima, presidente da ALMACO, a participação faz parte da estratégia da entidade de promover os materiais compósitos – um tipo de plástico de alta performance –, em mercados com maior potencial de crescimento. “É o caso, além do agrícola, dos setores de geração de energia eólica, transporte e construção civil”, ele afirma.

Na Agrishow, a ALMACO vai apresentar uma série de peças, entre elas, capôs de tratores, defletores e tetos internos de colheitadeiras. “Mostraremos aplicações inovadoras desenvolvidas pelas principais empresas do nosso segmento”.

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 3,250 bilhões em 2013, alta de 9% em comparação ao ano anterior. No período, foram processadas 210.000 toneladas, volume 1,7% superior ao registrado em 2012. Para 2014, a ALMACO estima um elevação de 11,5% na receita, totalizando R$ 3,623 bilhões – consumo de 216.000 toneladas de matérias-primas (+2,9%).

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: Almaco

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Braskem apresenta estufas de plástico para a produção de cacau

03/12/2013

Tecnologia inovadora garante aumento de produtividade e redução de custo

Braskem_estufa_cacauA Braskem apresentou novas estufas que usam filmes plásticos e telas especiais para a secagem de cacau. A tecnologia foi desenvolvida para os associados da Cooperativa Agroindustrial de Cacau Fino – COOPERBAHIA, e contou com a participação da Tropical Estufas, Electro Plastic e Roma. Inovadora, a iniciativa reduz de forma significativa o custo desta etapa do processo e aumenta a produtividade de forma sustentável. As primeiras estufas estão instaladas nos municípios de Igrapiúna e Gandu, na Bahia.

“Uma etapa de grande importância no beneficiamento do cacau é a secagem. Se esta ocorrer de forma muito rápida ou muito lenta as amêndoas podem perder qualidade. Neste sentido, a estufa de plástico permite que as condições de secagem sejam controladas de forma a garantir um cacau excelente, sem perda na produtividade. O principal diferencial desta iniciativa foi a reunião todos os elos da cadeia para que cada um agregasse o seu conhecimento e nos levasse a uma solução vencedora”, afirma Eimar Sampaio Rosa, diretor acionista da M. Libânio Agrícola S.A., e diretor Agrícola e Comercial da COOPERBAHIA.

Nas estufas de plásticos, as amêndoas de cacau passam por um processo sustentável, já que a secagem não é feita mais com a queima de madeira e sim pelo uso da energia solar. Isto proporciona ainda um produto com maior qualidade e com alto valor agregado para o mercado de chocolates gourmet, no Brasil e no exterior. No fim de sua vida útil, o filme e a tela plásticos podem ainda ser reciclados.

“Esta tecnologia pode ser utilizada também para outras culturas, como a do café, pela qualidade assegurada pelo processo totalmente controlado” afirma Ana Paiva, da área de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

Segundo o diretor das Fazendas Reunidas Vale do Juliana, Leonardo Sorice, “o desenvolvimento em pesquisas realizado pela Braskem e seus clientes na cadeia do polímero, inovaram na eficácia da secagem das amêndoas de cacau em estufas agrícolas, proporcionando bem estar do trabalhador, ganhos de qualidade e tempo no processo de secagem, maior vida útil do material bem como a redução de custos em relação aos processos anteriormente usados. Dessa forma, firmamos o compromisso de aumentar a produtividade agrícola do Brasil e do mundo com iniciativas mais sustentáveis”.

Fonte: Braskem

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Braskem e Pacifil apresentam silos de plástico para armazenamento de grãos

29/06/2013

Mais baratos e de fácil manuseio, produto tem capacidade de armazenar 200 toneladas de grãos por até dois anos

Braskem_silos

A Braskem e a Pacifil Brasil apresentam solução para o problema de estocagem no país: os silos bolsas feitos com plástico. Com a expectativa de uma safra-recorde, estima-se crescimento de 14,2% na produção de grãos brasileira, que pode atingir 185 milhões de toneladas neste ano, o problema de estocagem no país se agrava. Considerando que a capacidade de armazenagem de grãos no Brasil é de 145 milhões de toneladas, a projeção da produção de grãos na próxima safra reforça ainda mais a necessidade de busca de outras soluções que possam contribuir para reduzir o déficit de armazenagem.

A infraestrutura para o armazenamento da safra é um problema antigo enfrentado por conta da escassez de silos convencionais, pelo alto custo de sua construção e pela logística de transporte. Os silos em plástico são grandes bolsas feitas com polietileno e que podem armazenar cerca de 200 toneladas de grãos por bolsa, não precisam de nenhum tipo de estrutura física e são facilmente manuseados na hora do carregamento.

Os silos em polietileno também reduzem as perdas na armazenagem com um sistema de baixo custo operacional, permitindo administrar e planejar melhor as vendas, reduzindo custos com fretes. A ensilagem dos grãos é feita por uma operação mecânica, utilizando apenas um trator e uma embutidora. Neste tipo de silo, os grãos podem ser armazenados por até dois anos, já que no interior da bolsa é criada uma atmosfera sem oxigênio que impede o desenvolvimento de pragas e insetos, garantindo a qualidade do produto e evitando a queda no valor final.

Outra grande vantagem é o fato do produto ser totalmente reciclável. Após sua utilização, o agricultor pode ainda vender o equipamento para a reciclagem e reaver até 20% do valor investido. Os silos bolsas são produzidos no país e a Pacifil planeja a partida de mais um linha para produção desta solução ainda para 2013. A produção nacional garante o fornecimento e estoque durante todo o ano, além da disponibilidade de atendimento técnico personalizado quando necessário.

“Com sua expertise, a Braskem desenvolveu um portfólio de soluções que utilizam o polietileno para atender sob medida a demanda crescente da agricultura brasileira. Os silos são uma solução inteligente e que tem sido cada vez mais usada pelos produtores rurais brasileiros em diferentes situações, tanto pelo pequeno  produtor quanto por grandes empresas”, destaca Zolder Stekhardt, da área de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

Fonte Braskem

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Termotécnica apresenta linha de embalagens de EPS para frutas durante a Fenagri

09/05/2013

Termotecnica_EPSCaixas conservadoras de EPS (isopor®) da empresa com sede em Petrolina (PE) têm agradado produtores agrícolas, transportadores, lojistas e consumidores finais

A 24ª edição da Feira Nacional de Agricultura Irrigada (Fenagri), que esse ano acontece de 15 a 19 de maio, no Espaço Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Juazeiro (BA), traz como destaque a linha de produtos “DaColheita”, embalagens para frutas, legumes e verduras desenvolvida pela Termotécnica, maior fabricante de poliestireno expandido – EPS (isopor®) da América Latina.

A empresa, sediada em Joinville (SC) mas que, entre suas outras oito unidades conta com uma planta em Petrolina (PE) integralmente dedicada à fabricação das caixas, aposta na marca para fazer sucesso e ser a diferença nesse nicho de mercado, cada vez mais exigente.

Todo o processo de concepção das caixas foi cuidadosamente idealizado, aliando a praticidade do poliestireno expandido e o mais moderno design. O produto apresentado é atraente e se diferencia dos atuais por conseguir reduzir avarias e diminuir os impactos na hora do transporte, o que reduz sensivelmente a perda de carga por danos, a otimização de espaços, graças ao modo fácil e prático com que é empilhado, a não liberação de resíduos e fungos nos alimentos, além de manter as vitaminas das frutas por mais tempo.

Outro benefício importante diz respeito a fácil adequação dos materiais ao frio e a umidade, devido ao isolamento térmico do EPS. Nesse sentido, a Termotécnica se mostra atenta às questões de sustentabilidade e meio ambiente, já que se utiliza de uma matéria-prima 100% reciclável e que não gera riscos à camada de ozônio, por não utilizar CFC e HCFC no processo de fabricação.

“Com o sucesso da linha ‘DaColheita’, a Termotécnica quer mostrar que, dos produtores ao consumidor final, todos saem ganhando, já que as caixas conservadoras atendem às reais necessidades do mercado”, ressalta Maida Rodrigues, gerente de unidades de conservação da empresa.

Sobre a Termotécnica: Fundada em 1961, a Termotécnica é a maior transformadora de EPS (Poliestireno Expandido, conhecido como isopor®), da América Latina. Focada na produção de soluções, fabrica sua própria matéria-prima e produtos acabados com a melhor performance do mercado, otimizando o processo logístico do cliente e valorizando seus produtos. Atua nos segmentos de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, construção civil, utilidades domésticas, agroindústria, alimentício, bebidas, produtos frágeis, entre outros. Dispõe de unidades em Joinville e Pirabeiraba (SC), Goiânia (GO), São José dos Pinhais (PR), Rio Claro (SP), Indaiatuba (SP), Petrolina (PE), Sapucaia do Sul (RS) e Manaus (AM).

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Tigre apresenta novos produtos para sistemas de irrigação na Agrishow

06/05/2013

 Produtos que complementam a linha existente são tubos de PVC e novos Registros

Tigre_AgrishowA Tigre, multinacional brasileira líder na fabricação de tubos, conexões e acessórios no país e uma das maiores do mundo, participou da 20ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, a Agrishow, realizada em Ribeirão Preto (SP), entre os dias 29 de abril e 03 de maio. A empresa demonstrou em seu estande produtos voltados para sistemas de irrigação, dando destaque aos complementos da linha.

O último lançamento para o segmento foi a Linha Agropecuária PVC, cuja função é a condução de água para a criação de animais em propriedades rurais, paisagismo e irrigação localizada (por gotejamento e microaspersão). A linha é composta por tubos e conexões de PVC na cor azul, com resistência a raios UV. Além disto, resiste aos produtos químicos utilizados na fertirrigação e oferecerem facilidade no transporte, instalação e manuseio.

Os Registros Irriga garantem o controle da abertura e fechamento do fluxo de água de forma segura, sem vazamentos e com apenas ¼ de volta. Todos os registros da Tigre são produzidos em uma unidade exclusiva, localizada em Joinville (SC), em que 100% das peças são testadas para assegurar a eficiência dos produtos.

“Considerando que a maior parte da água utilizada pelo homem é destinada à agricultura, desenvolvemos produtos para esse segmento de forma a contribuir para ampliação de áreas agrícolas, ou seja maior produção de alimentos. Quando o agricultor tem uma estrutura eficiente em sua plantação e utiliza a água de forma sustentável, sua rentabilidade aumenta”, afirma Carlos Teruel, gerente de produtos da Tigre. Com foco nesse ciclo ambiental, a Tigre oferece soluções para irrigação fixas e portáteis.

Os materiais plásticos utilizados nas aplicações de irrigação Tigre são bastante diversificados. “O plástico tem um importante papel no desenvolvimento deste setor, pois oferece uma solução com alta durabilidade, excelente desempenho e com um preço competitivo, fazendo com que todos possam ter acesso aos produtos, desde o pequeno agricultor, até os grandes produtores”, complementa Teruel.

Dentre os demais produtos da Tigre expostos na Feira estão:

Irriga EP (Engate Plástico) e ES (Engate Sela) – Tubos e conexões para sistemas de irrigação que visam conduzir água à temperatura ambiente nos sistemas móveis de irrigação. Utilizado em sistemas de irrigação portátil ou semi-fixo por aspersão convencional ou canhão. Também pode ser utilizado em linhas de sistemas de irrigação localizada. Oferece mais rapidez de instalação e facilidade de manuseio.

GeoTigre – Linha de tubos e acessórios voltada para exploração de águas subterrâneas em poços tubulares profundos, totalmente ou parcialmente revestidos. Usado em residências, condomínios, órgãos públicos, estabelecimentos comerciais, propriedades rurais, postos de combustíveis, hotéis, hospitais e indústrias. Tem elevada resistência química e perfeita para revestimento de poços.

Irriga LF  – Tubos e conexões de PVC com juntas soldável ou elástica destinados a linhas fixas enterradas ou parcialmente expostas para sistemas de irrigação localizada (gotejamento ou microaspersão) e para sistemas de irrigação por Aspersão Convencional do tipo Semi-fixo. Utilizado nas linhas principais e nas linhas ramificadas. São soluções com mais produtividade para o campo.

Irriga LF Defofo  – Condução de água para sistemas de irrigação à temperatura ambiente, utilizado em adutoras de sistemas de irrigação e fertirrigação.

Fonte: Instituto do PVC / Tigre

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Galpão com lona de PVC é destaque da Sansuy na Coopavel 2013

30/01/2013

Sansuy-CoopavelEm seu estande de 3.500m², empresa apresenta diversas soluções para o produtor rural, entre elas o vinigalpão e alternativas para captação e armazenagem de água

Mais uma vez, a Sansuy, fabricante de laminados flexíveis de PVC e seus produtos manufaturados, será uma das expositoras do Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos do agronegócio nacional, que ocorrerá na cidade de Cascavel, no Paraná, entre os dias 4 e 8 de fevereiro. Em seu estande de 3.500 m2 apresentará soluções que atendem propriedades rurais de todos os portes.

O destaque será o vinigalpão, um galpão com estrutura de aço e coberto com lona de PVC reforçada, de fabricação própria, que permite estocagem de uma variedade de produtos (alimentos, mercadorias, máquinas), e pode ser adaptado para refeitório, oficina, almoxarifado ou fábrica. Sem colunas intermediárias e com acesso através de portas corrediças de acordo com a necessidade do cliente, seu espaço é totalmente aproveitável, permitindo manuseio e transporte interno de qualquer produto.

Pode ser projetado com iluminação natural através de faixas translúcidas na cobertura, minimizando ou até dispensando o uso de energia elétrica durante o dia. A ventilação natural é obtida pelas aberturas nas junções da cobertura com as laterais. O galpão instalado na Coopavel contará ainda com sistema de climatização, exaustão e calhas para captação de água da chuva e armazenamento em cisterna.

O vinigalpão também será destinado para a apresentação de uma exposição de fotos de obras e aplicações dos produtos Sansuy, para recepção de clientes e como auditório para a realização de palestras técnicas sobre aquicultura e biodigestores para bovinos e suínos. Serão seis palestras ministradas entre os dias 5 e 7, às 10h e às 14h, por professores universitários de instituições paranaenses e paulistas.

Captação e armazenagem de água

Nesta edição do Show Rural Coopavel, a Sansuy dará destaque especial aos produtos que são alternativas para captação e armazenagem de água para irrigação, criação de animais e consumo doméstico. Além do sistema de calhas para captação de água da chuva e armazenamento em cisterna instalado junto ao vinigalpão, serão expostos, ainda, reservatórios nas versões estacionário (com capacidade de 18.000 litros) e móvel (6.000 litros), dotados de sistema de bombeamento da água entre eles.

Outro produto neste segmento são as duas estufas expostas e que abrigarão sistemas de aquicultura associados à recirculação de água e hidroponia. A Sansuy aliou a técnica da hidroponia (na qual os vegetais são cultivados em canais por onde circula uma solução composta de água e nutrientes) à piscicultura para desenvolver um sistema inovador de aquaponia, que utiliza a água dos tanques onde são criados os peixes para fertilizar e nutrir legumes e verduras, integrando as duas culturas.

A expectativa da empresa para esta edição do Show Rural Coopavel é superar os resultados positivos registrados em 2012, com a oferta de soluções para produção de energia, armazenagem de água, desenvolvimento de culturas de peixes e vegetais, e proteção do meio ambiente. “Os produtos serão apresentados em escala real e permitirão aos visitantes conhecer todos os benefícios do portfólio disponibilizado pela Sansuy”, afirma Antônio José de Brito, diretor comercial da empresa.

Fonte: Sansuy / Instituto do PVC

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Construção civil e agricultura aderem às soluções em resinas plásticas

28/08/2012

Indústria explora novas matérias-primas para ganhar agilidade e poupar recursos naturais

No momento em que a “Economia Verde” está na pauta das empresas, surge em praticamente todos os setores econômicos o desafio de aliar competitividade à sustentabilidade. Resinas plásticas, como polietileno, polipropileno e PVC, têm sido grandes aliadas na substituição de produtos tradicionalmente utilizados nesse setor, devido a características como maior durabilidade, menor peso e impacto ambiental reduzido, além de ganhos de produtividade.

Construção civil e agricultura são segmentos que vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais técnicos e ambientais. Neste cenário, a tecnologia tem contribuído no lançamento de novos produtos e o plástico se apresenta como uma fonte de soluções.

“O portfólio de produtos que lançamos nos últimos anos demonstra o trabalho de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes para os desafios dos nossos Clientes”, diz Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Até mesmo produtos já usados, como o PVC, começaram a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil.

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries.

Assim como o PVC, o polipropileno também é utilizado como sistema construtivo. Exemplo dessa tecnologia é o hotel Vale das Nuvens, em Guaramiranga. O hotel, de alto padrão, é todo feito com essa tecnologia (www.valedasnuvens.com.br).

O emblemático caso do pallet

Para a maioria das pessoas, a madeira é uma matéria-prima sustentável, por ser de origem vegetal e, portanto, de fácil degradação. Mas nem sempre a madeira é a solução mais sustentável do ponto de vista ambiental e econômico. Um pallet de madeira pesa em torno de 30 quilos. Sua vida útil é relativamente curta e depende do seu uso. Um pallet de polipropileno pesa apenas 3 quilos, tem a mesma capacidade e tem vida útil bem superior à da madeira. Um caminhão consegue carregar um número bem maior de pallets de plástico, o que significa tremenda economia de combustível e emissões de monóxido de carbono. Esse é um dos exemplos mais claros de união entre redução de custos, maior produtividade e menor impacto ambiental.

Origem renovável

O mundialmente reconhecido plástico verde, polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar e que captura CO2 da atmosfera em seu processo produtivo, também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green, produzidos pela Prysmian.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno é a durabilidade, já que possuem excelente resistência à quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Agricultura

Na agricultura, entre os recursos que já usados estão os agrofilmes. Com sua utilização, o agricultor consegue evitar a proliferação de vírus e pragas, controlar a temperatura, a disseminação de luz e de calor, entre outras tantas variáveis climáticas. A cobertura plástica também protege o solo, contribuindo para restringir a aplicação de agroquímicos, inibir o crescimento de ervas daninhas, erosão e diminui a perda de adubo. Todas estas vantagens são traduzidas em menor custo, maior produtividade e qualidade dos produtos.

Entre os lançamentos mais recente no mercado brasileiro estão os Silos Bolsa que chegam para solucionar o problema de escassez de silos para armazenamento da safra. Trata-se de grandes bolsas feitas com polietileno e que podem armazenar cerca de 200 toneladas de grãos, não precisam de nenhum tipo de estrutura física como suporte e são facilmente manuseadas na hora do carregamento.

Fonte: Braskem

 

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Amanco lança software IrrigaCAD na Agrishow 2011

04/05/2011

Profissionais da área ganham um forte aliado para o desenvolvimento de projetos de irrigação: o Amanco IrrigaCAD. Gratuito e totalmente integrado ao ambiente do AutoCAD, o software (plug in) facilita e agiliza em até dez vezes a elaboração e execução de um projeto, auxiliando inclusive na determinação dos materiais. O lançamento oficial da ferramenta ocorre no estande da Mexichem Brasil na Agrishow 2011, feira internacional do setor agrícola,  realizada em Ribeirão Preto (SP) entre os dias 2 e 6 de maio.

Com o Amanco IrrigaCAD, é possível projetar sistemas de irrigação nas áreas de plantio de acordo com o tipo de cultivo, topografia, necessidade hídrica das plantas, manejo do sistema e demais condições. O programa relaciona os itens necessários para o sistema de irrigação e é capaz de gerar listagens prontas para serem enviadas e orçadas. O software ainda minimiza possíveis erros de especificação, já que sua base contém informações referentes às normas brasileiras.

“Além de ser uma ferramenta segura, a solução é extremamente funcional e o seu download inteiramente gratuito. O recurso oferece aos projetistas velocidade na execução de seu trabalho e maior precisão na elaboração dos projetos”, afirma Wagner Tavares, gerente Comercial da Mexichem Brasil.

A instalação é rápida e fácil – em seu conteúdo existe, inclusive, um manual explicativo em pdf para ajuda e solução de problemas – e o download do IrrigaCAD pode ser feito diretamente no site http://www.amanco.com.br/web/inovacao/irrigacad . O programa trabalha com tecnologia ARX, fornecida pela própria AutoDesk, que é a desenvolvedora do AutoCAD.

Linha Amanco para irrigação

Além do novo software, o público poderá ver toda a linha de produtos da Amanco, marca comercial da Mexichem Brasil, voltados à irrigação, no estande de 150 m² que a empresa ocupará na feira, como os tubos DEFOFORT de grandes diâmetros para irrigação e os tubos ERR 2″ STD e ERR 3″ STD.

Vale destacar também outros lançamentos, como o Anel de Borracha para Início de Linha, o Microaspersor com Vazão de 152 litros/h e o Início de Linha 14mm.

Os tubos de grandes diâmetros para irrigação (DN 350, 400 e 500), utilizados na maioria dos sistemas permanentes, enterrados e também na adução e distribuição principal e secundária da água, podem ser aplicados por aspersão convencional, canhões, minicanhões microaspersão e gotejamento.

Os tubos ERR 2″ STD e ERR 3″ STD foram criados para atender à necessidade de sistemas de irrigação localizada por gotejamento móvel, em que a classe de pressão é bem abaixo de 6 kgf/cm². A vantagem é a redução de custo, pois os produtos existentes são mais caros devido à classe de pressão do Tubo PN 80.

Fonte: Amanco

BASF inicia operações em planta expandida para produção de plástico biodegradável.

02/02/2011
  • A capacidade de produção de plástico biodegradável aumentou em 60.000 toneladas métricas por ano.
  • Aumenta também a produção de plásticos a partir de matérias-primas renováveis
  • A BASF espera um crescimento significativo do mercado para plásticos biodegradáveis até 2020.

A BASF iniciou a operação da sua planta expandida para a produção do plástico biodegradável Ecoflex®. A expansão da planta existente em Ludwigshafen (Alemanha) irá aumentar a capacidade de produção de Ecoflex de 14.000 para 74.000 toneladas métricas por ano. Ao mesmo tempo, a BASF aumentará a capacidade de produção do Ecovio®, um derivado do Ecoflex.

“Nós já temos sucesso no mercado com o nosso poliéster biodegradável Ecoflex e com o Ecovio. A maior capacidade de produção desses dois produtos irá melhorar significativamente nossa posição”, disse Dr. Worfgang Hapke, presidente da divisão de Polímeros de Desempenho da BASF. “A expansão da capacidade também nos permitirá responder mais efetivamente aos desejos dos nossos clientes”.

O Ecoflex é um plástico que possui as propriedades do polietileno convencional, sendo totalmente biodegradável sob condições de compostagem industriais, de acordo com a norma DIN EN 13432. O Ecovio é um derivado do Ecoflex que é também biodegradável e que contém até 75 % de matérias-primas renováveis. Aplicações típicas são sacos de supermercados, sacos para descarte de lixo orgânico, embalagem de alimentos e filmes para aplicações na agricultura. Uma das últimas inovações é o papel Ecovio FS, que é usado para fornecer um revestimento biodegradável à prova d’água nas superfícies internas de copos de papel e recipientes de papelão

Com o Ecovio e o Ecoflex, a BASF já é um dos fornecedores líderes mundiais de plásticos biodegradáveis e bioderivados. Ambas estas propriedades estão tendo uma demanda crescente e o mercado para plásticos biodegradáveis e bioderivados está crescendo no momento em mais de 20 % por ano.

Fonte: BASF

 

Novo estabilizante da BASF prolonga a vida útil dos filmes agrícolas – Proteção à luz para estufas

16/11/2010

Ø     BASF lançou estabilizante à luz para filmes agrícolas na Feira K, na Alemanha

Ø     Tinuvin® XT 200 oferece proteção aos filmes de resinas termoplásticas expostos à luz UV, assegurando estabilização aos filmes durante longo período

Ø     Aditivo contribui para soluções ambientais, aprimorando uso da água e uso racional de defensivos agrícolas

Segundo as estimativas das Nações Unidas, até o ano de 2050 o planeta Terra terá uma população de mais de nove bilhões de pessoas. Por outro lado, a quantidade de terras cultiváveis para alimentar todas essas pessoas não crescerá na mesma proporção.

As estufas agrícolas com filme plástico de cobertura representam uma maneira para solucionar esse problema. Com o cultivo em estufas, a produção por hectare pode ser elevada consideravelmente. A BASF, após seis anos de desenvolvimento, lançou durante a Feira K, na Alemanha, um novo estabilizante à luz, que ajudará a melhorar os filmes e torná-los ainda mais eficazes.

Chamado Tinuvin® XT 200, o aditivo oferece proteção aos filmes de resinas termoplásticas contra a degradação extremamente rápida que acontece quando o plástico é exposto à luz UV. Este novo aditivo assegura a estabilização dos filmes mesmo durante um longo período na presença de altas concentrações de defensivos agrícolas como, por exemplo, o enxofre.

Um mercado importante – em vários aspectos

Em conseqüência do crescimento urbano, mas também em razão da erosão do solo e das mudanças climáticas, a quantidade de terras cultiváveis está diminuindo. O desafio está em como aumentar a produtividade agrícola e ao mesmo tempo manter os produtos agrícolas acessíveis.

As estufas que podem ser construídas com um custo bastante baixo por meio do uso de filme plástico são uma possível saída para este dilema. Elas proporcionam um ambiente ideal para os cultivos, protegendo dos efeitos causados pela geada, vento e chuva, assegurando uma qualidade uniformemente alta e contribuindo para uma colheita mais rápida dos frutos.

Neste sentido, inúmeros cultivos podem ser feitos em um ano. Além disso, o filme plástico moderno pode ser desenvolvido especificamente para atender às necessidades únicas de luz e temperatura de muitas culturas conduzidas no campo. Ao mesmo tempo, os filmes plásticos contribuem para o melhor uso da água – um recurso que merece um cuidado ainda maior nos próximos anos.

Os benefícios da produção de estufas são tão convincentes que hortaliças como tomates, pimentões, pepinos e berinjelas já são cultivados em grande escala sob estufas com filmes plásticos. Em 2009, foram produzidas cerca de 900.000 toneladas de filme plástico mundialmente, cobrindo aproximadamente 800.000 hectares de terras aráveis. Isto corresponde aproximadamente à área total ocupada pelas cidades de Tóquio, Cidade do México, Madri, Johanesburgo, Roma, Moscou e Berlim juntas.

Ao mesmo tempo, a demanda por filmes agrícolas para uso em estufas deve crescer a uma taxa anual de aproximadamente quatro por cento. Os mercados mais importantes estão localizados na região do Mediterrâneo. Outras áreas em franco crescimento para estufas ao redor do globo estão na Ásia, América do Sul e África Oriental.

Agricultura tem necessidades especiais

A agricultura intensiva também inclui o uso racional de defensivos agrícolas para evitar que os cultivos sejam afetados por pragas ou doenças. As soluções ambientalmente corretas também estão conquistando espaço nessa frente.

O uso de enxofre, por exemplo, aprovado em alguns países para uso em cultivos orgânicos ou certificados, está registrando um crescimento digno de nota. Por outro lado, o uso de enxofre elementar e de outros defensivos agrícolas gera características especiais em relação aos filmes usados nas estufas.

A razão para isso recai sobre a sensibilidade dos filmes termoplásticos frente a agentes de degradação tais como a luz UV e metais ou elementos químicos presentes nos defensivos agrícolas. A radiação UV, rica em energia, faz com que os plásticos se tornem quebradiços ao longo do tempo por meio de um mecanismo químico de degradação complexo, composto de várias etapas. Os filmes de menor espessura podem tornar-se inúteis após poucas semanas de exposição a céu aberto em consequência desse impacto.

A química dos polímeros naturalmente já desenvolveu aditivos convencionais capazes de retardar a reação da degradação. Entretanto, a utilização em filmes agrícolas é bastante limitada, pois a sua eficácia é reduzida consideravelmente pelo enxofre e outros agentes catalisadores de degradação provenientes de defensivos agrícolas e da própria estrutura metálica das estufas.

Produtos especiais resistem a químicos agrícolas

No portfólio BASF existem diversas alternativas de aditivos para o setor agrícola. Os estabilizadores de luz recomendados dependem da severidade da exposição dos filmes aos defensivos agrícolas. Dentro desse portfólio existem o Tinuvin® NOR 371 (alta performance), o Tinuvin® 494 AR, o Tinuvin® 111 e a linha Chimassorb® (2020 e 944). O novo Tinuvin® XT 200 vem a complementar a linha de aditivos agrícolas para um mercado de média performance e altamente competitivo.

Produção econômica assegurada

Através do uso do produto Tinuvin® XT 200 é possível produzir de maneira bastante econômica os filmes de PEBD (polietileno de baixa densidade) que resistem aos níveis acentuados dos químicos agrícolas, assegurando uma vida útil de dois ou mais anos sob luz solar intensa e em contato com as estruturas de madeira ou metal das estufas agrícolas. Sem um estabilizante à luz, elas não sobreviveriam nem mesmo durante um ciclo de produção agrícola.

As características técnicas do novo aditivo foram confirmadas por um extenso processo de testes conduzidos pela Ciba (empresa adquirida pela BASF em abril de 2009) ao longo de vários anos. Os testes envolveram ensaios laboratoriais e de campo no centro de desenvolvimentos da BASF em Bolonha, Itália, dedicado ao desenvolvimento de aditivos para aplicação agrícola.

Após ensaios laboratoriais e de campo em nosso centro, o aditivo também foi colocado à prova em estufas comerciais, em ensaios de campo conduzidos na Itália, Espanha e Argentina. Agora, esse novo aditivo tem a oportunidade de crescer acompanhando o mesmo dinamismo do mercado de plasticultura.

Fonte: BASF

Braskem lança resina para atender mercado de frutas tropicais.

27/07/2010

A Braskem acaba de lançar no mercado internacional um grade PEBD específico para confecção de filmes para proteção de frutas durante o período de maturação: o LD3001A. A proteção adequada das frutas garante a qualidade final exigida pelo mercado Europeu e Americano, principais importadores. Este grade será inicialmente destinado para a Região Andina e América Central.

A proteção adequada das bananas impede que insetos provoquem manchas escuras na casca, o que tira o valor comercial para exportação. A utilização dos filmes para proteção reduz significativamente o uso de inseticida, pois este fica limitado ao filme em vez de ser aplicado diretamente na fruta, fazendo com que o trabalhador rural fique menos exposto ao pesticida.

Além de aditivação específica, este grade apresenta ótima processabilidade e capacidade de confecção de filmes finos em processo blow. As características do grade permitem que ele seja processado em temperaturas relativamente baixas, pré-requisito para que os inseticidas adicionados ao polímero não sofram degradação térmica durante o processo de extrusão dos filmes, fazendo dele uma especialidade. “A estratégia comercial é ofertar 750 toneladas/mês e, devido ao volume desse mercado, buscar uma maior participação ao longo do tempo”, completa Marco Cione, gerente Comercial da Braskem, responsável pela Região Andina e América Central.

O desenvolvimento dessa resina, além de representar uma expansão nos negócios internacionais da empresa, contribui de forma significativa para que os produtores locais de banana alcancem o padrão de qualidade exigido para exportação. “Com o desenvolvimento de novos materiais e o crescimento de nossos negócios, há um ganho para toda a cadeia. E a resina LD3001A é um grande exemplo disso”, afirma Cione.

O mercado produtor de frutas tropicais na Região Andina e América Central é responsável pela maior parte do volume exportado de bananas para os Estados Unidos e Europa. Além do clima favorável, os países desta região também apresentam as maiores produtividades por hectare. No Equador e na Costa Rica, os maiores exportadores mundiais, a produtividade alcançada é, respectivamente, 3 e 4 vezes maior que a do Brasil e parte deste resultado está relacionado à proteção que as frutas recebem durante o crescimento e maturação.

É através de desenvolvimentos como esse, contando sempre com os recursos de inovação e buscando conhecer as necessidades e características de cada região, que a Braskem tem marcado presença no mercado global de resinas termoplásticas.

Fonte: Braskem

Oportunidade de negócios: Plásticos para Agricultura na Nova Zelândia e Austrália

09/06/2010

Empresa da Nova Zelândia, líder na importação e suprimento de embalagens plásticas, está estabelecendo subsidiária para fornecer produtos plásticos para uso na agricultura na Nova Zelândia e Austrália e procura fornecedores brasileiros do segmento de Plásticos para Agricultura, Horticultura e Jardinagem, particularmente na área de embalagens e redes (nettings).  Para maiores informações, contactar info@brazilianplastics.com


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