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Sistema de peletização para PET gera redução de custos produzindo e cristalizando grânulos em um processo único e integrado

06/05/2014

Sistema CrystallCut® da Nordson BKG™ utiliza energia do processamento de material fundido para cristalizar PET, o que economiza o custo do resfriamento e do reaquecimento e gera grânulos uniformes e de fluxo livre

BKG_SchemeDe acordo com a Nordson BKG™, um sistema integrado que utiliza a energia térmica do polímero derretido na peletização de PET para a subsequente cristalização elimina os problemas causados pela aglomeração de material amorfo e reduz significativamente os custos de energia para compostagem ou reciclagem.

Chamado de CrystallCut®, o processo patenteado evita a necessidade de resfriar o PET após a peletização e, em seguida, reaquecê-lo para cristalização. Como um processo integrado que incorpora a peletização submersa, a secagem e a cristalização, o sistema é projetado para controle preciso das temperaturas do material ao longo de todo o processo, evitando os problemas de produção e qualidade causados pela cristalização insuficiente e pelos níveis excessivos de material amorfo.

Segundo a Nordson BKG, a eficiência energética do sistema CrystallCut pode economizar mais de 3 milhões de Euros anualmente em custos de energia para uma planta típica de resina PET  e quase  duzentos mil  Euros, no caso de linhas de extrusão que reciclam flocos de garrafa PET. Esses dados são baseados em exemplos citados pela Nordson BKG™ em instalações comerciais reais.

“O sistema CrystallCut alivia significativamente a pressão dos custos na polimerização e na reciclagem de PET, especialmente em um momento em que os preços do PET caem”, disse Ralf Simon, diretor administrativo da Nordson BKG™. “Além disso, como o sistema utiliza a energia térmica residual de dentro do material para cristalizar pellets de dentro para fora, ele produz uma estrutura cristalina aprimorada que resulta em redução dos custos de energia para a nova fusão do material.”

BKG_Cost_SavingsNo sistema CrystallCut, os  grânulos quentes de PET produzido pelo cortador do peletizador submerso são transportados rapidamente para o secador de pellets em água quente (até 95°C) através de tubulações de transporte fechadas, onde ocorrem o resfriamento e a solidificação do pellet. Esse meio de transporte e a curta distância entre a matriz e o secador são as chaves para a conservação do calor oriundo do processamento do material fundido. Quando saem do secador e vão para o transportador vibratório, a temperatura dos pellets está entre 150°C e 160°C. Isso mantém os pellets em constante movimento, gera uma distribuição uniforme da energia térmica e evita que os pellets se aglomerem. Na conclusão do processo, os pellets têm uma temperatura de aproximadamente 180°C, após atingir uma cristalinidade de até 40%, podendo ser transferidos diretamente para a policondensação em estado sólido (SSP, na sigla em inglês).

De acordo com a NordsonBKG, além de economizar energia e evitar a aglomeração de PET amorfo, o sistema CrystallCut gera um produto praticamente livre de pó e aumenta a densidade do material em 8%, em comparação a um processo convencional.

Sistema CrystallCut® permite economia energética

Pressupondo um custo energético médio de 0,12 euros/kWh, a Nordson BKG™ estima que o sistema CrystallCut gera uma economia energética de até 125 kWh ou  15 Euros por tonelada de PET, considerando-se uma planta moderna de polimerização de PET. Uma vez que uma planta pode atingir uma capacidade de produção diária de 600 toneladas, essa economia soma  9 mil Euros diariamente e 3,2 milhões de Euros anualmente. Isso representa uma economia energética anual de mais de 26 gigawatt por hora, ou 26.000 megawatt por hora.

Outro exemplo citado pela Nordson BKG™ é o de uma linha de extrusão que recicla flocos de garrafa PET a uma velocidade de 1.500 kg/h. A economia que pode ser atingida com o sistema CrystallCut ultrapassa 180 kWh, ou mais de 1,4 centavos/kg. Em uma operação de 365 dias por ano, 24 horas por dia, isso equivale a 190.000 Euros ao ano.

Fonte: Nordson BKG

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Reciclagem de Embalagens PET cresceu 12,6% em um ano

29/06/2013

Censo realizado pela Abipet mostra que, mesmo sem sistema de coleta seletiva, o Brasil deu destinação correta a 331 mil toneladas do produto em 2012

Reciclagem-PET

A reciclagem de embalagens de PET no Brasil deu um salto em 2012 e cresceu 12,6% em volume, ao passar das 294 mil toneladas que tiveram destinação adequada em 2011, para 331 mil toneladas no ano passado. Com esse resultado, o País atingiu um índice de reciclagem de 59%, mantendo seu excelente posicionamento como um dos maiores recicladores de PET do mundo – superando os Estados Unidos e até mesmo a média registrada na Europa.

Os números do 9.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil foram divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), durante o  PETtalk 2013 – Conferência Internacional da Indústria do PET , realizado em São Paulo.

“Os números demonstram que existe uma demanda muito forte pelo PET reciclado, criada por um trabalho do próprio setor, que investe continuamente em inovação e novas aplicações para o material reciclado. Esse trabalho criou um ciclo virtuoso. Todo PET coletado tem destinação adequada garantida por uma indústria forte, diversificada e ávida por essa matéria-prima”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.

O setor têxtil continua sendo o principal consumidor do PET reciclado, com 38,2% de participação, seguido das resinas insaturadas e alquídicas, com 23,9%. Outras embalagens (alimentos e não-alimentos) consomem 18,3% do volume reciclado. Laminados e chapas (6,4%), fitas de arquear (5,5%) e tubos (1,5%) são os outros principais mercados. Os 6,1% restantes ainda abastecem uma lista ampla de pequenas aplicações.

Coleta seletiva continua sendo o desafio

O presidente da Abipet, no entanto, chama a atenção para a necessidade de suprir essa demanda aquecida, sob pena de impacto no preço do produto coletado e consequente comprometimento da sustentabilidade do negócio. “O Brasil precisa investir em coleta seletiva, para que a indústria não seja prejudicada. Em muitos períodos do ano, as empresas recicladoras continuam com ociosidade que chega a 30% de sua produção, porque não encontram embalagem pós-consumo para reciclar”, alerta Marçon.

A solução aponta o executivo, é estimular as prefeituras a implantar, o mais rápido possível, a coleta seletiva e a separação das embalagens recicláveis, de forma a aumentar a recuperação do material descartado pela sociedade. “Isso, na verdade, é o que prega a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige responsabilidade compartilhada entre a sociedade civil, o setor privado e também do poder público. A indústria do PET investiu fortemente em reciclagem e hoje esses recicladores passam por um momento difícil, por não terem coleta suficiente para abastecer suas fábricas”, conclui o presidente da Abipet.

Fonte: Abipet

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Censo da reciclagem do PET será divulgado durante o PETtalk

04/06/2013

 Abipet_logoO principal evento do setor também contará com palestras para que a indústria da reciclagem possa crescer em produtividade e resultados financeiros

Os números preliminares da 9ª. edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil, que está sendo finalizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), já apontam forte crescimento da atividade durante o ano de 2012 no País. O resultado final será apresentado durante a realização do PETtalk 2013 – II Conferência Internacional da Indústria do PET, entre os dias 26 e 27 de junho, no Holiday Inn Anhembi, em São Paulo.

A expectativa da Abipet é de que o índice de reciclagem supere o índice de 57,1% alcançado na edição anterior do Censo, quando o País deu destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens de PET pós-consumo. O estudo está sendo conduzido junto a aproximadamente 400 empresas recicladoras, que atuam em todo o território nacional.

Para contribuir com a ampliação e a sustentabilidade deste índice, o PETtalk também trará uma série de apresentações com soluções e tecnologias que ampliam a produtividade e os resultados das empresas.

Isso inclui apresentar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei que pretende resolver o problema da coleta seletiva e do sistema de logística reversa para as embalagens pós-consumo. “A Lei traz responsabilidades e oportunidades para o setor. O PETtalk vai mostrar para a indústria as possibilidades e os riscos envolvidos”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet. Segundo ele, as empresas, de um modo geral, ainda não conhecem as implicações da PNRS.

O evento

Na edição de 2012, o PETtalk – II Conferência da Indústria do PET reuniu cerca de 300 participantes de 21 países, consagrando-se como o maior e mais importante evento do setor na América do Sul.

Neste ano, durante dois dias de realização (26 e 27 de junho), o PETtalk oferece locais planejados para o bate-papo, renovação dos contatos e realização de negócios ao concentrar os principais players do segmento, como produtores de resina, recicladores, fabricantes e usuários da embalagem, máquinas e equipamentos, ao lado de consultores e especialistas internacionais, que falarão de números e das principais tendências para as embalagens de PET.

O local escolhido (Holiday Inn Anhembi) visa a comodidade dos participantes, pois estará ao lado da Fispal Tecnologia, que acontece na mesma semana.

As inscrições para o o PETtalk já podem ser feitas pelo endereço http://www.pettalk.org.br. O site ainda contém a programação completa do evento e demais informações.

Fonte: Abipet

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Impactos da Política Nacional de Resíduos Sólidos sobre a indústria do PET estão na programação do PETtalk 2013

09/05/2013

Desde a regulamentação da Lei, detentores de marcas, distribuidores, atacadistas e a indústria de embalagem passaram a ter envolvimento direto na responsabilidade sobre o destino final dessas embalagens após o uso.  Apesar disso, e das implicações sobre cada empresa, nem todos os participantes desta importante cadeia estão adequadamente informados e/ou preparados sobre essas consequências.

Por esta razão, o tema será um dos tópicos abordados durante o PETtalk – II Conferência Internacional do PET, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), nos dias 26 a 27 de junho .

A Abipet já vinha desenvolvendo sua atuação de forma a preparar toda a indústria do PET para atender à nova Lei. Mais do que isso, transformou essa tarefa em uma vantagem competitiva para enfrentar a concorrência de outras embalagens. Isso poderá ser verificado durante a apresentação da nova edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil. A expectativa é de que o índice de reciclagem das embalagens de PET no País se mantenha à frente de várias nações desenvolvidas, pois em 2011 esse índice alcançou 57,1% .

Em complementação às informações legais e mercadológicas, serão compartilhadas experiências e divulgadas as tecnologias mais atuais do planeta, adotadas por  recicladores, transformadores e brand owners tanto no Brasil como em outras partes do mundo.

Durante os dois dias de realização do PETtalk, a programação inclui outros temas e palestras, todos inéditas, que se caracterizam pelo aprofundamento técnico e conteúdo informativo. O bloco temático, que tratará das soluções do setor para envase de leite e lácteos no geral, promete várias novidades, inclusive internacionais – além da apresentação de um amplo estudo sobre estes mercados no Brasil e América Latina.

As inscrições para o o PETtalk – II Conferência Internacional do PET, que neste ano ocorre nos dias 26 e 27 de junho, no Holiday Inn Anhembi, em São Paulo, já podem ser feitas pelo endereço http://www.pettalk.org.br. O site ainda contém a programação completa do evento e demais informações.

Fonte:  WN&P / Abipet

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Processo simplificado de fabricação de placas de DPET da OCTAL™ viabiliza rastreabilidade de embalagens termoformadas

14/03/2013

OctalA indústria de embalagens da América do Sul, especialmente no Brasil, continua em expansão. Muitas empresas estão procurando opções de materiais de embalagem e como resultado muitas estão fazendo a transição para a Placa e Resina de PET. Esta transição é atribuída à durabilidade, resistência e apelo visual da PET que resulta na sua escolha freqüente para diversas aplicações em embalagens de alimentos e bebidas. Entretanto, hoje em dia, a legislação mais recente e mais rigorosa em relação ao contato com alimentos tornou-se uma questão de grande importância para os usuários de PET.

Agora, a maioria dos fabricantes de embalagens implementa programas de garantia de qualidade e higiene para evitar que  produtos contaminados ou com defeito cheguem ao consumidor. Estes programas de rastreabilidade melhoram a garantia de qualidade e controles internos e mantêm a segurança alimentar em destaque. Tendo isto em mente, a rastreabilidade eficaz deve fornecer aos termoformadores e aos seus clientes uma visão completa da origem do material e como ele foi armazenado, transportado, seco, combinado e processado: por qual máquina, sob quais condições e a data de conclusão de cada lote de placas de PET.

Atualmente, os transformadores garantem que sejam criados registros da produção diária e depois transferidos para bases de dados de fornecimento de informações que seguem os produtos até os seus destinos. A informação incluída deve cumprir com cada norma de certificação à qual a empresa ou seu cliente aderiu, como ISO, BRC ou até mesmo os requisitos específicos do usuário final.

O rastreamento destes identificadores-chave para os termoformadores pode ser fácil ou muito complexo, dependendo de como o sistema está implementado. Obviamente, quanto menos complexo for o sistema de fabricação de placas de PET, mais fácil será rastrear o processo para encontrar respostas às questões conforme elas cheguem – isto é especialmente importante no campo da segurança alimentar.

Por exemplo, a extrusão de uma placa de APET reflete um processo de fabricação tradicional que tipicamente requer o uso de resina granulada de um fornecedor. Enquanto geralmente é fácil obter a devida documentação da maioria dos fornecedores de resina virgem, a “verdadeira” rastreabilidade de qualquer floco reciclado do pós-consumidor contido na placa se torna mais difícil visto que os sistemas de reciclagem são diversos e variados em seus processos e matérias-primas.

William J. Barenberg, Jr., Chief Operating Officer da OCTAL, explica: “Após a entrega de um fornecedor de resina de PET típico, a resina precisará ser seca em uma operação de quatro a seis horas antes de ser inserida na extrusora. Sempre que a resina é transportada e levada para fora do seu recipiente, ela está potencialmente exposta a contaminantes.”

Para eliminar alguns dos riscos que afetam a rastreabilidade, agora os termoformadores dispõem do processo novo, único e direto para a placa (DPET™) da OCTAL, o qual elimina cinco fases dos processos de produção de placas convencionais (granulador, SSP, compactador, secador e extrusora). Quando a PET derretida chega ao empilhamento programado aquecida na temperatura adequada, ela ainda não foi exposta à atmosfera nem aos intermináveis riscos de transporte.

“Os termoformadores devem observar que isto significa que não existe chance de contaminação no sistema. Isto garante uma placa acabada livre de umidade, de modo que os termoformadores se beneficiam da eliminação de todos os defeitos causados pela umidade. A rastreabilidade é favorecida visto que a resina está limitada a uma fonte.

“Os processadores e embaladores de alimentos na América do Sul agora podem ter certeza da pureza do produto,” diz Barenberg.

Qualquer termoformador de embalagens de alimentos em busca de fornecedores cuja documentação de rastreabilidade seja de fácil compreensão deve examinar as diferenças nos processos de fabricação de placas de PET. Existem duas áreas principais para se avaliar: o próprio fornecimento de resina e os processos de fabricação do produtor da placa. Quanto menos complexas cada uma destas áreas, maior a probabilidade de haver uma rastreabilidade confiável.

Fonte: Octal

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KREYENBORG-BKG exibe gama diversificada de produtos na Chinaplas 2013

05/02/2013
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Troca-telas contínuo

Durante a Chinaplas 2013 em Guangzhou, a KREYENBORG – BKG irá apresentar numerosas soluções para extrusão e polimerização no seu stand C17, no Hall 5.1.

Líder de mercado mundial em troca-telas, a KREYENBORG oferece a máquina apropriada para cada aplicação de filtração. Deste modo, o espectro de produtos varia desde sistemas descontínuos e contínuos até troca-telas com retrolavagem totalmente automáticos. Os troca-telas com modos de operação a processo constante, pressão constante e fluxo volumétrico constante são únicos no mercado. Eles permitem o processamento de material altamente contaminado em aplicações muito sensíveis com produtos de alta qualidade.

Os troca-telas KREYENBORG são aplicados em conjunto com as bombas de material fundido da KREYENBORG, altamente protegidas contra desgaste. Estas bombas, disponíveis em diferentes tipos de série, são adequadas para tarefas na extrusão e descarga do reator.

Os sistemas submersos de Pelletização da BKG Bruckmann e  Kreyenborg Granuliertechnik GmbH também tem provado a sua excelência em todo o mundo. Estes sistemas são fornecidos com secagem, sistema de água e controle prontos para utilização e são adequados para todos os materiais termoplásticos, assim como também para a produção de micropellets. A capacidade de produção varia de 2-80 kg / h (Labline 100) a sistemas com 35.000 kgs / h. Para um processamento econômico de PET, a BKG desenvolveu o sistema de cristalização em linha CrystallCut ®. Com este sistema, a peletização e cristalização são efetuadas numa única etapa, sem o fornecimento de energia adicional.

Fonte: Kreyenborg

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Estudo do CETEA / ITAL aponta macrotendências de embalagens até o ano 2020

18/11/2012

As principais macrotendências da indústria da embalagem foram apresentadas durante o IV Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos, realizado no auditório do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas. O evento é promovido pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) e pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), com apoio da Organização Mundial das Nações Unidas para Agricultura e Alimento (FAO).

Denominado “Brasil Pack Trends 2020”, o estudo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Centro de Tecnologia de Embalagens (CETEA) e da Plataforma de Inovação Tecnológica do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), com o apoio da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet).

“Somos entusiastas do Brasil Pack Trends desde 2005, quando apoiamos o estudo pela primeira vez”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet. “Muitas das características apontadas pelo estudo vão ao encontro das características e dos desenvolvimentos que o nosso setor vem realizando.”

Sob a coordenação da especialista Claire Sarantópoulos, foram identificadas as macrotendências que deverão nortear a atuação da indústria de embalagens nos próximos anos: Conveniência e Simplicidade; Estética e Identidade; Qualidade e Novas Tecnologias; Sustentabilidade e Ética; e Segurança e Assuntos Regulatórios.

  • Conveniência e Simplicidade: o consumidor busca o chamado time-saving. “Está cada vez mais atento às características que trazem praticidade à sua vida, como facilidade de abertura, possibilidade de refechamento, ou o consumo em trânsito”, afirma Claire Sarantópoulos. A facilidade de abertura, que já está presente em uma série de produtos, passa a levar em conta consumidores com necessidades especiais, como os idosos, por exemplo. De acordo com o estudo, também foi detectada a preferência por produtos que consigam agregar praticidade ao preparo e no momento do consumo, minimizando uso de copos, talheres e outros utensílios, além daqueles que sejam porcionados, com possibilidade de uso em micro-ondas.
  • Estética e Identidade: o novo consumidor se caracteriza cada vez mais pela maior consciência, nível de exigência e busca de informações que auxiliem na decisão de compra. A demanda tenderá para produtos premium, que são associados ao luxo e ao hedonismo, ou por itens que remetam à sensação de “fazer parte do grupo”, que valorizam a qualidade de vida e o bem-estar. O levantamento verificou que há espaço para edições limitadas e produtos atestados por celebridades, que são lançados em ocasiões específicas e atraem as pessoas que buscam algo diferenciado.
  • Qualidade e Novas Tecnologias: as inovações estarão associadas a embalagens ativas e inteligentes, a novos materiais de menor impacto ambiental e à nanociência e nanotecnologia. São os absorvedores de oxigênio, controladores de umidade, removedores de colesterol, os filmes antimicrobianos, antioxidantes, as embalagens self heating ou self cooling. Essa tendência passa pelos componentes eletrônicos menores e mais baratos, que vão favorecer a interatividade, o entretenimento e personalização, além dos biossensores e nanosensores, que serão indicadores de tempo, temperatura, frescor, presença de microorganismos patogênicos e toxinas. O mercado de biopolímeros está crescendo e a nanotecnologia garante melhoria de propriedades como a barreira a gases, à umidade, à radiação UV, flexibilidade e resistência térmica. O uso da nanotecnologia também está relacionado à sustentabilidade, por meio da redução do peso das embalagens (lightweighting), como vem ocorrendo com as garrafas PET.
  • Sustentabilidade e Ética: pode ser resumida por “repensar a embalagem associada ao seu ciclo de vida”. Nela, destacam-se a otimização do sistema de produto/embalagem (doing more with less), o reuso & reciclagem, gerenciamento de resíduos & logística reversa e credibilidade e ética. Com todas essas propriedades, a embalagem não pode ser uma fonte de contaminação química, física ou microbiológica do alimento.
  • Segurança e Assuntos Regulatórios: destacam a confiabilidade, legislação e conformidade, que variam entre os países, apesar dos esforços para harmonização por parte de importadores e exportadores. A tendência é pelo desenvolvimento de sistemas eficientes que estimulem a melhoria contínua e transparência dos processos de fabricação da embalagem, que incluem certificações de sistemas de qualidade (ISO, FSSC, PAS) e sistemas de gerenciamento de segurança de processo.

A rastreabilidade de materiais de embalagem já é uma exigência de algumas legislações. “Como ela se torna cada vez mais necessária para a segurança e identificação de origem dos produtos, oferece oportunidades significativas para os fabricantes, varejistas e consumidores”, conclui Claire Sarantópoulos, coordenadora do estudo.

 Fonte: Abipet / WN&P Comunicação Ltda.

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Multinacionais e importantes recicladoras de PET se reúnem na Cidade do México para discutir as tendências do mercado de PET da América Latina

09/10/2012

Os principais conglomerados de PET vão avaliar os mercados de PET da América Latina, as tecnologias rPET e muito mais durante o 10° LAPET (Latin America PET Markets) na Cidade do México

O 10° LAPET (Latin America PET Markets) da CMT volta à Cidade do México nos dias 24 e 25 de outubro de 2012, marcando uma década de conferências de PET bem sucedidas, preparadas para a indústria da América Latina. Com temas paralelos “Fórum completo da cadeia de suprimentos PET da América Latina” e “O caminho à frente: mudança da PET virgem para o PET reciclado”, essa conferência novamente promete ser um evento importante no México, quando autoridades da cadeia de suprimentos PET se reúnem para analisar as últimas tendências do mercado e avaliar os desenvolvimentos da tecnologia da indústria do setor.

Estruturada especialmente para os participantes da indústria, a agenda inclui uma visão geral do comércio de PET global, prospectos e desafios, o panorama do mercado, impacto dos mercados de resina chinesa na América Latina, desenvolvimentos da reciclagem no México, Brasil e Argentina, crescimento e outros assuntos vitais.

Um importante destaque da conferência de um dia e meio deste ano é uma sessão exclusiva Brand Owner, durante a qual os participantes do painel, especialistas do Grupo Jumex, Bonafont e Aje Group (Big Cola) vão analisar as expectativas de otimização e design PET, rever a abordagem de sustentabilidade e discutir estrategicamente os requisitos tecnológicos e de material de embalagem.

Entre as autoridades do setor que estarão compartilhando sua experiência em sessões temáticas sobre a tecnologia rPET e de reciclagem estão:

• rPET na América Latina – Flexibilidade vence no jogo da reciclagem

Armin Villa, Gerente regional de vendas de Tecnologia de reciclagem, da Starlinger & Co. GmbH

• O recente início da Bottle to Bottle na Argentina: A experiência de uma recicladora: Andrzej Tolloczko, Gerente geral (Divisão de PET) Cabelma – S.A.

• Crescimento do uso de rPET no Brasil – Processos e desafios, por Irineu Bueno Barbosa Jr., diretor comercial,Global PET Reciclagem SA

• Reciclagem de filmes laminados de PET – Kathy Xuan, Presidente – PARC Corporation

Uma novo aspecto do 10° LAPET é um evento que em separado sobre a reciclagem de PET, comandada por Robert Dvorak, Gerente de projetos da Nextek Limited. Também apresentando trabalhos estão a PCI PET Packaging Resin & Recycling Ltd, Nexant Inc., Polyplex Corporation Limited, Holland Colours Europe BV, Husky Injection Molding Systems e Sidel.

Fonte:  CMT

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Andritz Biax fornece linha de estiramento de filme para empresa chinesa

04/10/2012

Depois da partida bem sucedida da maior e mais rápida linha MESIM de estiramento de filme do mundo,  em um cliente europeu no início deste ano, a empresa austríaca Andritz Biax recebeu um outro pedido para fornecer uma nova linha MESIM. A empresa chinesa Zhejiang Nanyang Technology Co., Ltd., de Taizhou, colocou uma ordem de compra de uma linha de 5,1 m de largura para a produção de vários filmes de PET em um intervalo de 2-75 μ. A partida da unidade está prevista para o primeiro trimestre de 2014.

MESIM (Sistema de estiramento mecânico simultâneo) é uma tecnologia de estiramento patenteada pela Andritz Biax. O processo de estiramento ocorre simultaneamente na direção longitudinal e na transversal, em apenas uma etapa. A área de estiramento pode ser ajustada em um amplo intervalo para se adaptar a todos os tipos de polímeros (PET, PP, PA, PI, PEEK, COC, PC, e muitos outros). Os produtos de filme obtidos pelo sistema MESIM têm excelentes propriedades óticas e físicas e são usados para aplicações de alta qualidade (por exemplo, na embalagem de alimentos e indústrias de entretenimento).

A Zhejiang Nanyang Technology fabrica filmes de polipropileno lisos, ásperos, e metalizados para vários tipos de capacitores, bem como filmes de PET para diferentes produtos.

Fonte: Andritz Group

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Eastman anuncia nova resina PET de extrusão-sopro para aplicações em embalagens de bebidas

04/10/2012

A Eastman Chemical Company anunciou a adição do polímero Aspira ™ One ao seu portfólio de resinas. Com o código de identificação da resina igual a 1 (RIC 1), o Aspira One foi desenvolvido especificamente para os processos de extrusão-sopro e aplicações de embalagem, tais como frascos transparentes com alças e garrafas grandes. Tratando-se de um novo polímero de PET, ele proporciona um equilíbrio ótimo entre capacidade de reciclagem, desempenho do produto, eficiência da produção e estética em relação a resinas de poliéster alternativas disponíveis para o mercado de extrusão-sopro.

O polímero Aspira ™ One  possui quatro principais atributos desejados pelos principais transformadores: sustentabilidade, flexibilidade de design, resistência da garrafa e eficiência do processo em plataformas de extrusão-sopro existentes. O polímero é sustentável pois ele é compatível com o fluxo de reciclagem de PET e, por conseguinte, é classificado com RIC 1. O Aspira One recebeu o reconhecimento de resina da Associação de Recicladores de Plástico Pós-consumo (APR) dos Estados Unidos, em julho de 2012, por cumprir o protocolo do Documento de Orientação Crítica para Garrafa PET.

O Aspira™ One permite a concepção de embalagens originais, transparentes e brilhantes, como alças através de orifícios e outras características inovadoras, que só podem ser obtidos pelo processo de extrusão sopro. Para um bom desempenho das garrafas, o material oferece uma robusta resistência e é livre de bisfenol A e halogênios. A clareza cristalina de Aspira One permite que o consumidor veja o conteúdo de seus frascos, proporcionando uma valiosa diferenciação do produto e apelo na prateleira.

Em contraste com outras resinas de poliéster para extrusão-sopro, o Aspira™ One é um material amorfo, oferecendo uma experiência de extrusão-sopro melhorada em relação a outros produtos. Em função dos pellets de Aspira™ One não serem cristalinos, eles podem ser secados e processados a temperaturas mais baixas do que outras resinas de PET. Isto reduz o consumo de energia, melhora a qualidade do material fundido e minimiza a degradação térmica do polímero. Outra característica é que não é necessária a cristalização de rebarbas recicladas das garrafas, pois os pellets de Aspira™ One são amorfos. Finalmente, o Aspira™ One não sofre fratura do material fundido em taxas altas de extrusão, dando-lhe alta transparência em todas as plataformas de extrusão-sopro.

“O polímero Aspira™ One fornece a solução simples que os transformadores líderes e proprietários de marcas estão procurando”, disse Ron Salati, Gerente de Desenvolvimento de Mercado Global para especialidades de embalagens plásticas da Eastman. “De fato, as principais empresas globais de bebidas devem usar garrafas de Aspira™ One, a partir de 2013.”

“A adição de Aspira™ One ao portfolio da Eastman se encaixa bem com outros produtos da empresa, pois a Eastman tem uma longa história de fornecimento de soluções inovadoras de embalagens para os mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, produtos médicos e mercados de consumo com produtos feitos de materiais que incluem os copoliésteres Tritan ™ e Abrace ™ “, disse Burt Capel, diretor da unidade de negócios de plásticos da Eastman.

Fonte: Eastman

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Tecnologia de reciclagem da Kreyenborg incorpora flocos de PET à produção de material virgem

17/09/2012
  • Utilização de flocos de Garrafas PET recicladas pós-consumo na produção de polímeros
  • O processamento de flocos de garrafas PCR / filtragem do material fundido como desafios da técnica de processamento

Unidade de descarga

O processamento de material PCR (reciclado pós-consumo) tem se tornado cada vez mais importante, especialmente o processamento de flocos de garrafas PET. Além de considerações econômicas, a idéia de se tornar mais “verde”, de se implementar processos sustentáveis e de se aproveitar e reciclar materiais já existentes certamente exerce um papel importante na percepção dos produtores e consumidores hoje em dia. Por este motivo, os produtores e processadores de PET estão assumindo um papel de liderança na definição de percentagens de material reciclado – por exemplo, em embalagens. Há uma verdadeira competição instalada sobre quem poderá lançar no mercado a garrafa PET mais verde, ou quem apresenta a maior proporção de material reciclado na embalagem de alimentos.

O grupo Kreyenborg vem atuando no segmento de reciclagem de PET há vários anos, fornecendo soluções inovadoras e com economia de custos para a indústria de reciclagem. Alguns exemplos dessas soluções são o desenvolvimento e a operação dos filtros POLY, baseados na tecnologia de trocadores de filtros de pistão desenvolvidos pela Kreyenborg, o procedimento CrystallCut® desenvolvido pela empresa afiliada BKG (Bruckmann & Kreyenborg Granuliertechnik GmbH) e o tubo giratório infravermelho IRD continuamente aperfeiçoado pela KPT (Kreyenborg Plant Technology GmbH), para a secagem e cristalização simultânea de PET dentro de poucos minutos ao invés de várias horas.

Desde o desenvolvimento do primeiro filtro com retrolavagem pela Kreyenborg no ano de 1988 – que não apenas filtra contaminações como alumínio, adesivos, outros plásticos na refundição, mas também automaticamente permite a limpeza dos elementos filtrantes durante a produção – a Kreyenborg tem continuado a expandir a sua liderança na tecnologia de filtragem  de material fundido através de várias inovações patenteadas, com clientes no mundo inteiro.

Uma inovação particular, a tecnologia de 4 canais, trouxe um avanço enorme para o segmento. As vantagens trazidas por estas máquinas para o utilizador final são nitidamente visíveis: um rápido Retorno sobre o Investimento, devido ao custo moderado da aquisição e a custos operacionais muito baixos, uma melhor eficiência de retrolavagem e pressões de processo constantes.

O processamento de flocos de garrafas PCR impõe altas exigências aos equipamentos de lavagem, fundição e filtragem dos flocos. Há muitos anos, a Kreyenborg já é líder na tecnologia de filtração de massa fundida (trocadores de tela com retrolavagem) em linhas de PET reciclado usados em novos filmes de embalagem de alimentos, cintas de embalagem (cintas de tensão que estão substituindo cada vez mais as tradicionais cintas de aço no mercado) e também material para novas garrafas (na reciclagem chamada de “bottle to bottle”). Agora a Kreyenborg abriu portas para atuação em uma área nova.

Primeira instalação comercial para r-PET na produção de polímeros

A Kreyenborg forneceu e instalou em um cliente norte-americano a primeira linha comercial na qual flocos de PET reciclado são adicionados à corrente principal da produção de material virgem.

Nessa linha, ocorre uma integração direta da reciclagem de PET com o processo produtivo, trazendo uma vantagem de custo considerável para o cliente. O volume processado corresponde a mais de 4 toneladas por hora,  tratando-se de uma operação de porte.

Funcionamento – Filtro tipo V

Um componente-chave para este processo é o filtro de retrolavagem do Tipo V, patenteado pela Kreyenborg, que possui uma relação desempenho / custo inigualável no segmento, segundo a empresa. Além das vantagens comuns dos trocadores de telas de pistão, o trocador de telas de retrolavagem do Tipo V oferece a melhor eficiência de retrolavagem do mercado, com perdas mínimas durante o procedimento, o qual é totalmente automatizado, sendo realizado independentemente da pressão operacional do material fundido.

Os contaminantes que são capturados nas telas do filtro a uma determinada pressão podem ser expelidos com uma pressão igual ou mesmo maior, sem exercer nenhuma influência negativa nos equipamentos de processo subsequentes, graças à pressão hidráulica de retrolavagem ajustável. O filtro trabalha com constância de processo, de pressão e de fluxo volumétrico, e, assim, pode ser utilizado mesmo em aplicações extremamente sensíveis (p.ex. fiação direta). A Kreyenborg não somente forneceu o filtro para o cliente americano, mas também a unidade de descarga completa – o que é um outro benefício para o cliente pois existem menos interfaces e um só responsável pelo pacote completo. Devido ao elevado grau de contaminação do material de partida e de requisitos de filtragem muito fina – 40 µm – um método de filtragem em “tandem” foi implementado. O item central desta linha é o trocador de tela de retrolavagem do Tipo V.

Estrutura e função da unidade de descarga

O poliéster fundido pela extrusora passa inicialmente pelo primeiro filtro de material fundido. Aqui, a tarefa principal é a remoção de contaminantes grossos, protegendo, assim, a bomba de material fundido instalada a seguir contra possíveis danos. A bomba de booster do tipo GPA, projetada pela Kreyenborg especialmente para materiais de baixa viscosidade, tornou-se necessária devido à viscosidade muito baixa do material e da resultante falta de capacidade de acumulação de pressão da extrusora para possibilitar a passagem pelo trocador de tela de retrolavagem do Tipo V que vem a seguir e, ainda, para ter pressão o suficiente para passar pelos componentes posteriores.

O trocador do Tipo V do tamanho 280 executa a tarefa de filtragem principal: a filtragem fina para 40 µm.

Houve três condições difíceis que foram consideradas no desenvolvimento da solução

1. Material de partida extremamente contaminado

2. Exigência de Filtragem muito fina de 40 µm

3. Ausência quase total de pressão antes do filtro fino para uma retrolavagem

A solução para essa tarefa apenas pôde ser realizada somente com o filtro do Tipo V.

A área ativa de filtragem relativamente grande (isto é,  as unidades de filtragem diretamente no processo – durante a produção normal todas as 4 telas estão em uso)  garante uma alta capacidade de retenção de sujidade e uma mínima pressão diferencial inicial. Além disso, evita-se que (ao contrário de outros sistemas existentes no mercado) o material fundido permaneça sob temperaturas elevadas por longos períodos e, assim, sofra degradação térmica e, finalmente, alcance a fase final do processo na condição de polímero degradado.

Em virtude do fato de que no mínimo 75 % da superfície ativa de filtragem está no processo durante a retrolavagem e também durante a troca de telas, as flutuações de pressão são bastante reduzidas, a ponto de serem irrelevantes para o processo subsequente.

Isso é conseguido pelo sistema de comando integrado ACS, o qual proporciona uma automação total da retrolavagem e limpeza das cavidades das telas depois da troca das mesmas.

Graças ao princípio patenteado de pistão de deslocamento e de um sistema de comando sofisticado, a produção é realizada com mínimas flutuações de pressão. Estes limites de pressão do sistema podem até mesmo ser alterados e armazenados para cada aplicação específica.

Isso representa uma novidade na filtragem de material fundido e torna o sistema facilmente adaptável para as mais variadas aplicações. Através de uma retrolavagem muito rápida de uma das quatro telas, com ajuda de alta velocidade do processo e dos pistões de deslocamento, é possível reagir rapidamente a picos de contaminação sem derrubar o sistema completo.

O cliente americano, que já utiliza com sucesso 2 dos grandes trocadores de tela do tipo POLY na policondensação de PET, também depositou sua confiança na expertise da Kreyenborg na tecnologia de filtração aplicada à reciclagem de PET .

Sobre a Kreyenborg: O grupo Kreyenborg conta com 4 empresas independentes e é um fornecedor de componentes para extrusão e polimerização. Em quase 60 anos de experiência em máquinas e construção de plantas, o Grupo Kreyenborg se tornou um parceiro global para a indústria de plásticos,  ativo mundialmente. Possui cerca de 350 empregados e tem sede em em Münster (Estado  alemão da Renânia do Norte-Westfália).

Fonte: Kreyenborg

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Reciclagem de PET apresentou forte crescimento em 2011.

13/06/2012

Brasil consolida posição entre os líderes mundiais da atividade

O Brasil mantém a sua posição entre os líderes da reciclagem de PET no mundo. Em 2011, o País deu a destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens de PET pós-consumo, o que representa 57,1% das embalagens descartadas pelo consumidor. Os números do 8.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), durante a Rio + 20, também trazem outros dados animadores.

Os detalhes foram apresentados durante a I Conferência Internacional da Indústria do PET, realizada no Hotel Renaissance, em São Paulo, entre 11 e 12 de junho. O evento reuniu mais de 340 participantes de 21 países, entre produtores de resina, recicladores, fabricantes e usuários da embalagem, máquinas e equipamentos, ao lado de consultores e especialistas internacionais, que falaram das principais tendências deste mercado.

Números mostram crescimento

O volume total reciclado em 2011 corresponde a um aumento de 4,25% em relação às 282 mil toneladas recicladas em 2010. Esse índice é mais do que o dobro do crescimento registrado na produção de novas embalagens, que mesmo enfrentando a crise mundial, foi de 2% em 2011. Atualmente, com faturamento de R$ 1,2 bilhão, a reciclagem responde por mais de um terço de todo o faturamento da indústria do PET no Brasil.

“Isso mostra que, apesar das dificuldades em relação à coleta seletiva, o trabalho da indústria, no sentido de gerar demanda para o PET reciclado, contribui fortemente para o desenvolvimento da atividade”, afirma o presidente da Abipet, Auri Marçon. “Além disso, coletamos, reciclamos e aplicamos o material reciclado em nosso próprio território. Não exportamos as embalagens pós-consumo, como fazem algumas nações desenvolvidas, que têm bons sistemas de coleta, mas enviam seus resíduos sólidos urbanos para serem reciclados em países em desenvolvimento”, afirma.

Destinação do PET reciclado

O mercado têxtil continua sendo o principal destino de todo do PET reciclado no Brasil. O setor responde pelo uso de aproximadamente 40% de todo o material. O segundo lugar, com 18% cada um, é dividido entre os setores de embalagens e o de aplicações químicas. “A indústria têxtil continua sendo a grande aposta, mas nos chama a atenção o fantástico crescimento da utilização do PET reciclado na fabricação de uma outra embalagem, o chamado bottle-to-bottle, que teve vários projetos lançados nos últimos dois anos”, destaca Marçon.

O potencial de todos esses mercados é confirmado pelos 409 recicladores entrevistados. Desses, 42% afirmam que o setor têxtil continuará apresentando o maior crescimento na utilização do PET reciclado. Para outros 33%, as embalagens de alimentos representam o segmento mais promissor para a reciclagem do PET. A novidade é que 8% desses recicladores acreditam que as aplicações técnicas para o mercado automotivo ganharão destaque nos próximos anos.

Fonte: Abipet / WN & P Comunicação

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Coca-Cola, Procter & Gamble, Ford Motor, Heinz e Nike criam grupo colaborativo para desenvolver PET 100 % de base biológica

07/06/2012

Coca-Cola, Ford Motor Company, HJ Heinz Company, NIKE, Inc. e Procter & Gamble anunciaram a formação de um grupo de trabalho colaborativo estratégico (PTC)na tecnologia de PET à base de plantas, voltado para a aceleração do desenvolvimento e utilização,  nos seus produtos, de materiais e fibras PET integralmente derivados de plantas. O PET, também conhecido como tereftalato de polietileno, é um plástico durável e leve que é usado por todas as empresas-membro em uma variedade de produtos e materiais, incluindo garrafas de plástico, vestuário, sapatos e tecidos e tapetes de automóvel.

O grupo colaborativo se desenvolverá a partir do sucesso da tecnologia da embalagem PlantBottle ™ da Coca-Cola, que é parcialmente feita de plantas e tem demonstrado um menor impacto ambiental quando comparada com garrafas plásticas de PET tradicionais. Atualmente, a Heinz licencia a tecnologia da Coca-Cola para algumas garrafas de ketchup Heinz nos EUA e no Canadá.

Este novo grupo colaborativo foi formado para apoiar novas tecnologias, num esforço para desenvolver o material que hoje é parcialmente feito a partir de plantas para uma solução 100% à base de plantas. Ao alavancar os esforços de pesquisa e desenvolvimento das empresas fundadoras, o grupo PTC está assumindo a liderança no sentido de estimular uma mudança positiva em vários setores industriais, empenhando-se em pesquisar e desenvolver soluções comerciais para o plástico PET obtido inteiramente a partir de fontes biológicas. O grupo também terá como objetivo impulsionar o desenvolvimento de metodologias e normas comuns para o uso do PET à base de plantas, incluindo análises de ciclo de vida e terminologia universal.

O PET à base de plantas pode ser produzido a partir de várias fontes, incluindo cana de açúcar, beterraba de acúcar, milho, sorgo e mandioca. Mas um dos objectivos do grupo colaborativo é pesquisar fontes não alimentícias que atendam aos critérios de sustentabilidade estabelecidos.

“Os combustíveis fósseis como o petróleo tem impactos significativos sobre a biodiversidade do planeta, clima e outros sistemas naturais”, disse Erin Simon, diretor sênior do Programa de Embalagem para o World Wildlife Fund (WWF). “A gestão sustentável dos nossos recursos naturais e a descoberta de alternativas aos combustíveis fósseis são imperativos tanto empresariais como ambientais. É encorajador ver essas empresas líderes usando a sua influência no mercado para reduzir a dependência de plásticos baseados em petróleo. Esperamos que outras empresas sigam seu exemplo.”

“O grupo colaborativo oferece uma excelente oportunidade para se trabalhar usando um novo modelo de negócios para a Procter & Gambler no estabelecimento de parcerias com empresas-líderes, não concorrentes, de produtos de consumo”, explicou Ed Sawicki, Diretor Adjunto de Desenvolvimento de Negócios Globais da Procter & Gamble. “É nossa expectativa de que isso permitirá que a P & G avance no uso comercial do PET à base de plantas de modo significativamente mais rápido, a um custo muito menor e com maior qualidade.”

A criação do grupo colaborativo PTC representa um compromisso dessas empresas de marcas líderes em promover e apoiar a pesquisa, ampliar o conhecimento e acelerar o desenvolvimento de tecnologia para tornar possível o PET 100% derivado de plantas, comercialmente viável, obtido de fontes mais sustentáveis e ao mesmo tempo reduzir o uso de combustíveis fósseis.

Fonte: Coca Cola / Procter & Gamble

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Clariant desenvolve nova tecnologia de cores líquidas para sopro de poliolefinas.

14/05/2012
  • Tecnologia de veículo líquido é ideal para extrusão-sopro em monocamada
  • Elimina problemas com líquidos em contêineres de poliolefinas
  • Abre novas opções para os proprietários de marcas e os transformadores de plástico

A nova tecnologia de veículo líquido (LVT), desenvolvido pela Clariant Masterbatches parece eliminar muitos dos problemas que têm impedido uma maior utilização de cores líquidas e concentrados de aditivos no processo de extrusão-sopro de poliolefinas (polietilenos de alta e baixa densidade e polipropileno). Testes iniciais com contêineres em monocamada mostram que esses sistemas – altamente compatíveis – permitem cargas mais elevadas de pigmentos e menores taxas de utilização e ao mesmo tempo praticamente eliminam os desafios anteriores relacionados com o deslizamento na rosca. A melhor compatibilidade com as resinas resulta em linhas de união mais fortes no produto acabado, como evidenciado por muitos testes padrão de compressão sob carga e ruptura

“Transformadores que trabalham com extrusão-sopro e proprietários de marcas nos mercados de cuidados pessoais e produtos de uso doméstico muitas vezes identificam os masterbatches líquidos como sendo uma alternativa atraente em relação aos concentrados sólidos”, disse Raymond Sloan, Chefe de Cores Líquidas da Clariant Masterbatches na América do Norte. “No entanto, até agora, a utilização de cores líquidas tem sido limitado no processo de sopro de resinas de poliolefinas porque muitos veículos líquidos para as cores (incluindo óleo mineral) não se incorporam às resinas. Esses veículos eram amigáveis aos pigmentos, mas às resinas.”

Os novos masterbatches da Clariant utilizam um veículo líquido que incorpora auxiliares de suspensão, além de ligantes terem sido também incorporados aos novos masterbatches LVT para permitir cargas mais altas de pigmentos e (na maioria dos casos) menores taxas de utilização. Os componentes adicionais aumentam o fluxo de permitem mudanças de cor significativamente mais rápidas. Estes e outros avanços permitem que a Clariant ofereçam vantagens funcionais significativas em importantes aplicações e mercados. Os benefícios incluem:

Melhoria da resistência das linhas de união. Veículos anteriores tinham uma tendência para rapidamente migrar para a superfície de contêineres moldados por extrusão-sopro, interferindo na solda das junções do material. Em contraste, os novos produtos líquidos da Clariant parecem, na verdade, auxiliar na formação de uma junção forte. Os produtos acabados fabricados com os novos masterbatches LVT foram facilmente aprovados nos testes industriais padronizados de resistência à carga e de queda.

Melhores características de processamento. As novas cores líquidas da Clariant têm um efeito positivo sobre o fluxo de material na extrusora. O menor deslizamento na rosca produz uma melhor mistura, uma dispersão mais completa e menos estrias. Produz também temperaturas de processamento menores em até 17 ° C, de modo que menos resfriamento é necessário.

Mudanças de cor mais rápidas. Maior Produtividade. Os produtos LVT Clariant tendem a não aderir a superfícies metálicas e, na verdade, podem atuar como um agente de limpeza, removendo depósitos deixados por outros corantes. Mudanças de cor – que podem normalmente demorar várias horas quando se usam corantes sólidos – podem agora ser completadas em minutos com as novas cores líquidas da Clariant. Isso significa que os processadores gastarão muito menos tempo produzindo refugo para reprocessamento e mais tempo produzindo os seus contêineres reais que serão vendidos.

“Até agora”, diz Sloan, “os testes foram completados em vários tipos de recipientes de monocamada e estamos confiantes que resultados semelhantes podem ser alcançados em aplicações multicamadas envolvendo tanto cores opacas como efeitos perolizados. Apesar dos líquidos terem tido somente uma aceitação limitada nesses mercados, nós esperamos plenamente que a nossa nova tecnologia, juntamente com a nossa assistência técnica líder à indústria e o alcance global da Clariant nos permitirá descobrir novas oportunidades no mercado de extrusão-sopro. A Clariant está ativamente procurando transformadores que possam ser nossos parceiros para nos ajudar a testar e a comprovar os benefícios LVT em aplicações específicas. “

COMPROMISSO GLOBAL

A Clariant tem oferecido, em escala global, masterbatches líquidos para PET e outras aplicações há muitos anos. Em 2008, a Clariant adquiriu a Rite Systems, Inc., um fornecedor americano líder de masterbatches líquidos e tecnologia de veiculação, com sede em West Chicago, IL. A nova tecnologia de veículo líquido para extrusão-sopro foi desenvolvida lá e testada de forma abrangente na América do Norte. Ela agora está sendo implementado também em três plantas na América do Sul e em outras na Europa e China.

“A Clariant é uma das poucas empresas capazes de oferecer masterbatches de cores e aditivos em forma sólida e líquida em uma escala global, tanto para PET como para poliolefinas”, observa Matthias Brommer, Vice Presidente de Marketing da Clariant Masterbatches. “Estamos empenhados em oferecer aos nossos clientes opções de formas líquidas e sólidas, fazendo recomendações imparciais baseadas apenas no que é melhor para suas aplicações específicas.”

Fonte / Foto: Clariant

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Principais especialistas em PET da América Latina avaliam os desafios do PET reciclado durante a 9ª LAPET, na Cidade do México

03/10/2011

9a LAPET vai apresentar os pontos de vista de especialistas sobre como manter-se competitivo, estratégias inovadoras, ofertas de produtos e PET reciclado.

 Nos dias 19 e 20 de outubro, a 9ª Conferência LAPET (Mercados de embalagens PET da América Latina), na Cidade do México, vai colocar em destaque as oportunidades regionais, as tendências para PET reciclado e os desafios que afetam os mercados de embalagens PET na América Latina.

 Assim como a Coca-Cola, cuja meta é de 25% de conteúdo de PET reciclado, muitas outras empresas também estão buscando aumentar suas porcentagens do material reciclado. Assim sendo, ainda não está claro se os preços vão subir ou se o PET reciclado oferece a mesma relação custo-eficiência que a PET virgem,  se ainda é viável negociar com PET reciclado e quais são, se houver, as iniciativas mais recentes do governo mexicano com relação a este material.

 A 9aLAPET tem o objetivo de responder às perguntas acima. Renomada não apenas por ser a maior reunião de fornecedores e compradores PET da região, a 9ªLAPET é também conhecida pela presença de palestrantes do mais alto calibre e por suas sessões altamente informativas. A mais esperada das sessões será apresentada pela Coca-Cola do México que vai abordar métodos de processamento de PET reciclado, seus desafios e os aspectos necessários para garantir a boa qualidade das garrafas PCR.

 O evento também contará com a participação da Nextek Limited tratando dos últimos desenvolvimentos sobre o PET reciclado e os desafios para aplicações de suco e água, assim como a Netstal falando sobre os avanços nas embalagens de leite através da sessão intitulada “Contêineres PET com sistemas de barreira contra a luz para Leite UHT”.

 A 9ªLAPET da CMT tem o privilégio de contar com a contribuição da M&G Finanziaria S.r.l.,, atualmente a maior produtora de PET do mundo para aplicações em embalagens e líder tecnológica do mercado de poliéster, durante a conferência. Cecile Bourland, gerente de marketing da M&G, vai falar sobre os planos de sustentabilidade e inovação da empresa para continuar avançando com o PET e vai abordar problemas correlatos, como as oportunidades de desenvolvimento do mercado global de produtos PET especiais e os novos investimentos e oportunidades em biotecnologia.

IHS-CMAI, Total PET Packaging, Bericap Gmbh & Co, Avon Mexico, Graham Packaging, Croda, SEMARNAT, Polindustrias S.A. e PCI PET Packaging Resin & Recycling Ltd também vão apresentar trabalhos sobre:

  • tipos de novos PET/matéria prima bio-baseada disponíveis no mercado;
  • oportunidades emergentes em novas áreas de crescimento, como Cuba, Guatemala e Costa Rica.

Para outras informações sobre a 9ª LAPET (Mercados de embalagens PET da América Latina) ou para fazer sua inscrição, entre em contato com Hafizah@cmtsp.com.sg ou acesse o site oficial da 9ª LAPET.

Fonte: CMT events

Inscrições para o Prêmio ECOPET são prorrogadas até o dia 07 de outubro.

05/09/2011

Áreas acadêmica e industrial ganham destaque na edição deste ano

 Em razão dos pedidos feitos por alguns candidatos, a organização do Prêmio EcoPET decidiu prorrogar as inscrições para a 12.ª edição do evento, que agora podem ser feitas até o próximo dia 07 de outubro. A premiação é realizada todos os anos pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) e, nesta versão de 2011, conta com novidades entre suas seis categorias, nos campos acadêmico e industrial.

 A nova categoria Pesquisas Acadêmicas inclui trabalhos desenvolvidos por universitários ou instituições de ensino superior, públicas ou privadas, que contribuam para a reciclagem das embalagens de PET pós-consumo, em qualquer fase do processo. Em Tecnologia, outra novidade deste ano, serão contemplados os investimentos privado e industrial feitos em processos e desenvolvimentos de produtos que utilizem o PET reciclado em sua composição, já funcionais, que estejam ou não em comercialização.

 “As alterações realizadas no Prêmio visam contemplar a nova realidade da reciclagem no Brasil, a partir da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. As transformações que vão ocorrer nos próximos anos exigirão uma contrapartida por parte de pesquisadores e empresas, no sentido de aperfeiçoar processos e encontrar novas aplicações para o material reciclado”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.

 Ao todo, o Prêmio EcoPET distribuirá R$ 9 mil e um computador portátil entre os vencedores, cujos trabalhos deverão contemplar, obrigatoriamente, a reciclagem do PET. Além de Pesquisas Acadêmicas e Tecnologia, as demais categorias são:

 · Educação Ambiental: projetos efetivos de instituições de ensino, associações, cooperativas e quaisquer entidades sem fins de lucro, ou indivíduos, que atinjam a população com idéias e conceitos sobre consumo consciente, destinação adequada e separação de resísuoa sólidos urbanos e reciclagem;

· Coleta e Separação: ações desenvolvidas por entidades sem fins de lucro e/ou órgãos governamentais, que efetivamente incrementem a coleta local ou regional de embalagens pós-consumo;

· Ação de Empresa: ações ou projetos efetivos de pssoas jurídicas que estimulem a separação e coleta de materiais recicláveis, interagindo com a comunidade e contribuindo para a disseminação da reciclabilidade de PET;

· Reportagem Ambiental: reportagem, artigo ou série de reportagens publicadas em mídias de qualquer tipo, por veículo de cunho jornalístico, que valorize ações em prol da reciclagem e/ou a utilização de material reciclado em novos produtos.

 Os trabalhos escolhidos serão conhecidos em cerimônia realizada na cidade de São Paulo. Os finalistas das categorias Coleta e Separação, Educação Ambiental e Pesquisas Acadêmicas apresentarão seus trabalhos para um corpo de jurados e a platéia, com direito a voto. Os vencedores das demais categorias serão escolhidos por uma Comissão Analítica.

 O regulamento e a ficha de inscrição do Prêmio EcoPET – que tem preenchimento obrigatório – estão disponíveis na página da Abipet na Internet (www.abipet.org.br). Além do e-mail, os formulários e a descrição dos trabalhos também podem ser entregues pessoalmente na secretaria da Associação ou enviados por correio.

 Os inscritos também precisam enviar à Abipet o material de apoio de cada categoria, que podem ser textos, vídeos, fotos, publicações, equipamentos, entre outros itens que contribuam para melhor entendimento do trabalho. Também poderão ser entregues pessoalmente na sede da Abipet ou enviados por correio ou e-mail.

 Sobre a Abipet e a reciclagem

 Fundada em 1995, a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET do Brasil. A Associação é a maior representante do segmento em toda a América Latina e congrega fabricantes da resina, transformadores, sopradores e recicladores de todo o mercado brasileiro.

 O Prêmio EcoPET, criado em 1995, é uma das principais ações do calendário anual da entidade, que incentivam e destacam a importância da preservação do meio ambiente por meio da reciclagem do PET. As campanhas educativas e iniciativas da entidade têm sido decisivas para posicionar o Brasil entre os maiores recicladores mundiais do material.

 O 7.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, realizado pela Abipet, mostrou que o País recicla 56% das novas embalagens produzidas. Como resultado, o País consolida a sua posição como um dos líderes na atividade, à frente de Estados Unidos e União Européia. São mais de 500 empresas em todo o Brasil, que geram um faturamento de aproximadamente R$ 1,2 bilhão.

Fonte: Abipet / WN&P Comunicação

Volume de PET reciclado cresceu 7,6% no Brasil em 2010.

26/08/2011

Falta de coleta seletiva continua sendo o principal entrave para ampliação da reciclagem no País

 Com as 282 mil toneladas de embalagens pós-consumo que receberam destinação adequada em 2010, o Brasil manteve a posição de destaque entre os maiores recicladores de PET do mundo. Embora o País não conte com sistemas de coleta seletiva abrangentes, o volume de PET reciclado no ano passado resulta em um crescimento de 7,6% sobre as 262 mil toneladas registradas em 2009.

 Os números fazem parte do 7.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgado nesta terça-feira (23/8) pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet). O levantamento indica que a alta demanda pelo PET reciclado continua garantindo a sustentabilidade, inclusive econômica, da atividade. No entanto, também mostra que ainda é grande a dificuldade da indústria para ter acesso à embalagem pós-consumo, que muitas vezes não tem a destinação adequada.

 De acordo com Auri Marçon, presidente da Abipet, o Brasil precisa implantar o quanto antes um sistema de coleta seletiva eficiente, para continuar avançando nos índices de reciclagem. “As empresas do setor do PET investiram em capacidade de reciclagem e em inovação. Mas o parque instalado tem forte ociosidade e será difícil continuar crescendo sem um sistema público de coleta seletiva que possibilite o retorno das embalagens pós-consumo à indústria.”

 O 7.º Censo da Reciclagem do PET mostra que o Brasil dá a destinação adequada a 56% do total de embalagens PET consumidas. Esse material reciclado alimenta uma indústria diversificada, onde o maior usuário continua sendo o setor têxtil, com 38% do total reciclado. Em seguida estão as resinas insaturadas e alquídicas (19%), embalagens (17%), laminados e chapas (8%), fitas de arquear (7%), tubos (4%) e outros (7%).

 A indústria da reciclagem do PET fechou o ano de 2010 com faturamento de R$ 1,18 bilhão, acima do R$ 1,09 bilhão registrado no ano anterior. Esse valor já corresponde a 36% de todo o faturamento do setor do PET no ano passado (embalagens PET mais produtos reciclados), que foi de R$ 3,27 bilhões.

COMPARATIVO COM OUTROS PAÍSES MOSTRA BRASIL BEM POSICIONADO

O estudo realizado pela ABIPET  faz a comparação entre a reciclagem do PET no Brasil e em algumas dezenas de outros países. O objetivo foi demonstrar como algumas variáveis – número de habitantes, índice de escolaridade, tamanho do território e concentração da população urbana, entre outras – interferem no desempenho da coleta e destinação das embalagens pós-consumo.

 No geral, o trabalho mostra o Brasil bem posicionado e, dentro de algumas variáveis, com desempenho superior aos de Itália e Espanha, ou mesmo dos Estados Unidos. Na comparação com nações que possuem características semelhantes de desenvolvimento, como Austrália, Argentina e México, a situação brasileira é de clara vantagem.

 Os países estudados pela Abipet são: Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Polônia, República Tcheca, Suíça e Turquia. O trabalho fez o cruzamento de informações provenientes de instituições como Organização das Nações Unidas (ONU), Fundo Monetário Internacional (FMI), Economist Intelligence Unit, da própria Abipet, além da PETCORE e NAPCOR (entidades internacionais do setor do PET).

 “O Brasil ainda apresenta um importante diferencial entre todas as nações analisadas. É um dos poucos, se não for o único, que coleta, recicla e aplica todo o PET reciclado em seu próprio território”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.

 Caminho correto

 Além do bom posicionamento global do Brasil, o estudo também destaca o excelente desempenho de Alemanha, França, Japão, República Tcheca e Suíça. Além da pequena área territorial, número reduzido de habitantes e altos níveis de escolaridade, esses países têm em comum outros três aspectos que estão diretamente ligados ao bom resultado apresentado: o empenho da indústria local no sentido de reciclar seus resíduos; a existência de sistemas eficientes de coleta (em diferentes formatos); e muita publicidade destinada à população, sobre os benefícios da reciclagem.

 Em suas conclusões, o estudo da Abipet mostra que o Brasil, com o índice de 56% das embalagens de PET pós-consumo recicladas, parece caminhar em direção ao cenário vivido por essas nações mais desenvolvidas. O trabalho que a indústria realiza há 15 anos para promover a reciclagem é o que garante, hoje, a boa posição do País. Além disso, o Brasil começa a caminhar para a implantação de sistemas eficientes de coleta seletiva – em razão da regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, cujos acordos setoriais estão sendo discutidos – e para a difusão de conceitos de educação ambiental entre a população.

 “A recente campanha publicitária feita pelo Ministério do Meio Ambiente mostra a mudança de atitude e o empenho do governo federal no sentido de sensibilizar os cidadãos para a importância da reciclagem”, conclui o presidente da Abipet.

Fonte: ABIPET / WN&P Comunicação

 

Inscrições abertas para o Prêmio ECOPET 2011.

12/08/2011

Conferido todos os anos pela Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET), o Prêmio EcoPET está com inscrições abertas para a 12.ª edição até o próximo dia 30 de agosto. A premiação conta com novidades entre suas seis categorias, com o objetivo de ampliar o incentivo ao desenvolvimento de novas tecnologias e aplicações para o PET reciclado nos campos acadêmico e industrial.

 A nova categoria Pesquisas Acadêmicas inclui trabalhos desenvolvidos por universitários ou instituições de ensino superior, públicas ou privadas, que contribuam para a reciclagem das embalagens de PET pós-consumo, em qualquer fase do processo. Em Tecnologia, outra novidade deste ano, serão contemplados os investimentos privado e industrial feitos em processos e desenvolvimentos de produtos que utilizem o PET reciclado em sua composição, já funcionais, que estejam ou não em comercialização.

 “As alterações realizadas no Prêmio visam contemplar a nova realidade da reciclagem no Brasil, a partir da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. As transformações que vão ocorrer nos próximos anos exigirão uma contrapartida por parte de pesquisadores e empresas, no sentido de aperfeiçoar processos e encontrar novas aplicações para o material reciclado”, afirma Auri Marçon, presidente da ABIPET.

 Ao todo, o Prêmio EcoPET distribuirá R$ 9 mil e um computador portátil entre os vencedores, cujos trabalhos deverão contemplar, obrigatoriamente, a reciclagem do PET. Além de Pesquisas Acadêmicas e Tecnologia, as demais categorias são:

 · Educação Ambiental: projetos efetivos de instituições de ensino, associações, cooperativas e quaisquer entidades sem fins de lucro, ou indivíduos, que atinjam a população com idéias e conceitos sobre consumo consciente, destinação adequada e separação de resísuoa sólidos urbanos e reciclagem;

 · Coleta e Separação: ações desenvolvidas por entidades sem fins de lucro e/ou órgãos governamentais, que efetivamente incrementem a coleta local ou regional de embalagens pós-consumo;

 · Ação de Empresa: ações ou projetos efetivos de pssoas jurídicas que estimulem a separação e coleta de materiais recicláveis, interagindo com a comunidade e contribuindo para a disseminação da reciclabilidade de PET;

 · Reportagem Ambiental: reportagem, artigo ou série de reportagens publicadas em mídias de qualquer tipo, por veículo de cunho jornalístico, que valorize ações em prol da reciclagem e/ou a utilização de material reciclado em novos produtos

 Os trabalhos escolhidos serão conhecidos em cerimônia realizada na cidade de São Paulo. Os finalistas das categorias Coleta e Separação, Educação Ambiental e Pesquisas Acadêmicas apresentarão seus trabalhos para um corpo de jurados e a platéia, com direito a voto. Os vencedores das demais categorias serão escolhidos por uma Comissão Analítica.

 O regulamento e a ficha de inscrição do Prêmio ECOPET – que tem preenchimento obrigatório – estão disponíveis na página da ABIPET na Internet (www.abipet.org.br). Além do e-mail, os formulários e a descrição dos trabalhos também podem ser entregues pessoalmente na secretaria da Associação ou enviados por correio.

 Os inscritos têm até o dia 30 de setembro para enviar material de apoio de cada categoria, que podem ser textos, vídeos, fotos, publicações, equipamentos, entre outros itens que contribuam para melhor entendimento do trabalho. Também poderão ser entregues pessoalmente na sede da ABIPET ou enviados por correio ou e-mail.

 Sobre a Abipet e a reciclagem

 Fundada em 1995, a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET do Brasil. A Associação é a maior representante do segmento em toda a América Latina e congrega fabricantes da resina, transformadores, sopradores e recicladores de todo o mercado brasileiro.

 O Prêmio EcoPET, criado em 1995, é uma das principais ações do calendário anual da entidade, que incentivam e destacam a importância da preservação do meio ambiente por meio da reciclagem do PET. As campanhas educativas e iniciativas da entidade têm sido decisivas para posicionar o Brasil entre os maiores recicladores mundiais do material.

 O 6.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, realizado pela Abipet, mostrou que o País recicla 55,6% das novas embalagens produzidas. Como resultado, o País consolida a sua posição como um dos líderes na atividade, à frente de Estados Unidos e União Européia. São mais de 500 empresas em todo o Brasil, que geram um faturamento de mais de R$ 1 bilhão.

Fonte: Abipet

Pepsi do Canada lança garrafa de refrigerante feita a partir de PET 100% reciclado.

28/07/2011

A PepsiCo Bebidas do Canadá está pronta para lançar refrigerantes 7UP em garrafas feitas do plástico PET 100 por cento reciclado – a primeira garrafa do tipo na América do Norte, disse a empresa.

Disponível nas lojas a partir de início de agosto, a garrafa “verde” Ecogreeen 7UP da Pepsi será fabricada em várias instalações de fabricação da PepsiCo no Canadá.

A utilização de mais PET reciclado irá reduzir a quantidade de plástico virgem que a empresa utiliza em cerca de 2,7 milhões de quilos de PET ao longo de um ano, afirma a PepsiCo. A empresa atualmente utiliza uma média de 10 por cento de PET reciclado em suas garrafas básicas de refrigerantes nos Estados Unidos e no Canadá.

A criação de uma garrafa para refrigerantes feita a partir de 100 por cento de plástico reciclado  é mais desafiador do que criar uma garrafa para bebidas não carbonatadas, diz a PepsiCo, por causa das tensões sobre os materiais resultante da pressão de carbonatação – motivo pelo qual o produto demorou muito tempo para chegar ao mercado e exigiu o investimento de US $ 1 milhão em melhorias de produção nas instalações de fabricação da PepsiCo, incluindo sistemas de manipulação de resina e inspeção.

“Depois de três anos de pesquisa e desenvolvimento, deciframos o código para desenvolver comercialmente uma garrafa de refrigerante feita a partir de 100 por cento de plástico PET reciclado”, disse Richard Glover, presidente da PepsiCo Canadá, com sede em Mississauga, Ontário.”Os consumidores querem produtos e embalagens que reflitam seu desejo de proteger o meio ambiente, e PepsiCo está comprometida com essa visão, ao lançar este tipo de inovação de classe mundial”.

A seguir, vídeo (em inglês) sobre a inovação.

Fonte: Canadian Plastics / CPIA (original em inglês)

Husky lança na América Latina o sistema H-MED AE de moldagem para a área médica em salas limpas.

30/05/2011

A Husky Injection Molding Systems exibiu durante a Brasilplast suas soluções completas para os mercados de tampas, PET e área médica . A Husky apresentou, pela primeira vez na América Latina, seu sistema H-MED AE™(totalmente elétrico) de moldagem para a área médica em salas limpas .

“A Husky tem a maior rede global de serviços e suporte da indústria, o que nos permite oferecer aos nossos clientes ao redor do mundo menores prazos de entrega, serviço local com resposta rápida e suporte inigualável”, afirmou Evandro Cazzaro, Diretor de Vendas da Husky para a América do Sul. “Abrimos nosso Centro Técnico do Brasil em abril de 1999 e estabelecemos uma presença forte na América Latina, o que nos ajudou a construir relacionamentos duradouros com nossos clientes. Nosso objetivo é continuar a investir nesse mercado crescente para oferecer o suporte de que nossos clientes precisam para ser competitivos e expandir seus negócios.”

Soluções completas para diversos mercados
Esteve em operação no estande da Husky, o H-MED AE, o sistema de moldagem por injeção totalmente elétrico da empresa, que é otimizado para as necessidades específicas da moldagem para área médica. O sistema esteve produzindo uma aplicação para área médica ao vivo no estande da Husky, e incluiu a câmara quente UltraSync™-E (elétrica), o controlador de temperatura Altanium® e o software de monitoramento de processo e produtividade Shotscope NX®. Todas as funções são gerenciadas pelo Controle Polaris™, que centraliza a operação de toda a célula de trabalho.

A Husky também exibiu sua solução completa para os mercados de tampas e de pré-formas PET. Isso incluiu as soluções para embalagens de bebidas em todas as aplicações e volumes, assim como soluções para ajudar os fabricantes de embalagens para bebidas a serem mais sustentáveis por meio de iniciativas de redução de peso e tecnologias para incorporar flocos reciclados em garrafas de plástico. A Husky também destacou a capacidade de seus sistemas completos para tampas, incluindo câmaras quentes e controladores de temperatura Altanium, assim como uma gama de soluções que permitem controle completo do canal de fluxo, troca rápida de cores, redução do peso da peça e aumento da produtividade.

Soluções de ferramentas para peças com qualidade a ciclos mais rápidos
A Husky é reconhecida como um fornecedor líder de sistemas completos de câmaras quentes, incluindo controladores de temperatura. Ao oferecer um sistema completo, a Husky consegue aumentar a eficiência, ao mesmo tempo em que diminui o refugo e o tempo de inatividade. Além da tecnologia de câmara quente UltraSync-E, a Husky também exibiu seus sistemas de câmara quente PRONTO® totalmente configuráveis para maior flexibilidade e desempenho, assim como seu amplo portfólio de tamanhos de bico e opções de pontos de injeção para uma variedade de pesos de peças e tipos de resina. Também em exposição estavam os controladores Altanium Neo2 da Husky para 2 a 48 zonas de controle. Com o uso do Active Reasoning Technology (ART), o Altanium Neo2 é capaz de atingir o controle de temperatura mais preciso para melhorar a qualidade e a consistência da peça, porém com preço razoável.

Fonte: Husky

Pepsi desenvolve a primeira garrafa de PET a partir de fontes renováveis 100 % baseadas em vegetais.

29/03/2011

Aproveitando o seu histórico como uma empresa inovadora e líder em sustentabilidade ambiental, a PepsiCo anunciou no último dia 15/03  que desenvolveu a primeira garrafa plástica de  PET, no mundo, feita inteiramente de vegetais – recursos totalmente renováveis – permitindo à empresa fabricar um vasilhame de bebida com emissões globais de carbono significativamente reduzidas.

A garrafa “verde” da PepsiCo é 100 por cento reciclável ​​e supera de longe tecnologias industriais já existentes. A garrafa é feita de matérias-primas baseadas em fontes vegetais, incluindo o capim, casca de pinheiro e palha de milho. No futuro, a empresa espera ampliar as fontes de energia renováveis ​​usadas na criação da garrafa “verde” ao incluir cascas de laranja, cascas de batata, casca de aveia e outros subprodutos agrícolas provenientes do seu negócio de alimentos. Esse processo reforça ainda mais a vantagem competitiva da PepsiCo chamada de “Power of One”, ao conduzir uma inovação estratégica no setor de bebidas através de uma solução baseada em alimentos.

“Esta inovação é um avanço para o desenvolvimento transformacional da PepsiCo e da indústria de bebidas e um resultado direto de nosso compromisso com Pesquisa & Desenvolvimento”, disse o Chairman e CEO da PepsiCo, Indra Nooyi. “A PepsiCo está em uma posição singular – como uma das maiores empresas do mundo no setor de alimentos e bebidas – para, em última análise, prover subprodutos agrícolas do nosso negócio de alimentos para o nosso negócio de bebidas, permitindo a manufatura de uma garrafa ambientalmente mais amigável – um modelo de negócio sustentável que acreditamos trazer à vida a essência do “Desempenho com Propósito” (Performance with Purpose).

Combinando processos biológicos e químicos, a PepsiCo identificou métodos para criar uma estrutura molecular que é idêntica à do PET (polietileno tereftalato) baseado em derivados de petróleo, o que resulta em uma garrafa que confere aparência, tato e proteção do produto idênticas às de recipientes de bebidas PET existentes.

A PepsiCo vai montar um piloto para produção da nova garrafa, em 2012. Após a conclusão do piloto, a empresa pretende passar diretamente para a comercialização em grande escala.

“A “As You Sow” aplaude o design da embalagem inovadora da PepsiCo”, disse Conrad MacKerron, Diretor Senior do Programa “As You So”,  uma fundação sediada em São Francisco, Califórnia, que promove a responsabilidade social das empresas através da participação dos acionistas. “Ao reduzir a dependência de materiais baseados em petróleo e utilizar os seus próprios restos agrícolas como matéria-prima para novas garrafas, este avanço deve conferir uma dupla vitória ao meio ambiente e à PepsiCo.”

Com este desenvolvimento, a PepsiCo continua na sua posição de liderança em sustentabilidade ambiental e de progresso em relação às metas e compromissos globais  que ela anunciou em 2010 para proteger os recursos naturais da Terra através da inovação e de uma utilização mais eficiente da terra, água, energia e embalagens.

Fonte: PepsiCo

Sacola retornável fabricada com PET reciclado é utilizada em supermercados e lojas de Portugal.

17/02/2011

Vislumbrando o crescente número de pessoas que optam por sacolas retornáveis, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) colocou no mercado português um novo modelo, feito com material reciclado. Esta sacola apresenta na sua composição um material inovador, constituído em 99% por garrafas PET recicladas, com largas vantagens na economia de recursos naturais. O lançamento da nova Sacola “Verde” mostra a preocupação e responsabilidade da APED relativamente ao Ambiente e à Prevenção de resíduos, contribuindo para o consumo sustentável dos recursos naturais e para a promoção do eco-consumo.

A Sacola “Verde” pode ser adquirida em lojas dos Associados da APED tais como: Continente, Jumbo, Modelo Bonjour, Modelo, Pão de Açúcar, Pingo Doce e Staples.

Fonte: APED / Instituto Nacional do Plástico (INP)

Resina sustentável da SABIC IP é utilizada em carregadores de veículos elétricos

12/01/2011

A Leviton Manufacturing, líder norte-americana em dispositivos e sistemas elétricos, escolhe a resina Valox iQ* para produzir o novo carregador portátil para alojar cabos para veículos elétricos (EV) Evr-Green™.

A resina Valox iQ, que utiliza politereftalato de etileno (PET, polyethylene terephthalate) reciclado pós-consumo de garrafas de água, possibilita a moldagem de peças na cor final, evitando a pintura secundária e ampliando significativamente os benefícios ambientais do carregador da Leviton.

Além disso, o produto oferece elevado desempenho elétrico e mecânico, além de poder ser produzido em cores personalizadas. A família de resinas Valox iQ, que usa  conteúdo reciclado pós-consumo (PCR, post-consumer recycled), faz parte da linha de soluções sustentáveis da SABIC Innovative Plastics.

“Um requisito importante ao desenvolver nossa unidade de carregamento Evr-Green foi o uso de materiais sustentáveis “, afirma Michael Mattei, Vice-Presidente e Gerente geral da unidade de negócios comerciais/industriais da Leviton.

“Queríamos certificar que o nosso carregador, além de facilitar a inserção dos carros elétricos no mercado, minimizasse também os impactos ambientais. Para isso, procuramos a SABIC Innovative Plastics, um fornecedor confiável em razão de sua liderança no mercado de materiais sustentáveis. A resina Valox iQ, além de ser um material PCR,  atendeu a todas as exigências oferecendo excepcional desempenho elétrico, mecânico e estético, que são requisitos necessários a esta exigente aplicação para o consumidor. Acreditamos que o uso da resina Valox iQ agrega um aspecto importante ao valor ambiental de nossa nova linha de produtos”, completa Mattei.

A unidade portátil do Evr-Green da Leviton opera em 110 volts permitindo aos consumidores recarregarem seus EVs alimentados por baterias em suas próprias residências ou em qualquer outra tomada de 110 V / 15 A próximo ao veículo. Ela é compatível com todos os veículos plug-in norte-americanos, com entradas J1772, que é o padrão atualmente estabelecido pela Sociedade de Engenheiros Automotivos (SAE, Society of Automotive Engineers).

Sustentabilidade com desempenho e sem riscos

Os desafios globais de sustentabilidade estão no centro da estratégia de negócios da SABIC Innovative Plastics, criada com base no compromisso da empresa de maximizar a preservação dos recursos naturais.

Os clientes buscam materiais que ajudem a reduzir os impactos ambientais, diminuam o consumo energético nos processos de manufatura, contribuam para a redução de peso em seus produtos e que sejam reciclados mais facilmente ou que incluam algum tipo de conteúdo reciclado.

A linha de produtos da SABIC Innovative Plastics é fruto da experiência tecnológica e do histórico de inovação da companhia, que permitiram o desenvolvimento de materiais que contribuem para que os clientes superem os principais desafios ambientais da atualidade.

Resina Valox iQ

Por meio de um processo exclusivo, a SABIC Innovative Plastics utiliza o PET pós-consumo reciclado como matéria-prima para produzir um plástico de engenharia, o PBT (politereftalato de butileno). A resina Valox iQ (de PBT) contribui para que resíduos deixem de ser enviados aos aterros sanitários, além de oferecer uma redução de 34% a 47%, por quilograma de PBT, nas emissões de dióxido de carbono e na utilização de energia nos processos de fabricação da resina.

Além disso, a resina oferece a possibilidade de se obter peças moldadas na cor final desejada, substituindo os processos secundários de pintura que podem aumentar o custo e o teor de emissões de compostos orgânicos voláteis (VOC, volatile organic compound).

A resina Valox iQ oferece ainda propriedades importantes de desempenho ao alojamento do carregador da Leviton. Para atender aos requisitos desse dispositivo de alta voltagem, a resina passou por rigorosos testes aplicados pela Underwriters Laboratory (UL), obtendo a classificação UL 746C f1 para todas as cores.

“O trabalho proativo realizado por nossa equipe permitiu que os projetistas da Leviton se beneficiassem de nossa capacidade de desenvolvimento de resinas coloridas para a obtenção de peças moldadas na cor final, resultando em um alojamento de carregador que apresentasse cores exclusivas para a aplicação”, afirma Dennis VanPoppelen, Gerente de Marketing de Produtos Elétricos da SABIC Innovative Plastics.

“Ao mesmo tempo, a equipe de engenharia economizou tempo e reduziu custos trabalhando com um material que já estava classificado de acordo com a norma UL 746C f1. Além disso, oferecemos a nossa experiência em ferramental e no aprimoramento de processos para essa nova aplicação. A SABIC Innovative Plastics orgulha-se de contribuir para que os clientes simplifiquem processos e coloquem seus produtos no mercado mais rapidamente”, finaliza VanPoppelen.

Outras propriedades importantes da resina Valox iQ são a elevada resistência ao impacto e a resistência mecânica necessárias para suportar contatos acidentais com o veículo, além da excelente resistência a produtos químicos domésticos e à luz ultravioleta (UV). Esse material atende ao mercado elétrico e de telecomunicações, estando também alinhado com a crescente procura no setor de transportes comerciais, de automóveis híbridos e elétricos.

Fonte: SABIC-IP

LevPet – Novo serviço da Abipet ampliará a coleta de embalagens

03/01/2011

Pela Internet, consumidores poderão saber qual é o ponto de destinação mais próximo.

A Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) lança um novo serviço que vai contribuir para ampliar a coleta de embalagens de PET pós-consumo e melhorar ainda mais a posição que o Brasil já ocupa entre os maiores recicladores do material no mundo. Disponível pela Internet, o LevPet, que pode ser acessado a partir do endereço http://www.levpet.org.br ou pelo próprio site da entidade (www.abipet.org.br), fornece a localização exata dos pontos onde é possível fazer o descarte correto do PET.

O novo serviço da Abipet utiliza o sistema Google Maps, para fornecer uma lista de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), cooperativa de catadores, postos de coleta, comerciantes de recicláveis, ONGs, entidades assistenciais e recicladores que recebem o material reciclado de forma pulverizada nas cidades. Para encontrar o local mais próximo, basta a digitação do número do CEP.

Cadastro colaborativo

Com o novo serviço, a Abipet reforça a sua atuação para viabilizar o retorno dos materiais para a reciclagem. Também inova no sentido de permitir o crescimento da rede de coleta e de aperfeiçoar a atualização dos pontos de coleta que eram, até agora, uma das grandes dificuldades desses sistemas.

O banco de dados do LevPet é composto por informações de pesquisa da própria Abipet e seus associados, outras associações, empresas, prefeituras e redes do varejo, que permitiram a inauguração do sistema com quase mil pontos de coleta espalhados por todo o país. Além disso, seu conteúdo terá caráter colaborativo: poderá ser ampliado e/ou atualizado a partir de informações enviadas pelos próprios usuários. Para isso, o sistema oferece um campo específico para envio de mensagens que serão checadas pela Abipet antes de ficarem disponíveis para o público.

“Com o lançamento do LevPet, a indústria se antecipa à regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e coloca à disposição da população um serviço que facilitará o descarte adequado e, consequentemente, ampliará o reaproveitamento de embalagens pós-consumo”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.

Com a ferramenta, a Abipet oferece um serviço confiável e prático para os usuários que desejam contribuir para a defesa do meio ambiente. “Trata-se de mais uma demonstração do comprometimento do setor com a preservação do meio ambiente. Além disso, colabora para resolver o grande entrave que dificulta a ampliação da reciclagem em nossa indústria: a falta de um sistema público abrangente de coleta seletiva”, conclui o presidente da Abipet.

Fonte: WN & P COMUNICAÇÃO

Prêmio EcoPET 2010 tem inscrições prorrogadas.

06/09/2010

As inscrições para o prêmio EcoPET foram prorrogadas até o dia 30 de setembro. O Prêmio foi instituído pela ABIPET em 1999, com o objetivo de premiar as boas idéias e iniciativas em prol da reciclagem de materiais.

Mais informações no site: http://www.abipet.org.br/premio.php

Fonte: Abipet


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