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Fórum em Maceió discute indústria do plástico na região Nordeste

04/06/2014

Perspectivas para o setor, novos produtos, eficiência energética e inovação foram alguns dos temas propostos no evento

forum_alagoas_2014O Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast) promoveu no último dia 28, o II Fórum Regional da Indústria do Plástico no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), localizado na capital do Estado, Maceió. Na abertura do fórum estavam presentes o presidente do sindicato Wander Lôbo, o governador de Alagoas Teotonio Vilela Filho, o Diretor superintendente da Abiplast, PauloTeixeira,  e o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas,  Roberval Cabral. O evento apresentou as inovações nos produtos e processos industriais do setor, as fontes de energia disponíveis, discutiu reciclagem e eficiência energética no segmento e as alternativas para eliminação dos lixões nos municípios como forma de disposição final dos seus resíduos

O II Fórum Regional da Indústria do Plástico teve o apoio da FIEA, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), da Associação das Empresas do Polo Multifabril de Marechal Deodoro (Assedi-MD), da Associação das Empresas do Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante (Adedi), da Braskem e do Governo de Alagoas.

Durante o evento, houve palestras sobre as perspectivas para o setor de transformados plásticos, com Paulo Teixeira, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast); sobre o Núcleo de Tecnologia do Plástico, com o gerente da Unidade Tabuleiro do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Cícero dos Anjos; e os resultados da pesquisa da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, com Everaldo Figueiredo, gerente da Unidade de Indústria do Sebrae Alagoas.

Também foram discutidos novos produtos no mercado do plástico e inovações em áreas específicas de transformação, com Antônio Rodolfo Junior, gerente de Engenharia de Aplicação e Desenvolvimento de Mercado – PVC/Cloro Soda da Braskem; além da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com Ivo Milani, consultor de Projetos Socio-Ambientais da Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre); e sobre eficiência energética no setor de plásticos, com Sidnei Amano, engenheiro eletricista da WEG.

Roberval Cabral, diretor de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas, destacou, durante a abertura, que o evento é uma sucessão do exitoso fórum anterior, que trouxe o que havia de mais atual em conhecimentos e informações sobre inovação e sustentabilidade no segmento.

“O que faz esse e outros segmentos em Alagoas darem certo é a parceria entre diversas instituições, sejam elas públicas, como o governo, ou privadas, como as empresas. E o resultado desse esforço está contabilizado. Mas é importante que todos aqueles envolvidos no processo continuem se capacitando e se atualizando sobre as inovações, tecnologias e boas práticas, pra que tudo isso seja aplicado nas empresas, fazendo-as crescerem e se desenvolverem com sustentabilidade”, registrou o diretor.

“A realização desse fórum demonstra como a linha traçada para desenvolver o segmento está firme: trazer renomados palestrantes de todo o Brasil, promover discussões, aprofundar conhecimentos e estabelecer diretrizes para o futuro demonstram a vontade de levar adiante esse projeto. Isso tudo e a governança diferenciada, que alia gestão pública, sociedade civil e empresarial, sindicatos, etc., têm sido responsáveis pela recuperação do estado, que passou anos na estagnação. O resultado disso, por exemplo, é Alagoas com um Produto Interno Bruto (PIB) cujo crescimento é maior que a média do Nordeste”, complementou Teotônio Vilela Filho, governador de Alagoas.

Cadeia Produtiva da Química e do Plástico

Desde 2006, o Sebrae Alagoas  e os demais integrantes da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas – Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), Sistema Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Braskem, Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas de Alagoas (Sinplast), Associação dos Dirigentes das Empresas do Distrito Industrial (Adedi), Associação das Empresas do Distrito Industrial de Marechal Deodoro (Assedi/MD) e Algás – têm trabalhado nesse projeto estruturante.

O objetivo é realizar consultorias, capacitações técnicas em termoplásticos e em gestão (como Gestão de Pessoas, Gestão Financeira, 5S, Como Vender Mais e Melhor), gerando melhorias na formação dos colaboradores e o consequente aumento de produtividade, além de ações de mercado e acesso a eventos, como é caso da participação em feiras como a Interplast, Feiplastic, Embala Nordeste e Feira K.

Esse trabalho vem gerando resultados expressivos. De 2009 a 2014, houve um aumento de 103% no número de pequenas indústrias instaladas no estado, passando de 33 para 67 empresas; houve redução de 2,4% para 0,7% no índice de desperdício de matéria-prima nas indústrias, o que equivale a cerca de 85 ton/mês de resina. Além disso, foi registrado um aumento de 51.831,91 ton/ano para 100 mil ton/ano na quantidade de plástico desmanchado em Alagoas; por fim, houve um aumento de 75,92% no número de ocupações geradas no setor, aumentando de 1.690 para 2.973 empregos gerados nas pequenas empresas atendidas pelos projetos e ações do Sebrae e seus parceiros.

Fonte: Sebrae-AL / Abiplast

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Sebrae e Braskem firmam parceria para capacitar pequenos negócios da indústria de plástico

18/06/2013

Parceria visa melhorar competitividade das micro e pequenas empresas e cooperativas de materiais recicláveis da cadeia de valor do plástico

O Sebrae e a Braskem lançaram nesta segunda-feira (17/06) um programa de encadeamento produtivo para a cadeia da indústria química brasileira. O programa, que terá duração de 36 meses, vai atender a três elos da cadeia: empresas de pequeno porte fornecedoras de produtos e serviços de unidades industriais da Braskem, pequenos negócios transformadores e as sociedades cooperativas de materiais recicláveis. As metas são: ampliar em 10% o volume de vendas e em 5% número de funcionários de pequenos negócios da cadeia do setor de plásticos.

Outro resultado esperado é a ampliação em 25% do desempenho das empresas de pequeno porte com relação aos critérios de qualidade estabelecidos pela Braskem. A expectativa desses resultados baseia-se no desempenho obtido no projeto de encadeamento produtivo piloto desenvolvido em Alagoas. Desde 2009, o Sebrae e a Braskem vêm trabalhando na capacitação e inovação das micro e pequenas empresas de transformadores plásticos do estado,  em conjunto com a  Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, Senai e Sinplast.

A experiência alagoana, realizada nas cidades de Maceió e Marechal Deodoro, apresentou em três anos resultados expressivos: a quantidade de pequenas empresas de produtos e serviços de química e plásticos instaladas no estado subiu 61% (de 33 para 53), o número de empregos cresceu 56% (de 1690 para 2630) e os salários dos funcionários da área de produção tiveram uma elevação de 33%. Além disso, a redução do índice de perdas nessas empresas atingiu a 71%.

Os principais pilares do programa são o desenvolvimento de competências empresariais administrativas e financeiras de todos os participantes e fortalecimento competitivo das empresas de pequeno porte e sociedades cooperativas de materiais recicláveis atuantes na cadeia de valor do plástico.

“Empresas clientes da Braskem podem desenvolver produtos com maior tecnologia e valor agregado, ganhando mais competitividade, inclusive com relação a fabricantes internacionais”, diz Barretto. “A Braskem, como maior produtora de resinas das Américas e empresa ambientalmente responsável, tem o propósito de fomentar o desenvolvimento de todos os elos da cadeia onde atua. Dessa forma, busca ser uma companhia estratégica para a economia, fazendo parte da solução de problemas socioambientais e contribuindo assim para o desenvolvimento da nossa sociedade”, destaca Marcelo Lyra, vice-presidente de Relações Institucionais da Braskem.

Para os pequenos negócios do setor, há vantagens em ter como cliente – ou fornecedor – uma empresa de grande porte como a Braskem, ressalta Barretto. “Os pequenos negócios tendem a ganhar eficiência e competitividade, com aprimoramento dos seus processos internos e se habilitam a fazer negócios com outras grandes empresas”, destaca o presidente do Sebrae. Ele lembra ainda que, ao estimular as micro e pequenas empresas, há um grande incentivo à geração de empregos – o setor é que mais emprega mão de obra no país – e incremento ao desenvolvimento das economias locais. Destaca-se também o incentivo às cooperativas de material reciclável e os benefícios ambientais para sociedade com o aumento da reciclagem.

Já para a grande empresa, o processo de encadeamento produtivo também pode trazer uma série de benefícios, assinala Barretto. “Com maior competitividade do fornecedor, podem ser obtidos melhores preços, prazos de entrega mais confiáveis, ganho de flexibilidade, crescimento do potencial de inovação, redução dos custos de logística e transporte e otimização dos investimentos para desenvolver a base fornecedora”, enumera o presidente do Sebrae.

A previsão de investimento na nova fase do acordo de cooperação é de até R$ 7 milhões. Inicialmente, o projeto de atendimento de empresas de pequeno porte fornecedoras de produtos e serviços de unidades industriais da Braskem prevê potenciais beneficiados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Alagoas, mas, posteriormente, outras localidades poderão se agregadas. A expectativa é alcançar o número de 150 empresas fornecedoras.

No caso dos transformadores plásticos, que são compradores das resinas termoplásticas produzidas pela Braskem, será possível atender 250 pequenos negócios. No que se refere aos projetos de reciclagem, a proposta da parceria é promover a inserção social e econômica de empreendedores de materiais recicláveis, com a implantação de pequenos processos industriais para a reciclagem. Objetiva-se beneficiar 25 cooperativas de recicladores, atingindo um total de mil catadores.

As soluções do Sebrae que poderão ser utilizadas para acatar os requisitos da cadeia de valor do plástico serão definidas caso a caso e em comum acordo com os envolvidos no projeto, após a aplicação do diagnóstico e análise dos resultados das empresas.

O Sebrae desenvolve hoje projetos de encadeamento produtivo com empreendimentos como Petrobras, Vale, Odebrecht, Gerdau,GRU (administradora do Aeroporto Internacional de Guarulhos) , Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Instituto Tecnológico de Panificação e Confeitaria (ITPC), além da própria Braskem.

Dados do Programa de Encadeamento Produtivo do SEBRAE:

Projetos em andamento: 133 projetos (até 2015)
Empresas beneficiadas: 17 mil pequenos negócios
Total de investimento: R$ 100 milhões
Estimativa de negócios: R$ 5 bilhões

Principais empresas envolvidas nos projetos:
Petrobras, Vale, Gerdau, Odebrecht, GRU (administradora do Aeroporto Internacional de Guarulhos), Braskem, Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Instituto Tecnológico de Panificação e Confeitaria (ITPC).

Expectativa:
Através das atuais parcerias, existe a expectativa de que em 2013 sejam atendidas cerca de 1.500 e em 2014 mais 2.000 empresas de pequeno porte, além do incremento que possa derivar de atuais negociações com outras grandes empresas, atendendo varias cadeias produtivas.

Fonte: Braskem

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Maceió sedia Fórum Regional da Indústria do Plástico

18/11/2012

Presidente da Abiplast – José Ricardo Roriz Coelho

Aconteceu nos dias 8 e 9 de novembro, na capital alagoana o 1º Fórum Regional da Indústria do Plástico . Realizado com o objetivo de dar visibilidade ao setor, possibilitar a troca de conhecimento para os envolvidos na Cadeia Produtiva da Química e do Plástico e mostrar as tendências para o setor. Participaram da abertura do evento, o presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, o Secretário do Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Luís Otávio Gomes, o deputado federal e Presidente da Frente Parlamentar pela Defesa da competitividade da Indústria Petroquímica, da Química e do Plástico , Vanderlei Siraque, o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz, o Diretor-superintendente do SEBRAE Alagoas, Marcos Vieira e os representantes da Braskem, Augusto Del Rey, Milton Pradines e Jorge Bastos. O evento contou com um público de cerca de 200 participantes, entre eles empresários, pesquisadores e estudantes.

No primeiro dia de evento, a programação contou com palestras diversas. Dentre elas, “Uma década de Tecnologia e Inovação”, ministrada por Fábio Sofri do CTI (Centro de Tecnologia e Inovação) da Braskem. Outros destaques foram as palestras: “A competitividade da indústria brasileira de transformadores de plásticos”, ministrada pelo presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz, e “O impacto da Política Nacional de Resíduos Sólidos na Cadeia Produtiva da Química e do Plástico “, ministrada pela Analista Técnica da Abiplast, Simone Fraga. Na sexta-feira, 9, foram realizadas visitas técnicas para que o público conhecesse de perto as instalações da Nova PVC AL e o Núcleo de Tecnologia do Plástico .

O Fórum é uma demonstração do trabalho realizado pela cadeia produtiva da Química e do Plástico em Alagoas, hoje constituída por mais de 60 empresas da primeira, segunda e terceira geração.

A realização do evento foi uma parceria entre o SEBRAE em Alagoas, a Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (SEPLANDE), o Sindicato das Indústrias de Plástico e Tinta do Estado de Alagoas (SINPLAST), a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e a Braskem.

Fonte: Abiplast

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Braskem inaugura em Alagoas planta de PVC com maior investimento de sua história

19/08/2012

Nova fábrica, de R$ 1 bilhão, atenderá a clientes em setores estratégicos para o desenvolvimento do país, como habitação, saneamento e infraestrutura

 A Braskem inaugurou na sexta feira, dia 17 de agosto, em Marechal Deodoro, Alagoas, sua nova fábrica de PVC, com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, e do governador Teotonio Vilela Filho. O investimento, de R$ 1 bilhão, é o maior já feito em um único projeto desde a fundação da empresa, há dez anos. Com capacidade produtiva de 200 mil toneladas anuais de PVC, a planta consolida a liderança do Brasil na produção dessa resina no contexto latino-americano.

A nova unidade eleva Alagoas à condição de maior estado produtor de PVC no país e reforça o compromisso da Braskem com os seus clientes e com o desenvolvimento da cadeia química e dos plásticos no estado. A planta se soma às cerca de 60 empresas já instaladas no polo, que geram aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos.

A resina de PVC é matéria-prima utilizada principalmente em obras de saneamento e infraestrutura. São tubos, conexões, portas, janelas, esquadrias e telhas, entre outros produtos. A resina também está presente em brinquedos, calçados, móveis, produtos médicos, na indústria automobilística e na alimentícia.

“A inauguração dessa unidade é fundamental para atender a demanda dos nossos clientes em todo o Brasil, que atuam em segmentos estratégicos, como os de habitação, saneamento e infraestrutura. Com a nova fábrica, reafirmamos o nosso compromisso com o desenvolvimento de Alagoas e do Brasil”, afirma Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

A obra teve duração de dois anos e nela foram utilizados aproximadamente 30 mil metros cúbicos de concreto, 3 mil toneladas de tubulação e cerca de 800 quilômetros de cabos. Durante a fase mais intensa, cerca de 3.500 pessoas trabalharam na obra, sendo a maioria alagoana e moradora do município de Marechal Deodoro.

Para fazer frente ao desafio de capacitar pessoas para trabalhar na construção da nova unidade, foi implantado o Programa Acreditar, da Construtora Odebrecht, responsável pela obra. No programa foram oferecidos 11 cursos nas áreas de Civil e Montagem Eletromecânica, como armador de ferragens, caldeireiro, carpintaria de forma, eletricista força e controle, eletricista montador, encanador industrial, mecânico ajustador e mecânico montador. Cerca de 1.200 pessoas foram inscritas, mais de 700 capacitadas e aproximadamente 400 contratadas para a obra.

“Além de um mercado doméstico cada vez mais forte e dinâmico, o Brasil é um país rico em recursos naturais como o petróleo, o gás natural e a biomassa. O objetivo da Braskem é investir para que esses recursos sejam industrializados no Brasil, para o atendimento do nosso mercado interno”, afirma Fadigas.

Fonte: Braskem

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Núcleo de Tecnologia do Plástico do SENAI Alagoas servirá de modelo para núcleo pernambucano

28/07/2011

Wander Lobo ressalta crescimento da CPQP em Alagoas

O Núcleo de Tecnologia do Plástico (NTPlás) do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Alagoas (Senai/AL) vai servir de modelo para a implantação de uma unidade profissionalizante e prestadora de serviços para os setores da Química e do Plástico do Estado de Pernambuco.

 Na tarde de terça-feira (19), uma missão pernambucana formada por empresários, engenheiros e representantes do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itepe) veio à capital alagoana para conhecer o Núcleo instalado no Centro de Educação Profissional Napoleão Barbosa, unidade do Senai localizada no Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante, no Tabuleiro do Martins.

 Eles também conheceram os mecanismos de incentivos fiscais e outros atrativos que o Estado de Alagoas oferece para a consolidação da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico (CPQP). “É o segmento que mais cresceu no Estado. Só a duplicação da planta de PVC da Braskem, um investimento superior a R$ 1 bilhão, já revela o nosso dinamismo”, afirmou Wander Lobo, presidente do Sindicato da Indústria de Tintas e Plásticos de Alagoas (Sinplast/AL).

 Segundo o empresário, o nosso Estado dá um exemplo de governança, que ajudou a consolidar a CPQP por meio da atração de novas indústrias e da ampliação das já existentes. “Nós temos o Sindicato, a Federação das Indústrias, o Sistema S, grandes empresas e o governo alagoano agindo em sinergia. Como resultado, deixamos de ser produtores de uma commodity (PVC) e hoje fabricamos produtos de maior valor agregado”, explica.

 A cadeia produtiva alagoana conta com 55 empresas que geram, juntas, cerca de 5,5 mil empregos diretos. O NTPlás, além de oferecer serviços tecnológicos, capacita mão de obra para o setor. Inaugurado no dia 18 de outubro de 2010, o Núcleo já certificou 314 pessoas e outras 208 serão formadas até o final deste ano.

 O presidente do Sindicato das Indústrias de Materiais Plásticos do Estado de Pernambuco (Simpepe), Fernando Pinheiro, participou da Inauguração do Núcleo de Tecnologia de Plástico do Senai. Ele conta que o desejo de implantar uma unidade profissionalizante no Estado dele é antigo. Agora, com a verba garantida, a ideia é ver como funciona um núcleo que ele considera como “modelo” para adquirir experiência.

 PERNAMBUCO

 Em Pernambuco, o setor gera, aproximadamente, 22 mil empregos diretos e indiretos e conta com 489 empresas de diversos segmentos da indústria de transformação de plástico, das quais  292 empresas são formais e as demais informais.

 O setor consome cerca de 12 mil toneladas por mês de matéria-prima de polietileno (resina plástica) e, em 2010, faturou R$ 600 milhões, segundo informações do Simpepe. Com a primeira fábrica de embalagens fundada há 50 anos, Pernambuco é um dos estados pioneiros no ramo de transformação de plástico no País.

Fonte:  Senai -Alagoas

Braskem lança pedra fundamental de nova planta de PVC em Alagoas.

07/04/2011
Unidade em construção está situada na cidade de Marechal Deodoro, em Alagoas, e entrará em operação no primeiro semestre de 2012

A Braskem realiza hoje solenidade de lançamento da pedra fundamental da nova planta de PVC, na cidade de Marechal Deodoro, em Alagoas. As obras da nova planta já foram iniciadas e gerarão cerca de 2,5 mil empregos diretos durante a construção. Com investimentos na ordem de R$ 1 bilhão, o maior já feito pela Braskem desde sua criação em um único projeto, a nova unidade industrial está prevista para entrar em operação já no primeiro semestre de 2012.

A nova planta terá capacidade produtiva de 200 mil toneladas anuais. A Braskem já possui uma unidade de PVC em Alagoas e com este projeto totalizará 460 mil toneladas anuais de capacidade produtiva da resina no estado. Dessa forma, Alagoas se tornará o maior produtor de PVC da América Latina, o que deverá contribuir para o fortalecimento do polo de transformação dessa resina já existente no estado. Além de Alagoas, a Braskem tem capacidade para produzir 250 mil toneladas por ano de PVC em Camaçari, na Bahia.

A implantação da nova unidade reflete o aquecimento do mercado de construção civil no Brasil, que vem demandando cada vez mais produção de PVC, que é utilizado em tubos e conexões, além de perfis e esquadrias. Em 2010, o crescimento no setor de construção civil e saneamento elevou em 18% a demanda por PVC no mercado doméstico.

“Esta nova unidade confirma o compromisso da Braskem com o desenvolvimento da cadeia produtiva da química e dos plásticos no país, bem como o firme propósito de acompanhar o crescimento de seus clientes. Além deste investimento, inauguramos uma planta de polipropileno em 2008 na cidade de Paulínia e outra de eteno verde em Triunfo no ano passado, o que demonstra a confiança da Companhia no desenvolvimento do setor e do país”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

Fonte: Braskem

Braskem expandirá capacidade de produção de PVC em 40 %

27/08/2010

Volume de negócios projetado para os próximos anos leva Braskem a realizar novos investimentos na produção de PVC, com destaque para a construção de uma fábrica em Alagoas

A Braskem investirá R$ 920 milhões para expandir sua capacidade de produção de PVC em 40% até 2012. Esse montante, recentemente aprovado pela empresa, tornará possível a construção de uma nova fábrica, situada ao lado da Unidade de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió. Hoje, a Braskem produz 510 mil t/ano de PVC, das quais 260 mil em Marechal Deodoro e 250 mil em Camaçari (BA). A partir de maio de 2012, data prevista para a inauguração da nova planta fabril, serão mais 200 mil t/ano, reforço necessário para atender à demanda nacional.

“No atual ritmo de crescimento do Brasil, o mercado doméstico deverá absorver 980 mil t de PVC até o fim de 2010”, afirma Marcelo Cerqueira, Diretor do Negócio de Vinílicos. “Existe equilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado brasileiro, mas, considerando o volume de negócios projetado para os próximos anos, exigem-se investimentos em novas capacidades.”

A construção civil responde por quase 60% da aplicação de PVC, em tubos, conexões, perfis e esquadrias. O desempenho do segmento melhora sempre que a economia do país vai bem, como agora, quando a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) varia de 5% a 7% até o fim do ano.

Além da construção civil, o setor de infraestrutura também gera bons negócios para a resina, em suas diferentes aplicações – de tubulações para levar água e saneamento básico à população até estações compactas de tratamento de esgoto e imóveis, que podem ser projetados em Concreto-PVC, um sistema construtivo utilizado há quase uma década no Brasil e que representa soluções para cidades como São Luís do Paraitinga (SP).

Cidade histórica do Vale do Paraíba, São Luís do Paraitinga foi duramente atingida por uma enchente no começo de 2010. Agora, 45 casas e 106 sobrados de Concreto-PVC estão sendo construídos. Os futuros moradores estão entre os que perderam tudo o que tinham por causa do transbordamento do Rio Paraitinga. Após dias de chuva forte, bem acima do normal mesmo para o período, o rio saiu de seu leito, destruindo igrejas e casarões de tijolo e barro, imóveis típicos do século 19 e começo do século 20.

A construção das novas casas e sobrados é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). O terreno tinha sido destinado à construção de casas populares pela Prefeitura um mês antes da enchente. A situação de emergência exigiu uma solução diferenciada, que reunisse qualidade e rapidez na execução. “Essas casas vão atender famílias cadastradas, cuja situação se agravou no início do ano”, diz Ana Lúcia Bilard, Prefeita de São Luís do Paraitinga. “Numa segunda etapa, vamos construir moradias para retirar famílias instaladas em Áreas de Proteção Permanente (APPs).”

O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil Technologies, cliente da Braskem. O Sistema Construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, e que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, preenchido por concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome Concreto-PVC deve-se a outro parceiro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

A Royal tem uma equipe própria em São Luís do Paraitinga, composta de arquiteto, engenheiro e técnicos, além de 66 trabalhadores contratados e capacitados localmente (montadores, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, marceneiros e ajudantes de obra). “Atuamos no Brasil desde 2002 e já construímos casas, escolas, clínicas e postos de gasolina, além de termos executado projetos de saneamento e em outros segmentos”, informa Carlos Eduardo Torres, Diretor Geral da empresa no país.

Entre as qualidades do Sistema Construtivo Concreto-PVC, Torres destaca a rapidez de execução, a durabilidade e praticidade do PVC (facilidade de limpeza e manutenção), e o menor consumo de água e energia na obra.

“Começamos o projeto de São Luís do Paraitinga em 17 de março e já temos 45 casas prontas ou em fase de conclusão.” Os imóveis têm, em média, 65 m2.

O Concreto-PVC também está sendo utilizado em outro grande empreendimento voltado para a construção de casas em municípios destruídos por enchentes, nesse caso provocadas pela chuvas de 2008, em Santa Catarina. O parceiro da Braskem é a Global Housing, fornecedor dos perfis e painéis de PVC. Os recursos financeiros para a construção das cerca de 300 casas foram doados pela Arábia Saudita.

Rumo à Copa e às Olimpíadas

O Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. São eventos que mobilizarão bilhões de reais em investimentos. Para a Copa do Mundo, por exemplo, há estudos e estimativas de impactos econômicos potenciais de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais 26% são diretos, inclusive com investimentos em infraestrutura, e 76% indiretos. Os mesmos estudos indicam a possibilidade de geração de 330 mil oportunidades de trabalho permanentes e 380 mil temporárias.

A definição de projetos e a seleção de fornecedores já começaram. A Odebrecht participou da licitação para entrega de três estádios a serem construídos de acordo com o novo conceito de estádio-arena ou estádio multi funcional. Eles terão capacidade para até 50 mil pessoas e, além de jogos de futebol, poderão receber shows, congressos e eventos diversos, movimentando recursos extras para a sua manutenção.

Das três licitações, a Odebrecht ganhou duas: a reconstrução do Estádio da Fonte Nova, em Salvador, e a construção de um novo estádio em Recife. “Estamos analisando propostas de parceiros para esses projetos. Entre eles a Braskem, como fornecedora de PVC e outras resinas termoplásticas para assentos, elementos de fachada, cobertura, sistema de captação de água de chuva para reúso e outros itens da construção”, explica Eduardo Martins, Coordenador do Projeto Copa Odebrecht.

Esse conjunto de oportunidades de negócios para o PVC orientou a decisão da Braskem de construir a nova fábrica em Marechal Deodoro. O projeto, a ser executado em regime de aliança com a Odebrecht, começará em julho. Criará cerca de 2 mil oportunidades de trabalho durante a fase de execução da obra, a serem aproveitadas por profissionais locais.

Fonte: Instituto do PVC / Odebrecht Informa (jul/ago 2010)
Por Thereza Martins
Fotos: Lalo de Almeida

Polo industrial em Alagoas se fortalece com a chegada de novas fábricas

30/07/2010

Política de atração de empreendimentos implementada pelo Governo do Estado desde 2007 garantiu a geração de 2.500 empregos diretos em 3 anos

Quem visita hoje o Polo Industrial José Aprígio Vilela, localizado no município de Marechal Deodoro, constata a reviravolta na industrialização do Estado de Alagoas. Há poucos anos, o local era parcialmente ocupado por plantação de cana-de-açúcar, um desperdício de espaço e infraestrutura. Abrigando hoje indústrias dos setores químico, plástico e metal-mecânico, o polo é responsável pela geração direta de 2.500 postos de trabalho.

Polo de Marechal Deodoro já possui 17 empresas que são responsáveis pela geração de 2.500 empregos diretos .(Foto de Neno Canuto)

A mudança de cenário ocorre graças à retomada da política de atração de empreendimentos executada pelo governo alagoano desde 2007, focando em setores econômicos de maior potencial, disponibilizando infraestrutura e investindo no acompanhamento de cada processo. Essa nova postura é coordenada pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística, mas recebe total apoio do setor privado e suas instituições representativas.

Hoje o local possui 17 empresas que, juntas, são responsáveis pela geração de 2.500 empregos diretos. Calculando-se os postos criados indiretamente, são 10 mil empregos, conforme dados da Associação das Empresas do Polo Industrial de Marechal Deodoro (Assedi-MD).

O presidente da Assedi-MD, Manuel Marques, destaca que num período de três anos e meio, houve um incremento de mais de 50% de novas unidades fabris, além da ampliação das já instaladas, como a indústria Joplás, que recebeu esta semana os novos equipamentos vindos da Itália para suprir a nova linha de produção de tubulações para saneamento.

“Os empresários que construíram as novas indústrias no polo, nesses últimos anos, dizem a mesma coisa: nesse Governo e na Secretaria [Desenvolvimento Econômico], encontramos segurança jurídica. Eu também estou ampliando a minha indústria – unidade de Alagoas, mesmo tendo outra na Bahia, pois acredito nesse Estado”, disse Manuel Marques.

Setor químico-plástico – Dentre os setores em destaque na política de atração de novas empresas, o governo de Alagoas dedicou atenção especial à Cadeia Produtiva da Química e do Plástico (CPQP), congregando no Fórum Permanente da CPQP mais de 15 instituições dos setores públicos e privados. O avanço é sentido nas últimas inaugurações de indústrias no polo em Marechal Deodoro, são 12 novas empresas em instalação desse setor.

Fiabesa Alagoas, Corr Plastik Industrial do Nordeste, Plastkit Indústria de Plásticos, Alaplásticos Indústria (beneficiamento de materiais plásticos), Nordeplast Indústria e Comércio de Plástico, BBA Nordeste Indústria (containers flexíveis), são algumas das indústrias do setor já inauguradas no Estado de Alagoas.

Segundo o Sindicato da Indústria do Plástico (Sindplast), há hoje 32 indústrias do setor químico-plástico sindicalizadas [entre novas e antigas] que geram 3.500 empregos diretos, sendo que a previsão da instalação de grandes indústrias, como Aloés [fábrica de absorvente] e Krona [tubos e conexões em PVC], esse número aumentará para cinco mil empregos diretos em 2011.

“Todo o sucesso de atração de novas indústrias ocorre por causa da determinação do governador de Alagoas, que não mede esforços para conquistar e acompanhar a instalação desses empreendimentos”, destacou o secretário Luiz Otavio Gomes. O secretário também faz referência ao trabalho desenvolvido em sinergia entre o governo do Estado e o empresariado, neste caso, a Fiea e a Braskem.

Expansão industrial no Estado – Ao todo, o governo de Alagoas contabiliza a soma de 42 indústrias, 20 empreendimentos comerciais de grande porte, onde se destaca o Shopping Pátio Maceió, e 30 hotéis. Os empreendimentos industriais implantados por todo o Estado compreendem os setores derivados do plástico, alimentos, bens de capital, higiene pessoal, material de limpeza, fraldas, absorventes, extração de minerais, metal-mecânico, derivados do leite, naval, entre outros.

Segundo o secretário Luiz Otavio Gomes, o novo quadro representa R$ 4 bilhões em investimentos da iniciativa privada, cerca de 35 mil empregos diretos e entre 60 a 70 mil empregos indiretos.

Empresa em Operação em Marechal Deodoro. (Foto de Thiago Sampaio)

“Reunindo tudo isso, podemos afirmar categoricamente que nos últimos quatro anos, 100 mil novos empregos entre diretos e indiretos estão sendo gerados já que, de acordo com o setor econômico, para cada emprego direto são gerados pelo menos três indiretos”, afirma o secretário.

Ele explica como chegar ao valor de R$ 4 bilhões de recursos privados em Alagoas. “A Braskem construirá uma nova planta de PVC, com início de obras para este segundo semestre. Investirá aproximadamente R$ 1 bilhão, gerando 2 mil empregos diretos durante a obra. O estaleiro Eisa Alagoas é uma realidade, dependendo única e exclusivamente da segunda licença ambiental [de Implantação] e garante mais R$ 1,5 bilhão de investimento, somando R$ 2,5 bilhões somente com esses dois empreendimentos. “E o valor de R$ 1,5 bilhão, para completar o total, está garantido com os 30 novos hotéis, as outras indústrias e empresas comerciais que estão se instalando em Alagoas”, complementa a apuração.

Fonte: Agência Alagoas de Notícias (Débora de Britto)

Plaszom negocia implantação de fábrica de embalagens em Alagoas

22/07/2010

Oferecendo incentivos  para a indústria da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico, a política de industrialização alagoana atrai mais um empreendimento para o estado. Os empresários da Plaszom Embalagens conversaram, nesta quarta-feira (14), com o secretário do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística, Luiz Otavio Gomes, sobre a implantação de uma nova fábrica de embalagens.

Com unidade industrial da Plaszom na cidade Orleans, em Santa Catarina, os empresários Gleb e Michel Berger Zomer estavam estudando há algum tempo a implantação de uma nova fábrica, já que as regiões Nordeste e Norte correspondem a aproximadamente 30% do consumo da produção.

Nesta primeira etapa, segundo os executivos, para a implantação da unidade em Alagoas serão investidos R$ 3 milhões, com a geração de 50 empregos diretos, e para o segundo momento o valor aumentará para R$ 20 milhões, correspondendo a construção civil e aquisição de novos equipamentos, gerando 150 empregos diretos.

“Dos incentivos observados nos outros estados nordestinos, Alagoas apresenta dois atrativos: o diferimento do ICMS no gás natural e energia elétrica, insumos essenciais da indústria de plástico”, disse o empresário Gleb Berger Zomer. Ele detalhou que na fase inicial serão produzidas em Alagoas embalagens rígidas, ou seja, que conservam alimentos como margarina, doces, copos, no futuro serão embalagens flexíveis – sacos para armazenar cereais e biscoitos, sacolas plásticas.

Na ocasião, o secretário Luiz Otavio Gomes reforçou que o setor químico-plástico possui um cenário favorável de consolidação e crescimento em Alagoas, onde o poder público age em sinergia com o setor produtivo na construção de projetos.

Luiz Otavio explicou que o governo do Estado oferece toda a estrutura necessária para a fase de implantação das empresas, colocando a disposição o gerente de Projetos da Sedec, Glifson Magalhães, para orientar e acompanhar os processos.

“Com o trabalho sério, o governo de Alagoas tem atraído grandes empreendimentos e também garantido a consolidação dos negócios de pequeno porte”, destacou o secretário, citando nomes de empresas como o Estaleiro Eisa Alagoas, a nova planta industrial de PVC da Braskem, entre outros.

Fonte: Agência Alagoas


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