Archive for the ‘Distribuidores de Resinas’ Category

Cromex participa do projeto Apex-Brasil Fórmula Indy

28/05/2014

A Cromex, líder no mercado brasileiro de masterbatches e atuando também na distribuição de termoplásticos, participou do “Programa de Relacionamento ApexBrasil – Projeto Fórmula Indy – Indianapolis 500”, em Indiana (EUA) nos dias 24 e 25 de maio. A iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), teve por objetivo promover o relacionamento entre empresas brasileiras e compradores internacionais, no sentido de fomentar as exportações.

Durante o final de semana, representantes de empresas brasileiras e seus clientes estrangeiros selecionados se encontraram em, um espaço exclusivo montado pela Apex-Brasil na prova da Fórmula Indy em Indianapolis (EUA). Três clientes internacionais da Cromex, além da Account Manager Latin and North America Cromex, Janaina Lana, participaram das ações de networking no PROGRAMA FÓRMULA INDY 2014.

A Cromex já é tradicional participante desse evento. Segundo Marcos Pinhel, diretor Comercial da empresa, trata-se de uma oportunidade única. “O evento nos permite apresentar nossos produtos e serviços com mais tempo de contato e mais possibilidades para conhecer melhor o comprador estrangeiro”, afirma o executivo.

Marcos Pinhel analisa que a Fórmula Indy é um enorme mobilizador de diferentes segmentos da opinião pública que, além do contato com as grandes corporações que participam do evento, proporciona visibilidade às empresas brasileiras integrantes do Projeto, com uma alta exposição de marcas, produtos e serviços, fortalecendo a imagem do Brasil no mercado norte-americano.

Segundo o executivo, a Cromex é uma empresa dona de uma cultura exportadora, que comercializa seus produtos para mais de 60 países. “Trata-se de um trabalho constante de inteligência e abertura de mercados e de manutenção dessas relações, o que esse tipo de iniciativa colabora de forma importante”, diz Pinhel.

Atualmente, 20% dos negócios da empresa são voltados aos mercados externos e a tendência é ampliar esse número.

Fonte: Cromex

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Cromex participa da Feira Interpack 2014

14/05/2014

A participação ocorre por meio do Think Plastic Brazil, programa de incentivo à exportação do plástico transformado brasileiro

 A Cromex, líder no mercado brasileiro de masterbatches e atuando também na distribuição de termoplásticos, está participando de uma das maiores e mais importantes feiras do setor de embalagens do mundo, a Interpack,   entre os dias 8 e 14 de maio de 2014, em Dusseldorf (Alemanha).

A participação da Cromex ocorre por meio do Think Plastic Brazil, programa de incentivo à exportação do plástico transformado brasileiro, uma parceria entre a cadeia produtiva do plástico e o governo, por meio da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil. Segundo os especialistas do Think Plastic Brazil, a feira é um verdadeiro termômetro para o setor, não só para o mercado europeu, mas também para as empresas da América Latina.

A Cromex  leva ao evento toda a sua gama de produtos e soluções para os transformados plásticos. As aplicações incluem plásticos de engenharia, um segmento para o qual a empresa fornece produtos de alto desempenho; e as especialidades, tendo como alvo as indústrias de construção, eletrônicos e automotivos. A empresa também trabalha com soluções como a moldagem rotacional.

Segundo Marcos Pinhel, diretor Comercial da Cromex, a participação em eventos internacionais é de extrema importância para as estratégias comerciais da empresa. “A Cromex tem um perfil exportador, atuamos em mais de 60 países e sempre buscamos crescer, tanto no reconhecimento de nossos produtos e serviços, quanto nas vendas efetivas”, afirma o executivo.

Fonte: Cromex

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Cromex aborda a nanotecnologia na 7ª edição da PlastShow

04/04/2014

Plastshow_menorA Cromex, empresa líder no mercado brasileiro de masterbatches com atuação também no mercado de distribuição de resinas termoplásticas, está levando os conceitos e desenvolvimentos da nanotecnologia aplicada aos masterbatches e aos plásticos para a PlastShow 2014. O evento  está sendo realizado entre os dias 1 e 4 de abril, em São Paulo.

O gerente de Assistência Técnica, Claudio Marcondes, é especialista em nanotecnologia, ciência que estuda a manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, para agregar a essa matéria propriedades específicas. A exemplo prático, um plástico que leva nanotecnologia em sua composição ganha propriedades como a ação bactericida e a capacidade de detectar se o produto embalado estragou, entre outras.

Marcondes vai levar à PlastShow um estudo das propriedades mecânicas do compósito com carbonato de cálcio nano e microparticulado em polipropileno e mostrar os benefícios dessa tecnologia de ponta para a indústria brasileira da transformação. “Cada vez mais a cadeia de transformação de plásticos tem acesso a novos produtos e novas tecnologias que estão ao alcance das empresas e que podem agregar o diferencial que elas precisam para ganhar destaque no mercado”, afirma Marcondes. O painel da Cromex será realizado no dia 4 de abril.

Os visitantes da PlastShow 2014 terão contato com mais de 120 empresas dos segmentos de máquinas, resinas, aditivos e compostos, moldes e matrizes, sistemas de câmara quente e software, entre outras soluções para transformação de plástico utilizadas nas indústrias de automóveis, autopeças, eletroeletrônicos, telecomunicações, construção civil, utilidades domésticas, embalagens e outros setores. A expectativa da organização do evento, que é realizado a cada dois anos, é que, em 2014, a feira alcance a marca de 10 mil visitantes, 15% a mais que o registrado na edição anterior.

Sobre a Cromex – Na produção dos masterbatches, a Cromex conta com unidades em São Paulo (SP) e em Simões Filho (BA). Na distribuição, conta com CDs em São José dos Pinhais (PR), São Paulo (SP) e Itajaí (SC) e opera em todo o Brasil. Possui em São Paulo, um moderno e bem equipado laboratório para masterbatches. A Cromex é certificada pela ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001 e seus produtos obedecem as rigorosas normativas internacionais como REACH, FDA, entre outras. Entre as soluções que desenvolve estão as linhas de masterbatches brancos, pretos e coloridos, além das especialidades, soluções voltadas para plástico de engenharia, BOPP, e a linha sustentável para os biopolímeros de fontes renováveis (PE Verde) e para biodegradáveis. São produtos que atendem, desde as aplicações de critérios técnicos mais básicos, até as mais complexas e são desenvolvidos para 18 segmentos da economia.  A empresa atua fortemente no exterior e comercializa seus produtos para mais de 60 países, em trabalho constante de abertura de mercado e participação em eventos internacionais.

Fonte: Cromex

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Cromex apresentará sua gama de produtos e serviços para a transformação de plásticos na Plastech 2013

14/08/2013

A empresa irá expor desde os masterbatches pretos e brancos, até as especialidades voltadas ao plástico de engenharia, passando pela linha sustentável.

A Cromex, líder no mercado brasileiro de masterbatches de cores e aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas, vai participar da Plastech Brasil 2013, onde irá apresentar a sua gama de soluções – produtos e serviços – para a indústria de transformação de plásticos.

Durante o evento, que será realizado em Caxias do Sul, entre os dias 27 e 30 de agosto, a Cromex vai expor as linhas de produtos desenvolvidas para atender desde as aplicações de critérios técnicos mais básicos, até as mais complexas. Entre elas os masterbatches brancos, pretos e coloridos, além das especialidades, soluções voltadas para plástico de engenharia, BOPP, e a linha sustentável.

A equipe de profissionais da empresa estará à disposição do público visitante para detalhar os produtos e serviços. A Cromex quer mostrar que os investimentos em tecnologia, P&D e na qualificação de pessoas para ampliar e melhorar sua gama de soluções para a indústria de transformação tem dado resultados positivos.

Com o slogan “A gente faz e entrega”, a Cromex reforça seu escopo de trabalho que foi recentemente ampliado. Hoje a empresa atua na distribuição de resinas termoplásticas a partir de três Centros de Distribuição (CDs): em São José dos Pinhais (PR), Caxias do Sul (RS) e São Paulo (SP), dimensionados ncom rigorosas condições de segurança. Deles são levadas a todo o território nacional as diversas resinas termoplásticas (Polipropilenos, Polietilenos, Poliestirenos, Especialidades, Masterbatches e Dióxido de Titânio). A Cromex também dispõe de uma frota exclusiva e sistema de endereçamento para rápida localização de lotes e para maior agilidade de carga e descarga.

A empresa tem investido para ampliar sua atuação na região Sul. Além de contar com dois distribuidores na região (Paraná e Rio Grande do Sul), um coordenador de vendas (com base no Paraná) e quatro vendedores (dois no Paraná, um em Santa Catarina e um em Caxias do Sul, RS) já foram somados à equipe local para melhor atendimento das demandas. “Nossa ênfase nas operações da região Sul se devem ao grande mercado consumidor de plástico de engenharia e especialidades que a Cromex tem como foco”, afirma Celso Ferraz, diretor comercial de Distribuição da companhia.

Para a produção dos masterbatches, a Cromex conta com duas unidades fabris, onde são produzidos cores e aditivos para a indústria de transformação. Em São Paulo, a unidade conta com uma área de 7.800 m2. Em Simões Filho, Bahia, a unidade conta com 64 mil m2, dos quais 14 mil m2 são de área construída. As duas fábricas contam com modernos laboratórios de controle de qualidade.

A Cromex, que é certificada pela ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001. Seus produtos obedecem as mais rigorosas normativas internacionais como: REACH, FDA entre outras. Em 2012, a empresa realizou grandes investimentos em máquinas e  equipamentos.

Este ano, os recursos foram destinados à Pesquisa e Desenvolvimento e hoje a empresa tem um moderno e equipado laboratório para masterbatches da América do Sul, em sua unidade de São Paulo. Do mesmo modo, a companhia também tem investido na capacitação da mão de obra, tanto na produção quanto na assistência para garantir o padrão de qualidade de produtos e serviços que a companhia oferece ao mercado. Hoje, a Cromex reúne cerca de 605 colaboradores em suas unidades. “Nosso intuito é estarmos entre as cinco grandes produtoras mundiais de masterbatches”, conta Marcos Pinhel, diretor Comercial de Produtos da Cromex.

Com essa estrutura, além da liderança no mercado brasileiro, a Cromex também atua fortemente no exterior. Dona de uma cultura exportadora, a empresa comercializa seus produtos para mais de 60 países. Atualmente, 20% dos negócios da empresa são voltados aos mercados externos e a tendência é ampliar esse número.

Soluções Cromex – Os produtos da Cromex são desenvolvidos para diversos segmentos: alimentícios, brinquedos, cosméticos, higiene pessoal e beleza, construção civil, setor automotivo, agrobusiness, entre outros.

Entre essas aplicações estão o plástico de engenharia, segmento para o qual a empresa fornece produtos de alto desempenho, e as especialidades, voltadas para os setores da construção civil, eletroeletrônica e automotivo. Todas essas linhas estarão em evidência na Plastech Brasil 2013.

Outro destaque na exposição da Cromex será a linha para BOPP (brancos, aditivos e cargas minerais), de alta performance técnica, desenvolvidos de acordo com as necessidades da indústria, proporcionando o melhor desempenho nas máquinas.

Inovação e sustentabilidade – Sempre atenta às tendências mundiais e com a preocupação de promover boas práticas sustentáveis, a Cromex também tem se destacado no desenvolvimento de cores e aditivos voltados aos biopolímeros de fontes renováveis (PE Verde) e para biodegradáveis, como também na distribuição do polímero PLA, atendendo a mercados que lançam seus produtos com o apelo de sustentabilidade. A empresa também atua na produção de masterbatches livres de metais pesados.

Os masterbatches da Cromex conferem aos produtos efeitos especiais e metalizados, assim como aditivos específicos para redução de ciclos, espessuras, aumento de vida útil, como nucleantes, antioxidantes, estabilizantes UV, deslizantes, auxiliares de fluxo, entre outros, compatíveis com as propriedades fundamentais de sustentabilidade do produto biodegradável ou de fonte renovável.

Fonte: Cromex

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Cromex é nomeada distribuidora do Ingeo para o Brasil

14/06/2013

Considerando o forte potencial de crescimento no Brasil, a NatureWorks se alinha com a Cromex para estabelecer um robusto canal de vendas no mercado brasileiro que se expande rapidamente.

A NatureWorks,  fornecedor global de biopolímeros  feitos a partir de plantas, nomeou a Cromex S.A.  seu distribuidor no Brasil. A Cromex levará os produtos Ingeo para sua ampla base de clientes do segmento de transformação de plásticos por termoformagem, extrusão de filmes e injeção.

“A CROMEX S.A., líder no mercado brasileiro de masterbatches , aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas, tem uma equipe de vendas e técnicos da indústria de plástico experientes, assim como uma ampla base de clientes para a expansão do mercado da NatureWorks e Ingeo”, disse Salvador Ortega, gerente de desenvolvimento de mercado da América Latina para a NatureWorks. “Avaliamos vários distribuidores e consideramos a CROMEX como a mais forte, bem-posicionada e melhor alinhada com nossa organização.”

“É com prazer que expandimos nosso portfólio de produtos com a adição de Ingeo, o líder mundial de plásticos feitos com materiais renováveis, e não de petróleo” reforça Celso Ferraz, diretor de distribuição da Cromex S.A. “Nossa colaboração com a NatureWorks dá agora a transformadores e proprietários de marcas no Brasil a oportunidade de desenvolver uma completa gama de produtos inovadores com redução na emissão de carbono.”

A CROMEX S.A. distribuirá um abrangente conjunto de resinas Ingeo para os mercados de plástico. A equipe técnica da companhia fornecerá suporte técnico aos transformadores e irá habilitá-los a fazer uma transição ordenada dos plásticos não renováveis derivados de petróleo para os produtos Ingeo.

A fabricação de Ingeo emite 60% menos gás de efeito estufa e exige 48% menos energia se comparado a plásticos como PET, afirma a NatureWorks.  O Ingeo oferece aos transformadores  e proprietários de marcas um preço estável, quando comparado aos preços voláteis dos plásticos de petróleo. Produtos do segmento de alimentação, tais como talheres, canecas e utensílios, são normalmente biodegradáveis em instalações de compostagem industrial – permitindo que os restos orgânicos de alimentos sejam desviado dos aterros sanitários em localidades onde existe infraestrutura de compostagem. Embalagens rígidas e à base de filme da Ingeo oferecem vantagens de desempenho. Por exemplo, embalagens “clamshell” feitas com Ingeo exigem de 20 a 30% menos material que uma embalagem comparável feita de PET.

A NatureWorks LLC  oferece uma família de lactídeos e biopolímeros Ingeo™ comercialmente disponíveis e de baixa emissão de carbono, derivada de recursos 100% renováveis com desempenho e economia que competem com intermediários à base de petróleo, plásticos e fibrass. A NatureWorks é copropriedade do maior produtor químico da Tailândia, PPT Global Chemical, e a Cargill, um produtor e comerciante internacional de serviços e produtos de comida, agricultura, finanças e indústria.

A Cromex é uma empresa brasileira, líder no mercado brasileiro de masterbatches de cores e aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas para os termoformadores, extrusores de filme e moldes de injeção.

Fonte: Nature Works

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Eastman destaca vantagens de seus plásticos especiais, plastificantes, TPUS´s e filmes de desempenho e anuncia novo distribuidor na Feiplastic 2013

09/04/2013

A empresa reforça os benefícios de diversas de suas linhas, divulga a Entec-Ravago como nova distribuidora de seus copoliésteres no Brasil e se prepara para as novas oportunidades durante o evento.

A Eastman Chemical Company, empresa de especialidades químicas, estará presente na Feiplastic (Feira Internacional do Plástico), o maior espaço na América Latina para apresentação de tendências e demonstração de lançamentos do setor. O evento acontece de 20 a 24 de maio, no Pavilhão de Exibições do Anhembi, em São Paulo – SP e reúne fabricantes de matéria prima plástica, distribuidores, fabricantes de equipamentos e periféricos, importadores, moldadores e agências de fomento industrial.

Durante a feira, a Eastman contará com um stand próprio localizado na rua C 98, e irá reforçar as vantagens de três de suas principais linhas de produtos – Plásticos Especiais, Plastificantes e TPUs e Filmes de Desempenho. Em matéria de Plásticos Especiais destacam-se o copoliéster Tritan™, o copoliéster Eastar CN015, e demais famílias de copoliésteres e celulósicos para diversas aplicações. O copoliéster Tritan™ é ideal para aplicações que requerem resistência a temperatura, transparência e resistência ao impacto e químico e são livres de Bisfenol A. Dentre os diversos mercados a que serve estão o de puericultura, housewares, eletrodomésticos, linha branca e appliances, garrafas esportivas, de componentes médicos – tanto embalagens quanto aparelhos,. Já o copoliéster Eastar™ CN015 é destinado ao setor de cosméticos por ser capaz de criar embalagens de paredes grossas, transparentes e resistentes a química, impacto e livres também de Bisfenol A.

A Eastman também aproveita o evento para expor as suas linhas de copoliésteres tradicionais, como a Eastar™, a Durastar™, a Aspira™ e a Provista™ que atendem às legislações para aplicação em contato com alimentos e possuem boas propriedades de resistência química, de facilidade em processamento e de tato agradável.

Além disso, outro destaque da companhia será a apresentação ao público o seu novo distribuidor para a linha de copoliésteres no Brasil, a Entec-Ravago, focada em entregar soluções de qualidade e tendo a sustentabilidade como palavra de ordem. Assim, a própria Eastman assegura seu comprometimento com soluções que protejam o meio-ambiente.

Na área de plastificantes e TPUs, a Eastman apresenta toda sua linha de plastificantes, destacando os não-ftalatos, para diversos mercados e aplicações, inclusive produtos produzidos no Brasil pela sua subsidiária Scandiflex.  A linha de TPUs permite desenvolver várias soluções para os mais diversos setores, sendo utilizadas em produtos pneumáticos, solas de sapato, tubos petrolíferos e até material dentário, entre outros.

Por fim, na área de Filmes de Desempenho, as películas de poliéster da Eastman mostram diversas utilizações, contando com quatro aplicações: controle solar, controle solar para para-brisas, segurança e proteção de pintura. As primeiras proporcionam um melhor controle de temperatura interno, gerando assim uma economia de energia elétrica gasta em climatização e também uma economia de combustível quando utilizada em veículos. A película de controle solar para para-brisas, LLumar® AIRBLUE, reduz 44% da energia solar transmitida para dentro do veículo. Sua transmissão luminosa de 78% não compromete a visibilidade do motorista e atende os limites da legislação em vigor.

Já a película de segurança protege no caso de quebras acidentais dos vidros, em eventos como tempestades, chuvas de granizo ou choques de objetos, mantendo os cacos de vidros aderidos à película, minimizando o risco de acidentes. Quando utilizadas nos vidros das janelas dos veículos, protegem contra cortes no caso de colisões laterais e ajudam a dificultar atos de vandalismo como quebra dos vidros laterais dos veículos, protegendo os condutores e seus bens pessoais. As Películas de Proteção de Pintura à base de poliuretano podem ser aplicadas em veículos de qualquer cor e formam uma barreira praticamente invisível que mantem a pintura dos automóveis e diminuem as marcas de pedras, produtos químicos, riscos e arranhões.

A Eastman, que já participou do evento em outras edições, espera estreitar mais os contatos com os clientes da região e ampliar a sua base de oportunidades através da feira. “É um evento grandioso para o mercado plástico da América Latina, por isso, estamos preparando um espaço especial em nosso stand para receber nossos clientes e distribuidores, que fazem um trabalho excepcional mesmo com as extensões territoriais do Brasil e outros países da América Latina. A escolha dos produtos expostos mostra ao público a inovação da Eastman, que conquista novos mercados”, disse o Gerente de negócios da área de Materiais Avançados da Eastman na América Latina, Luis Pagan.

“A Scandiflex sempre esteve presente na Feiplastic (antiga Brasilplast), e agora que fazemos parte da família Eastman, essa responsabilidade de mostrar ao mercado inovações e novos produtos em plastificantes e TPU dobra, pois carregamos uma herança que se adapta perfeitamente à cultura da Eastman, de produtos de qualidade, fabricados no Brasil e com excelência em soluções para nossos clientes”, ressalta Mauro Carqueijo, Diretor de Vendas da Scandiflex, subsidiária da Eastman Chemical Company no Brasil.

Fonte: The Group / Eastman

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Mexichem adquire negócios de resinas de PVC da PolyOne

08/04/2013

A PolyOne Corporation anunciou  acordo em que a empresa vai vender a Specialty PVC Resins – seus ativos no segmento de dispersão, resinas em suspensão e blendas vinílicas – para a Mexichem, SAB de C.V. por U$ 250 milhões em dinheiro. O negócio inclui duas unidades de produção e um centro de P & D. A venda está sujeita à satisfação de requisitos regulamentares e outras condições habituais de fechamento de negócios.

Os ativos de resinas da PolyOne são parte do seu segmento de Performance Products and Solution e geraram receitas de US $ 147 milhões em 2012.

“Desde que começamos nossa transformação em provedores de especialidades, temos desinvestido na área de commodities, incluindo Oxy-Vinílicos em 2007 e SunBelt em 2011, reinvestindo os recursos para acelerar o crescimento de nosas ofertas de especialidades”, disse Stephen D. Newlin, chairman, presidente e executivo-chefe da PolyOne Corporation. “Como nosso único negócio remanescente envolvido na fabricação direta de resinas de base, vemos a venda de nossos ativos de produção de resinas como um passo natural e continuado na evolução de nosso portfólio.”

“A Mexichem é um líder comprovado e tem experiência substancial na fabricação de resinas-base. Nós acreditamos que eles serão capazes de destravar mais plenamente o potencial dos nossos ativos de produção de resina e estamos ansiosos para trabalhar com eles, no futuro, como um fornecedor”, disse Sr. Newlin.

Carlos Manrique, vice-presidente e gerente geral da Divisão de Cloro-Vinil da Mexichem, afirmou que esta aquisição irá representar tanto um EBITDA adicional como permitirá que a Mexichem se envolva no nicho de mercados altamente especializados na América do Norte. Outro elemento atrativo desta aquisição é o desenvolvimento de soluções “tailor made” para diferentes clientes; o portfolio de produtos de resinas especiais de PVC da PolyOne irá complementar o portfólio atual da Mexichem.

A aquisição está alinhada com a estratégia de integração vertical a jusante da Mexichem, que visa aumentar o número de produtos de valor agregado, dos quais a empresa tem atualmente uma quota de mercado pequena. A aquisição não só irá reforçar a posição da Mexichem, dadas as vantagens competitivas que implica, incluindo recursos naturais da própria região, tais como gás de xisto, mas também a integração vertical da Mexichem.

Fonte: PolyOne / Mexichem

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Cromex e Resinet anunciam fusão

15/10/2012

A Cromex, fabricante de masterbatches, e a Resinet, distribuidora de resinas plásticas, anunciaram sua fusão no último dia 11,  informando que a nova operação conjunta tem como objetivo somar competências e fortalecer ações junto a parceiros, clientes, colaboradores e fornecedores.

Com mais de 30 anos, a Cromex é a líder brasileira no mercado de masterbatches (cores e aditivos usados nos plásticos). Os produtos da Cromex atendem 18 segmentos diferentes de transformados plásticos, como brinquedos, embalagens e tampas para diversos segmentos (alimentos, bebidas, cosméticos, higiene pessoal, limpeza), segmento esportivo (assentos para estádios, entre outros produtos), construção civil, setor automotivo e de agrobusiness.

Há 12 anos no mercado, a Resinet está entre as maiores distribuidoras brasileiras de resinas termoplásticas. A empresa atua em todo o território nacional e também comercializa produtos das maiores indústrias químicas e petroquímicas do mundo.

Segundo as empresas, a operação conjunta deverá ser iniciada em janeiro de 2013,  agregando valor aos produtos e soluções para os mercados nacional  e  internacional.

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Activas promove palestra sobre copoliéster da Eastman durante Interplast 2012

21/08/2012

Entre os dias 20 e 24 de agosto, a Activas Distribuição de Resinas Termoplásticas participa da 7ª edição da Interplast. Além de divulgar as linhas de produtos que compõem seu portfólio, a empresa está organizando uma palestra a ser realizada durante a feira. Rogério Dias, profissional de marketing da Eastman, apresenta o tema “O avanço do design através dos plásticos especiais”.

O foco da palestra é o produto Tritan, produzido pela Eastman e distribuído pela Activas. “Ele é um copoliéster de nova geração que oferece novas possibilidades de design e aplicação. Trata-se de uma alternativa inovadora em relação aos tradicionais polímeros”, destaca Roberta Duarte, gerente de marketing da Activas. O produto ainda alia a facilidade de processamento a uma mistura de propriedades únicas, incluindo transparência, tenacidade, resistência à temperatura e superior resistência química.

A palestra acontece no acontece no dia 23 de agosto, das 19h às 20h30. Clientes, parceiros da Activas e visitantes da feira estão convidados para participar do encontro. Os interessados podem entrar em contato com a equipe comercial da Activas Joinville e confirmar presença pelo telefone (47) 3437-5001.

Sobre a Activas

A Activas é distribuidora com de atuação nacional, líder de mercado e que há mais de 22 anos fornece resinas termoplásticas para micros, pequenas, médias e grandes empresas. Com grande experiência neste mercado, a Activas proporciona aos seus clientes um atendimento personalizado, sempre focado em buscar o que existe de melhor em relação às resinas termoplásticas e sempre se atualizando sobre os lançamentos da área, através de pesquisas em tendências mundiais. A matriz e o maior centro de distribuição estão localizados em São Paulo. Possui uma equipe de representantes comerciais atuantes em todos os estados brasileiros e cinco centros de distribuição, localizados, estrategicamente para atendimento nacional, em Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Entre os fornecedores da Activas, estão empresas qualificadas e reconhecidas pelo mercado, como a Braskem, Eastman, Basf, Unigel, Cromex, entre outras.

Fonte: Messe Brasil

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Distribuidores de resinas registram queda nas vendas no primeiro semestre

20/08/2012

 Desempenho do primeiro semestre de 2012 no mercado de resinas revela que distribuidores têm menor participação de mercado desde 2009

Levantamento realizado pela Maxiquim a pedido da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas e Bobinas Plásticas de BOPP e BOPET) mostra que,  no mercado de PP e PEs, a demanda doméstica dos primeiros seis meses de 2012 foi de 1.836 toneladas, consumo 2,8% maior, quando comparado ao do primeiro semestre de 2011. Mas, apesar desta alta na demanda, a participação da distribuição nos últimos anos neste mercado diminuiu, ficando neste primeiro semestre em 10,5% do montante distribuído.

Em volume, esse primeiro semestre para os distribuidores mostra queda total de 9,1%, quando comparado ao primeiro semestre de 2011. Comparados com anos anteriores, o primeiro semestre deste ano foi o menor, desde 2009. A queda é puxada pelos segmentos de PEs e PP. Já os mercados de PS, PVC e Especialidades apresentaram altas.

Essa queda foi sentida no faturamento, que exibiu, neste semestre,   um decréscimo superior a  5%  em relação ao mesmo período do ano passado.  A previsão é de se fechar o ano com volume 8,1% menor que o do ano anterior. Já no faturamento essa queda deve ser de aproximadamente 5%.

Plásticos de Engenharia

Se para o mercado de PP e PEs na distribuição passa por um momento delicado, o de plásticos de engenharia mostro-seu mais positivo. Das mais de 27 mil toneladas comercializadas pelos distribuidores neste primeiro semestre, o grupo ABS e San foi o responsável por mais de 50%. Esse dado comprova a boa fase pela qual passam esses plásticos. No ano passado, o mercado de San foi de 14.103 toneladas, 20% delas distribuídas por associados da ADIRPLAST.

 Em outro estudo, encomendado pela entidade para a empresa de consultoria Strategia Gestão Empresarial, o aumento do consumo aliado à inovação através da substituição de materiais tradicionais e ao aumento da produção brasileira, graças aos incentivos governamentais, impulsionarão ainda mais o crescimento do mercado. A Previsão é de que o crescimento no volume de vendas de especialidades seja de 6.6% ao ano até 2017.

Mercado de BOPP e BOPET

O estudo da Strategia analisou ainda o mercado de BOPP e BOPET. A boa notícia é que os filmes de BOPP têm apresentado um crescimento médio anual de 6% e a tendência é que continuem crescendo em torno de 5% nos próximos anos. “O crescimento médio mundial esperado é de 7% ao ano, com maiores destaques para China, Índia e Oriente Médio, com novas capacidades produtivas em operação desde 2009″, destacaram os consultores.

No mundo, a demanda total de BOPP está na casa das 5,8 milhões de toneladas por ano. O Brasil corresponde a aproximadamente 2,5% deste volume. Por aqui, o consumo per capita ainda é baixo quando comparado ao resto do mundo.

Fonte: Baião de 3 – Adirplast

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Interplast 2012: APTA Resinas Termoplásticas leva seu atendimento com marcas de renome à feira.

08/05/2012

A APTA Resinas Termoplásticas, especializada no desenvolvimento de aplicações e comercialização de resinas termoplásticas, levará à Interplast 2012 as novidades de seus parceiros: BASF Poliuretanos, Evonik, Laja, Radici Plastics e Styrolution. O objetivo é estar sempre presente nos eventos relevantes aos seus clientes, fazendo que a feira seja mais um canal de fortalecimento do relacionamento com os transformadores.

Com uma linha de produtos completa em Plásticos de Engenharia e Alta Performance, a APTA possui atuação consolidada do Sul ao Sudeste brasileiro, oferecendo segurança no fornecimento nos mercados calçadista, agronegócio, moveleiro, automobilístico, médico-hospitalar, eletro-eletrônicos, utilidades domésticas e peças técnicas.

Fonte: Messe Brasil

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Adirplast alerta para o crescimento da participação das importações no segmento de produtos plásticos acabados.

08/11/2011

Produtos acabados provenientes principalmente de países asiáticos tem entrado no Brasil em um ritmo cada vez maior e já afetam o setor de plásticos transformados, alerta ADIRPLAST

A valorização do real frente ao dólar, as altas taxas de juros e tributação e a falta de infraestrutura e investimentos no Brasil têm forçado o crescimento das importações em todos os setores da indústria nacional.

Segundo dados da Receita Federal, o País importou US$ 19.16 milhões em julho de 2011, o que representou um acréscimo de 17,08% frente ao mesmo mês de 2010. O valor acumulado de janeiro a julho de 2011 foi de US$ 124.452 milhões, 27,49% superior ao do mesmo período do ano anterior.

Tal crescimento tem contribuído sobremaneira para a aceleração do processo de desindustrialização vivenciado no Brasil. “As importações começaram de forma lenta, mas a partir de 2005 vêm crescendo em velocidade constante”, afirma Paulo Francini, diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

Francini explica ainda que o aumento da participação das importações no consumo aparente (vendas internas mais importações) da indústria de transformação entre 2008 e 2010, custou R$ 45,3 bilhões em produção. O valor representa 4 % da produção destinada ao mercado doméstico: “Em 2010, caso essa produção fosse internalizada, o valor produzido por esse setor aumentaria 3,37%, passando a R$ 1.388 bilhões, além disso, 398,1 mil novas vagas de empregos seriam geradas”.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), do total consumido no País no ano passado, cerca de 10% foram supridos pelas importações. O Brasil importou 616 mil toneladas de transformados plásticos, aumento de 31% em relação a 2009, enquanto as exportações somaram apenas 310 mil toneladas. O déficit da balança comercial do setor de transformação de material plástico foi de US$ 1,3 bilhão.

E a expectativa para esse setor não parece animadora. Paulo Teixeira, superintendente da Abiplast, diz que a participação das importações no segmento de plástico deverá saltar para 12% neste ano, chegando ao patamar de 700 mil toneladas. “O volume dobrou em cinco anos”, diz. “Temos cadeias produtivas em que o plástico é fundamental. Se começarmos a importar partes, uma hora a cadeia não será mais nacional e o País ficará na mão de grandes fornecedores. Seremos apenas uma parte de uma cadeia global.”

Teixeira afirma ainda que o setor de plásticos que mais tem sofrido é o B2C (venda direta para o consumidor). “Isso porque a venda é muito mais por preço que por qualidade”, diz. “Estamos assistindo uma invasão de utensílios-domésticos fabricados na China como baldes, pregadores e recipientes plásticos, que apesar do custo baixo têm um volume de vendas grande no País.”

Neste caso, segundo o superintendente da Abiplast, uma forma de proteger o mercado nacional é aumentar a fiscalização alfandegária: “O Brasil tem normas técnicas para a produção desses produtos que geralmente não são atendidas pelos importados”.

Entre os transformadores, o segmento de embalagens nacionais também está na mira dos produtos asiáticos. Para, Paulo Antonio da Silva, proprietário da Deltabag, aberta em 1999, não é apenas a importação de embalagens que tem afetado sua demanda, mas também a entrada de produtos industrializados já embalados: “Neste caso o país perde duas vezes. Deixa de produzir o produto e até a embalagem na qual ele é ofertado”, conta o empresário, que produz embalagens para diversos segmentos, como o alimentício e o de confecções.

Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas –, afirma que, quando os transformadores perdem, toda a cadeia de fornecimento de matéria-prima perde também, assim como a sociedade, que deixa de ganhar novos postos de trabalho. “Não é à toa que já se prevê uma queda de faturamento da indústria nacional do plástico se R$ 35 bilhões”, ressalta.

Apesar da crescente onda de importações, o mercado nacional, sustentado pelo aumento do consumo interno, ainda deve produzir 6% a mais em 2011 do que no ano passado. No entanto, alerta Gonçalves, se nenhuma medida de proteção à indústria transformadora for tomada, como a anunciada no último dia 15/09/2011 que aumentou o IPI (Imposto sobre os Produtos Industrializados) de carros importados, nos próximos anos esse crescimento experimentado hoje pode não voltar a se repetir.

Fonte: ADIPLAST

ADIRPLAST: Desinformação sobre as utilizações do plástico faz com que o consumidor ignore seu amplo uso.

16/10/2011

Muito além das sacolinhas de supermercado, o uso do plástico vai de produtos hospitalares, escovas de dente, carros, TV de LCD e os tão na moda tablets, entre outros destinos. “A desinformação da população em relação ao seu uso, no entanto, fez com que o plástico fosse eleito o inimigo do ambiente – o que está errado”, diz Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST (Associação Nacional dos Distribuidores de Resinas Plásticas).

Paulo Teixeira, superintendente executivo da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), argumenta também que o plástico não é o vilão da natureza e o seu combate indiscriminado pode trazer consequências nada benéficas para a sociedade. “Ele é reciclável, assim como o papel. O problema mora em seu descarte e reaproveitamento. Ao tiranizar o plástico, corre-se o risco de reprimir o desenvolvimento tecnológico, gerando um buraco que po deria afetar toda uma cadeia de produção.”

Em sua maioria, as críticas sobre o impacto ambiental são em relação ao desperdício, descarte incorreto e falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo, que o país busca corrigir através da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

E assim o vive-se um paradoxo: “De um lado, o vertiginoso crescimento do produto em aplicações importantes e de alto valor agregado. Do outro, a desinformação que faz com que sejam crescentes as críticas preconceituosas e equivocadas sobre o produto”, analisa Miguel Bahiense, diretor executivo da Plastivida ¬- entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor.

De acordo com Teixeira, da Abiplast, o risco de se promover campanhas nas quais o plástico é colocado como inimigo do ambiente é desinformar a população e criar pânico. Tome como exemplo a polêmica em torno da utilização da sacolinha de supermercado. “Ela se tornou a vilã, pois seu uso é mais visível”. Para se ter uma ideia, a mídia tem publicado em média 120 matérias por mês sobre a questão das sacolas plásticas, taxando-as, equivocadamente, como as vilãs do lixo do mundo, guardando apenas a imagem de um produto que polui o ambiente.

“Nem todos sabem que os plásticos são 100% recicláveis. Muitos acham que as sacolas de papel são mais sustentáveis que as de plástico em seu processo produtivo, quando não são, tornando-se exemplos que geram ondas de desinformação e levam a população à escolha errada e ao prejuízo involuntário, porém, real, ao ambiente”, aponta Bahiense.

Para contornar essa divulgação errônea na imprensa e na sociedade, ONGs como a Plastivida promovem educação escolar para conscientizar as crianças sobre o correto uso e descarte do material, além de trabalhar questões técnicas na mídia para evitar erros crassos, reformular a imagem do produto e então mostrar à população a amplitude da utilidade do plástico, aliada ao modo correto de utilizaçã o e descarte ¬- o que promoverá realmente ações sustentáveis.

Todos esses projetos e iniciativas são apoiados pela ADIRPLAST, que considera leviana a decisão do governo do estado de São Paulo, como de outros dirigentes, apenas de abolir o produto, sem que fatores negativos e positivos fossem verdadeiramente levados em consideração.

Para Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief), a educação e preservação ambiental são caminho mais sensato para resolver o problema: “Por isso é necessário reforçarmos a ideia de um melhor reaproveitamento das embalagens, como as sacolas, que são extremamente úteis no dia a dia das pessoas”, explica.

 Sobre a ADIRPLAST

A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Atualmente, a ADIRPLAST agrega 16 empresas distribuidoras de resinas plásticas que responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no país. Todas elas são credenciadas pelos fabricantes e ostentam suas bandeiras petroquímicas, o que garante ao cliente final a qualidade do produto.

Fonte: Baião de 3 – Comunicação e Design / ADIRPLAST

Venda de Plásticos de Engenharia cresce no País.

30/08/2011

Pesquisa promovida pela ADIRPLAST revela que a comercialização no Brasil dos plásticos de engenharia deve chegar a 35 mil toneladas neste ano

O consumo de plásticos de engenharia no Brasil cresceu em 2010. Segundo levantamento promovido pela ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – e realizado Maxiquim Consultoria, o faturamento dos distribuidores ligados à entidade com o segmento de especialidades cresceu 1,5% no ano passado. Foi de 7,4% para 8,9% da participação no montante faturado pelas empresas.

Em relação ao volume de vendas, a pesquisa apontou que os plásticos de engenharia, também conhecidos por especialidades, tiveram, em 2010, 6,3% de participação na cadeia de distribuição de resinas.

E a boa fase dos plásticos de engenharia no mercado nacional deve se repetir neste ano. Levantamento que considera o primeiro trimestre deste ano, feito entre as empresas associadas à entidade, mostra que as especialidades foram responsáveis por mais de 10% do faturamento dos distribuidores, contra apenas 8,3% no mesmo período do ano passado. E a expectativa da ADIRPLAST é que esse mercado ainda cresça 28% neste ano, chegando a 35 mil toneladas comercializadas.

Entre os plásticos de engenharia, os que mais se destacam hoje no mercado brasileiro são ABS e San, Eva, Poliacetal e Poliamida, entre outros.

Para Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST, o avanço nas vendas dos plásticos de especialidades no mercado nacional reflete a boa fase pela qual passa o país e principalmente os segmentos industriais que mais fazem uso dessas matérias-primas: “A maior qualificação da indústria nacional e aumento de consumo da população são alguns dos motivos pelos quais vemos o mercado de plásticos de engenharia crescendo a cada ano. Segmentos ligados aos mercados automobilístico, médico-hospitalar, alimentício ou de higiene pessoal, além dos mercados de produtos mais sustentáveis, de eletro-eletrônico e de construção, são alguns dos consumidores desse tipo de material”.

Novidades, tecnologia e variedade
Diversas resinas compõem o segmento de plásticos de engenharia. Elas apresentam propriedades diferenciadas em relação às resinas commodities, como o polietileno (PE), o polipropileno (PP), o poliestireno (PS) e o PVC.

Pelas suas propriedades mecânicas, térmicas e óticas, os plásticos de engenharia são usados em aplicações de alta tecnologia. No setor automotivo, por exemplo, elas vêm sendo utilizadas cada vez mais, inclusive como substitutas de metais como o aço e o alumínio. Essa substituição tem ajudado a diminuir o peso dos veículos e, consequentemente, a reduzir o consumo de combustíveis e a emissão de gases nocivos à saúde.

Entre os principais plásticos de engenharia oferecidos hoje pelos distribuidores ligados à ADIRPLAST destacam-se as diferentes variedades de ABS (Acrilonitrila Butadieno-Estireno), SAN (Copolímero Estireno-Acrilonitrila), compostos de PP e PE, MABS (resinas mistas), ASA (Acrilonitrila Es tireno-Acrilato), PA (Poliamida), PBT (Polibutileno Tereftalato), POM (Poliacetal), PMMA (Polimetacrilato de Metila) e PPA (Poliftalamida), entre inúmeros outros tipos.

Atualmente as principais novidades deste segmento ficam por conta das resinas modificadas e blendas, algumas formuladas com materiais de alto apelo tecnológico e até sustentável. O material tem sido mais usado pelas empresas que trabalham mais fortemente o apelo de sustentabilidade de seus produtos e marcas.

Destaque também para algumas resinas mais específicas, usadas principalmente pela indústria médico-hospitalar, assim como para a copoliéster, que confecciona produtos de alta resistência, tanto ao impacto como a altas temperaturas, suportando acima dos 100°C. O material ainda oferece resistência química aos produtos e uma transparência similar a do vidro, entre outras propriedades marcantes. Sem contar que o componente é livre de substâncias restritas e, por isso, aprovado pelos mais respeitados ór gãos de regulamentação de materiais de destinação a contato humano. Hoje os principais mercados consumidores deste produto têm sido os fabricantes de embalagens de cosméticos e utilidades domésticas.

Já para os mercados de construção e design, a tecnologia fica por conta da resina ABS/PMMA. O material oferece alta resistência a impactos, a tração e a altas temperaturas. Fácil de moldar e altamente resistente à exposição ao tempo e a produtos químicos, esse plásticos tem sido usado na fabricação de sanitários de ônibus, cubas de banheiro e até banheiras de hidromassagem.

Fonte: Adirplast / Baião de 3

 

Empresas ligadas à Adirplast devem distribuir biolpolímeros.

28/06/2011

Para Associação Brasileira de Distribuidores de Resinas Plásticas, as campanhas contra o uso do plástico estão baseadas em argumentos, muitas vezes, infundados. Por isso, as empresas ligadas à entidade já estudam a melhor forma de distribuir  os polímeros de fontes renováveis, como o etanol ou amido de milho

A partir de 1º de janeiro de 2012, a população de São Paulo terá de enfrentar um grande desafio: não vai mais dispor das tradicionais sacolas plásticas descartáveis para levar suas compras para casa. A medida, anunciada recentemente pelo Governo do Estado, deve tirar de circulação cerca de 2,2 bilhões de sacolinhas por ano, só em São Paulo, segundo Associação Paulista de Supermercados (Apas).

As tradicionais sacolinhas, feitas com polímero sintético, devem ser substituídas por sacolas de plástico biodegradáveis, que serão vendidas aos consumidores por R$ 0,19 cada. Essas sacolas de bioplástico, feitas com resinas de fontes naturais, são, segundo Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas -, uma alternativa bastante prática para a cadeia produtiva, já que não devem demandar grandes mudanças no setor transformador. Isso porque as máquinas instaladas para produzir embalagens com polímero sintético podem proces sar também o biopolímero. “O problema, no entanto, diz respeito à escala. Ainda não existem fabricantes capazes de produzir polímeros naturais suficientes para atender a demanda do setor de plástico”, explica Gonçalves.

Apesar disso, os distribuidores associados à ADIRPLAST já estudam a melhor maneira para facilitar o fornecimento das “resinas verdes” para a cadeia de transformação, que conta com 11.465 empresas. “Assim como acontece com os polímeros sintéticos, facilitaremos para os transformadores a compra também dessas resinas derivadas de fontes renováveis. Com o tempo, elas poderão ser entregues aos nossos clientes, em qualquer região do País, num prazo máximo de 24 horas”, afirma Laércio.

Para Laércio Gonçalves, a medida adotada pelo governo paulista não resolve os problemas ambientais gerados pelo desperdício das embalagens nem mesmo ajuda a reduzir a emissão em demasia de CO2 na atmosfera: “Novos produtos irão substituir as sacolas e a produção de todos eles em maior escala impacta diretamente no meio ambiente. Estaremos apenas trocando seis por meia dúzia, ao invés de educar as pessoas a consumirem conscientemente, seja o plástico, o papel ou qualquer outra matéria-prima”.

Ainda segundo o presidente da ADIRPLAST, a incapacidade dos órgãos públicos de fazer a coleta seletiva do lixo é outro problema que não será resolvido pela simples proibição do uso das sacolas plásticas. “Em uma cidade como São Paulo, é inaceitável que só ocorra a coleta seletiva com apenas 2% do lixo gerado pela população. O plástico é uma matéria-prima 100% reciclável e poderia ser usado por mais vezes. No caso das sacolinhas, por exe mplo, pelo menos mais três vezes”. 

A proibição das sacolinhas plásticas ainda é um tema que deve gerar muita discussão. Em Americana, por exemplo, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) a lei municipal que suspendia a distribuição das sacolas foi suspensa por tempo indeterminado. A decisão atende a um pedido de liminar feito pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico de São Paulo).

A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Fonte: Abiplast

Mercado de distribuição de resinas plásticas deve faturar 15% a mais em 2011

15/05/2011

Evento promovido pela ADIRPLAST apontou dados importantes de um setor que deve movimentar cerca de R$ 2,8 bilhões neste ano

A ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – promoveu no final de abril, em São Paulo, o evento Distribuição de Resinas Plásticas no Brasil – Novas diretrizes, mercado nacional e tendências. O encontro contou com a participação de cerca de 70 profissionais deste setor que, em 2011, deve aumentar seu faturamento em 15%, chegando a um montante de R$ 2,8 bilhões. “Entendemos que ao promover a divulgação de estudos como esse, permitimos que nossos associados entendam melhor todo o cenário e contexto no qual estão inseridos e isso contribui para o crescimento do setor”, afirmou Laércio Gonçalves, presidente da associação.

Os dados apresentados pela ADIRPLAST, baseados em levantamentos feitos pela entidade em conjunto com a MaxiQuim apontaram que o volume de vendas de resinas no País devem subir 4,2% neste ano.

Outros dados apontados pela entidade no evento mostram que, apesar da crise econômica mundial e da instabilidade dos preços dos derivados do petróleo, o preço médio das resinas plásticas manteve-se bastante estável nos últimos anos. Além disso, o aumento do consumo aparente das resinas plásticas no país pulou das 5.194 kt comercializadas em 2009 para 5.411 kt, neste último ano. Com isso, o mercado acumula nos últimos cinco anos um crescimento de vendas da ordem de 20%.

Embora venha perdendo mercado ano a ano, os PE e PP (Polietileno e Polipropileno) ainda estão entre as resinas plásticas mais consumidas no País, com 84% do volume total comercializado na rede de distribuidores filiados à ADIRPLAST. Embora outros materiais, como as Especialidades, tenham ganhado cada vez mais espaço. “Entre as aplicações, o setor de embalagens predomina, ficando com 52% das resinas vendidas pelos distribuidores”, ressaltou Solange Stumpf, diretora da MaxiQuim.

Na ocasião, Gonçalvez destacou ainda os benefícios oferecidos pelos distribuidores filiados à ADIRPLAST, como os centros de distribuição presentes em todos os pólos industriais do País, o que agiliza a entrega dos pedidos. Isso sem falar nos serviços de pós-venda e suporte técnico ofertados: “O mercado transformador é pulverizado, conta com mais de 11.465 empresas no país, 94,2% delas pequenas e médias, e isso faz com que o distribuidor seja um canal vital para garantir que esses clientes tenham fácil acesso às resinas plásticas”, explicou.

Sobre a ADIRPLAST:

A ADIRPLAST foi fundada há quatro anos e tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação do relacionamento com as petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Para o biênio 2011-2012, Laércio Gonçalves lidera a entidade ao lado de Wilson Cataldi, vice, dos diretores Daniela Guerini, Osvaldo Cruz e Marcelo Prando, e dos suplentes Ricardo Mason e Peter Wilms.

Atualmente a associação agrega 14 empresas distribuidoras de resinas plásticas e que responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no País. Todas são credenciadas pelos fabricantes e ostentam suas bandeiras petroquímicas, o que garante ao cliente final a qualidade do produto. Neste ano, segundo Gonçalves, mais empresas devem se juntar ao time: “Já temos seis distribuidoras em fase final de aprovação e nosso intuito é de fortalecer ainda mais nossa entidade”, finaliza.

Fonte: Baião de 3 – comunicação e design

ADIRPLAST reforça a importância do distribuidor na cadeia de consumo de plásticos

30/03/2011

Entidade deve destacar na Brasilplast 2011 todas as vantagens que só um distribuidor pode oferecer ao mercado, como a agilidade e rapidez na entrega e os serviços de pós-vendas

A ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – marcará presença na Brasilplast 2011, que acontece de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Por lá, a entidade, que conta com um estande de 25 m² tem como foco o tema Distribuição Sustentada. “Pretendemos reforçar no evento as vantagens que a distribuição pode oferecer para as mais de 10.000 empresas que transformam resinas plásticas no país”, explica Laércio Gonçalves, presidente da entidade.

E os benefícios oferecidos por esses distribuidores são inúmeros. A começar pela capacidade de pulverização, já que o mercado transformador, que conta com 11.465 empresas, 94,2% delas pequenas e médias e 65% com até 20 funcionários, está espalhado por todo o imenso território nacional. “Graças aos nossos centros de distribuição, conseguimos atender esse cliente mais rapidamente e a um custo menor”, diz Gonçalves.

Atualmente os distribuidores conseguem entregar pedidos no mesmo dia ou até em 24 horas. Outra vantagem oferecida pelos associados da ADIRPLAST aos transformadores é a conveniência: “Um distribuidor de resinas plásticas trabalha com vários tipos de produtos, oferecendo assim mais opções de compra aos seus clientes, que podem incluir diferentes tipos de resinas ao mesmo pedido”, diz o presidente da associação.

Os serviços de pós-vendas e suporte técnico oferecidos pelos distribuidores aos seus clientes também são diferenciais de destaque. Isso sem falar na capacidade que essas empresas têm de financiar o crescimento dos transformadores. Através da facilitação da compra das resinas, elas acabam por permitir que toda a cadeia geradora de produtos e a indústria plástica como um todo experimentem um desenvolvimento sustentado.

A entidade A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidaç ão com petroquímicas, além da internacionalização. Além disso, a entidade trabalha para promover os benefícios do plástico. Para o biênio 2011-2012, a associação, que conta com uma nova diretoria, tem ainda como focos a criação de um projeto de auto-regulamentação para o setor. Atualmente, a ADIRPLAST agrega 13 empresas distribuidoras de resinas plásticas, que só em 2010 tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 2,4 bilhões e responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no país. Todos os associados da entidade são credenciados pelos fabricantes e carregam suas bandeiras, o que ajuda a garantir a qualidade do serviço.

Fonte:  Brasilplast / Baião de 3 comunicação e design

Quantiq apresenta novidades na Brasilplast

15/03/2011

Distribuidora está presente no evento com uma nova linha de elastômeros especiais da ExxonMobil e nova parceria para a distribuição de toda a linha de plásticos de engenharia.

A quantiQ, maior distribuidora brasileira de produtos químicos e petroquímicos do Brasil, marca presença na Brasilplast 2011 com novidades no portfólio de produtos e destaques nas parcerias.

“Nossa expectativa ao participar da feira é estar em contato direto com todo o mercado, otimizando reuniões com nossos clientes e fornecedores. Teremos a participação de técnicos internacionais da ExxonMobil, Mitsubishi e Lubrizol. Será uma excelente oportunidade para esclarecer dúvidas e verificar novas oportunidades de negócios”, explica Ricardo Verona, gerente da Unidade de Negócios Borracha, Termoplásticos e Masterbatch da quantiQ.

Para a Brasilplast, a UN tem como novidade a linha de elastômeros especiais Vistamaxx. Produzidos pela ExxonMobil, são soluções para poliolefinas. O produto confere transparência, elasticidade, flexibilidade e resistência ao impacto.

O Vistamaxx pode ser utilizado em diversas aplicações, tais como:
• Melhora das propriedades mecânicas para eletrodomésticos pequenos ou containers para alimentos
• Chapas transparentes para termoformagem ou embalagens de cosméticos
• Perfis flexíveis para indústria automotiva, de móveis e de interiores
• Dutos flexíveis, corrugados e mangueiras
• Baldes de uso doméstico e industrial ou cadeiras
• Bandejas termoformadas, tábuas de carne e utensílios domésticos
• Grama artificial
• Membranas de filtros
• Mamadeiras
• Confere propriedades ao Masterbatch
• Imãs flexíveis

Possui uma estrutura molecular única, resultado do processo de polimerização de metaloceno da ExxonMobil. Essa estrutura permite a formulação de uma morfologia especial de poliolefinas semicristalinas, que oferece suavidade, flexibilidade, elasticidade, resistência, durabilidade, transparência, excelente adesão ao Polipropileno (PP) e Polietileno (PE). Possui aprovação FDA e EU.

Mitsubishi
A quantiQ também anuncia uma nova parceria com a Mitsubishi, para a distribuição de toda a linha de plásticos de engenharia.
“Trata-se de um fabricante que dispõe de praticamente todas as linhas de produto, com homologação nas principais montadoras, qualidade reconhecida tanto na Europa quanto nos Estados Unidos e que estavam à procura de um parceiro para atuação no Brasil”, diz Ricardo Verona.

O primeiro produto já disponível para venda é a linha PC (Policarbonato) IUPILON. Possui resistência superior ao impacto, mais transparência, resiste a uma vasta gama de temperaturas (de -40°C a 120°C), excelentes propriedades de moldagem e estabilidade dimensional, excelente resistência às intempéries e alta capacidade de isolamento elétrico.

Além disso, o IUPILON atua com vários grades, com diferentes índices de fluidez com proteção UV e agente desmoldante, transparência, excelente resistência ao impacto, boa resistência térmica, excelente estabilidade dimensional e boas propriedades elétricas.

Aplicações do IUPILON:
• Automóvel e Transportes: copa do farol e componentes tail-light, painéis de instrumentos e aeronaves
• Construção: resina de extrusão monocamada, folha estruturado e perfis
• Business Machines: computador e impressora, caixas e janelas
• Elétrica / Eletrônica: componentes de telefone, iluminação, difusores e lentes
• Médico: dispositivos intravenosos para diagnóstico cardiovascular e embalagens para distribuição de medicamentos.
• Óptica: lentes para óculos de grau, óculos de sol, óculos de segurança industrial e proteção para os olhos da especialidade
• Memória Óptica: DVD e CD, CDR, CD-RW e outros tipos de áudio, vídeo e discos de armazenamento de dados
• Embalagem: garrafas reutilizáveis e descartáveis

Palestra técnica
A quantiQ também participa da Brasilplast por intermédio de uma palestra técnica.  Felix M. Zacarias, engenheiro de Aplicação Tecnológica da ExxonMobil, fala sobre o Vistamaxx e suas aplicações.

Fonte: Quantiq / Brasilplast

Uniplen divulga produtos durante Interplast 2010

25/08/2010

A Uniplen, empresa do Grupo Unicoba, que atua com distribuição de resinas termoplásticas e na fabricação de Plásticos de Engenharia no mercado tecnológico há mais de 10 anos, firma ainda mais sua posição de destaque no mercado ao participar da Interplast 2010- Feira e Congresso Nacional de Integração da Tecnologia do Plástico, que acontece entre os dias 23 a 27 de agosto no Expoville, em Joinville, Santa Catarina. Com o objetivo de manter relacionamentos, conhecer novos parceiros e fazer negócios, a empresa disponibiliza ao visitante, em seu estande, um contato direto com o que há de mais avançado na tecnologia de transformação de plásticos. Durante o evento, a Uniplen/Unicoba apresenta diversos produtos como o Laston – PP elastomérico, um PP com propriedades elastoméricas para aplicações diversas, e o Tarrasc – PC Poliéster, uma blenda que une as propriedades do PC ao Poliéster trazendo alta resistência química e temperatura. Além disso, a empresa apresentará produtos plásticos de engenharia como o ABS (Acrilonitrila – Butadieno – Estireno) de alta temperatura, alto impacto, anti-chama, transparente e cromação. A inovação são as versões sem brilho muito utilizados na indústria automotiva, e com altíssimo brilho usado na fabricação de televisores de LCD e gabinetes de computador. Outros produtos integram o estande da empresa, como as resinas SAN, utilizadas na fabricação de copos de liquidificadores, partes internas de refrigeradores e baterias; o PC, um dos plásticos de engenharia utilizados na fabricação de chapas, mídias de CDS e DVDs, além de faróis de carros; o PC/ABS, uma blenda que agrega qualidades térmicas, brilho e impacto do PC, que aliados ao fácil processamento e menor custo do ABS, são muito utilizados na indústria automotiva e eletroeletrônica. Já o PP é utilizado em embalagens flexíveis, recipientes para cosméticos, indústria alimentícia e utilidades domésticas, devido seu baixo custo. Para finalizar a apresentação, a POM é usada em engrenagens, aerosóis, isqueiros, canetas e peças automotivas, devido sua alta resistência ao desgaste. Atualmente, a empresa é distribuidora da Samsung, na área de resinas ABS, matéria-prima utilizada para a fabricação de bens duráveis como TV de Plasma e batedeiras; e resinas SAN, utilizadas na fabricação de peças plásticas transparentes, como copos para liquidificadores, entre outros produtos.

Thathi Polímeros lança resinas plásticas importadas da Dupont

12/08/2010

A Thathi Polímeros, distribuidora da Dupont no Brasil, lança na Interplast 2010 resinas plásticas importadas Dupont e busca fortalecer a rede de clientes no sul do Brasil. A resina de poliéster Crastin® PBT é um dos produtos mais utilizados na injeção de peças plásticas do segmento eletroeletrônico, devido às propriedades elétricas. O termoplástico de engenharia Delrin ® POM combina propriedades mecânicas, químicas e tem baixa absorção de umidade, diferenciais que o fazem substituir os metais em grande escala.

O termoplástico elastomérico Hytrel® combina as características de alto desempenho dos elastômeros com a processabilidade dos termoplásticos e pode ser utilizado em temperaturas de -40ºC a 110 ºC, em aplicações que envolvem grande resistência ao impacto, flexibilidade e redução de ruídos. A combinação do polímero de tereftalato e a fibra de vidro do Rynite® PET conferem ao material combinação de estabilidade térmica, propriedades elétricas, estabilidade dimensional, rigidez e estabilidade ao descoloramento para cores claras, mesmo quando exposto ao calor.

Leva a feira também, a tradicional linha de nylon da marca Zytel.

Sobre a Thathi Polímeros
Fundada em 1987 como empresa comercial, a Thathi Polímeros foi oficializada como distribuidora da Dupont no Brasil em 1994. É a maior distribuidora de resinas plásticas de engenharia do país e tem certificação da SGS ICS, desde 2002. Desenvolve projetos para a indústria automotiva, eletroeletrônica, construção civil e linha de consumo, auxiliando na indicação e aplicação técnica da matéria-prima.

Fonte: Messe Brasil

Gabiplast expõe matéria-prima para indústrias plásticas na Interplast 2010

02/08/2010

A distribuidora de matéria-prima plástica, Gabiplast, leva para a Interplast 2010, os produtos em polipropileno e polietileno destinados a esse mercado, como fios e fibras, injeção, filme, extrusão e sopro, e ráfia. A empresa conta com uma estrutura de logística, frota exclusiva e própria, e sistema de endereçamento para rápida localização dos lotes. A Gabiplast conta com área construída de 1.800 m² e capacidade aproximada de armazenamento de 3.000 toneladas.

Fonte: Messe Brasil

Sasil apresenta copoliéster Tritan® para aplicação em produtos de transparência superior

29/07/2010

A distribuidora nacional de resinas termoplásticas Sasil, mostra na Interplast 2010 os diferenciais do copoliéster Tritan®, parte de uma nova geração de poliésteres, que proporcionam equilíbrio de propriedades químicas, ajudando o mercado de cuidados infantis a atender a demanda por produtos que oferecem transparência superior, rigidez, durabilidade ao uso de lava-louças e fabricação sem bisfenol-A (BPA).

A Sasil representa grandes empresas nacionais e internacionais de termoplásticos como Braskem, Innova e Eastman com linha completa de resinas para os mais diversos segmentos da indústria de materiais plásticos: PE, PP, PS, PVC, EVA, copoliésteres Tritan, dispondo de estoque para pronta entrega. Dispõe também de serviços de logística, assistência técnica, desenvolvimento de produtos e assistência técnica.

Sobre a Sasil
A Sasil atua no mercado industrial desde 1973 na prestação de serviços por meio de soluções inteligentes e ágeis focadas nas necessidades dos clientes. Distribui em todo o país, completa linha de produtos químicos e termoplásticos, dispondo de logística estruturada e ágil, e depósitos estrategicamente localizados em todo o território nacional. É certificada em ISO9001.

Fonte: Messe Brasil

Dakhia busca ampliar presença no mercado plástico da região Sul

28/07/2010

A Dakhia, empresa especializada em compostos termoplásticos técnicos, participa da Interplast 2010 com a estratégia de ampliar a presença no mercado sul brasileiro. Trabalha com cores, incorporação de cargas e aditivos por meio de tecnologia que permite atender as especificações dos clientes. A empresa se posiciona como uma das principais do segmento atuando com duas frentes: comercialização de produtos de conceituadas petroquímicas, e produção e comercialização de produtos de marca própria.

Sobre a Dakhia
A estratégia da Dakhia é ser a alternativa na relação custo x benefício na área de compostos de plásticos de engenharia. É especializada em Poliamida 6, Poliamida 6.6, ABS, Poliacetal, Policarbonato, PBT e Polipropileno. Para assegurar a qualidade dos materiais, a empresa conta com laboratórios de análise e controle de qualidade de seus produtos.

Fonte: Messe Brasil

Piramidal e Sasil serão distribuidores nacionais de resinas da Braskem.

16/07/2010

Com o objetivo de aumentar a competitividade e a capilaridade de seus produtos em todo território nacional, a Braskem concluiu, após a verificação de condições contratuais, a venda da VARIENT DISTRIBUIDORA DE RESINAS LTDA. (“VARIENT”), empresa distribuidora de resinas termoplásticas.

Esta venda ocorreu após a finalização do processo de cisão da VARIENT, que culminará com a incorporação pela NOVA PIRAMIDAL THERMOPLASTICS LTDA. das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul, tornando-a uma distribuidora nacional de resinas termoplásticas da Braskem.

A SASIL, outra empresa envolvida na operação, ficará com a marca VARIENT e as operações da empresa em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.


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