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Estádio Nacional de Brasília terá cobertura de teto com tecnologia desenvolvida pela Bayer MaterialScience

23/04/2013

Bayer_estadio_Brasilia

Placas de policarbonato, Makrolon UV 2099, garantem proteção da chuva e sol forte e proporciona leveza no visual arrojado da estrutura interna da cobertura

Os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 estão em ritmo acelerado e algumas das construções entraram na fase final, como o Estádio Nacional de Brasília, uma das sedes escolhidas, inclusive, para a Copa das Confederações que inicia em junho deste ano. Atualmente as obras já se encontram na sua fase final e a Bayer MaterialScience se sente orgulhosa em contribuir, por meio de suas placas de policarbonato Makrolon, com o maior evento esportivo mundial que acontecerá no País.

Devido à leveza, transparência e versatilidade, o policarbonato Makrolon® UV 2099 é o material ideal para aplicações em tetos solares na construção civil. Cerca de 110 toneladas do produto, com placas de 12 mm de espessura, cada uma com mais de 10 metros de comprimento, foram fabricadas para o anel do telhado suspenso interno do estádio. Isso equivale a cerca de 7.500 m² a serem cobertos com a tecnologia sólida desenvolvida pela Bayer.

A estabilidade e o alto nível de resistência a impacto das camadas de policarbonato junto ao seu peso relativamente baixo, se comparado com outros materiais, garantem maior segurança e praticidade ao produto. Outra vantagem é sua flexibilidade para trabalhar, o que torna a manipulação sobre a construção muito mais fácil.

Outro benefício apresentado pelo Makrolon ® UV 2099 é que ambos os lados das placas oferecem proteção contra os raios UV. Os 12 mm de espessura permitem também uma alta incidência de luz no campo, em torno de 82%. Além disso, pelo seu alto grau de resistência, o produto protege os espectadores e jogadores das adversidades climáticas.

Em sintonia com a grandiosidade de Brasília, o antigo Estádio Mané Garrincha pretende se juntar ao legado deixado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Entre as principais mudanças, a remodelação inclui a remoção da antiga faixa de corrida que permitirá aos espectadores uma melhor visão de campo e a colocação de cobertura de alta tecnologia nas arquibancadas.

Sobre a Bayer MaterialScience:  Com vendas de 11,5 bilhões de Euros em 2012, a Bayer MaterialScience está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Suas atividades de negócios são focadas na produção de materiais de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados no dia a dia. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônicos, construção e as indústrias de lazer e esportes. No final de 2012, a Bayer MaterialScience tinha 30 fábricas, reunindo 14.800 colaboradores em todo o mundo. A Bayer MaterialScience é uma divisão de negócios do Grupo Bayer.

Fonte: Bayer MaterialScience / Jeffrey Group

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Bayer fornece coberturas inteligentes para Estádios de Futebol com chapas de policarbonato.

21/09/2010

Concepção artística do novo estádio nacional Lia Manoliu, em Bucareste, na Romênia.

Competições esportivas especiais merecem um palco especial. E é por este motivo que tem crescido constantemente nos últimos anos o interesse mundial no planejamento e aperfeiçoamento de praças esportivas, para se atingir os mais altos padrões no que se refere à arquitetura e instalações. Em resposta a este crescente interesse, a Bayer MaterialScience tem desenvolvido soluções totalmente integradas baseadas em chapas plásticas fabricadas com o material de alta tecnologia Makrolon®, o qual ela está apresentando na Feira Estádio, que ocorrerá no Rio de Janeiro, de 6 a 8 de outubro de 2010. Este é também o motivo pelo qual a empresa é freqüentemente solicitada a fornecer consultoria no projeto de estádios e na preparação para eventos esportivos de destaque.

“Chapas sólidas e de paredes múltiplas fabricadas com Policarbonato são incrivelmente fortes, mas também elásticas e podem resistir a cargas de ventos fortes sem a necessidade de subestruturas complexas. Segurança é o fator decisivo para nós”, explica Dr. Volker Benz, Gerente Global para projetos de destaque no setor de chapas de policarbonato, na Bayer MaterialScience. Tendo sido usadas em uma ampla gama de projetos de referência, as chapas provaram ser um material ideal para a construção de estádios. “Pesando somente uns poucos quilogramas por metro quadrado, o material é também leve e ideal para adequar estádios e outras praças esportivas para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e para as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro”, completa Dr. Benz.

Praças esportivas de ponta para a Copa Européia de Futebol de 2012. As preparações para a construção de estádios para a próxima Copa da UEFA em 2012 na Polônia e Ucrânia já estão bem adiantadas. De fato, a Bayer MaterialScience já produziu mais de 45.000 metros quadrados de chapas especiais 3X25 ES  a partir de Makrolon® , somente para a Arena PGE Gdansk, na Polônia. As chapas estão sendo usadas tanto para a cobertura como para o revestimento externo do estádio – uma coisa que nunca tinha sido feita antes. Mas as propriedades diversificadas deste material tem ajudado a tornar possível uma outra característica importante do estádio: cada chapa individual foi colorida para fazer o estádio inteiro reluzir âmbar. “Como resultado, a arena incorpora a marca da região e está em sintonia com a sua vizinhança. Afinal de contas, o âmbar é também conhecido como o “ouro do Mar Báltico””, diz Dr. Benz. Para conseguir esta aparência, o Makrolon®  foi colorido com seis diferentes tonalidades, desde o branco até o âmbar escuro. “Nós fomos capazes de implementar as idéias criativas dos designers usando a nossa tecnologia de compostagem” acrescenta o gerente do projeto. A conclusão dos trabalhos de construção da arena está prevista para ocorrer no meio do próximo ano.

Um outro projeto de referência é a arena Legia Warszawa em Varsóvia, onde aproximadamente 7.600 metros quadrados da superfície de cobertura já foram montadas com chapas de policarbonato. As chapas especiais com paredes múltiplas usadas aqui tem até 12 metros de comprimento e 1,2 metros de largura – uma largura especialmente projetada para aumentar a capacidade de resistir a cargas, já que ventos fortes e muita neve não são incomuns na região durante os meses de inverno. O policarbonato usado neste projeto é completamente transparente e, portanto, permite uma passagem de luz suficiente para a grama crescer naturalmente e para criar uma atmosfera aberta e agradável para os espectadores.

Mas o material polimérico é também usado regularmente em outras partes do mundo, sempre que os designers querem criar praças esportivas bonitas e ao mesmo tempo funcionais. O novo estádio nacional Lia Manoliu que sediará a Euroliga em 2012 está sendo hoje construído em Bucareste, na Romênia. Este projeto colocou uma ênfase particular na harmonização da funcionalidade com o design, a fim de atender completamente a todas as exigências. Chapas sólidas de Policarbonato foram o material escolhido, já que elas são incrivelmente transparentes e oferecem uma grande liberdade para o projetista no que se refere à combinação da funcionalidade e estética. As chapas sólidas de 8 milímetros de espessura tem 12 metros de comprimento e são montadas como uma única estrutura.

Um estádio de futebol que gera a sua própria energia.
O time de futebol SV Werder Bremen da Bundesliga alemã está também usando chapas de Policarbonato para obter uma cobertura energeticamente eficiente, como parte do trabalho de renovação do seu estádio. Em breve, módulos fotovoltaicos transparentes instalados sobre uma área de mais de 3.000 metros quadrados estarão transferindo eletricidade para o suprimento de energia do estádio, economizando, portanto, em torno de 100 Watts de eletricidade por metro quadrado. O compósito “sanduíche”, desenvolvido conjuntamente pela Sunovation GmbH e a Bayer MaterialScience, compreende células flutuantes de silício embutidas entre uma chapa sólida de Makrolon® , de um lado, e uma chapa de parede tripla de Makrolon® , no outro lado. O compósito é à prova de água, flexível e ostenta uma longa vida útil, graças especialmente à capacidade de suportar cargas da chapa de paredes múltiplas.

Graças aos Jogos Olímpicos de 2008 na China, as chapas de Policarbonato provavelmente serão um componente integral de estruturas espetaculares nos anos que virão. Por exemplo, os 23.000 metros quadrados de chapas de policarbonato dão ao design em forma de asa do estádio de Shenyang um sentimento de elegância e leveza. Processos de curvamento a frio usados nas chapas permitiram que os designers pudessem adaptar a forma do estádio às suas vizinhanças. E, desde que o produto teve que satisfazer a exigências muito severas em termos de resistência mecânica, a Bayer MaterialScience desenvolveu uma chapa que atendeu a todas as demandas de uma vez só – a Makrolon® multi UV 3X/25-25 ES. Esta chapa possui uma espessura de apenas 25 milímetros, mas pode resistir a uma carga superior a 5 kNewtons por metro quadrado. Nem neve pesada nem ventos fortes são problema para estas fortes chapas multifuncionais.

Sobre a Bayer MaterialScience:
Com vendas de  7.5 bilhões de Euros em 2009, a Bayer MaterialScience é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. As suas atividades de negócio se focalizam na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de solução inovadoras para produtos usados em muitas áreas do cotidiano. Os principais segmentos servidos as indústrias de automóveis, elétrica e eletrônica, construção, esporte e lazer. No final de 2009, a Bayer MaterialScience  tinha 30 sites de produção e empregava aproximadamente 14.300 pessoas mundialmente. A Bayer MaterialScience é uma empresa do grupo Bayer.

Fonte: Bayer MaterialScience

Braskem expandirá capacidade de produção de PVC em 40 %

27/08/2010

Volume de negócios projetado para os próximos anos leva Braskem a realizar novos investimentos na produção de PVC, com destaque para a construção de uma fábrica em Alagoas

A Braskem investirá R$ 920 milhões para expandir sua capacidade de produção de PVC em 40% até 2012. Esse montante, recentemente aprovado pela empresa, tornará possível a construção de uma nova fábrica, situada ao lado da Unidade de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió. Hoje, a Braskem produz 510 mil t/ano de PVC, das quais 260 mil em Marechal Deodoro e 250 mil em Camaçari (BA). A partir de maio de 2012, data prevista para a inauguração da nova planta fabril, serão mais 200 mil t/ano, reforço necessário para atender à demanda nacional.

“No atual ritmo de crescimento do Brasil, o mercado doméstico deverá absorver 980 mil t de PVC até o fim de 2010”, afirma Marcelo Cerqueira, Diretor do Negócio de Vinílicos. “Existe equilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado brasileiro, mas, considerando o volume de negócios projetado para os próximos anos, exigem-se investimentos em novas capacidades.”

A construção civil responde por quase 60% da aplicação de PVC, em tubos, conexões, perfis e esquadrias. O desempenho do segmento melhora sempre que a economia do país vai bem, como agora, quando a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) varia de 5% a 7% até o fim do ano.

Além da construção civil, o setor de infraestrutura também gera bons negócios para a resina, em suas diferentes aplicações – de tubulações para levar água e saneamento básico à população até estações compactas de tratamento de esgoto e imóveis, que podem ser projetados em Concreto-PVC, um sistema construtivo utilizado há quase uma década no Brasil e que representa soluções para cidades como São Luís do Paraitinga (SP).

Cidade histórica do Vale do Paraíba, São Luís do Paraitinga foi duramente atingida por uma enchente no começo de 2010. Agora, 45 casas e 106 sobrados de Concreto-PVC estão sendo construídos. Os futuros moradores estão entre os que perderam tudo o que tinham por causa do transbordamento do Rio Paraitinga. Após dias de chuva forte, bem acima do normal mesmo para o período, o rio saiu de seu leito, destruindo igrejas e casarões de tijolo e barro, imóveis típicos do século 19 e começo do século 20.

A construção das novas casas e sobrados é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). O terreno tinha sido destinado à construção de casas populares pela Prefeitura um mês antes da enchente. A situação de emergência exigiu uma solução diferenciada, que reunisse qualidade e rapidez na execução. “Essas casas vão atender famílias cadastradas, cuja situação se agravou no início do ano”, diz Ana Lúcia Bilard, Prefeita de São Luís do Paraitinga. “Numa segunda etapa, vamos construir moradias para retirar famílias instaladas em Áreas de Proteção Permanente (APPs).”

O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil Technologies, cliente da Braskem. O Sistema Construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, e que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, preenchido por concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome Concreto-PVC deve-se a outro parceiro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

A Royal tem uma equipe própria em São Luís do Paraitinga, composta de arquiteto, engenheiro e técnicos, além de 66 trabalhadores contratados e capacitados localmente (montadores, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, marceneiros e ajudantes de obra). “Atuamos no Brasil desde 2002 e já construímos casas, escolas, clínicas e postos de gasolina, além de termos executado projetos de saneamento e em outros segmentos”, informa Carlos Eduardo Torres, Diretor Geral da empresa no país.

Entre as qualidades do Sistema Construtivo Concreto-PVC, Torres destaca a rapidez de execução, a durabilidade e praticidade do PVC (facilidade de limpeza e manutenção), e o menor consumo de água e energia na obra.

“Começamos o projeto de São Luís do Paraitinga em 17 de março e já temos 45 casas prontas ou em fase de conclusão.” Os imóveis têm, em média, 65 m2.

O Concreto-PVC também está sendo utilizado em outro grande empreendimento voltado para a construção de casas em municípios destruídos por enchentes, nesse caso provocadas pela chuvas de 2008, em Santa Catarina. O parceiro da Braskem é a Global Housing, fornecedor dos perfis e painéis de PVC. Os recursos financeiros para a construção das cerca de 300 casas foram doados pela Arábia Saudita.

Rumo à Copa e às Olimpíadas

O Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. São eventos que mobilizarão bilhões de reais em investimentos. Para a Copa do Mundo, por exemplo, há estudos e estimativas de impactos econômicos potenciais de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais 26% são diretos, inclusive com investimentos em infraestrutura, e 76% indiretos. Os mesmos estudos indicam a possibilidade de geração de 330 mil oportunidades de trabalho permanentes e 380 mil temporárias.

A definição de projetos e a seleção de fornecedores já começaram. A Odebrecht participou da licitação para entrega de três estádios a serem construídos de acordo com o novo conceito de estádio-arena ou estádio multi funcional. Eles terão capacidade para até 50 mil pessoas e, além de jogos de futebol, poderão receber shows, congressos e eventos diversos, movimentando recursos extras para a sua manutenção.

Das três licitações, a Odebrecht ganhou duas: a reconstrução do Estádio da Fonte Nova, em Salvador, e a construção de um novo estádio em Recife. “Estamos analisando propostas de parceiros para esses projetos. Entre eles a Braskem, como fornecedora de PVC e outras resinas termoplásticas para assentos, elementos de fachada, cobertura, sistema de captação de água de chuva para reúso e outros itens da construção”, explica Eduardo Martins, Coordenador do Projeto Copa Odebrecht.

Esse conjunto de oportunidades de negócios para o PVC orientou a decisão da Braskem de construir a nova fábrica em Marechal Deodoro. O projeto, a ser executado em regime de aliança com a Odebrecht, começará em julho. Criará cerca de 2 mil oportunidades de trabalho durante a fase de execução da obra, a serem aproveitadas por profissionais locais.

Fonte: Instituto do PVC / Odebrecht Informa (jul/ago 2010)
Por Thereza Martins
Fotos: Lalo de Almeida

A Copa da sustentabilidade

24/08/2010

(Artigo de Miguel Bahiense – Presidente do Instituto do PVC)

A Copa da África do Sul acabou e parece que a bola do próximo mundial já começou a rolar por aqui. Para nós, brasileiros, começa a rolar um sentimento diferente. A impressão é que os próximos quatro anos passarão numa velocidade bem maior, tamanha a ansiedade de ver o Brasil voltar a sediar um evento desse porte.

Aos poucos começamos a sentir este movimento. O País segue confiante no desenvolvimento de sua economia e amplas perspectivas de crescimento, o que é fundamental para estarmos preparados para a grande oportunidade de o Brasil estar na “vitrine” para o mundo. É a nossa chance de contribuirmos para o desenvolvimento do País, como em melhorias de qualidade de vida, permitindo soluções urbanas e ambientais.

A infraestrutura necessária para recebermos um evento deste porte é tema central de uma discussão invariavelmente pessimista e que parece não ter fim. O governo, por sua vez, já começou a tratar da melhoria nos transportes, estádios, hotéis e diversos pontos necessários para a realização dos jogos nas 12 cidades-sedes da Copa de 2014. Somam-se pelo menos R$79 bilhões de investimentos em obras. Esse montante impressiona e nos dá a real idéia da dimensão dos negócios que podem ser gerados e revertidos em desenvolvimento.

Muitos do que hoje julgam a infraestrutura como a principal adversária do Brasil na próxima Copa esquecem que o País é pioneiro em diversas tecnologias “verdes”. Este avanço tecnológico é muito importante neste momento pois espera-se que nosso mundial entre para a história como o primeiro a estabelecer padrões ambientais a serem cumpridos por empresas privadas e governo na busca de soluções sustentáveis.

A sustentabilidade ambiental será a marca da Copa do Brasil de 2014. O evento abre uma série de oportunidades para as indústrias ligadas à construção civil e saneamento básico, exigindo não só a construção e reforma de estádios como obras nas cidades sedes e em outras que tem apelo turístico. O País deverá se movimentar não só para atender às exigências da FIFA, mas principalmente para resolver problemas que atingem diretamente seus cidadãos a décadas. Aos que criticam, fica o alerta para que joguem no mesmo time, pois precisamos deixar um legado pós copa do mundo, independente de quem vai levantar o Caneco.

A indústria, por sua vez, faz sua parte, desenvolvendo soluções e tecnologias que ajudem neste equilíbrio,  conscientizando-se de que os processos de melhorias dependem de um todo. A cadeia produtiva do PVC, por exemplo, tem dado sua contribuição para o Desenvolvimento Sustentável e tecnológico do Brasil, pois queremos que o País tenha cada vez mais indústrias e energia limpas, serviços competentes, utilização de recursos naturais com tecnologia e sustentabilidade.

O PVC que é o principal plástico da construção civil e do saneamento básico, sem contar a sua importante participação na arquitetura, vai contribuir bastante nos processos de saneamento, tratamento de esgoto, reutilização de água, revitalização de bairros entre outros benefícios, necessários ao evento e principalmente seu legado.

O PVC é o único plástico que não é 100% derivado do petróleo, já que 57% de seu peso têm como matéria-prima o sal marinho, um recurso inesgotável na natureza. Adicione-se a isso o fato de que o Brasil detém tecnologia de ponta para substituir os 43% de petróleo que o compõe por cana-de-açúcar ou seja – o PVC 100% derivado de recursos naturais inesgotáveis. Outro aspecto que mostra a sustentabilidade do PVC é o fato de ser 100% reciclável. Os índices de reciclagem do PVC beiram os 20% no Brasil.

Assim o uso do PVC contribui definitivamente para uma nova vertente na arquitetura: a sustentabilidade. O PVC atende às exigências para projetos contemporâneos, reformas, restauração no Brasil, onde vem se tornando uma das melhores opções para projetos residenciais, comerciais e industriais. A arquitetura e a construção civil respondem por 64% do consumo de PVC, o que mostra suas vantagens para essa aplicação. Suas propriedades de isolamento térmico e acústico, além de ser anti-chamas, ter longa vida útil, alta resistência e ser de baixa manutenção, são algumas das características que dão ao PVC ótima relação custo-benefício, proporcionando, assim, a competitividade necessária neste segmento.

O Green Building Council dos Estados Unidos, o mais importante órgão quando o tema é Construção Sustentável, divulgou um relatório que atesta a segurança do PVC. Ele mostra que a performance do PVC é igual ou até mesmo melhor que materiais concorrentes utilizados no setor. Fica claro que o PVC é completamente adequado a todos os padrões no que diz respeito a impactos ambientais e de saúde humana.

Na Copa da África do Sul, o PVC permitiu a solução tecnológica para a cobertura do estádio Green Point, em Cape Town. Já na Copa da Alemanha, cinco dos sete estádios construídos ou reformados usaram o material, experiência iniciada na Copa da França. Assim, as obras de arquitetura e infra-estrutura que cada cidade vai necessitar para ser sede da copa prometem incrementar o uso do PVC.

O legado que um evento como Copa do Mundo deixará para o país é o que nos impulsiona a tomarmos medidas que possam manter a expansão nos anos seguintes, focando na eficiência e produtividade. Porém, para que o Brasil consiga aproveitar todo esse potencial, há uma partida que precisa ser vencida todos os dias nos próximos quatro anos, para sairmos do mundial  vitoriosos, que é o planejamento. Um evento como esse favorece não apenas o esporte e a economia, mas principalmente o futuro da sociedade.

Fonte: Instituto do PVC / Yellow Comunicação

ABMACO organiza no RJ o seminário “Compósitos na Copa de 2014”

03/08/2010

Entidade pretende mostrar que o setor brasileiro de compósitos está preparado para aproveitar as oportunidades de negócios geradas pela competição

A Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO) realiza no próximo dia 12, no Rio de Janeiro (RJ), o seminário “Compósitos na Copa de 2014”. Sete especialistas no material, mais o renomado designer Índio da Costa, se apresentarão para um público formado por representantes de construtoras, bancos, governos, universidades e sociedade em geral.

“A Copa do Mundo propiciará inúmeras oportunidades de negócios para o setor brasileiro de compósitos, algo em torno de R$ 800 milhões até 2014. E, com esse evento, mostraremos que temos plenas condições de aproveitá-las”, afirma Gilmar Lima, presidente da ABMACO.

Os materiais compósitos são resultantes da combinação entre resinas plásticas e reforços, sobretudo fibras e tecidos de vidro. Ao dar forma a mais de 40.000 produtos em todo o mundo, os compósitos combinam leveza e extrema resistência. No Brasil, a construção civil lidera o seu consumo, seguida pelas indústrias de geração de energia – eólica, principalmente – e transporte. Em 2009, o setor representado pela ABMACO movimentou R$ 2,24 bilhões, cifra que deve crescer, conforme estimativa da associação, 11% este ano.

“Por se tratar de um material bastante versátil, participaremos da maioria dos investimentos necessários para a realização da Copa no Brasil”, garante o presidente da ABMACO. A gama de aplicações é tão vasta que os compósitos são transformados em peças de veículos leves e pesados, tubos, tanques, pisos, assentos, escadas, coberturas e mobiliário urbano em geral (pontos de ônibus e caixas eletrônicos, entre outros).

O seminário “Compósitos na Copa de 2014” contará com a seguinte programação:

13h – Credenciamento
13h30 – “Utilização dos compósitos como diferencial estratégico”, Gilmar Lima (ABMACO)
14h – “Uso dos adesivos estruturais na infraestrutura da Copa de 2014”, Paulo Steiner (LORD)
14h30 – “Destaque aos compósitos feitos em SMC e BMC para a Copa de 2014”, Ademir de Marchi (Reichhold)
15h – “Mobiliário urbano e sistemas construtivos em compósitos poliméricos de alto desempenho”, Fabrício Lima e Erivelto Mussio (MVC Plásticos)
15h30 – Coffee break
15h50 – “Aplicação do propileno glicol como vantagem competitiva”, Jair Maggione (Dow)
16h20 – “Aplicações de perfis pultrudados na construção civil”, Antonio Eusébio (Pultrusão do Brasil)
16h50 – “Fibras de vidro para reforço com resistência alcalina para utilização em concreto”, Daniela Gomes de Araújo (Owens Corning)
17h30 – “Pensando design”, Índio da Costa (designer)

Para mais informações, acesse www.abmaco.org.br

Fonte:  SLEA Comunicação

“Jogadores” da SABIC brilham na Copa do Mundo.

16/07/2010

A SABIC (Saudi Basic Industries Corporation) teve uma forte presença, do seu próprio modo, na partida final da Copa do Mundo da África do Sul. Duas das suas estrelas – Lexan e Polietileno – tiveram um excelente desempenho,  junto com Xavi, Robben e Sneidjer,  jogadores chaves da Espanha e Holanda que disputaram as finais em Johanesburgo, em 11 de julho.

Os gols do Lexan e do Polietileno não contaram no placar final, mas de qualquer forma tiveram um forte impacto sobre os milhares de fãs presentes no estádio e nos milhões que assistiram o jogo pela televisão em todo o mundo.  O estádio Soccer City em Johanesburgo, onde a final foi disputada, é coberto com um teto de 14.000 m2 fabricado com placas de Policarbonato Lexan da SABIC.  Estas placas oferecem a claridade do vidro sem as desbantagens do peso e fragilidade,  proporcionando uma experiência satisfatória para os fãs do futebol. As premiadas placas de Policarbonato LEXAN da SABIC foram também cuidadosamente projetadas para se assemelhar à água em movimento e proteger até 95.000 espectadores das mudanças de condições do tempo. Elas também permitem a entrada de luz natural, criando um ambiente agradável.

Combinando um desempenho excepcional, responsabilidade ambiental e estética, as placas de Policarbonato LEXAN da Sabic também foram usadas nas juntas de construção do estádio Moses Mabhida em Durban, assim como no teto do estádio Peter Mokaba em Polokwane. ing outstanding performance, environmental responsibility and aesthetics, SABIC’s Lexan PC sheet has also been used for the building joints of the Moses Mabhida Stadium in Durban as well as for roof glazing at the Peter Mokaba Stadium in Polokwane.

Fonte: SABIC

Vuvuzelas: Arburg faz barulho para a Copa do Mundo

18/06/2010

Vuvuzelas para a África do Sul e Alemanha são produzidas em máquinas Arburg Allrounders

Elas tem gerado muita controvérsia desde o começo da Copa do Mundo de futebol na África do Sul. Alguns as consideram como artefatos culturais e uma expressão da atitude de vida dos sul-africanos; outros simplesmente as acham chatas. As famosas cornetas de plásticos,  as Vuvuzelas, que continuam a manter o clima entre os torcedores nos estádios da África do Sul apesar do barulho ensurdecedor que produzem, estão também se tornando cada vez mais populares também entre os fãs do futebol na Alemanha. Muitos desses antes tradicionais instrumentos de sopro são produzidos em injetoras Arburg Allrounders.

A Sandeplast, que também usa máquinas injetoras Allrounder em suas instalações, vem fabricando e fornecendo as vuvuzelas para estádios e lojas especializadas em futebol desde 2001, a partir da sua base na África do Sul. A empresa de Neil von Schalwyk na Cidade do Cabo produz as cornetas com seis funcionários, em nove máquinas injetoras, e tem aparecido na mídia como resultado do controverso debate acerca das coloridas vuvuzelas. Um clip da Reuters sobre a produção pode ser visto em  www.spiegel.de/video/video-1069346.html

Allit AG, um leal cliente da Arburg de longa data, situado em Bad Kreuznach, tem tido uma experiência similar. Esta empresa tem também lucrado com a exposição à mídia relacionada às cornetas. Usando um total de 13 moldes de injeção e várias injetoras Allrounders, cerca de 4,5 milhões de Vuvuzelas multi-peças tem sido produzidas até agora em cores nacionais relevantes, tais como o preto, vermelho e dourado para a Alemanha. Os produtos são fabricados para a Urbas Kehrberg Gmbh. Uma Allrounder 720 S é usada para produzir a peça da extremidade, uma Allrounder 570 C para a seção do meio, uma Allrounder 420 C para a peça da boca e uma injetora Arburg adicional produz o silenciador. Reportagens de televisão sobre a produção das cornetas plásticas foram mostradas  no programa de notícias infantis “logo” na emissora alemã ZDFtivi, bem como na cadeia RTL, por exemplo. Link to ZDF: http://www.tivi.de/infosundtipps/vollangesagt/artikel/32894/index.html

Sobre a Arburg:

A Arburg é uma empresa alemã fabricante de máquinas e é uma das líderes mundiais na produção de máquinas injetoras para a indústria de processamento de plásticos, com forças de fechamento entre 125 kN e 5,000 kN. Os campos de aplicação incluem a produção de peças plásticas para motores automotivos, indústria de comunicação e produtos eletrônicos, tecnologia médica, utilidades domésticas e embalagens.

Fonte: Arburg


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